quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PONTE DE SOR AUMENTA O DESEMPREGO


Subercentro-Cortiças Lda, decide suspender a laboração da sua unidade fabril de Ponte de Sôr, por falta de encomendas dos produtos fabricados nesta unidade fabril.
Com esta suspensão de laboração são enviados para o desemprego todos os trabalhadores da Subercentro-Cortiças da Fábrica de Ponte de Sôr.

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16 Comments:

At 8 de janeiro de 2009 às 18:49, Anonymous J.G. said...

UM "CLUSTER" CHAMADO REALIDADE
Qual é mesmo o termo em voga no léxico eleitoral "socrático"? Confiança? Com certeza. «O indicador de clima económico prolongou em Dezembro o movimento descendente dos seis meses anteriores, registando um novo mínimo histórico para a série iniciada em 1989. No mês de referência, assim como nos dois meses anteriores, todos os indicadores de confiança sectoriais apresentaram um andamento negativo, especialmente intenso na Indústria Transformadora. O indicador de confiança dos Consumidores acentuou em Dezembro a diminuição observada nos dois meses anteriores, reflectindo sobretudo as perspectivas de evolução do desemprego e da evolução económica do país.»

 
At 8 de janeiro de 2009 às 21:08, Anonymous Anónimo said...

Mais uma centena e meia de operários que vão engrossar o número já elevado de pessoas sem trabalho no nosso concelho.
Mas é mais importante construir campos de aviação e lançar derramas sobre os titulares em sede de IRC do que promover o emprego.

 
At 8 de janeiro de 2009 às 22:43, Anonymous Anónimo said...

..........e infelizmente o pior ainda está para vir.

Todos os dias somos bombardeados com anuncios de encerramentos e despedimentos.

Os próximos anos vão ser realmente muito maus para um povo já tão sacrificado, como tem sido os últimos anos.

Primeiro foi o Pantano, depois a Tanga, depois os 150.000 empregos (da treta)e agora a crise Internacional.

Não vemos a luz ao fundo do tunel à nove anos.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 00:10, Anonymous Anónimo said...

O "cluster" do turismo já foi, o da cortiça já está a ir, como vai o dos componentes, o "cluster" aeronáutico está a ir-se.
Tudo a crise leva!
"Promessas leva-as o vento" diz o povo e é verdade.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 07:36, Anonymous Anónimo said...

Vamos falar com o Nelson ,dos Sindicatos, e fazemos uma Manifestação, a porta da Camara, do Bugalheira.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 10:41, Anonymous Anónimo said...

Está tudo bem neste reino do faz de conta.
A malta perde o emprego.
As fábricas fecham.
Os pequenos comerciantes e os pequenos empresários são expoliados com derramas lançadas pelo municipio.
Os proprietários de imóveis são taxados no IMI com a taxa mais alta, pelo municipio.
Nada os faz mudar de atitude.
Não faz mal, está tudo bem no reino do faz de conta.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 13:39, Anonymous Anónimo said...

O culpado disto tudo é o Pinto da Bugalheira mais o Manel de Val de Junco.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 14:30, Anonymous Anónimo said...

O desenvolvimento económico e social do concelho de Ponte de Sôr encontra-se inquinado como a água da rede pública fornecida pela Câmara Municipal de Ponte de Sôr.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 15:05, Anonymous João Silva said...

O Governo decidiu aumentar para cinco milhões de euros o tecto abaixo do qual é dispensado lançamento de concurso na adjudicação de obras públicas. Depois de ter negado até ao limite o forte abrandamento económico que se avizinhava, o Executivo pretende, agora, que as medidas dos seus pacotes anti-crise sejam aplicadas rapidamente. Compreende-se a urgência, mas os fins não justificam todo e qualquer meio.


A eficácia do combate à recessão e ao aumento do desemprego depende, de facto, de a concretização prática das empreitadas anunciadas não ficar enredada nas demoras burocráticas que caracterizam as administrações públicas. Acresce que, do ponto de vista dos interesses dos socialistas, o ano eleitoral reforça a pressa e a crise servirá de pretexto para tudo e mais alguma coisa que se pareça com uma iniciativa para relançar a economia.

