quarta-feira, 26 de março de 2008

A MEMÓRIA É MUITO CURTA...


Sócrates anunciou que o Governo vai baixar taxa do IVA de 21 para 20%

PÚBLICO, 26 de Março de 2008

M.

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11 Comments:

At 26 de março de 2008 às 19:29, Anonymous D.O. said...

Como sempre: primeiro sacrifícios, depois campanha eleitoral, depois sacrifícios de novo…

 
At 26 de março de 2008 às 19:40, Anonymous T.C. said...

O Inginheiro anunciou hoje que vai baixar o IVA.
A isto só tenho a dizer:

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At 26 de março de 2008 às 19:43, Anonymous T.C. said...

"Acabou a crise" - José Sócrates

"As crises orçamentais estão ultrapassadas"

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At 26 de março de 2008 às 21:14, Anonymous João Gonçalves said...

Sócrates deu o tiro de partida para a campanha da maioria absoluta de 2009. "Guterrou" e "guterrerá" o que for necessário para lá chegar.
O que era "leviano e irresponsável" há doze dias, passou a ser "prudente e responsável" hoje.
Não há comentários a fazer.
Vem tudo nos manuais do costume.

 
At 26 de março de 2008 às 21:17, Anonymous P.S. said...

Depois da boa experiência dos ginásios...
O governo tentou hoje limpar o pecado original da sua governação: o dia em rasgou o compromisso eleitoral de não mexer nos impostos e aumentou o IVA.
Infelizmente, tudo aponta para a inconsequência de uma medida que não serve para redimir, nem pela metade, o dia em que Sócrates aumentou o IVA.
Nem tudo o que sobe desce, como os portugueses já perceberam com os ginásios que, vendo o IVA descer de 21 para 5%, mantiveram os preços inalterados.
No dia 1 de Julho, poderemos comparar os preços.
Vai uma aposta?

 
At 26 de março de 2008 às 21:44, Anonymous JAM said...

Pronto!
Já saímos da encruzilhada e passámos a viver num oásis, neste país do leitinho com mel.
Sócrates foi explícito: a crise orçamental de 2002, que voltou em 2005, está ultrapassada e os factores que a motivaram estão também resolvidos com as mudanças estruturais feitas no país.
Um secretário de Estado da cinco de Outubro disse que a violência das escolas vem de fora para dentro, dos bairros para as salas de aula, desmentindo o PGR.
Por seu lado, o director-geral de consumo clamou contra a DECO que, de forma alarmista, reconheceu que há cem mil famílias super-endividadas.


E todas as estatísticas mostram como a criminalidade diminuiu. Mesmo a Autoridade da Concorrência, que fez outro tipo de estatística, demonstrando como temos os combustíveis mais caros da Europa, já foi toda ela despedida e ainda não bem paga.
Por outras palavras, uma frente de combate propagandista, liderada pelo chefe e glosada pelo sim-senhorismo dos "boys" postos em subchefes, nomeadamente como directores-gerais, depois da mobilização do comício nacional do Porto, saiu do sistema do pé-atrás e passou a um ostensivo sistema de pôr-se em bicos de pés, assim demonstrando como a esquizofrenia nos vai afogando entre o tudo do situacionismo e o nada do oposicionismo.
Daí apreciar gestos simbólicos, nomeadamente a maneira ágil como o casal presidencial visitou Moçambique, com muito kanimbambo, assim combatendo alguma tugofobia que marca certas elites locais que não gostam de subir a coqueiros.

Com o Sporting e o Benfica em crise de falta de vitórias, com os dragões a verem o chefe a ir a julgamento, acusado de corrupção activa, e com a selecção nacional a ver-se grega, a falta de vertebração simbólica da república em torno da mobilização para o bem comum faz-nos descer de nível, conduzindo a um abaixamento de fins e, consequentemente, de níveis de controlo social, com o inevitável neofeudalismo, onde o povinho vai caindo no desespero do recurso aos expedientes caciqueiros e de encomendação.
Basta que saibamos observar o país a partir do Alentejo profundo, compreendendo como ainda têm prestígio as lideranças locais das autarquias, da igreja e da partidocracia, dado que prestam efectivos serviços comunitários, nomeadamente de resistência contra o vazio de república.

Sócrates e o seu regime de secretários de estadão e directores-gerais talvez não tenham reparado que a macropolítica já não é o que era. E que a grande engenharia do controlo social talvez tenha perdido as suas medidas de análise.
Não basta a ASAE, a DREN, a DGSaúde, a DGCI e o regime das viúvas em bate-palmas a George Clooney.
Logo, os que auguram um desastre a Luís Filipe Menezes talvez não entendam que estamos numa encruzilhada, onde a federação das micropolíticas pode gerar um estado de esquizofrenia, com saídas imprevisíveis, não detectadas pelos mecanismos das sondagens.

 
At 26 de março de 2008 às 23:49, Anonymous J.E.R. said...

Se o objectivo do governo ao baixar o IVA num ponto percentual é aliviar o orçamento familiar dos portugueses e desta forma estimular a procura, tenho muitas dúvidas quanto ao seu sucesso. É óbvio que à semelhança do que sucedeu com a redução do IVA aplicado às actividades desportivas os consumidores vão ficar a ver os comerciantes aumentarem as suas margens, absorvendo desta forma a redução da carga fiscal. Neste caso o oportunismo dos comerciantes até é facilitado, um ponto percentual não é perceptível na maioria das compras, tanto mais que os preços também sobrem com a inflação.

