quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

POR ESTE ANDAR ESTE F... DA P... AINDA VAI FAZER CAMPANHA PELO NÃO!


Paulo Macedo convidou funcionários dos Impostos a assistir a missa

Os funcionários do Fisco foram convidados a assistir, ao final da tarde de quarta-feira, na Sé de Lisboa, a uma missa de acção de graças encomendada pelo director-geral dos Impostos Paulo Macedo.

Xico F.

15 Comments:

At 10 de janeiro de 2007 às 21:59, Anonymous J. Francisco S.H.Mendes said...

ONDE ESTA MERDA ESTÁ A CHEGAR, CHAMAR FILHO DA PUTA A ESTE CABRÃO AINDA É POUCO ESTE GAJO É UM CHULO QUE GANHA UM ORDENADO DE REI ENQUANTO A MAIORIA DOS TRABALHADORES VEGETAM:

A Missa de Acção de Graças que Paulo Macedo encomendou pela DGCI e pelos seus funcionários, e que hoje se realizou na Sé Patriarcal de Lisboa, é um extraordinário acto de má gestão e prova de soberba do director-geral dos Impostos que ofende a maioria dos contribuintes que lhes pagam um salário de rei.

 
At 10 de janeiro de 2007 às 22:11, Anonymous Raúl A. said...

Caro Zé da Ponte

O caso é o seguinte:
Paulo Macedo fez ontem depois de almoço chegar aos funcionários do Fisco uma mensagem invulgar.
O mediático Director-Geral dos Impostos (DGCI) encomendou uma missa de acção de graças pela sua Direcção-Geral e pelos funcionários dos Impostos, e convidou todos quantos se queiram juntar à celebração a acompanhá-lo, que se realizou hoje, pelas 18h30, na Sé Patriarcal de Lisboa.

Pela minha parte e com funcionário da DGCI, mandei a missiva e missa bem como o Exmo. Senhor, à MERDA.

Um Abraço.

 
At 10 de janeiro de 2007 às 22:32, Anonymous Anónimo said...

Isto de facto nao e um Pais, mas uma anedota total, e por idto e poutras coisas parecidas
que somos o gozo da Europa como uns atrasdos .
Ke vergonha

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:02, Anonymous JER said...

Nobreza, Clero e Povo

Depois de ter conquistado a Nobreza da comunicação social portuguesa, o que não é difícil a quem tem atrás de si o orçamento publicitário do Millennium e a Opus Dei, o director-geral dos Impostos foi à Sé Patriarcal de Lisboa colher o apoio do Clero, o que também não é difícil par um humilde supra-numerário da Obra de Deus, e sabemos que já está em curso a organização de uma mega operação para trazer a Lisboa todos os chefes do fisco numa grande manifestação de apoio ao novo Eusébio da Nação.

Só que o que Paulo Macedo está a fazer é uma chantagem ilegítima e inaceitável sobre o Governo, gesto que merece as maiores desconfianças já que Paulo Macedo é um alto quadro do Millennium, banco que foi envolvido na Operação Furacão. O que Paulo Macedo pretende é retirar ao Governo qualquer margem de liberdade na escolha do director-geral dos Impostos, manipula a informação, usa e abusa da utilização dos dados fiscais em seu benefício para que no momento da decisão o governo se sinta forçado a reconduzi-lo.

Trata-se de um espectáculo bacoco, próprio de uma república das bananas pois num país desenvolvido o dr. Macedo já tinha sido metido no olho da rua. Por este andar não ficarei admirado se o dr. Macedo decidir que deve ser ele a escolher o secretário de Estado das Finanças e o ministro das Finanças

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:05, Anonymous E.M. said...

A Missa de Acção de Graças que Paulo Macedo encomendou pela DGCI e pelos seus funcionários, e que ontem se realizou na Sé Patriarcal de Lisboa, é um extraordinário mau acto de gestão e prova de soberba do director-geral dos Impostos.

Pela primeira vez na sua história registada, a Direcção-geral dos Impostos manda rezar missa pelo desempenho dos seus funcionários e a todos convida à participação.
Ao actuar assim, Paulo Macedo convenceu-se que lhe era próprio encabeçar a iniciativa, que a iniciativa era adequada como medida de inclusão dos trabalhadores, que a missa teria o mérito de mobilizar as equipas, que o assunto em nada feria a definição da sua função de dirigente do Estado.

Mas isto só serve como justificação para quem imaginar que Paulo Macedo entendeu o que entendeu apenas por distraída presunção religiosa.

Visto por dentro da convicção religiosa, como é normal numa Missa de Acção de Graças, tudo se passa de acordo com os princípios e os credos próprios da Igreja Católica e ninguém que partilhe estas convicções se sente estranha ao agradecer e encomendar ao divino a sua sorte passada e sua futura fortuna.
Nem tão pouco estranha que Deus tenha tanta coisa a ver com a cobrança de impostos, com a eficácia da máquina fiscal, com o cumprimento da lei de um Estado, que tanta outra gente julga ser laico.

