sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

PONTE DE SOR - DELPHI NÃO ENCERRA

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA) garantiu hoje que a multinacional norte-americana Delphi não vai encerrar a unidade fabril de Ponte de Sôr .

Em declarações à agência Lusa José Simões, secretário-geral do SIMA, explicou que a fábrica não vai fechar porque os produtos que são desenvolvidos em Ponte de Sôr e que estavam para ser agora produzidos noutros países não garantiam nessas unidades a qualidade necessária.


A fábrica Delphi de Ponte de Sôr, que emprega 439 operários efectivos, além de cerca de 80 a contrato, produz apoios, mecanismos para portas de correr automatizadas e sistemas de protecção de ocupantes para vários modelos de veículos automóveis

De acordo com o sindicalista, o próximo passo a dar no processo negocial com a administração, passa por cancelar o despedimento colectivo que estava em curso.

Durante o mês de Outubro a administração da Delphi tinha informado a comissão negociadora sindical de que já não era possível encerrar a unidade a 30 de Dezembro, remetendo o fecho para o final do primeiro semestre do próximo ano.

A Delphi justificou, na altura, que o adiamento do fecho da unidade fabril devia-se ao facto de ter surgido uma nova encomenda e que teria de ser produzida naquela unidade.

O adiamento surgiu depois de a administração e os representantes dos operários terem chegado a acordo quanto ao valor das indemnizações, na sequência de um processo negocial que se prolongou ao longo de vários meses.

De acordo com José Simões, ambas as partes acordaram, a 17 de Outubro, uma indemnização a atribuir aos operários de dois salários por cada ano de trabalho, além de outras compensações pelo fecho da unidade fabril.


HYT.

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49 Comments:

At 5 de dezembro de 2008 às 13:07, Anonymous Anónimo said...

E agora quem vai engolir as palavras que aqui escreveu ???

 
At 5 de dezembro de 2008 às 14:02, Anonymous Anónimo said...

Como é que um Sindicato pode garantir que uma multinacional não fecha ?
No contexto actual, nem Governos, Donos ou Sindicatos podem garantir que amanhã estarão de pé !

 
At 5 de dezembro de 2008 às 14:13, Anonymous Anónimo said...

estou a ver que por em Ponte de Sor paira muita gente bem informada que ja sabia que a fabrica nao iria fechar ha muito tempo. Sei de alguns que até se riram da situaçao, tal nao era a confiança

 
At 5 de dezembro de 2008 às 14:33, Anonymous Anónimo said...

Tudo isto cheira a esturro!

 
At 5 de dezembro de 2008 às 16:31, Anonymous Anónimo said...

São boas noticias para P.Sôr e para a Região. Como afirmou hoje o Godinho a uma cadeia de televisão, para a grande maioria dos trabalhadores numa faixa etária entre os 45 e os 5o anos cada dia de trabalho na Delphi é um dia conquistado ao desemprego.
Mas é preciso não "embandeirar em arco" o que está "garantido" é o ano de 2009.
Diogo Serra - Portalegre

 
At 5 de dezembro de 2008 às 18:38, Anonymous Luís Silva - Abrantes said...

Neste como noutros casos, as pessoas gostam muito de se mostrar mais espertas que os outros e vão lançando os seus palpites...
Por ex., sr. Diogo Serra, quem lhe disse que o que está garantido é o ano de 2009?
Acha que o Governo ía dar dinheiro à Delphi (ou a outra empresa) na condição de eles poderem ir embora ao fim de um ano?
Nas reuniões que houve na Delphi de Ponte de Sor, nunca foi adiantada qualquer data. O que foi dito foi que em 2010 começaria a ser fabricada uma 2.ª fase dos volantes que actualmente se estão a fazer para a Smart.
Enquanto decorria a reunião na Delphi de Ponte de Sor a anunciar o não encerramento da empresa, ao mesmo tempo, na Delphi na Hungria (onde eram para ser feitos os volantes e airbags que aqui se fabricam) era anunciado que esta transferência de produtos estava cancelada e que a fábrica de Ponte de Sor iría laborar por mais 6 anos. Por isso...

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:02, Anonymous João Luís said...

ESPERAMOS PARA VER?
ENQUANTO DURAR O FUNDO (SUBSÍDIOS) HÁ EMPREGO!
SE NOS EUA DER TUDO O BERRO AÍ É QUE VÃO SER ELAS!
QUEM SE LIXA É SEMPRE O "MEXILHÃO".

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:08, Anonymous Anónimo said...

Boas notícias para os funcionários da Delphi e para Ponte de Sor.
A fábrica já não encerra. A cidade agradece.Os funcionários agradecem.
Vamos ver é quanto é que isto nos custa?
Será que esta fábrica faz parte do pacote de 900 milhões que nos vai sair do bolso?
Em que as empresas vão ser subsidiadas a 80% de cada vencimento do seus funcionários?
Se é assim isto só vai durar até 2010.
E depois?
Encerram e deslocalizam-se.

