segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

COPIEM A EDUCAÇÃO DOS OUTROS, MAS BEM...


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DESAFIO ao Governo
Vou fazer aqui várias propostas sérias para o nosso Governo melhorar a Educação em Portugal:
(É um facto que a Educação na Finlândia é a melhor da Europa)
Copiar TODO o sistema de ensino da Finlândia.
-Copiar o sistema de Avaliação dos Professores na Finlândia (onde não são avaliados pelo desempenho dos seus alunos);
-Copiar os vencimentos dos Professores, Auxiliares, Educadores da Finlândia (tendo em conta a percentagem dos seus ordenados com os dos Ministros);
-Copiar o sistema de colocação dos Professores na Finlândia;
-Copiar o número de Professores/Psicólogos/Ensino Especial por aluno na Finlândia;
-Copiar o número de alunos por sala nas escolas da Finlândia;
-Copiar os Edifícios Escolares da Finlândia com tudo o que de equipamento têm (não esquecer de retirar os suportes dos skis, aqueles que existem numa escola de um concelho nosso vizinho );
-Copiar a responsabilização dos pais Finlandeses na Educação e Acompanhamento Escolar dos seus filhos;
-Copiar as regras de conduta de todos os intervenientes no Processo Ensino/Aprendizagem (na Finlândia);
-Copiar as penalizações/sanções a que todos os Finlandeses estão sugeitos quando não cumprem com as suas Obrigações para com a Escola.

Fácil!!!
Copiar é Fácil!!!

Copiem quem sabe.
Os Finlandeses sabem o que é EDUCAÇÃO.
Copiem.


Novo desafio: vamos fazer uma permuta de governo entre os países.
EU PROMETO QUE APRENDO FINLANDÊS.

T.C.

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8 Comments:

At 12 de fevereiro de 2008 às 13:29, Anonymous Anónimo said...

Copiar até poderia ser fácil. Só ficaríamos a ganhar se copiássemos o sistema educativo finlandês. E outras áreas também e noutros países. No entanto, não podemos levar a visitar esses países pessoas incultas, estúpidas e oportunistas à espera que eles regressem com novos conhecimentos, como o sr. dr. Taveira Pinto, que é o pior de todos, fez quando foi à Finlândia. Criemos comitivas minimamente competentes, que percebam alguma coisa de ensino (não o ensino da falcatrua em que esta comitiva pontessorense é catedrática) e acredito, que seriam implementadas mais-valias no nosso ensino.

 
At 12 de fevereiro de 2008 às 15:17, Anonymous Anónimo said...

oh Pinto finalmente fizeste alguma coisa. Só espero que a baixa de IRS não seja compensada por outros impostos como tu gostas de fazer.

 
At 12 de fevereiro de 2008 às 16:12, Blogger Ricardo Cardoso said...

acho que o sr "TC" não percebeu nada bem aquele artigo de opinião com que ilustra o post. (aliás acho que diz o contrário dele...)
e se pudesse subscrevia por inteiro o texto desta professora, Mª Luisa Moreira, o qual aconselho vivamente a ler.

 
At 12 de fevereiro de 2008 às 18:55, Anonymous Anónimo said...

Parece que o "analfabeto funcional" é
o senhor R.C.!

O 1º comentário diz muito da comitiva de Ponte de Sor que foi fazer turismo à Finlândia.
Alguns deles convidados pelo Bugalheira que depois lhe foi cobrada a viagem com uma desculpa mal dada, pelo próprio Bugalheira...

Mais palavras para quê é incompetência pura e dura da corja dos "xuxalistas"

 
At 12 de fevereiro de 2008 às 19:38, Anonymous Anónimo said...

E se ela (*) fizesse uma mínima ideia do que está a fazer?

(*)... ela e a União Europeia. De facto ela não passa de uma lacaia da U.E.

O sistema educativo não estava famoso, mas não precisava, Senhora Ministra da Educação, de aparecer para estragar o resto!