Mas exactamente por isto ser assim, por Paulo Macedo ser católico e obviamente uma pessoa inteligente e reflectida, por ter consciência do lugar que ocupa no Estado, por saber o Estado em que vive, por saber que a DGCI nunca encomendou missas, por saber que uma missa une os católicos da DGCI mas afasta todos os outros funcionários, por saber que a despenalização do aborto está a um mês de distância, por saber que o seu salário está novamente de volta à imprensa, o facto é que Paulo Macedo tem consciência de que está a esticar a corda e não está a praticar um acto de gestão.

Porque se fosse um acto de gestão, apesar de ser uma mau acto de gestão, então seria obrigatório o director-geral encomendar missas em muitos outros credos, pelo menos tantos quantos os que são reconhecidos pelo Estado e passíveis de ensino nas escolas públicas.
Mas como é evidente, um acto de gestão que separa os trabalhadores por credos religiosos é uma acto de cisão irracional, prejudicial à eficácia dos grupos de trabalho, ilógico do ponto de vista motivacional, imprudentemente segregador.

É claro que ao Estado português não hão-de faltar casos anteriores, noutros organismos, em que os dirigentes se envolveram pessoalmente em actos religiosos dirigidos ao colectivo dos trabalhadores e à organização e que não mereceram qualquer notícia na imprensa.

Mas também é evidente que a quantidade de maus exemplos não só não legitima novos casos, como se trata de situações invisíveis para a comunicação social.

Todas os actos religiosos praticados em nome do Estado são ilegítimos e como tal devem ser tratados.

É pois inaceitável que o Ministério das Finanças, dando cobertura ao sucedido, venha explicar que iniciativas como estas não põem em causa a laicidade do Estado.

Fernando Teixeira dos Santos terá de explicar como é que uma convocatória para uma missa que seguiu a cadeia hierárquica, transmitida de chefia para chefiados, não fere o princípio do Estado laico.

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:08, Anonymous C.C. said...

Paulo Macedo, director-geral dos Impostos e quadro do BCP, encomendou uma missa em acção de graças pela DGCI e pelos seus funcionários. A cerimónia está prevista para amanhã, às 18 horas e 30 minutos, na Sé de Lisboa. O Estado é laico?

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:08, Anonymous M.F. said...

Mas aquele que eu julgava ser o desfecho lógico de uma situação de carácter tão excepcional acabou completamente invertido: não só o Banco não exigiu o regresso do funcionário ao seu lugar como, ainda por cima, o referido funcionário constituiu um autêntico loby para pressionar o governo a mantê-lo em funções, na tal situação que era de excepção mas que agora, ao ser prorrogada, já deixou de o ser.

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:09, Anonymous M.B.N. said...

O Espírito Santo (BES) desceu sobre a Sé de Lisboa e operou mais uma conversão miraculosa. Saulo do Tacho (o tal dos 18 mil euros brutos por mês), voraz e pérfido cobrador de impostos, após um encontro epifânico com o messias (Ricardo Espírito Santo) no deserto da administração fiscal, converteu-se aos mistérios insondáveis da fé. Saulo do Tacho aceitou mudar o seu nome para Paulo Macedo e prometeu, doravante, seguir escrupulosamente a mensagem do seu novo comandante celeste ( o Cmdt António Luis Roquette Ricciardi, presidente do BES).

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:09, Anonymous Anónimo said...

ora aí está uma medida que devia ter sido tomada há muito tempo! Reconhecerão que os funcionários do fisco são péssimos cristãos! Há quem diga que são o próprio Demo! Acho mesmo que Paulo Macedo os devia levar a Fátima...

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:10, Anonymous A. said...

Estranha missa, mandada realizar esta tarde por Paulo Macedo, director da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos. A cerimónia litúrgica deve tersido realizada pelas 18,30 horas, em Lisboa, com a presença dos funcionários queatenderam ao convite de Paulo Macedo. Que espécie de "pecados" estarão a sercometidos pelo Fisco, para assim se penitenciar o seu chefe e os seus executores?

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:11, Anonymous Anónimo said...

Começo a achar suspeito que tantos se batam pelas regalias e pela manutenção de um alto dirigente à frente de uma organização estatal. Nunca tal se viu, nunca tanta comunicação social se pronunciou nesse sentido e nunca se tinha observado tanta gente que permanentemente ataca as despesas do Estado a prontificar-se para aumentá-las a favor de alguém.

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:11, Anonymous Anónimo said...