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:14, Anonymous G.S. said...

Metade do país de mão estendida (a tentar sacar da outra metade)
Depois dos automóveis, agora a têxtil,os agricultores, os transportadores,………

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:15, Anonymous José said...

O aforismo mais correcto ainda será: anda meio mundo a tentar enganar o outro meio.

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:20, Anonymous Anónimo said...

Esta é mais uma daquelas de quem não sabe o que anda a fazer. No OE 2009, aprovado Sexta-feira passada, o Governo aumentou o imposto sobre veículos e retirou benefícios aos carros híbridos e ao 'rent-a-car, apesar da previsível quebra de vendas que esse agravamento fiscal iria provocar a um sector já em crise, para além de ter reduzido os modelos abrangidos pelos incentivos fiscais ao abate de veículos em fim de vida.
Passados apenas 5 dias, descobre que o sector está realmente em crise e, amigo, anuncia um pacote de ajudas de 900 milhões de euros para vigorar no mesmo período. A primeira medida penaliza o sub-sector do comércio, distribuição e reparação automóvel, que emprega directamente 80 mil trabalhadores. A medida anunciada hoje beneficia o sub-sector da indústria de componentes e produção automóvel, que depende das encomendas do anterior e emprega directamente 40 mil trabalhadores. E uma terceira medida, o fim da dupla tributação na aquisição de automóveis novos, beneficiaria os dois sub-sectores e evitaria o procedimento de infracção que foi instaurado pela Comissão Europeia em 2007 contra Portugal, mas o Governo insiste em não a adoptar e fazer de Portugal o terceiro país da UE com a tributação automóvel mais elevada.

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:22, Anonymous Anónimo said...

«O plano de apoio ao sector automóvel, apresentado 3 de Dezembro, pelo Governo e orçado em 900 milhões de euros, está organizado em quatro eixos e inclui uma linha de crédito de 200 milhões de euros para as empresas exportadoras.

O primeiro-ministro, José Sócrates, e o ministro da Economia, Manuel Pinho, estiveram esta manhã reunidos com representantes dos fabricantes e da indústria de componentes automóvel para apresentar um conjunto de medidas de apoio, que deverão estar em prática em Janeiro.

“É um programa muito grande – 900 milhões de euros – mas que se justifica num sector que emprega cerca de 50 mil pessoas em Portugal e que é responsável por cerca de 15 por cento das nossas exportações”, afirmou Manuel Pinho no final da reunião, explicando que o plano está organizado em quatro componentes.

A primeira componente visa “apoiar a competitividade e o emprego no sector”, enquanto a segunda “inclui um conjunto de instrumentos financeiros para apoiar as empresas”, entre os quais linhas de crédito, seguro de crédito à exportação e fundos para promover uma “reestruturação empresarial mais rápida no sector, através de fusões e aquisições”.

Para apoiar as empresas exportadoras, foi criada uma linha de crédito específica de 200 milhões de euros, detalhou Manuel Pinho.

“O terceiro eixo são fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN], destinados a que as empresas invistam mais em tecnologia e se modernizem”, avançou. Ou seja, o Governo compromete-se a acelerar os pagamentos de incentivos relativos a projectos aprovados no âmbito do QREN.

O quarto conjunto de medidas destina-se a promover a procura de automóveis, à semelhança do que estão a fazer outros países europeus.»

No:Público

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:28, Anonymous Anónimo said...

"As famílias portuguesas podem esperar ter um melhor rendimento disponível em 2009". O optimismo foi manifestado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, e tem como base as baixas que se esperam nas taxas de juro dos créditos à habitação, nos preços dos combustíveis e na inflação.
In “Publico”

Parabéns ao "Engenheiro" pela grande obra realizada.
Como as suas políticas fizeram baixar os juros, o petróleo e a inflação.
Deve estar a gozar connosco este "Engenheiro".
Os factores de que fala estão totalmente fora do seu controlo, como prova aquilo porque passamos este ano com o barril de petróleo a atingir os 150 dólares, a taxa da euribor quase os 6% e a inflação a galopar por aí acima. Se, por especulação ou outro factor capitalista qualquer tornarem a subir o discurso só poderá ser o mesmo que foi no passado;
“Não podemos fazer nada e temos de aguentar”.
Agora, há uma coisa que o "Engenheiro" poderia fazer. Obrigar aqueles que subiram os preços dos produtos quando subiram as matérias-primas a baixa-los para os mesmos níveis em que estavam na altura.
O petróleo já vai a menos de 40 dólares mas continuamos a pagar muito mais que há um ano atrás quando estava nos 50.
O pão aumentou mas não baixou assim como o gás e muitos outros produtos de primeira necessidade. Há ainda outra coisa que o "Engenheiro" podia fazer, era acabar com a conversa da treta, pegar nesses tantos milhões de milhões que apareceram do nada e utiliza-los numa politica de apoio aos portugueses e não no apoio aos senhores da banca e das grandes multinacionais.
Melhor ainda, demita-se e vá-se embora que era o melhor que poderia fazer por este país e pelas suas gentes.

