segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

A CULPA É SEMPRE...


Taveira Pinto e os funcionários do regime estão a fazer passar dentro da Câmara Municipal de Ponte de Sôr que a investigação judicial é a "alguns funcionários", demitindo-se das suas responsabilidades.
Conforme referiu na última sessão da Câmara, Taveira Pinto culpou ainda a oposição PSD e CDU de perseguir os "pobres e honestos" trabalhadores.

A verdade deve ser resposta:


- O mandato de busca que deu entrada há 2 semanas na Câmara Municipal de Ponte de Sôr, refere-se à efectiva apreensão de documentos e é arguida a Câmara Municipal de Ponte de Sôr, cujo representante é, obviamente, o seu presidente.

24 Comments:

At 20 de fevereiro de 2006 às 16:31, Anonymous João Luís Rodrigues said...

Ele faz as vigarices e os trabalhadores é que tem a culpa!

 
At 20 de fevereiro de 2006 às 16:42, Anonymous Anónimo said...

Os funcionários agora têm que escolher um de dois caminhos...ou dizem a verdade sem ter medo das represálias do presidente ou lixam-se a eles próprios. Vamos ver agora quem se vai lixar.

 
At 20 de fevereiro de 2006 às 16:53, Anonymous Anónimo said...

Eu, que já o conheço, digo que é homem para isso. E muito mais...

 
At 20 de fevereiro de 2006 às 17:27, Anonymous Marcus Tullius Cicero said...

Todos os Homens honestos mataram César.
A alguns faltou arte, a outros coragem e a outros oportunidade mas a nenhum faltou a vontade.

 
At 20 de fevereiro de 2006 às 22:23, Anonymous Anónimo said...

Confesso que já não vinha ao lixo, há algum tempo. E logo hoje que cá venho, o que leio. O filho do canalha, mais um amigo ou talvez novamente o filho do canalha, a defender e enaltecer o seu bom nome. Fica-lhe bem meu amigo! Mas, deixe-me que lhe diga. Nesta cidade pior que vocês só os Nés. E mesmo assim deixam-me algumas dúvidas?! Do mais velho já muito se disse e se escreveu. Do mais novo, pelo que leio e para onde escreve, não deve ir muito longe. Isto aqui não é Avis!
Os sobreiros minguaram e os carvalhos cresceram...
Amigo

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 00:26, Anonymous Anónimo said...

Tanta raiva racista!...
Que visão torpe tem o senhor?
Que neura o incomoda?
Quantas vezes nos cruzámos na rua e nos cumprimentámos? Se a sua coragem for digna, tente olhar-me nos olhos. Mas duvido... Os cães vadios e enxovalhados têm mais dignidade que você.

Encha o tambor de um pistola, encoste-a à cabeça e aperte o gatilho. Vai ver que não doi nada e assim consegue acabar com as vozes dissonantes do seu diapasão reaccionário, racista e xenófobo!
Só mais um conselho: faça este exercício num espaço com paredes em azulejo, para dar menos trabalho aos vindouros, a limpar o seu esterco encefálico.

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 13:20, Anonymous Manuel Luis Silva Rebelo said...

«Confesso que já não vinha ao lixo, há algum tempo. E logo hoje que cá venho, o que leio. O filho do canalha, mais um amigo ou talvez novamente o filho do canalha, a defender e enaltecer o seu bom nome. Fica-lhe bem meu amigo! Mas, deixe-me que lhe diga. Nesta cidade pior que vocês só os Nés....»
O pintinho armardo em "bom" vilão e a escrever como anónimo.
Tem educação!

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 13:25, Anonymous Anónimo said...

«Os "Nés"» ao pé do bugalheira são uns meninos de coro...

Em Ponte de Sor, o tio "Zé Camelo", roubava uma galhinha ía preso.
O pinto está farto de desviar milhões, ainda não foi preso...

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 14:36, Anonymous Anónimo said...

Há-de ir! Há-de ir!

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 15:22, Anonymous Maria Manuela Silva said...

É desta é que o o sr. dr. dentista(falso) acorda a ver o sol pelos quadradinhos, o fim da impunidade está para breve.

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 17:05, Anonymous Maria João A. said...

Caro Anonymous da Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006 10:23:10 PM :

Sabes não te devo nada, nunca negociei nada contigo, por isso não te admito as baboseiras que aqui escreveste.
Sabes a educação não se compra no "modelo", nasce com as pessoas e adquire-se ao longo da vida.
Quanto às baboseiras que escreveste sobre mim, deves estar-te a referir à tua santa mãe.
Não andamos na mesma escola, nem na mesma universidade, por isso somos muito diferentes, deves pensar no assunto.