Paulo Macedo, o homem do leme da Direcção Geral de Contribuições e Impostos, mandou rezar uma missa de Acção de Graças pelos funcionários da Instituição. Eu tive de ler três vezes para acreditar...

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:13, Anonymous JUM said...

NEM QUE SEJA COM MISSAS

O que importa é ser famoso:

«Paulo Macedo fez ontem chegar aos funcionários do Fisco uma mensagem invulgar. O mediático Director-Geral dos Impostos (DGCI) encomendou uma missa de acção de graças pela sua Direcção-Geral e pelos funcionários dos Impostos, e convidou todos quantos se queiram juntar à celebração a acompanhá-lo, hoje, pelas 18h30, na Sé Patriarcal de Lisboa.

O gabinete de Teixeira dos Santos revelou ainda que iniciativas deste género não são inéditas no Estado. "Na DGCI nunca terá sido celebrada qualquer missa, mas na Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC) há esta tradição anual", afirma também fonte oficial.» [Jornal de Negócios]

Sugira-se ao promotores da liturgia que tenham juízo

S: A comparação feita com a missa da Nossa Senhora das Alfândegas [Link] é abusiva e ridícula, essa missa não se realiza em função das opções religiosas dos seus dirigentes, é uma tradição histórica que vem dos tempos da peste, que assolou Lisboa nos primeiros anos do século XVI, consta de um Alvará de 1753. No caso do dr. Macedo é conhecida a sua ligação à Opus Dei e a missa resulta das suas convicções e obrigações religiosas.

O dr. Macedo tem o direito de ter as suas convicções religiosas e não faltarão igrejas e liturgias para cumprir com as obrigações religiosas que decorrem das suas opções, nem amigos pessoais junto dos quais pode cumprir as suas actividades apostólicas. Ao promover uma missa está a confundir e a transferir as suas convicções do Paulo Macedo, cidadão e crente, para o dr. Macedo director-geral dos Impostos, ao usar a sua influência enquanto director-geral (não sei se o dr. Macedo já ouviu falar de temor reverencial, se não ouviu então que faça um qustionário anónimo aos que oram à missa para saber quantos se sentiram forçados a ir) foi um acto de evangelização orçada, como se os funcionários públicos fosse índios da Amazónia.

Para além de se poder entender a promoção da missa como acto de evangelização, que fica bem a um supra-numerário da Opus Dei, trata-se de uma violação elementar da laicidade do Estado e de um evidente desrespeito pela igualdade dos cultos. A confusão com o caso das Alfândegas é oportunista, num caso trata-se de uma tradição de séculos, no outro é começar uma tradição em pleno século XXI, quando nem no tempo de Salazar, em que Estado e Igreja se confundiam, alguém se lembrou disso. Num caso estamos perante uma tradição, no outro perante a iniciativa de um director-geral que tranporta para o Estado as suas convicções pessoais. Se há alguma relação entre as duas missas reside no facto de num se ir agradecer o fim da peste enquanto na outra se ora para que o Millennium continue a empestar o fisco.

Importaria saber se estamos perante uma qualquer missa ou ao promovê-la o dr. Macedo está a cumprir com a sua "responsabilidade" apostólica enquanto membro da Opus Dei:

«Mediante uma vida alegre, consequência da entrega a Deus e aos outros, pretende-se abraçar a Cruz de Cristo, presente em todos os momentos do dia. Além disso, os fiéis do Opus Dei procuram ser conscientes da responsabilidade (que todo o cristão deve ter) de difundir a mensagem de Cristo entre as pessoas com quem convivem. Esta "responsabilidade apostólica" é uma parte essencial da vocação cristã, e, por isso, da vocação para o Opus Dei.» [Site da Opus Dei Portugues]

Não sejamos ingénuos senhor ministro das Finanças!

 
At 11 de janeiro de 2007 às 14:44, Anonymous Pedro Manuel said...

Nunca uma Acção de Graças teve "tanta" Graça. Vantagem da Democracia é que hoje gozam-nos na cara e em directo

Uma boa safra!!!

O que poderá ter motivado o ainda DGCI ter solicitado à Igreja o agendamento uma Acção de Graças - quando o país real, i.é, a sociedade, os agentes sociais e económicos vivem nas ruas da amargura, cada vez mais endividados à banca, hipotecados, bloqueados na sua actividade económica, muitos sem perspectiva de prosseguirem as suas actividades e com falências à porta?

Será que o dr. Macedo considera que o seu sucesso pessoal corresponde ao sucesso geral do país real?
Se sim é grave, e não deveria brincar com a sociedade inscrevendo a Igreja na esfera da tomada de decisão política, ainda que subreptíciamente;
se não considera que o seu sucesso pode ser transponível com o sucesso (ausente) da economia portuguesa - então também deveria ser mais recatado e não expôr-se dessa maneira algo aristocrática, querendo até dar um sinal ao país como se fosse o PM, o PR ou até um petro-monarca árabe que se junta com meia dúzia de amigos do petróleo para distribuir galinhas e galos na Igreja à plebe, numa sofisticação da missa do galo com tiques banco-burocráticos.