 
At 5 de dezembro de 2008 às 19:38, Anonymous Anónimo said...

Automóvel: Manutenção da unidade de Ponte Sôr é "suspensão de transferência do negócio "- Delphi

A administração da Delphi afirmou hoje que a manutenção da fábrica, em Ponte de Sôr, é uma "suspensão da transferência" dos negócios por razões ligadas à actual turbulência que se vive no mercado automóvel.
Em declarações à agência Lusa Elisabete Henriques, porta-voz da Delphi, disse que se "trata de uma suspensão da transferência de negócios de airbags e volantes por razões ligadas à actual turbulência do mercado automóvel".

A posição da administração da Delphi surge na sequência do anúncio feito pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA), que garantiu que a fábrica se mantém em funcionamento em Ponte de Sôr.

José Simões, secretário-geral do SIMA, disse à Lusa que "a fábrica não vai fechar porque os produtos que são desenvolvidos em Ponte de Sôr e que estavam para ser agora produzidos noutros países não garantiam nessas unidades a qualidade necessária".

A fábrica de Ponte de Sôr, que emprega 439 operários efectivos, além de cerca de 80 a contrato, produz também apoios, mecanismos para portas de correr automatizadas e sistemas de protecção de ocupantes para vários modelos de veículos automóveis

De acordo com o sindicalista, o próximo passo a dar no processo negocial com a administração, passa por "cancelar o despedimento colectivo que estava em curso".

Durante o mês de Outubro a administração da Delphi tinha informado a comissão negociadora sindical de que já não era possível encerrar a unidade a 30 de Dezembro, remetendo o fecho para o final do primeiro semestre do próximo ano.

A Delphi justificou, na altura, que o adiamento do fecho da unidade fabril devia-se ao facto de ter surgido uma nova encomenda e que teria de ser produzida naquela unidade.

O adiamento surgiu depois de a administração e os representantes dos operários terem chegado a acordo quanto ao valor das indemnizações, na sequência de um processo negocial que se prolongou ao longo de vários meses.

De acordo com José Simões, ambas as partes acordaram, a 17 de Outubro, uma indemnização a atribuir aos operários de dois salários por cada ano de trabalho, além de "outras compensações" pelo fecho da unidade fabril.

in:Rádio Portalegre

 
At 5 de dezembro de 2008 às 20:48, Anonymous Anónimo said...

É só isto:
- "trata-se de uma suspensão da transferência de negócios de airbags e volantes por razões ligadas à actual turbulência do mercado automóvel".

Ou será muito mais?

 
At 5 de dezembro de 2008 às 21:06, Anonymous Anónimo said...

Gostava de agradecer ao Eng Sócrates e a Taveira Pinto ,o mérito da Fábrica não encerrar.

 
At 5 de dezembro de 2008 às 22:31, Anonymous Anónimo said...

Agradece também ao Papa Bento XVI e ao presidente da USA George W. Bush!
Não te esqueças de enviar uma carta ao Pai Natal!

 
At 5 de dezembro de 2008 às 22:36, Anonymous Anónimo said...

só os pobres de espirito, é que ficam satisfeitos com o encerramento da inlan!!!!

 
At 5 de dezembro de 2008 às 22:36, Anonymous Anónimo said...

«O primeiro-ministro português, José Sócrates, pediu para que se ponham "o populismo e a demagogia de lado" e se considere que a primeira prioridade de qualquer governo é a estabilização do sistema financeiro."Qualquer governante responsável tem de ter uma hierarquia de prioridades, e a primeira prioridade é estabilizar o sistema financeiro. Não é para proteger os banqueiros, mas a economia portuguesa, as suas empresas, os seus empregos e as famílias", declarou Sócrates.»

"Agencia Lusa"

Claro que há que estabilizar o sistema financeiro, mas não obriguem a que em nome dessa prioridade se tenha de aceitar tudo sem explicações nem responsabilização.
Queremos bem explicado como estão a ser utilizados os milhões e ter a certeza que não estão simplesmente a tapar buracos e esconder responsabilidades. Queremos os nomes dados aos bois e queremos saber porque andamos a salvar bancos que só eram utilizados para gerir fortunas.
Um banco privado só para privados.
Já repararam que sempre que se tem hipótese de olhar para dentro dos bancos, (BCP, BPN e BPP até agora), se encontram sempre trafulhices e crimes.
Isto, olhando só de fora, imaginem o que seria se espreitássemos para dentro de todos os Bancos deste país.
Sabendo da promiscuidade existente entre os poderes politica, económico e o financeiro, se houvesse justiça (no sentido mitológico do conceito) este país seria decapitado de todas as lideranças, politicas, económicas e financeiras.