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 17:54, Anonymous Francisco Silva said...

Quando algum dos "patos-bravos" do concelho colocar a "boca no trombone" é que se fica a saber ainda mais dos negócios do imobiliário que o Pintinho & Companhia têm sido beneficiados.
Ainda vai doer muito mais!

 
At 21 de fevereiro de 2006 às 19:17, Anonymous Algué que lhe deu o voto said...

Sou pontessorense e é com muita mágoa que vejo o que está a ser feito na nossa cidade. Ruas que estreitam, estacionamentos retirados e destroem o comércio, escolas degradadas, falta de higiene... Temos a Avenida principal da cidade cortada ao meio e com o estorvo dos antigos celeiros a meio, temos agora um bairro novo no largo da feira que é uma vergonha e que parece estar para alastrar, enquanto as pessoas que pagam impostos são afastadas para fora da cidade e pagam terrenos a peso de oiro,os tendeiros recebem casas novas em locais previlegiados que decoram com as suas roulottes, temos palmeiras ridículas que nada têm a ver com o nosso Alentejo... Por favor ganhem tino, Ponte de Sor dá sempre um passo e dez para trás...Senhor Presidente, pense nas pessoas de bem, reconheça as pessoas honestas que o merecem. Não descrimine, mas seja justo e coerente.

 
At 22 de fevereiro de 2006 às 14:14, Anonymous Domingos Amaral said...

Ser civilizado é apenas conter, dentro dos limites, os instintos mais primários e agressivos do ser humano, e isso inclui obviamente a escrita.

Há cerca de dois meses, um estúdio sociológico americano apresentava um curioso dado: a violência verbal dos consumidores queixosos contra as empresas aumentara drásticamente com a internet, e as queixas recebidas nas empresas através de e-mail utilizavam uma linguagem muito agressiva, insultosa e radical. Segundo o estudo, havia mesmo uma tendência curiosa: se a queixa fosse apresentada presencialmente, ao balcão, a violência verbal e a contundência dos argumentos era menor do que se fosse apresentada pelo telefone. E, se fosse apresentada pelo telefone, era menor do que se fosse apresentada por ‘e-mail’. A conjugação entre um aumento da distância entre o queixoso e a empresa, ao mesmo tempo que se passava da linguagem oral para a escrita, fazia subir em flecha o grau de agressividade, colocando graves problemas ás empresas. Como responder a pessoas que insultavam, por escrito, a empresa, e que lhe chamavam todos os nomes que existe no dicionário de calão local?

Vem isto a propósito de quê? Da blogosfera, pois então. Agora não há bicho careta que não tenha o seu bloguezinho. Desde os mais reputados intelectuais a perfeitos desconhecidos, todos têm um bloguinho, onde depositam os seus elevados e notáveis pensamentos. Está definitivamente na moda ter um ‘blog’, ou escrever num ‘blog’, e aparentemente há uma enorme oferta de raciocínios e ideias na blogosfera. Há mesmo quem, com aquele ar de superioridade que caracteriza os pioneiros na descoberta de um novo mundo, nos olham de cima para baixo só porque nós ainda não fomos consultar este ou aquele ‘blog’. Como se o ‘blog’ se tratasse de uma praia nos confins do Brasil, hiperexclusiva, onde só os que verdadeiramente contam apanham sol!

Mas, o mais curioso nem é isso. O mais curioso é que, tal como os queixosos que utilizam a internet, também nos ‘blogs’ se tem vindo a assistir a um progressivo resvalar para os insultos e para os ataques pessoais como arma argumentativa. A blogosfera, com a sua saudável anarquia, começa também a revelar o seu lado mais nefasto. A coberto da protecção que a blogosfera dá, ultrapassam-se muitos limites, e regressa-se alegremente ao século XIX, onde a imprensa era livre, mas também insultuosa e desnecessáriamente cruel. Por outro lado, cria-se um novo efeito, talvez não intencional. É que, pressionada pelo radicalismo entusiástico da ”blogosfera”, a imprensa escrita sente-se ultrapassada, e os cronistas e ‘opinion makers’ sentem-se na necessidade de irem mais longe, de serem um bocadinho mais radicais, de dizerem mais um argumento, mais uma farpa, mais um insultozinho disfarçado de pensamento profundo. Deus quer, a blogosfera pressiona, o insulto nasce.