Nas obras públicas, como nas intervenções do Estado em empresas e instituições financeiras, as opções políticas do Governo são discutíveis. Não se lhes vislumbra critério, nem sombra de explicações. Mas o pior está no facto de, sob a conveniente justificação da crise, se aproveitar para atropelar a transparência e a clareza de procedimentos que se exige na actuação dos poderes públicos.

O alargamento do limite para dispensa de concursos não deve deixar ninguém descansado pelo potencial de abuso, discricionariedade e atentado à concorrência que são introduzidos com consagração legal. A saída da recessão vai levar tempo. Limpar a opacidade que, entretanto, terá sido acrescentada às relações entre os poderes e as empresas, demorará ainda mais.

Representantes das autarquias já se queixaram de estarem a receber solicitações para acorrer a situações de dificuldade por parte de famílias atingidas pela crise actual. Tratou-se de um alerta para a pressão adicional a que, por estes dias, estarão sujeitos os cofres do poder local, o único braço da administração pública a que, em muitas zonas do país, os cidadãos podem recorrer. É precisamente para precaver estes casos que convém ter finanças sólidas e saudáveis.

O endividamento acumulado, a aposta no betão e uma gestão pouco prudente limita, agora, a capacidade de muitos municípios para actuar. Com a agravante de que existe o risco de aquilo que consigam dar com uma mão, acabe por ser tirado com a outra, a avaliar pelo facto de a maioria das câmaras se preparar para aplicar a taxa máxima do imposto municipal sobre imóveis, o que, em tempos difíceis, penalizará milhares de famílias que, nos últimos anos, se tornaram proprietárias de casa própria. É o problema inevitável quando se gasta como se não houvesse amanhã.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 17:56, Anonymous Anónimo said...

Porra!
Lá ficou o bugalheira sem uma fonte de financiamento de campanha com o fecho da subercentro.
O que vale é que com a nova Lei das obras vai ser financiamentos por baixo da mesa com fartura.

 
At 9 de janeiro de 2009 às 18:04, Anonymous Anónimo said...

Para o Bugalheira e para o Xinogas de Mora!!!!

 
At 9 de janeiro de 2009 às 19:06, Anonymous M. said...

Passado o período festivo (para quem ainda pode...) do Natal e do Fim de Ano e, terminado "oficialmente" o Quadro Comunitário de Apoio 2000-2006, no interesse de todos, algumas questões deveriam ser cabalmente respondidas por quem de direito neste início do ano eleitoral de 2009:

* O QCA 2000-2006 está mesmo em condições de ser encerrado?
* O ex-futuro-QCA 2007-2013 que, na melhor das hipóteses, vai QCA 2009-2013, vulgo QREN, arranca ou não?
* A Dra. Leal Monteiro vai continuar em 2009 em contínuas e patéticas sessões de propaganda política acompanhada dos Governadores Civis da Região e dos Autarcas socialistas?
* É verdade o que para aí se diz nas mesas dos cafés que, o dito QREN, está "cozinhado" para distribuir alguns milhões para uns (poucos) amigalhaços (os do costume!)? (Não queremos acreditar em tal e, certamente, só gente muito mal intencionada agiria dessa forma pondo os seus interesses à frente dos da população, em geral!).

Tantas dúvidas e tão poucas respostas e, entretanto, a cidade e a região definham e vão assistindo à contínua sangria de parte significativa da sua população activa enquanto a maioria dos autarcas vão enchendo as contas bancárias dos patos bravos com a construção de equipamentos megalómanos que, na esmagadora maioria dos casos, ninguém vai utilizar ou cuja utilização vai ficar muito abaixo das (irrealistas) previsões.
Então com a nova lei dos ajustes directos de empreitadas aplicada também às autarquias, vai ser lindo!