 
At 5 de dezembro de 2008 às 22:39, Anonymous Anónimo said...

Mas não foi o sr. dr. João Pinto que disse que o encerramento da fábrica não representava nenhum drama para a cidade e para o concelho?

 
At 5 de dezembro de 2008 às 23:20, Anonymous kar said...

Desculpem mas deve haver um grande engano ,ou uma grande marosca vamos lá ver se nos entendemos ,só o que foi canselado foi volantes e erbegues certo pois ai só estão umas cento e setenta pessoas ,a fabrica toda tem 436 então o que vão fazer o resto , formação ou será outra aldrabice para os sindicatos mexer no acordo que estáva feito ,deus queira que eu esteja errado. Tenham cuidado pois a inseta já deu a entender que era isso pois ela deve saber pois demonstra saber tudo o que se passa nos gabinetes da ademnistração é curioso mas é assim como as coisas passam para fora, verdades ou mentiras a pessoa em questão já deu a entender que era isso ,mas enfim só não estou a entender a atitude e o porque?dela claro . Isto é um alerta ,a minha opinião e chulem mais uns milhares e depois poem-se a milhas e vai tudo para a rua .

 
At 6 de dezembro de 2008 às 15:17, Anonymous Anónimo said...

entao e agora as encomendas de carros de alta cilindrada à custa da indemnização?

 
At 6 de dezembro de 2008 às 18:32, Anonymous Anónimo said...

Atenção ao novo CÓDIGO LABORAL... Entra em vigor em janeiro de 2009.

 
At 6 de dezembro de 2008 às 21:04, Anonymous Anónimo said...

Existem muitas bestas neste blog, como os que mencionam os carros de alta cilindrada com o dinheiro da indemnização. Eu sei, percebi, é a inveja!
Só uma grande besta para não perceber que as pessoas com 40 e tais ou mais preferem trabalhar a receber uma indemnização!!
Se eu soubesse quem é o BURRO, havia de ver...

 
At 6 de dezembro de 2008 às 23:12, Anonymous Anónimo said...

Não são os trabalhadores da "Delphi" que são os mafiosos. Os mafiosos, corruptos e vigaristas são a classe política do governo e do partido que os apoia. Basta ver as medidas de apoio à banca, a qual passa maus momentos por pura especulação bolsista e apesar da euribor baixar, continua a cobrar milhões pelos créditos à habitação de todos nós e a receber milhões dos impostos que todos os trabalhadores por conta d'outra pagam. Este volte face da administração da "Delphi" cheira a esturro, vamos aguardar, pois o futuro não se prevê risonho.
Aguardemos!

 
At 6 de dezembro de 2008 às 23:50, Anonymous Anónimo said...

Kero agradecer ao Sr Nelson por tudo o que fez, para a fábrica não encerrar!

 
At 7 de dezembro de 2008 às 00:53, Anonymous Anónimo said...

a fabrica fica aberta mas o despedimento colectivo mantem-se.

 
At 7 de dezembro de 2008 às 01:00, Anonymous Z´. Alberto said...

A fábrica nao vai fechar porque, segundo o sindicalista José Simões do SIMA, os produtos transferidos não estavam a ser feitos com a qualidade que eram feitos em Ponte Sor. Pois eu garanto-vos que o autor deste feito se chama Nelson (O Cozinheiro), que com mâo de mestre, conseguiu infiltrar-se na fábrica da Hungria e desafinou todo o equipamento de produção, agora as máquinas vão regressar a Ponte Sor mas o problema vai ser afinalas de novo com todos os valores e regulações originais.
Espero que o Nelson tenha registado todos os dados antes de os trocar, senão também estamos tramados.
Nelson, és o maior!
Um abraço deste teu amigalhaço.

 
At 7 de dezembro de 2008 às 12:27, Anonymous Anónimo said...

eu começo a ler estes comentarios a falar do agente infiltrado Nelson, com cara de parvo mas dos poucos com 1 pingo de inteligencia na Delphi e que sabe realmente negociar indemnizaçoes, e começo mesmo a ver que ponte de sor parece cada vez mais tirada de um filme. Essa cidade é mesmo o faz de conta. So vos alerto que vai haver despedimentos, e muitos

 
At 8 de dezembro de 2008 às 22:59, Anonymous Anónimo said...

Aporta voz da empresa não deve saber fazer contas ,então só á 436 empregados em ponte de sor ela diz que fiquem os 170 e são despedidos 369 ,mas afinal aonde estão os 100 que falta ,serão fantasmas ,o que disseram á frente de todos foi que estáva tudo suspenso isto ás 8.30 da manhã á tarde a porta voz da delphi manda para o correio da manhã tudo ao contrario ,mas o que se passa quem fala verdade?Hum aqui á aldrabice e da grossa

 
At 9 de dezembro de 2008 às 00:29, Anonymous Anónimo said...