Há quem ache tudo isto muito bonito e muito importante, e quem defenda com entusiasmo essa velha tradição novecentista do registo ”duro”, ”contundente”, ”furioso”. Há até quem cite Ramalho Ortigão e Eça de Queiroz, para se auto-absolver. Contudo, o que me parece é que dentro de nós há sempre um fundamentalistazinho, um taxistazinho, pronto a vir ao de cima, com o verniz a estalar. Ora, essa facilidade com que nos estala, ou não estala, o verniz, é o que nos faz ser civilizados. Ser civilizado é apenas conter, dentro dos limites, os instintos mais primários e agressivos do ser humano, e isso inclui obviamente a escrita. Insultar as pessoas, ou as empresas, ou o Estado, em linguagem de ”carroceiro”, não traz nada de novo, e é um regresso civilizacional. Que ele seja comandado por uma inovação tecnológica é uma ironia dos tempos.

Devido a esta tendência disparatada, a ”blogosfera” corre o risco de se transformar num mero campeonato de insultos e de pensamentos radicais, em que o vencedor é...o mais troglodita e o mais excitado. Mas, para isso, não é necessário ir à blogosfera à procura de um ‘blog’. Basta por exemplo apanhar uns táxis, passar o dia a andar de um lado para o outro em Lisboa, e escutar com atenção o que os taxistas dizem. Há alguns que são muito refinados nos insultos e pelo menos assim sempre se sai de casa e se vê mais do que um ‘écran’ deslavado de computador.

 
At 23 de fevereiro de 2006 às 09:15, Anonymous J E R said...

Para Domingos Amaral há dois tipos de portugueses pensantes, os que pensam bem e habitualmente escrevem nos jornais, e os outros portugueses que são representados na figura do taxista e que desde há uns tempos tiveram a ousadia de escreverem o que pensam em blogs. Num artigo que destila ódio aos blogs, Domingos Amaral tenta reduzir um fenómeno que o ultrapassa a uma lixeira intelectual, o que revela pouca inteligência, pois desvaloriza um movimento que o ultrapassa em qualidade e criatividade. Compreende-se que se só existissem jornais as asneiras de Freitas do Amaral ficassem impunes, para isso bastariam uns telefonemas dos assessores de imprensa das Necessidades para as redacções dos jornais, mas graças aos blogs as opiniões espalham-se como um incêndio de Verão.

 
At 23 de fevereiro de 2006 às 09:17, Anonymous Anónimo said...

Qual é o grau de parentesco dos dois visados...
O Domingos e o titular da pasta do MNE?

 
At 23 de fevereiro de 2006 às 11:12, Anonymous Gin Tónico said...

CARTA ABERTA AO SR. PINTO
Meu Caro,
Sou daqueles que não pensam que o sr. é um corrupto. Sou daqueles que ainda teêm, cá dentro, um pouco de esperança que o Sr. não seja o que a maioria das pessoas dizem que o Sr. é. No entanto penso que seja qual seja a sua situação pessoal - do lado de cá ou do lado de lá da honestidade - seja qual fôr o seu lado, algo está evidentemente mal com a equipa que dirige e com a Camâra da qual o fizeram Presidente.
E com isto vem uma responsabilidade, a responsabilidade de serviço público e não púbico como alguns dentro da CMPS devem pensar ser, dado as chamadas para números de valor acrescentado que saíram à luz do dia.
As minhas questões em relação a Ponte de Sor são muitas, começando pelo seu nome: se destruíram a ponte que dava nome à cidade, porque não lhe mudam também o nome? Porque não fizeram uma segunda ponte deixando a original? Penso que uma ponte seria mais económica do que as Palmeiras e a iluminação do estádio do Electrico - que já agora deveria buscar um patrocínio da EDP -... Uma ponte, construída pelos romanos, violada em nome do progresso...

Meu Caro Pinto,
Deixe-se de Caritas, Caretas, Mentiras e Petas e ponha ordem aí dentro, isto é, se estiver do lado de cá da honestidade.
Se tiver do lado de lá desejo-lhe muita sorte e espero que a água que o sr. diz, com toda a mentira, que bebe lhe cause o que causou já a muitos pontessorenses.

Com os melhores cumprimentos,
Gin Tónico

 
At 23 de fevereiro de 2006 às 11:16, Anonymous Anónimo said...

Sabes a educação não se compra no "modelo", nasce com as pessoas e adquire-se ao longo da vida.