Vem, V/ Exa., perguntar agora o que estão 30 professores a fazer numa sala de professores?
Sabe que também me coloco (e coloquei aqui) essa questão muitas vezes? E sabe o que estão lá a fazer?
O que V/ Exa. mandou: a cumprir horário!
Não aumentou a carga horária dos docentes?
Esqueceu-se, foi?

Tal como as utilíssimas «aulas de substituição» em que V. Ex.ª coloca um professor de Matemática a substituir um de Educação Física e vice-versa.
V/ Exa. Manda e os professores obedecem! Não têm alternativa, não é verdade?

Pode, portanto, V/ Exa. orgulhar-se dos resultados obtidos!
Eles são a consequência da sua «reforma»!

Mas não se preocupe pois vão piorar!
Com o escabroso Estatuto da Carreira Docente que V/ Exa. inventou, os resultados só podem evidentemente piorar! Nenhuma reforma, nunca, se conseguirá impor por decreto-lei nem contra a vontade da maioria dos envolvidos!
Os professores, obedientemente, cumprem e cumprirão sempre as suas ordens! Contrariados… muito contrariados… mas cumprirão! Não lhes pode é pedir que, apesar de tudo, as cumpram de sorriso nos lábios, felizes, contentes e totalmente envolvidos com as suas orientações! Não há milagres!
Cumprirão e ponto final! Que é o que V. Exa. quer?
Não se pode, portanto, queixar.
Continue a mandar assim e verá a tal curva de crescimento em queda absoluta.
É que não pode V/ Exa. exigir que se cumpram 35 horas de serviço na escola e se venha para casa preparar fichas de trabalho… apontamentos… actividades…estratégias… visitas de estudo… grelhas… avaliações… relatórios… currículos alternativos…programas adaptados… trabalhos em equipa… etc.… etc.… etc.•
V/ Exa. Tem família?
Saberá, porventura, o que é a dor de um pai que se vê obrigado a negligenciar a educação e o crescimento do seu próprio filho para acompanhar os filhos dos outros?
Esquece V/ Exa. que os professores também são pais?
Também são pais, Senhora Ministra! Pais!

Que estabilidade emocional pode um professor ter se V/ Exa. resolve, 30 anos depois de Abril, impedir os professores de acompanharem os seus próprios filhos ao médico … à escola… aos ATLs?
Não têm os pais que são professores os mesmos direitos dos outros pais?

Conhecerá V/ Exa. a dor de uma mãe que se vê obrigada a abandonar o seu filho, prometendo-lhe voltar dali a uma semana?
E quer V/ Exa. motivação natural?
Com a vida familiar desfeita?
Não é do conhecimento público que os professores são os maiores clientes dos psiquiatras?
E que é entre os professores que se encontra a maior taxa de divórcios?
Porque será, Senhora Ministra?
Motivação?
Motivação, como? Se V/ Exa. obriga os professores a fazerem de auxiliares de acção Educativa?
Motivação, como? Se V/ Exa. obriga os professores a estarem na escola mesmo sem alunos?
Motivação como se V/ Exa. obriga a cumprir 35 horas na Escola mesmo não tendo esta os meios essenciais para que se possa trabalhar.
Motivação, como? Se temos que pagar fotocópias, tinteiros para as impressoras da Escola… canetas… papel?
Motivação, como? Se o clima é de punição e de caça aos mais frágeis?
Motivação, como? Se lava as mãos como Pilatos e deixa tudo à deriva passando toda a responsabilidade para as escolas?

Não é função de V/ Exa. resolver os problemas?
Não seria mais produtivo trabalhar ao lado dos professores?
Motivação, como? Se de cada vez que abre a boca para as televisões fá-lo para tentar virar toda a sociedade portuguesa contra a classe?
Motivação, como? Se toda a gente percebe que o seu objectivo é dividir para esfrangalhar a classe e poupar uns cobres?
Quer lá V. Exa. saber da qualidade do Ensino para alguma coisa!.... Quer é poupar!
O que vale é que por todo o país a opinião pública – e principalmente os Pais – já se estão a aperceber disso.