Então a DELPHI já não vai fechar?
Há duas semanas não era para fechar até ao fim de Junho de 2009?
Há um mês fecharia até ao final de 2008?
Os "volantes" e os "airbags" eram produtos transferidos para a Hungria, juntamente com alguns funcionários que foram ensinar os hungaros a trabalhar e agoram regressam novamente as máquinas e as pessoas para Ponte de Sor. Será que não estão reunidas as condições de transferência? Será que estes produtos tiveram apoios financeiros e não podem ser deslocalizados?
O negócio de "Apoios" vai ser vendido e algumas centenas de funcionários vão ficar sem trabalho. Será que vão esgotar os milhões de euros prometidos para formação? Que aldrabices estão por detrás destas jogadas? quem é que comprou o negócio de apoios? Ou será que existe um banco de peças?

 
At 9 de dezembro de 2008 às 10:26, Anonymous Anónimo said...

E agora quem é que me paga o carro de alta cilindrada que eu comprei com o dinheiro da indmnização???? É que eu já dei 5 mil de sinal e ainda me falta o resto. É só mais 40 mil. Tou à rasca malta...

 
At 9 de dezembro de 2008 às 18:34, Anonymous Anónimo said...

Há bancos que fazem empréstimos. Como tens emprego assegurado, pode ser que te emprestem. Mas digo-te ( claro que sei que quem escreveu não está nessa condição ) se uma pessoa que estava para ir par o desemprego e já antecipadamente andava a comprar carros, das duas três: ou era dos que não iam sair com 40 000 , está vem aviado na vida ou não bate bem.
Eu até emprestava, se pudesse.

 
At 9 de dezembro de 2008 às 20:59, Anonymous Anónimo said...

Só tens duas coisas a fazer, pedes uma compensação por danos materiais e morais ao diretor dessa empresa ,ou fazes umas rifinhas mas não desesperes pois ai tudo muda em cada segundo que passa .

 
At 9 de dezembro de 2008 às 23:32, Anonymous Anónimo said...

ate parece que nao ha muitos na delphi que ja andavam a esfregar as maos com a indemnizaçao. Eles até cantavam e pulavam pelas ruas de ponte de sor

 
At 10 de dezembro de 2008 às 16:16, Anonymous Anónimo said...

É simples vai pedir ao joão José Carvalho Taveira Pinto, tá cheio dele.

 
At 10 de dezembro de 2008 às 21:44, Anonymous Anónimo said...

o outro é burro e não assina por falar em carros de alta celindrada e quem lhe chama burro tb não dá a cara de depois ainda ameaça coitado

 
At 11 de dezembro de 2008 às 00:21, Anonymous Anónimo said...

o burro: celindrada...

 
At 12 de dezembro de 2008 às 19:27, Anonymous Elisabete H. said...

O Senado norte-americano rejeitou o plano de salvamento da indústria automóvel no valor de 14 mil milhões de dólares.
A GM está em evidente colapso, e a sua falência vai levar á ruína as empresas fabricantes de componentes automóveis na quais se destaca a Delphi.
Com a falência da Delphi, dificilmente os funcionários despedidos levarão uma indemnização superior á que for legalmente aplicável em cada país.
Se as coisas correrem bem, em Ponte de Sor recebem 1 mês por ano.
Sabemos agora que o fecho da fábrica foi suspenso para se pouparem uns bons milhÕes com as indemnizações.
Isto foi assumido por um Director Geral de Operaçoes(CEO)norte-americano ao Jornal de Dayton(EUA), foi transmitido a todos os Directores das fábricas na Europa, aos presidentes das comissões de trabalhadores, ao Comité Europeu Empregados da Delphi e também a algumas associações sindicais europeias.

 
At 12 de dezembro de 2008 às 23:39, Anonymous Anónimo said...

Sabes muito ? não serás a porta voz da empreza pois os nomes são iguais ,se for assim são os maiores vigaristas de sempre , já agora se fores a mesma pessoa podes dizer tambem que em ponte de sor á chefes a receber grandes cabazes de natal para proteger os seus afilhdos desde borreguitos ,azeitonitas as covitas ,lebrezitas e outas coisas mais ,bolas já agora deiam o bacalhau chiça só é o que falta para a ceia de natal

 
At 13 de dezembro de 2008 às 01:13, Anonymous JustDelphi said...