 
At 9 de janeiro de 2009 às 19:19, Anonymous Anónimo said...

O governo e o nosso presidente do município anda a dizer-se muito preocupado com o inevitável aumento do desemprego, que a luta contra ele é a principal prioridade e até está disposto a empenhar o país e o concelho para garantir que haverá obras publicas só para criar emprego.
Por outro lado, o Partido Socretino veio dizer que, agora mais do que nunca, devido à crise é, mais do que nunca, urgente a aprovação e entrada em vigor da nova Lei Laboral, que foi devolvida à AR por conter um artigo inconstitucional.
Como andam preocupados com o desemprego e dá aos patrões a arma final para o criar, possibilitando o despedimento sem justa causa?
" Faz o que eu faço, não o que eu digo", ou " Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo", escolham vocês.

 
At 10 de janeiro de 2009 às 17:35, Anonymous Anónimo said...

"Com a ausência de burocracia vai-se enchendo os bolsos a muita gente"

João Cravinho, ex-ministro das Obras Públicas do PS e um dos rostos da tentativa de combate à corrupção em Portugal, manifesta muitas reservas à intenção do Governo de alargar os limites de ajuste directo para as câmaras municipais e regiões autónomas. "Não há suficientes garantias de que esse mecanismo [ajuste directo] não venha a ser objecto de abusos bastante extensos", afirmou ao PÚBLICO.
O ex-ministro considera que, em sentido genérico, esta medida pode ter completa justificação, "já que estamos a falar de obras públicas e de um momento em que é preciso acelerar a transposição para o terreno de projectos concretos". Para Cravinho, ela é reveladora, aliás, de que o Governo "está a finalmente a entrar no campo do realismo", já que, relembra, "não são os grandes projectos como o aeroporto e o TGV que vão permitir reanimar a economia no imediato. "Podem ser importantes para muita coisa, mas não é uma medida para combater a crise de certeza. Esta é a altura de os projectos que já estão preparados avançarem... É a altura de avançarem as obras locais", insiste.
Mas, se a medida colhe simpatia em sentido genérico, a realidade nacional traz-lhe preocupações acrescidas: "Concordo com a medida, mas entendo que, no caso especifico português, ela devia ser acompanhada de especiais garantias de prevenção de abusos, que infelizmente neste momento não estão suficientemente acautelados", afirmou ao PÚBLICO.
João Cravinho defende que no mesmo dispositivo normativo que venha a criar um regime de excepção se estabeleça também o mecanismo de controlo. "Conviria que o Governo tomasse aí uma posição de partida e que fosse ao encontro desse problema, em vez de o ignorar, como se ele não existisse ou se fosse um risco menor", argumentou. A proposta de Cravinho é que seja criado um mecanismo que pode passar pelo escrutínio de uma amostra seleccionada, "de forma aleatória, mas representativa", e que fossem anunciadas as sanções respectivas, no caso de serem encontrados desvios e abusos. "Dir-me-ão, como é costume: são burocracias. Pois com a ausência delas, vai-se enchendo os bolsos a muita gente", argumentou. Para prevenir abusos e sancionar os que venham a ser detectados, insiste Cravinho, a solução passa por obrigar à publicitação de todos os ajustes directos, bem como a justificação do procedimento, para que a medida possa ser contestada administrativamente.

Luísa Pinto
PÚBLICO

 
At 12 de janeiro de 2009 às 11:44, Anonymous Anónimo said...

E ningum fala na bronca na fundição. O Prates apanhado com os quadros na mão e o pinto a ver vida mal parada com as repurções nacionais do caso de mau uso de dinheiros publicos ...

 
At 12 de janeiro de 2009 às 14:45, Anonymous Anónimo said...

e a dephi que é uma vergonha.
ninguém sabe de nada tudo ao monte sem nada ter para fazer.
Indemnizações viste-as. não há dinheiro,se não efectuavam o despedimento dos excedentes.
como vamos ficar se calhar nem o papel do desemprego nos vai levar a lado nemhum.

 

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