segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

ESTE "ARTISTA" JÁ FEZ ALGUMA COISA PELO DISTRITO QUE O ELEGEU?

As deslocações ao estrangeiro dos dez deputados mais viajados, ao serviço da Assembleia da República, implicaram em 2006 uma despesa total de quase 291 mil euros em transporte e alojamento, um acréscimo de 35 por cento face aos cerca de 215 mil euros despendidos em 2005.
No pódio dos parlamentares mais viajados surge:


Miranda Calha - PS


N.º de viagens - 12

Transporte - € 17.310,00€

Estada - € 11.123,00

Total - € 28.433,00

Agora já percebi quem é a

musa inspiradora

das viagens
do




Taveira Pinto

e dos seus apaniguados
.


Xico C.

13 Comments:

At 29 de janeiro de 2007 às 19:48, Anonymous Anónimo said...

Tal é a inspiração que eles lá vão noutra viagem pela Europa.... O Pinto e seus Copinchas... Onde será desta vez ???? ITÁLIA ???? Será....

 
At 29 de janeiro de 2007 às 21:30, Anonymous Um Socialista, Republicano e Laico said...

Quantos de nós não gostaríamos de saber como este Presidente da Câmara de Ponte de Sor, ou este Deputado eleito pelo PS no Distrito de Portalegre desde a Constituinte ou aqueles apaniguados deste Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, que quando chegaram ao cargo não tinha dinheiro para matar uma mosca e quando saírem são homens abastados, com casas, grandes carros e contas bancárias bem abastecidas.

 
At 29 de janeiro de 2007 às 23:35, Anonymous Anónimo said...

E agora com o aeroporto internacional da Agua todo o Ano, e que vai ser viajar

 
At 30 de janeiro de 2007 às 11:23, Anonymous Anónimo said...

mas os dias destes senhores estão contados. ponte de sor anda debaixo de olho

 
At 30 de janeiro de 2007 às 11:27, Anonymous Anónimo said...

debaixo de olho e a piar cada vez mais fininho. porque o que se passa na nossa terra não se coaduna com o futuro. que se quer com pessoas de bem que trabalhem para a terra e não para eles.se tiverem memória vejam como desde o presidente até aos vereadores tudo estão cada vez mais ricos e com sinais exteriores de riqueza.s erá que é só do ordenado? Já há quem ande a a averiguar

 
At 30 de janeiro de 2007 às 14:01, Anonymous Anónimo said...

Vão averiguando, que eu vou enchendo o bolso.

 
At 30 de janeiro de 2007 às 19:45, Anonymous Manuel P. said...

APENAS 10% DOS MUNICÍPIOS COBRAM TAXA MÍNIMA DO IMI

O DE PONTE DE SOR É DOS QUE COBRA TAXA MÁXIMA.

Pudera!

«A competitividade fiscal é uma expressão que não parece fazer parte do vocabulário dos autarcas portugueses. Endividados e com grandes dificuldades financeiras, quer seja ao nível das empresas, quer seja ao nível dos imóveis detidos pelos munícipes, as câmaras municipais não usam as poucas possibilidades que a legislação lhes concede para atrair empresas ou famílias para os seus concelhos.»
In:Público

Pergunte-se aos líderes dos partidos que defendem choques fiscais porque motivo não dão o exemplo, ou será para pagar as viagens ao estrangeiro destes cromos que antes de irem para a Câmara Municipal de Ponte de Sor o único sitio do estrangeiro onde tinha ido era a Badajoz comprar caramelos..

 
At 30 de janeiro de 2007 às 19:49, Anonymous José António Silva said...

Fiquei a saber que em Ponte de Sôr já se lança OPAs sobre terrenos agrícolas:

«Um desconhecido, através de anúncio em papel A4, colado pelas esquinas da Aldeia, lançou uma OPA – coisa muito em voga nos tempos correntes - sobre os terrenos agrícolas situados na Barragem de Montargil em pela rede Natura. Trata-se de uma zona de considerável dimensão cujos terrenos de sequeiro são excelentes para a prática agrícola. Nada se sabe sobre a origem da oferta, nem quanto ao destino a dar a toda esta extensão de terra.
O preço oferecido é de 1,5 € por metro quadrado e corre que, é sugerido aos proprietários que recusam a venda, caso mantenham a sua posição, que poderão vir a ser expropriados ao preço matricial.
Os terrenos em questão situam-se na zona da Rede Natura»

 
At 30 de janeiro de 2007 às 19:55, Anonymous Anónimo said...

