quarta-feira, 27 de junho de 2012

A FARSA DO PARTIDO SOCIALISTA



O PS de Seguro assegura quê?, ao abster-se em tudo o que exige posição clara e consentânea com o que o nome "socialista" comporta e define. 
Mas o PS de Seguro continua a ambiguidade moral (já nem sequer se lhe impõe mais) a que habituou os portugueses. 
Não há "neutra- lidade" em nenhuma actividade humana - e muito menos em política. 
Durante a II Guerra Mundial, Salazar colocou em trânsito a aberração da "neutralidade activa", mas a sua ideologia pendia para o lado nazi. 
Um comportamento que não é carne, nem peixe, nem arenque vermelho e dissimula as mais sórdidas patifarias.
A invocação da frase: "Somos um partido responsável", de que Seguro é useiro e vezeiro, converteu-se numa farsa. E surpreende a indiferença resignada manifestada pelos militantes do PS. 
Desde a sua ascensão ao poder, Seguro, devido a uma astúcia tão infantil como amolgada, nada mais tem feito do que exercícios de "neutralidade." 
O que diz, as pequenas batalhas verbais em que se envolve são irrelevantes e representam, afinal, compromissos presumidamente temporários, porém, na prática, sustentáculos efectivos do Governo.
Não há "neutralidade" em nenhuma actividade humana, escrevi. 
Este absurdo teve uma tradução imoral na "distanciação" jornalística. Os malefícios desta falácia afastaram leitores e levaram ao nojo e à rejeição veemente os que sabem das regras da arte. O jornalista, segundo esta tese, não devia "tomar partido": sem indignação, sem protesto, massa inerte com olhos desprovidos de emoção. Um ser "neutral", infenso ao que ocorria em seu redor; um gravador com o maniqueísmo da tábua rasa. Os "ideólogos" desta proposta ignoravam a história do nosso jornalismo, e tinham lido mal alguns teóricos anglo-saxónicos. 
Haja Deus e haja Freud!
O PS "distanciou-se" tanto da realidade portuguesa, através da "neutralidade" inscrita numa estratégia ditada pelas circunstâncias, que abriu a porta a todas as indignidades. 
A menor relação, o mais vago discurso alimentam as maiores suspeições. 
Ser "neutral" em assuntos tão importantes como (por exemplo) o Código do Trabalho, ou o apoio ao "acordo" de concertação social, é uma aquiescência vil. 
Mas a lista de ignomínias é imensa, e contribui para o descrédito não apenas daquele partido como da própria ideia de socialismo.
O projecto de Seguro é de tal forma pífio e inconsistente que foi preciso Pedro Silva Pereira, braço direito de José Sócrates, defender, na Assembleia da República, a honra do convento. 
O seu discurso estabeleceu o facto político do dia, como assinalou, na SIC Notícias, o jornalista Filipe Santos Costa, cuja perspicácia nada tem a ver com a baça rotina dos habituais comentadores do óbvio. 
Ele é um dos dois ou três que não agridem a inteligência de quem os ouve e restituem-nos o gosto da palavra dita.

B.B.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

ELES (SOCIALISTAS), ROUBAM TODOS OS DIAS




Seitas de pulhas com modus operandi destes, só poderiam levar o país à exaustão, decadência e falência.


A.C.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

VAI TUDO MUITO BEM?





Antero

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domingo, 18 de julho de 2010

CENTRO DE DESEMPREGO

Os desempregados não devem perder a esperança.
Devem confiar sobretudo em si mesmos, porque não será com o apoio do Instituto de Emprego que conseguirão resolver o seu problema.
O Instituto de Emprego já se mostrou incapaz na colocação de desempregados, limitando-se a persegui-los como se fossem criminosos, estigmatizando-os em vez de os integrar.


P.M.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

VAI, VAI, LINDO?

Um estudo do ISCTE revela que 20% de portugueses vivem abaixo do limiar de pobreza e que isso só não acontece a outros 20% porque as ajudas do Estado ainda os vão mantendo à tona.

