sábado, 24 de março de 2007

MAIS DO MESMO...


CORREIO DA MANHÃ

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4 Comments:

At 24 de março de 2007 às 18:55, Anonymous M. said...

Ano após ano, a mesma notícia. Um imenso faz-de-conta para combater os privilégios e a despesa pública. Mas não faz mal: o mexilhão pagará, como sempre, a conta.

 
At 25 de março de 2007 às 00:16, Anonymous JER said...

TRIBUNAL DE CONTAS DESCOBRE O QUE TODA A GENTE SABIA

Que nas empresas municipais os nossos autarcas, esses modelos de dedicação à causa pública da nossa democracia usam e abusa das empresas municipais em proveito próprio.

 
At 25 de março de 2007 às 18:05, Anonymous A. said...

AINDA HÁ GENTE BOA, PÁ
Associação de Municípios Portugueses contra salários elevados em empresas municipais se não fossem estas boas almas a fazer a malta rir-se um bocado..

 
At 26 de março de 2007 às 22:48, Anonymous E.P. said...

Uma auditoria do Tribunal de Contas, relativa aos anos 2003 e 2004, agora divulgada, revela em todo o seu esplendor o arbítrio do poder local. Resumindo muito, fica-se a saber que do conjunto de empresas municipais auditadas pelo Tribunal de Contas, de Norte a Sul do país, um grupo de catorze paga aos seus administradores honorários superiores ao limite imposto por lei. Mas superiores como? Em 2%? Não. O excesso praticado varia entre um mínimo de 40%, casos da EPUL e da EMEL, e um máximo de 189%, caso da MafraAtlântico. Perdido por cem... O relatório traz os nomes, alguns conhecidos, a maioria anónimos, mas isso não me interessa. A tudo isto se junta acumulação de funções e salários (nas empresas e nas Câmaras, prática prosseguida por 80 dos 109 gestores auditados), cartões de crédito, viatura própria e telefones pagos, ou seja, benefits que a lei não autoriza nestes casos. Para já não falar de outras minudências, como sejam incompatibilidades, declarações de rendimento omissas, impedimentos legais, etc. Um fartote. Isto espanta? Infelizmente não. Duas perguntas, ambas retóricas. Porquê só agora os resultados de 2003 e 2004? Isto serve para quê? Suas excelências vão continuar a viver como até aqui.

 

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