Motivação, como? Se V/ Exa. tem feito de tudo para isolar os professores dos alunos, dos pais, dos Sindicatos, da sociedade em geral?•
E fica V/ Exa. admirada com os resultados?
Não eram estes os resultados que esperava obter quando tomou posse e iniciou a sua cruzada contra os professores?
A sua estratégia é a mesma daqueles professores que V/ Exa. acusa de não estarem preocupados com os resultados escolares dos seus alunos.

Sabe, Senhora Ministra da Educação?...
O sucesso não depende do manual… como não depende de decretos-lei!
O sucesso depende do envolvimento que o professor consegue com os seus alunos!
Depende da capacidade de motivar!
Depende da capacidade de o professor ir ao encontro dos interesses dos seus alunos.
Depende da relação professor-aluno! - a tal que V/ Exa. queria que fosse avaliada por alguém de fora da escola!
A mesma que, se fosse feita a V/ Exa., daria nota zero.

E, já agora, Sra. ministra, já que a esmagadora maioria (quase totalidade) dos seus colegas de governo são reformados – alguns até duas vezes – siga-lhes, por favor, o exemplo.
Eu não me importo de trabalhar até aos setenta se V. Exa. se reformar já - mas da política!
Pode ser?

 
At 13 de fevereiro de 2008 às 17:36, Anonymous Anónimo said...

Realmente o post não tem nada a ver com o artigo de opinião embora, também não veja nada de novo e relevante no artigo. Dos vários assuntos que o artigo trata, o mais importante, no meu ponto de vista, é a disciplina. Qualquer país nórdico, tem uma cultura de disciplina, obediência e respeito que nós não temos. Alias, isto por cá não se vê em nenhum lado. Mas isso é um assunto muito difícil de ser mudado. No entanto, a preocupação desta senhora professora acho que se prende mais com a carga horária, pelo que não posso dar muita atenção ao artigo. Acho que este artigo não passa de uma forma camuflada de fazer sindicalismo a favor dos professores que, coitadinhos, há uns tempos passavam o dia todo em casa sem fazer ponta de corno e de repente, viram-se obrigados a permanecer na escola. Por isso é que não vejo nada de novo neste artigo pois a senhora professora esquece-se de mencionar uma coisa, de todas, a mais importante. Também já visitei escolas, nomeadamente na Finlândia e Suécia e vi com os meus próprios olhos tudo aquilo que a senhora apresenta. Mas também vi o que os professores faziam depois das aulas. Os senhores professores faziam trabalho de investigação (como se faz nas universidades). Assim se fosse implementada essa cultura nas nossas escolas, os nossos mal amados professores (não tenho pena) já saberiam o que fazer, tornavam-se úteis e justificavam o salário que auferem (também não fala dos salários dos nossos professores).
Um aparte: também estou de acordo que, por muitas viagens que sejam feitas, não vai ser com comitivas como a que o Taveira Pinto levou à Finlândia, que iremos adoptar métodos mais eficientes. Não havia um único membro capaz de captar conhecimento para implementar mais-valias no nosso ensino.

 
At 13 de fevereiro de 2008 às 23:53, Anonymous Lagóia said...

Olha que a senhora professora não é sindicalista, nem comunista.
Aqui em Portalegre cidade toda as pessoas a conhecem como uma professora competente e de extrema-direita.

 
At 14 de fevereiro de 2008 às 11:56, Anonymous Anónimo said...

Falei em comunismo? Acho que não. Não meta na minha boca aquilo que eu não disse senhor(a) professor(a). Só pelo facto desta professora de "extrema-direita" (fica-lhe tão mal dizer isso dessa forma) ser professora, leva de mim um voto de desconfiança sobre o artigo que escreve pelas razoes que já mencionei. ;p

 

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