Mais: 31% das famílias estão no escalão logo acima do da pobreza, à bica para se tornarem também pobres; 21% vivem no limite, sem margem para qualquer despesa inesperada; e 12% não conseguem sequer comprar os medicamentos de que precisam. E, no entanto, mesmo dizendo-se desconfiados, esses portugueses consideram-se felizes.

Um outro estudo divulgado no mesmo dia, agora do Ministério do Trabalho, talvez ajude a perceber a sempre tão cantada e portuguesíssima alegria da pobreza: a população com baixas qualificações intelectuais e culturais representa entre nós mais de dois terços (69,1%) da população activa total, o triplo da média da UE.

Ou seja, o desconfiado e feliz bom povo português estará, em termos culturais, algures a meio caminho entre o homem natural de Rousseau e o de Hobbes. Talvez aconteça, pois, que seja infeliz, pelo menos de vez em quando como Alberto Caeiro; só que, se calhar, não o sabe.


M.A.P.

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sábado, 5 de junho de 2010

1, 2, 3, 4, 5,6, 7, 8, 10º ANO


Quando se pensava que já estavam quase esgotadas as ideias pseudo-milagrosas deste Ministério da Educação, eis que surgiu mais uma: a passagem de um aluno do 8º para o 10º ano mediante certas condições.

Duas notas importantes que há a reter:

1. Esta passagem do 8º para o 10º ano não é um dois em um, mas um dois em… zero. Isto porque esta oportunidade é dada nada mais, nada menos, que aos alunos do 8º que ficam retidos. Ou seja um aluno que no ano seguinte deveria estar a frequentar o 8º ano, passa para o 10º ano. De facto, os malabarismos da “reforma” educativa em curso são dignas de um número de circo…

2. Não é, contudo, uma progressão automática. Para que isto suceda, para que o aluno passe de ano é preciso que o aluno tenha aprovação a TODAS as disciplinas do 9º ano através de provas escritas, seja nos Exames Nacionais de Português e Matemática, seja nos exames de equivalência à frequência das outras disciplinas (que já existem na actualidade, mas para quem frequenta o 9º ano e não faz as disciplinas necessárias)

Vamos então ingenuamente acreditar que é apenas isto e que não há mais nenhum truque na manga. Ou seja, que os exames não vão ter características especiais, não vão ser mais simples e que vai haver uma avaliação verdadeiramente rigorosa, sem directrizes, nem pressões às escolas para que os alunos acabem por passar. Sendo assim, esta medida não é facilitista, é apenas… estúpida. Acreditar que alunos de 15 ou 16 anos, que acabam de reprovar no 8º ano, estão aptos para, no espaço de um mês, terem aprovação a TODAS as disciplinas, incidentes em matérias do 9º (não só, mas principalmente) que eles nem sabem o que são, com realidades e conceitos totalmente desconhecidos, ultrapassa e muito o patamar idílico. É, pelo menos, próprio de uma tutela que, dentro das fronteiras dos seus gabinetes, vive num mundo zen e que não faz a mínima ideia do que são as escolas hoje em dia. Isto já não é propriamente uma novidade, mas fica mais uma forte confirmação.


J.T.

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terça-feira, 1 de junho de 2010

MAIS, DOS MESMOS...

Segundo o Eurostat, o desemprego continuou a subir em Portugal durante o mês de Abril, tendo atingido um novo máximo de 10,8 por cento, depois de ter sido de 10,4 por cento em Janeiro e Fevereiro e de 10,6 por cento em Março.


Não contente com os máximos históricos que o descalabro por si criado vai batendo sucessivamente, e não obstante o ritmo de crescimento do desemprego em Portugal ser muito superior ao da restante União Europeia, após ter escolhido o momento actual como o mais apropriado para cortar na protecção social ao desemprego e arrefecer a economia com o aumento da carga fiscal, o Governo decidiu completar a sua obra com um empurrão ainda mais vigoroso aos números hoje conhecidos celebrando o Dia Mundial da Criança com o anúncio do encerramento de 500 escolas do primeiro ciclo.

Ao largo, o inatacado imaculado Passos Coelho exulta em silêncio patriótico pelo trabalho que lhe é poupado.

O Estado está a encolher sem manchar o seu nome com um pingo sequer das litradas de sangue derramado.


