domingo, 4 de março de 2007

"FOTONOVELA" CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SÔR [II]

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Francisco

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7 Comments:

At 4 de março de 2007 às 19:35, Anonymous Anónimo said...

Bolas, com pontessore já começo a ficar farto, houve-se muito mas não se vê nada, isto em relação a quase tudo... Para o Ps desejo que o que aqui se escreve não seja verdade. Para a CDU, aconselho a que se verdadeiramente sabem de alguns factos, reunam primeiro as provas, façam pouco barulho e quando menos se espere usem-nas como realmente as devem usar e nos locais próprios. Posteriormente informem a população, que como eu gosta de saber o que se por cá passa. Mas só quando as coisas tenham realmente pernas para andar e não sejam "coxas" como alguém a quem aqui se refererem com frequência. Sejam mais discretos, mais maduros, mais reflexivos e sobretudo mais eficazes.

 
At 4 de março de 2007 às 20:16, Anonymous Anónimo said...

é claro que é verdade. alguem ja viu a declaração de rendimentos do sr presidente taveira pinto. é publico toda a gente pode consultar

 
At 4 de março de 2007 às 20:18, Anonymous Anónimo said...

ponte de sor já não é o que era. antigamente tinhamos senhores que tinham dinheiro e poder e não tinham cultura, hoje temos pessoas que gostavam de ter dinheiro e vão para a camara. muda-se as moscas mas a merda é a mesma

 
At 4 de março de 2007 às 21:11, Anonymous Anónimo said...

Onde posso ver a lista de rendimentos do pinto? eu já vi uma vez e a lista era grande com muita gente do sector publico, mas nao me lembro qual o site. sera que mo podiam facultar? obrigado

 
At 5 de março de 2007 às 17:51, Anonymous Anónimo said...

Pá, não sejam injustos, srs. anónimos:

http://cdupontedesor.no.sapo.pt/Imagens_site/BoletimCDU4.pdf

 
At 5 de março de 2007 às 19:09, Anonymous Anónimo said...

Estimado ouvinte, já que agora estou consigo
Peço apenas dois minutos de atenção
É pra contar a história de um amigo
Casimiro Baltazar da Conceição

O Casimiro, talvez você não conheça
a aldeia donde ele vinha nem vem no mapa
mas lá no burgo, por incrível que pareça
era, mais famoso que no Vaticano o Papa

O Casimiro era assim como um vidente
tinha um olho mesmo no meio da testa
isto pra lá dos outros dois é evidente
por isso façamos que ia dormir a sesta

Ficava de olho aberto
via as coisas de perto
que é uma maneira de melhor pensar
via o que estava mal
e como é natural
tentava sempre não se deixar enganar
(e dizia ele com os seus botões:)

Cuidado, Casimiro
cuidado com as imitações
Cuidado, minha gente
Cuidado justamente com as imitações

Lá na aldeia havia um homem que mandava
toda a gente, um por um, por-se na bicha
e votar nele e se votassem lá lhes dava
um bacalhau, um pão-de-ló, uma salsicha

E prometeu que construía um hospital
Uma escola e prédios de habitação
e uma capela maior que uma catedral
pelo menos a julgar pela descrição

Mas... O Casimiro que era fino do ouvido
tinha as orelhas equipadas com radar
ouvia o tipo muito sério e comedido
mas lá por dentro com o rabinho a dar, a dar

E... punha o ouvido atento
via as coisas por dentro
que é uma maneira de melhor pensar
via o que estava mal
e como é natural
tentava sempre não se deixar enganar
(e dizia ele com os seus botões:)

Cuidado, Casimiro
cuidado com as imitações
Cuidado, minha gente
Cuidado justamente com as imitações

Ora o tal tipo que morava lá na aldeia
estava doido, já se vê, com o Casimiro
de cada vez que sorria à plateia
lá se lhe viam os dentes de vampiro

De forma que pra comprar o Casimiro
em vez do insulto, do boicote, da ameaça
disse-lhe: Sabe que no fundo o admiro
Vou erguer-lhe uma estátua aqui na praça

Mas... O Casimiro que era tudo menos burro
tinha um nariz que parecia um elefante
sentiu logo que aquilo cheirava a esturro
ser honesto não é só ser bem falante

A moral deste conto
vou resumi-la e pronto
cada qual faz o que melhor pensar
Não é preciso ser
Casimiro pra ter
sempre cuidado pra não se deixar levar.

Letra e música: Sérgio Godinho
In: "Campolide", 1979

 
At 5 de março de 2007 às 19:29, Anonymous Francisco Oliveira said...

Ninguém é obrigado a ser político. Quem escolhe esse caminho escolhe servir a causa pública, não a sua causa pessoal, dos seus amigos, ou da sua família. O político eleito recebe um ordenado do povo para fazer o que prometeu de livre vontade. Não faz mais do que o seu dever.
Por culpa dos mais variados factores mas, também por culpa de políticos que fogem do país à justiça, por culpa de políticos que sobre os quais recaem fortes suspeitas e mesmo acusações de corrupção e ou branqueamento de capitais, mas por culpa também de todos aqueles que utilizam a expressão “roubou, mas fez obra!” e, que com ela desculpam e reabilitam esses mesmos políticos, é que existe uma crónica incapacidade de resolver os problemas estruturais do pais. No fim essa falha acaba por ser paga, sempre pelos mesmos, numa factura mal disfarçada, passada na forma de mais impostos, que aumentam na proporção directa da incompetência e laxismo de quem governa.

 

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