Não me parece também que esta redução fiscal consiga aumentar a confiança dos portugueses na economia como defendeu o ministro das Finanças. É óbvio que o ministro percebeu que esta medida não terá qualquer impacto no orçamento das famílias e teve que encontrar mais um argumento para sustentar a decisão. Mas se a redução milimétrica na carga fiscal não tem impacto nos preços também não terá na opinião dos consumidores.

É bom lembrar ao governo que nos últimos anos o IVA foi aumentado em quatro pontos percentuais, isto é, o governo levou quatro e devolveu um.
Obrigadinho!

 
At 26 de março de 2008 às 23:51, Anonymous J.U.M. said...

«O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou esta quarta-feira a redução do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado) de 21 para 20 por cento, passando a vigorar a partir de Julho deste ano. »
No:Correio da Manhã

Nada mau, aumentaram o IVA em 4%, congelaram-me o vencimento e gora querem-me comprar o voto com a redução do IVA em 1%, redução que, como é mais do que óbvio, vai ficar no bolso dos comerciantes.

Agradeça-se a amabilidade ao generoso ministro das Finanças.

 
At 27 de março de 2008 às 16:53, Anonymous Anónimo said...

Mas será que esta gentinha que nos desgoverna, pensa que somos todos estupidos????????????????

Não volto a cair no mesmo erro 2 vezes.

NS

 
At 28 de março de 2008 às 01:07, Anonymous L. Carvalho said...

Posso respirar da carteira, finalmente. Hélas !

Hoje nas Amoreiras ao olhar uns Timberland a piscarem-me o olho fiz as contas e dos 100 euros que estavam marcados ia poder comprá-los, em Junho, por menos 1 euro. Já ganho para o parque ! A qualidade e vida dos portugueses vai melhorar da mesma maneira que os atletas dos ginásios passaram a pagar menos pela estafa.

O imposto sobre os produtos petrolíferos, o IMI, o IA, o IRS, o IRC vão continuar na mesma. E a reforma da segurança social foi tão longe que o Estado está quase com superavit embora os portugueses se esgadanhem por trabalhar ( ou fingir que trabalham !) até à hora da morte. Aqui está uma medida socialmente justa: descer o IVA em 1 ponto. Se eu morar na fronteira, ou tiver negócios por lá, de nada vai evitar eu ir a Espanha comprar com menos 4 pontos de IVA.

Depois de ter feito um desconto a 20 por cento de reformados maiores de 65 anos nas taxas moderadoras, Sócrates dá 1 por cento de desconto nas fraldas, papel higiénico e tudo o que compre. Claro que os comerciantes espertos absorvem o IVA com aumento e o Estado acaba por receber 20 por cento em cima do preço de 21, o que acaba por recuperar os 500 milhões de euros que não são de desprezar. É só fazer as contas !

Com estes 500 milhões o Estado até podia aplicá-los em fins sociais. Mas prefere gastá-los em propaganda. A CAMPANHA ELEITORAL COMEÇOU. Oxalá o tiro de partida não saia pela culatra a Sócrates.

 
At 29 de março de 2008 às 10:38, Anonymous Anónimo said...

Quem tiver um pouquinho de memória e entrar actualmente num supermercado, conseguirá ver que os produtos, mesmo os mais económicos, ultrapassaram há muito o dobro do que custavam em escudos aquando da conversão do escudo para euro.
Se os vencimentos não são aumentados, se cada vez se trabalha mais, se os impostos aumentaram, na verdade é porque alguém tem trabalhado muito mal. Quem trabalhou mal foram os diferentes governos que geriram mal as receitas públicas e esses sim deviam pagar a factura. Os seus vencimentos, reformas e subsídios são iguais e nalguns casos superiores aos dos seus congéneres europeus.
É fácil neste nosso Alentejo, verificar que as verbas europeias só foram aplicadas na reconstrução de montes e na requalificação de uma agricultura que agora não existe, logo as verbas não existem também, chegando-se ao cúmulo de neste Portugal desnaturado, os agricultores receberem para não cultivar e o que ainda é cultivado ser subsidiado.
Que aplaudam os ciganos, tendeiros e afins, as boas medidas de Ferro Rodrigues, que inventou o tão célebre rendimento mínimo.
Também é muito fácil verificar que neste nosso país desnaturado, neste Portugal da vergonha, idosos doentes continuam a trabalhar porque as suas reformas de miséria não chegam para pagar as contas, enquanto ciganada e afins passeiam em bons carros, têm boas casas e ainda lançam o pânico aos desgraçados que trabalham.
Não sou racista, xenofobo ou qualquer outro nome que me queiram chamar, simplesmente não sou político e em nada concordo com este Portugal de aparência. Nem sequer sou contra o rendimento minimo, sou sim contra, que este seja recebido sem ser em troca de qualquer trabalho.
Nas escolas, hospitais e outros serviços, corta-se no pessoal para evitar despesas enquanto milhares e mais milhares de pessoas, ganham sem trabalhar.
Mas que porcaria de país temos nós, pergunto se foi para isto que se fez uma revolução. Deixassem-se estar quietos, pelo menos antes havia educação e respeito.

 

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