Tirem-me deste filme.!!!
Estou de ´"Férias" ou seja estamos parados porque não é necessário trabalhar e sempre é mais barato o pessoal ir para casa do que estar na fábrica sem fazer nada, sempre poupam nao sub. de alimentação. Agora a questão é porque estamos parados... Os hungaros não oferecem garantias de qualidade??? (tambem quem lá foi ensinar nunca trabalhou só olhou e mandou)não acredito na falta de qualidade pois as coisas são feitas da mesma maneira com os mesmos materiais com maquinas identicas só mudam as pessoas. Seremos nós alentejanos tão bons que nem paises com mão de hobra super qualificada (como sempre nos impingiram) não conseguem chegar aos nossos calcanhares??? Ou será que alguem da direcção (mundial)bem colocado e com poder de decisão questionou o encerramento da fábrica de ponte de sôr??? corre por cá que a senhora que decidiu encerrar ponte de sôr foi corrida por ter feito cáca,fez gastar rios de dinheiro para nada.Mas isto é só boatos talvez em Janeiro aconteça qualquer coisa (parece que vai acontecer)que defina de uma vez por todas a vida das marionetas que somos nós... Hoje dia 12 de Dezembro a situação é a seguinte: A delphi vai durar até 2010 1 de Janeiro ou 31 de Dezembro??? airbags e volantes continuam a laborar e o resto do pessoal??? novos negócios vão para a hungria. Acho isto tudo bué de estranho e só consigo vislumbrar vigarice. Como trabalhador de apoios com 48 anos de idade acho que sou um sério candidato ao desemprego pois não acredito que mandem embora pessoas de volantes para me porem lá sem nunca la ter trabalhado. Fikem

 
At 13 de dezembro de 2008 às 13:36, Anonymous Elisabete H. said...

A direcção da Delphi Portugal está a fazer contas ao custo do despedimento de 150 trabalhadores de Ponte de Sor (130 directos e 20 indirectos). Provalvelmente o despedimento ocorrerá a 31 Março.
Tudo isto ainda poderá correr com normalidade, ou seja a indemnização será a acordada com os sindicatos e o critério da selecção de pessoas será em primeiro lugar por voluntariado.
Se a Delphi falir até lá será o caos e o futuro será uma incógnita.
Neste momento também está a ser discutido com os organismos responsáveis, a atribuição do subsídio de desemprego aos trabalhadores a despedir, valor dos incentivos financeiros para manutenção de alguns postos de trabalho, condições e apoios para formação profissional dada pela empresa e pacote global de ajudas para um novo produto que numa fase inicial garantirá 30 postos de trabalho, sendo provável que em 2011 o numero de trabalhadores nessa linha de produção ascenda as 250 pessoas.

Saudações para os trabalhadores da Delphi de Ponte de Sor,
Elisabete

 
At 13 de dezembro de 2008 às 18:54, Anonymous Anónimo said...

Diz -me lá quem vai de livre vontade parar ao desemprego ? só conheço um ao dois. Agora só 20 indiretos e 130 diretos devem estar a gozar ,se os tivessem posto a trabalhar como deviam mas ali tabalha-se com padrinhos e prendas quem dá mais tem uma secretária ou um lugar de bufo. Mas nem tudo é mau havia pessoas que nunca fizeram turnos eram doentes agora ficou tudo curado qualquer dia a delphi é lugar de romaria foi milagre o que está a acontecer ali, em portugal é a senhora de Fatima e agora SENHORA delphi temos que louvar ao senhor por estes milagres .

 
At 13 de dezembro de 2008 às 19:08, Anonymous Abbram U'Holho said...

A delphi quer é mamar na teta dos milhões de euros que vêm para a industria automóvel. depois de ter o dinheiro dá falência e não paga a ninguém.
Não vai fazer isto não só em Portugal, mas também em Espanha, Itália , Inglaterra e Alemanha.
Esta multinacional americana, á custa da chantagem de despedimento vai tentar sugar uns tantos biliões de fundos comunitários.
O governo francês já denunciou esta situação e diz que em primeiro lugar se devem atribuir apoios ás empresa europeias.
É certo que existe alguma "crise" no sector automóvel, mas existe uma grande especulação concertada nos construtores e nos fornecedores de componentes, de modo a obterem fundos financeiros sem retorno e sem qualquer garantia e deste modo poderem engordar os bolsos dos seus gestores.
Não nos podemos esquecer do que aconteceu nos EUA,quando a Delphi se separou da GM e dividiu pelos seus gestores, num curto espaço de tempo, verbas astronómicas de dinheiro, descapitalizando a empresa e levando-a a um estado de falência técnica, que a obrigou a colocar-se sob um plano de protecção (capitulo 11) de modo a garantir algumas reservas para os trabalhadores e credores. Nas investigações feitas pelo tribunal foi detectado graves irregularidades e parte dos responsáveis foram "levemente" condenados.
Abbram U'Holho

 
At 13 de dezembro de 2008 às 19:19, Anonymous Abbram U'Holho said...