Completamente errada minha querida. A Educação toma-se em pequeno, "bebe-se" na casa dos pais, se os pais também a tiverem bebido em pequenos. O que provavelmente não foi o seu caso!
Aprenda minha cabra...

 
At 23 de fevereiro de 2006 às 11:38, Anonymous Anónimo said...

Vá chamar nomes à sua santa mãe...

 
At 23 de fevereiro de 2006 às 14:22, Anonymous João P. Guerra said...

O poder admite vir a consagrar em lei a perversão que consiste em criminalizar os mensageiros de más ou inconvenientes notícias.

Um novo crime, designado “crime de perigo”, está previsto na proposta de revisão do Código Penal e consiste na possibilidade de punir jornalistas pelo facto de se “presumir” que as notícias puseram em perigo uma investigação criminal.
Por exemplo: o jornalista X escreve que o senhor Y está a ser investigado por suspeita de envolvimento no caso Z.
O Ministério Público ou a Polícia presumem que a notícia pôs em perigo a investigação. E como o novo crime se fundamenta na presunção, caberá ao jornalista o ónus de provar que os titulares do inquérito presumem erradamente.

A intenção ainda vai na fase de proposta e ontem mesmo, nas páginas do DN, foi convenientemente zurzida por juristas como Jorge Bacelar Gouveia e Daniel Proença de Carvalho.
Mas, pelo que se tem visto, não custa a crer que a proposta venha a vingar. Os poderes político e judicial já deram suficientes provas do seu entendimento na matéria: pior que a porcaria toda que por aí vai é falar-se em casos concretos e sujeitos da porcaria.

Simultaneamente, a lei da nova Entidade Reguladora para a Comunicação Social equipara os vogais e funcionários da ERC a “agentes de autoridade”, permitindo-lhes o acesso a “instalações, equipamentos e serviços” e a requisição de “documentos” dos ‘media’, tudo isto sem mandado judicial.

E é assim que se vai montando um cerco à liberdade de imprensa, com ameaça ao sigilo das fontes e estímulo da auto-censura.
Um dia destes, os portugueses acordam e dão por os jornais estarem todos a escrever sobre passarinhos.
Não, sobre passarinhos também é conveniente que não se escreva, não vá a notícia prejudicar a investigação sobre algum caso de transacção de aves com gripe.

 
At 25 de fevereiro de 2006 às 12:27, Anonymous Anónimo said...

senhor anónimo de Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006 11:16:34 AM e provavelmente de Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006 10:23:10 PM

Os meus parabéns pela sua resposta a essa senhora (cabra não que também é demais e nunca se sabe o que o futuro nos reserva pois nunca se sabe se num dia de inspiração nos calha a sorte ou azar de lhe saltar para a espinha porque não sei se ela é jeitosa ou não). Meu caro amigo permita-me que lhe diga também que, usando termos menos próprios a sua definição de educação está certíssima e claríssima como a água, isto dito pelos maiores senhores ligados à psicologia que marcaram a história. Não sei quem faz este blog nem sei se é o pseudo-intelectual do filho do barrasco que o faz, mas que o pai dele é um porco sujo lá isso é verdade

 
At 27 de fevereiro de 2006 às 13:24, Anonymous João C. Rosa said...

São palavras dos mafioso?
São palavras de um afilhado?
Ganhe juizo e acorde, que já é tempo de ver as vigarices todas do mafioso.
Abra os olhos!

 
At 7 de março de 2006 às 17:10, Anonymous Anónimo said...

Mesmo sendo a primeira vez k entro neste blog não posso deixar de tecer um comentário aos srs."anónimos" dos dias 23 e 25 de Fevereiro. Acho absolutamente surreal as suas atitudes. Tanto moralismo, tantos bons príncípios, tanta "EDUCAÇÃO"... e no fim... é como na escola, decora-se a lição mas os conhecimentos não ficam lá! Meus senhores, não se fiquem pelas palavras mas primem pelas acções...

 
At 7 de março de 2006 às 17:23, Anonymous Anónimo said...

Mesmo sendo a primeira vez k entro neste blog não posso deixar de tecer um comentário aos srs."anónimos" dos dias 23 Fev 11:16:34 am e 25 Fev 12:27:18 pm. Acho absolutamente surreal as suas atitudes. Tanto moralismo, tantos bons príncípios, tanta "EDUCAÇÃO"... e no fim... é como na escola, decora-se a lição mas os conhecimentos não ficam lá! Meus senhores, não se fiquem pelas palavras mas primem pelas acções...

 

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