É certo que o DGCI granjeou algum êxito porque os sistemas informáticos e alguns técnicos da sua Direcção-Geral passaram a ser menos laxistas e a trabalhar por objectivos, mas daqui a endeusar o homem vai uma distância que jamais se deve alimentar em democracia.

Recordemos que aqui o argumento da proveniência do actor é sempre uma suspeita, um risco, uma ameaça para o pluralismo democrático e o rule of law.
Todos e cada um dos portugueses interrogam-se se um sujeito daqueles à frente dum organismo sensível como os Impostos - e sendo um quadro de origem do Millenium - não terá a tentação de, no segredo dos gabinetes, nas omissões da lei, no jogo de compadrios, nas manobras de dilação burocrática e num sem números de dispositivos para safar "amigos" e punir resistências - seja parcial nas suas decisões.

Afinal, o que é este homem celebra?

A riqueza geral do país?;

As boas colheitas dos agricultores?;

Os lucros escandalosos da banca?;

As fusões e as Opas em curso?;

O Inverno rigoroso?;

A crise da classe média que entretanto se brasileirizou - de tão paupérrima que está?;

Que festividade, afinal, anima o sujeito para ter convocado uma Acção de Graças? Gozar com os portugueses em directo...

Tirando o seu sucesso e os quase 5 mil cts que ganha, antevemos que o seu ego é ainda maior do que ele?

Será uma personalidade histórica com uma mente borderline, tipo Fidel Castro...

Tentará ele envolver a igreja e o clero na sua cruzada pela manutenção do seu statu quo e, assim, condicionar o governo - desde já - na sua recondução?

A que se deve tanta gratitude e a que homenagens, fidelidades e obediências deve respeito?

Por que corre Macedo?

Quem o empurra?

Por este andar, ainda se decreta um dia de feriado nacional pelo exemplo de altruísmo do dr. Macedo, em nome da sã economia nacional e combate à invasão e fraude fiscal.

Será que ele se sente bem fazendo o que faz dispondo duma tremenda desigualdade de meios em seu favor?!

Será que um tipo destes chega ao final do dia e está de consciência tranquila - só porque conseguiu que meia dúzia de empresários não fugissem ao fisco?

Será isto uma arte e uma techné?!

É óbvio que não, o país formal deve estar louco por manter este privilégio aristocrático nas franjas da democracia e deve, desde já, dizer ao senhor que cessando o seu mandato ele poderá regressar à banca donde veio.

Ao ver aquele ritual de Acção de Graças - só me lembrei que poderia por alí irromper um perú bêbado - devidamente adestrado - pronto a sacrificar a sua vida para o repasto que se seguiria depois, com toda aquela família da Opus, da banca, do bcp/milenium e suas participadas - numa manifestação neocorporativa que está sempre predisposta a concidionar - senão mesmo estrangular - a democracia pluralista se ela não jogar o jogo ditado pela banca.

Para mim duas coisas são claras:
Uma é que o QI do Sr. Macedo não é superior ao de muitos de nós, aliás, ele não fala, esconde-se, tem medo de aparecer, não sabemos sequer o que pensa acerca do que faz, podemos até desconfiar que não é um Homem, mas um robot de 1ª geração.

Em 2º lugar, na Administração Pública há gente mais qualificada e com melhor CV, basta que o ministro das Finanças e o PM dê cobertura a um plano operacional que será executado à risca.
Manter o que está, é uma aberração da democracia, é potenciar um estatuto de privilégio verdadeiramente escandaloso e inaceitável, e a senhora Manuela Ferreira Leite, que não deixa saudades algumas, foi a responsável por este imbróglio e hoje deveria ser chamada a ajudar o governo a descalçar esta bota.

Uma solução de recuso, a fim de evitar continuar a lesar o Estado com esta delapidação remuneratória ao sr. Macedo, é fazer com que o millenium assegure os 18 mil euros (em excesso) e o Estado garanta os 5 mil restantes, assim os contribuintes não se sentem esbulhados

 
At 11 de janeiro de 2007 às 16:06, Anonymous Ana Gomes said...

Pois! e também julgávamos que a Administração Pública era laica...
mas estavamos bem enganados...
a avaliar pela missa de acção de graças dos funcionários da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos convocada pelo Senhor Director Geral.
E que tal o DG da Economia organizar um laus perene pela competitividade das empresas portuguesas e pelo combate ao desemprego?
E que tal algum Director Geral das Finanças convocar uma procissão pelo fim do défice das contas públicas

 

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