BRUSELAS, 3 Dic. (EUROPA PRESS) -

La Comisión Europea anunció hoy que ya ha pagado los 10,5 millones de euros del Fondo de Adaptación a la Globalización que aprobó el pasado mes de julio para ayudar a recolocar a los 1.521 trabajadores afectados por el cierre de la planta de piezas de coche de Delphi en Puerto Real (Cádiz) y a otras 68 personas despedidas en las factorías de sus proveedores. La subvención es algo inferior a la que había solicitado España, que ascendía a 15 millones de euros.

"En la crisis actual, la solidaridad es una parte importante de la solución. Estos fondos ayudarán a que trabajadores que han quedado sin trabajo a causa de la globalización vuelvan a trabajar cuanto antes", declaró el comisario de Empleo y Asuntos Sociales, Vladimir Spidla, en un comunicado.

La multinacional estadounidense anunció en febrero de 2007 el cierre de su factoría de Puerto Real y decidió trasladar la producción a Tánger porque ofrece mano de obra más barata, ventajas fiscales y la proximidad de las materias primas, según recordó la Comisión.

"Es un claro ejemplo de la tendencia existente en la industria automovilística europea de trasladar su actividad a terceros países con costes de producción más bajos, con el correspondiente incremento de las importaciones a la UE y una reducción del empleo en este sector", resaltó el Ejecutivo comunitario.

España presentó en octubre de 2007 una solicitud de ayudas por valor de 15 millones de euros. La Comisión ha aprobado conceder una subvención algo inferior, de 10,5 millones de euros, y la ayuda fue respaldada por la Eurocámara en octubre de 2008.

El dinero deberá utilizarse para cofinanciar medidas activas de mercado laboral, como orientación, formación, reconocimiento de cualificaciones, certificación y apoyo a los empresarios. El objetivo final es ayudar a los trabajadores a volver a trabajar cuanto antes.

Hasta el momento, el Fondo de Adaptación a la Globalización ha aprobado y pagado ocho solicitudes por un total de 32.488 millones de euros para ayudar a trabajadores despedidos de la industria del automóvil en Francia, Portugal y España, del sector de la telefonía móvil en Alemania y Finlandia, y del sector textil en Malta, Lituania e Italia.

Dotado con 500 millones de euros al año, se creó en 2006 para ayudar a las personas que han perdido sus empleos debido al impacto de la globalización o de deslocalizaciones de empresas fuera de la UE. Se aplica en casos de despido de más de 1.000 trabajadores de una empresa o de un sector regional, producidos a raíz de importantes cambios estructurales en el comercio mundial que impliquen un incremento sustancial de las importaciones o un descenso destacado en las cuotas de mercado de la UE. Bruselas ha propuesto reformarlo para que sea más fácil utilizar estas ayudas en el contexto actual de crisis económica.
Abbram U'Holho

 
At 13 de dezembro de 2008 às 19:48, Anonymous Abbram U'Holho said...

Perguntas Parlamentares
14 de Outubro de 2008 P-5611/08

PERGUNTA ESCRITA apresentada por Ilda Figueiredo (GUE/NGL) à Comissão


Num encontro com trabalhadores da fábrica da Delphi, SA, em Ponte de Sor, distrito de Portalegre, (antiga Inlan/GM), que neste momento emprega directamente mais de 600 pessoas, tive conhecimento de que a multinacional americana está a transferir parte da sua produção de componentes de automóveis para a Hungria e a Polónia.

Ora, sabendo-se que nesta zona de Ponte de Sor e concelhos limítrofes não há alternativas de emprego, e que o desemprego, no Alentejo, já hoje é muito elevado, não se pode aceitar que esta multinacional deslocalize a sua produção sem qualquer preocupação com o emprego e o desenvolvimento local, depois de ter recebido apoios comunitários para investir na fábrica.

Assim, solicito à Comissão que me informe do seguinte: 1. Que apoios comunitários foram atribuídos à Delphi em Ponte de Sor? E à antiga proprietária Inlan/GM? Quais as condições?

2. Que apoios foram atribuídos às diversas fábricas da Delphi em Portugal?

3. Estão a ser atribuídos também apoios comunitários para a sua instalação na Hungria e na Polónia, sabendo-se que a deslocalização pode implicar desemprego em Portugal?

4. Que medidas vão ser tomadas para apoiar e garantir a produção e o emprego com direitos em Portugal, visando contrariar esta estratégia empresarial da Delphi, que apenas visa obter maiores lucros à custa do desemprego e do bloqueio ao desenvolvimento?