A corrupção

Um pequeno dado para o debate sobre o combate à corrupção em Portugal: as autoridades policiais espanholas recuperaram em 2006 cerca de três mil milhões de euros no âmbito da luta contra a corrupção e o crime organizado. O balanço foi divulgado ontem pelo El País e os dados, para lá da soma de dinheiro, são impressionantes. Foram detidas 589 pessoas, entre as quais mais de cem ligadas à administração pública, as operações policiais aumentaram 30 por cento e o número de presos à volta de 17 por cento.

A lista dos bens confiscados é interminável: centenas de casas, 300 quintas, 24 lojas, 686 automóveis (a maior parte de luxo), 15 barcos, um helicóptero, armas de fogo, 390 obras de arte, milhares de quilos de drogas, 34 quilos de ouro, centenas de pedras preciosas, cavalos e touros de raças valiosas...

Os maiores contributos foram dados pelas operações "Baleia Branca" e "Malaya", que rebentaram com o peculiar sistema de governo em Marbella e evidenciaram como o dinheiro sujo se transforma facilmente em dinheiro limpo.
No caso concreto da "Operação Malaya", nunca será de mais dizer que ela atingiu toda o executivo municipal, construtores e outros empresários, bem como os directores de serviços colocados nos pontos mais nevrálgicos do município, ou seja, no urbanismo, nas obras municipais, nas autorizações de construção, etc.

Perante estes resultados históricos, Espanha, que já tem estruturas fortes de combate à corrupção na Guarda Civil, no Corpo Nacional de Polícia, no Ministério Público e na Audiência Nacional, sobretudo com juízes, magistrados, polícias, funcionários e peritos dotados de formação específica para combater os crimes económicos, prepara-se para avançar com uma nova unidade especializada na repressão do branqueamento de capitais e da corrupção.

Em Portugal, que tem estruturas judiciárias frágeis, que não tem resultados nem qualquer estratégia de combate no domínio preventivo, que é um país onde se desprezam os contributos das estruturas de fiscalização do Estado ou se governamentalizam essas inspecções, o mero debate sobre o fenómeno é um caso político muito complicado. Fica a espuma das "asneiras", do confronto à volta dos meios, a conversa dos "modelos", o jogo do avança-recua. Baralha-se para se voltar a dar um dia destes.

Há vinte anos que é assim, há vinte anos que não se sai disto!
Há vinte anos que querem que nos contentemos com a ideia patriótica de que, afinal, não somos assim tão maus neste campeonato da corrupção ou que não se deve gritar muito alto coisas que podem deixar mal o País lá fora.
Pois sim...

Eduardo Dâmaso
30 de Janeiro 2007
in Diário Notícias

 
At 30 de janeiro de 2007 às 19:59, Anonymous Manuel Lopes Cardoso said...

ALICE NO PAÍS DA MARAVILHAS; PONTE DE SOR E A GESTÃO DO MUNICÍPIO POR TAVEIRA PINTO :


Meus Deus! Se as coisas fossem estranhas hoje e ontem tudo corria normalmente... Mas coloca-se uma questão: se eu não sou eu, então quem sou eu? Estou segura de não ser Ada porque os cabelos dela são encaracolados e os meus não. Estou segura de não ser Mabel porque eu sei um monte de coisas e ela sabe muito pouco. E depois ela é "ela" e eu sou "eu" - oh! como tudo isto é complicado!

Lewis Carrol,
ln: Alice no País das Maravilhas

 
At 30 de janeiro de 2007 às 23:45, Anonymous V.A. said...

A Minha Singela Opinião Sobre o Aborto

Um ovo estrelado não é um pinto frito.

 
At 30 de janeiro de 2007 às 23:46, Anonymous V.A. said...

Ó pra mim a querer concentrar-me imenso no mandato de deputado e estes camaradas, malandros, sempre a darem-me "trabalho"

Miranda Calha, deputado do PS por Portalegre um dos dez mais viajados

 
At 31 de janeiro de 2007 às 00:04, Anonymous JUM said...