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Resposta dada por Danuta Hübner em nome da Comissão,
7 de Novembro de 2008

1., 2. e 3. Segundo as informações obtidas junto das autoridades nacionais competentes, no passado, a empresa «Delphi» recebeu do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo Social Europeu (FSE) as ajudas comunitárias seguintes:

— unidade de «Ponte de Sor» (Portugal): 1,235 milhões de euros (FEDER) e 0,537 milhões de euros (FSE);

— outras unidades em Portugal: 4,644 milhões de euros (FEDER); 2,432 milhões de euros (FSE);

— unidade na Hungria: 1,857 milhões de euros;

— quanto à Polónia, a Comissão ainda não recebeu as informações pedidas. Assim que receber estes últimos dados, a Comissão não deixará de informar directamente a Senhora Deputada.



4. As ajudas supracitadas foram atribuídas para apoiar investimentos produtivos e o desenvolvimento dos recursos humanos, de acordo com as legislações nacionais e comunitárias aplicáveis.

Além disso, para cada contribuição comunitária atribuída a um projecto, os Estados-Membros devem assegurar que a contribuição dos fundos só continua a ser entregue ao projecto se, num prazo de cinco anos a contar da sua realização, o projecto co-financiado não tiver sofrido alteração importante na sua natureza, nas condições da sua aplicação ou da sua utilização (por exemplo, para dar vantagem indevida a uma empresa ou a uma autarquia), se não tiver sofrido alteração na propriedade de um elemento da sua infra-estrutura nem tiver servido para pôr fim a uma actividade de produção ou para mudar a localização de uma actividade produtiva.

No caso vertente, o respeito do período mínimo regulamentar de permanência e funcionamento efectivo do investimento beneficiário do financiamento comunitário será verificado com a assistência do Estado-Membro em causa.

Finalmente, o intuito dos fundos estruturais não é evitar reestruturações autónomas do mundo industrial mas promover o desenvolvimento das regiões que sofrem eventualmente os efeitos negativos destas reestruturações. Com este objectivo, o apoio ao investimento das empresas e à criação de emprego em Portugal está previsto na nova programação de 2007/2013 dos fundos estruturais, no âmbito dos quais vários programas operacionais são realizados, para apoiar a inovação e a modernização do tecido empresarial português, nomeadamente, e apoiar a melhoria dos equipamentos e das infra-estruturas.

 
At 14 de dezembro de 2008 às 14:17, Anonymous Anónimo said...

cá pra mim isto tudo foi só um grande susto, deixem la crise nos automoveis passar e a fabrica vai cá continuar por muitos e bons anos...

 
At 14 de dezembro de 2008 às 23:05, Anonymous Anónimo said...

Ponte de Sor

Despedimentos na Delphi mantêm-se


A administração da multinacional norte-americana Delphi garantiu que se mantém o processo de despedimento colectivo na fábrica de Ponte de Sor e que decorrerá "até ao final do primeiro semestre de 2009". A porta-voz da Delphi, Elisabete Henriques, afirmou que "o processo de despedimento colectivo até ao final do primeiro semestre de 2009 mantém-se".

A administração da Delphi já anunciara que a manutenção da fábrica, em Ponte de Sor, resulta de uma "suspensão da transferência" dos negócios, por razões ligadas à actual turbulência que se vive no mercado automóvel. "Esse anúncio diz respeito a uma linha de produtos, volantes e airbags, onde trabalham 170 pessoas. Relativamente aos restantes 369 trabalhadores o anúncio de despedimento colectivo mantém-se", sublinhou.

A posição da administração da Delphi surge na sequência do anúncio feito pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA), que garantiu a manutenção da fábrica em funcionamento em Ponte de Sor. José Simões, secretário-geral do SIMA, mostrou-se "surpreendido" com esta tomada de posição da Delphi e garantiu que vão "clarificar" esta informação. "Não temos conhecimento dessa informação por parte da empresa, nem os trabalhadores, por isso vamos clarificar o mais brevemente possível", disse.

A fábrica de Ponte de Sor, que emprega 439 operários efectivos, produz também apoios, mecanismos para portas de correr automatizadas e sistemas de protecção de ocupantes para vários modelos de veículos automóveis.

Em Outubro, a Delphi tinha informado que já não era possível encerrar a unidade a 30 de Dezembro, remetendo o fecho para o final do primeiro semestre de 2009. A Delphi justificou, na altura, que o adiamento do fecho da unidade fabril devia-se ao facto de ter surgido uma nova encomenda que teria de ser produzida naquela unidade.

IN:Diário do Alentejo

 
At 23 de outubro de 2009 às 18:14, Anonymous Anónimo said...

A Delphi é uma empresa onde meia duzia que caes raivosos tenham comer tudo, mesmo que tenham de passar por cima de quem trabalha, isto está a passar-se em todas as fábricas de Portugal, mesmo em braga, mas tão bons sãos uns como outros, ou seja, portugueses e americanos, ou talvez os tugas sejam mesmo piores. Com a treta da crise, agora a meia duzia de lacaios, querem por os outros (trabalhadores)a servirem de escravos.

 

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