Com a partida do eng. João Cravinho para Londres e a dra. Maria José Morgado entretida a saber das intimidades e problemas intestinais de Pinto da Costa, o país perdeu os dois grandes gladiadores da luta contra a corrupção.
Mas o combate à corrupção não se pode limitar ao protagonismo político na comunicação social, é uma batalha a ser conduzida também pelos altos responsáveis da Administração Pública, é uma batalha que não se ganha apenas condenando, ganha-se prevenindo.

E quem melhor do que o dr. Paulo Macedo, director-geral dos impostos, para assumir a liderança nessa batalha?
Depois de ter feito milagres no combate à evasão fiscal o dr. Macedo pode dar umas padeiradas nos corruptos.
Não só teria a nossa estima e admiração, como o seu lugar à frente da DGCI poderia ser vitalício, com direito às devidas actualizações salariais.

Faço esta sugestão porque na passada sexta-feira o Correio da Manhã informava o país que há altos quadros da DGCI pagos por instituições financeiras, que auferiam há mais de três anos montantes anuais superiores a 25.000 euros.
Bem feitas as contas, se somarmos o que estes professores efectivos ganham na banca com o que o Estado lhes paga ficam a receber mais do que o Presidente da República.

Convenhamos que 25.000 euros anuais é muito dinheiro, provavelmente mais do que aquilo que ganham alguns dos nossos catedráticos, ainda por cima o Correio da Manhã acrescenta que "Alguns trabalhadores beneficiados ocupam lugares de destaque na Administração Fiscal em departamentos especialmente sensíveis para o sector financeiro".
Ou seja, estes professores efectivos decidem sobre os impostos da banca e ao fim do dia são "professores" dessa mesma banca.

Não sei se isto é corrupção, mas se não é parece e a imagem do fisco é como a mulher de César, não basta não ser, também convém que não pareça.

Como o jornal diz estão a correr duas auditorias, dizem-nos as más línguas que uma decidida pelo senhor director-geral e uma outra, mais recente, conduzida pela IGF.

Mas isso é pouco, apenas confirmará se as tais "aulas" são compatíveis com o exercício de funções no Estado e se estão devidamente autorizadas, não questionarão o que se anda a ensinar, se a remuneração desse trabalho é compatível com a remuneração ou se no exercício das funções esses "professores efectivos" decidem em causas do seu simpático patrão privado.

Estou certo que o dr. Paulo Macedo já ouviu falar de algumas benesses fiscais muito estranhas que foram concedidas a bancos, assim como dos planeamentos fiscais agressivos ou mesmo da Operação Furacão.
Homem honesto o dr. Paulo Macedo concordará que o fisco é como o futebol, não se pode jogar de manhã no Benfica e à tarde no Sporting.

Não se pode colaborar na produção da lei durante a manhã, à tarde decidir sobre processos resultantes da aplicação dessa lei e à noite ir ensinar os bancos a aplicar a lei pagando menos impostos, um objectivo legítimo de qualquer contribuinte.

Lembro-me, por exemplo, de dois casos, de um carrossel que permitiu a um conhecido banco beneficiar abusivamente de alguns milhões de contos em reembolsos de IVA e de um outro despacho relativo a fusões bancárias, que funcionou como um imenso perdão fiscal encapotado de que beneficiaram os bancos que procederam a fusões.
No primeiro caso abusou-se de uma suposta omissão da lei, no segundo violou-se descaradamente a lei.

No caso do IVA foi a própria IGF que o denunciou num relatório, enquanto que na história das fusões e empresas de leasing pertencentes a banco, está em causa o “despacho n.º 1675/2004-XV” do secretário de Estado Vasco Valdez.
Seria interessante certificarmo-nos que nesses processos não ocorreu a intervenção de um desses "professores efectivos".

Estou certo que depois de nos ter livrado da evasão fiscal o dr. Paulo Macedo vai iniciar um novo combate a bem do país, a luta contra a corrupção, um tema de que muito se falou há uns anos atrás, mas parece ter caído no esquecimento. Identificar os bancos que pagam principescamente aos professores do fisco, identificar os processos em que esses professores intervieram e verificar se os tais professores trabalharam para o patrão seria o primeiro passo.
Estaremos aqui para apoiar o director-geral dos Impostos nesta batalha que não recusará.

 

Enviar um comentário

<< Home