Filipe

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sábado, 22 de maio de 2010

ATÉ QUANDO?

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sexta-feira, 14 de maio de 2010

PONTE DE SÔR, É O 1º CONCELHO DO SUL E ILHAS COM MAIOR NÚMERO DE DESEMPREGADOS

NO

CONCELHO DE PONTE DE SÔR


18% DE DESEMPREGADOS


De facto, é sempre a bater recordes!...

Ainda estamos há espera da fábrica que o Taveira Pinto prometeu que instalava em substituição da Delphy e da justiça social e económica que o patrício Basílio Horta também prometeu.

Quantos anos mais o povo se deixará enganar?!

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

CÂMARA MUNICIPAL RETIRA SUBSÍDIO AO CRIPS E NO MESMO DIA APROVA VIAGENS E TURISMO DE MILHARES DE EUROS...


O Centro de Recuperação Infantil de Ponte de Sor é uma Instituição Privada de Solidariedade Social, fundada em 1980 por um grupo de pais e amigos de crianças com deficiência.
Clique na imagem para ler melhor




Acta da Reunião do dia 21 de Abril de 2010

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

DE BURACO EM BURACO ...

Um dos mitos da política portuguesa chama-se obra feita.
A acreditar na lenda, ninguém ficará na história se não deixar o seu nome ligado a um fontanário, a um pavilhão ou a uma via rápida.
É a obra que pode ser tocada pelos comuns mortais que faz um político.
Antigamente as estátuas louvavam esta concepção da história.
Hoje são as obras de regime.
É esse o drama de José Sócrates: ainda não teve tempo para colocar a primeira pedra na sua obra de regime.
O seu sonho, acredita-se, é terminar a sua comissão de serviço no leme do sítio e ser recordado. Através da ponte José Sócrates, do aeroporto José Sócrates, ou da carruagem José Sócrates do TGV para Madrid.
Em vez de olhar para a crise e perceber que esta é uma época destinada ao bom senso, Sócrates dorme a sonhar com a obra que deixará.
É impossível que não escute a voz sensata de um grupo de ex-ministros das Finanças deste país, de diferentes sensibilidades políticas, angustiados com o autismo esclarecido de Sócrates.
Cavaco Silva vai ouvir as suas preocupações feitas de razões sólidas.
Sócrates, como sempre, coloca algodão nos ouvidos, finge que não é nada com ele e continua em frente, rumo ao abismo.
Todo o seu mundo vive hoje de equívocos: a Grécia não está salva e Portugal não está a salvo.
O próprio euro poderá não sobreviver à enxurrada.
Grouxo Marx dizia: A política é a arte de procurar sarilhos, descobri-los em todo o lado, diagnosticá-los incorrectamente e aplicar os remédios errados.
É este o marxismo de obras desfeitas que Sócrates quer aplicar ao País.

F.S.

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

COMO VAI ISTO?

Ontem a meio da tarde, ao ouvir rádio a bordo do meu carro, no meio da confusão criada pela greve dos transportes, cheguei a respirar fundo e a pensar que Portugal começava a ter juízo. E que o governo do desgoverno, emendara a mão dada por Passos Coelho, para se deixar de caprichos e interesses e entender que os portugueses mereciam mais respeito.

O Ministro das Finanças deu a entender que estava disposto a fazer marcha-atrás.

Mas passadas duas horas era o Ministro das Obras Públicas que vinha convocar uma inútil e burra conferência de imprensa para dizer que as obras públicas, a febre dos carris, do betão e do alcatrão não iriam parar. Abdicariam de um troço de uma auto-estrada. Bem: a auto-estrada do Pinhal foi adjudicada, à mesma hora em que Passos era apanhado na toca do Coelho pelo animal feroz Sócrates.
Aquilo vai custar 1200 milhões de euros (ameaços não incluídos, isto é: as inevitáveis alterações de obra. Ponham nisso mais 40 por cento!). E hoje o ministro Teixeira dos Santos vinha em tom de lamento dizer que não se podia adiar a obra porque foi adjudicada.
Só não disse que tinha sido ontem e nenhum daqueles jornalistas (?) estafetas teve a coragem ou o saber para lhe perguntar porque tinha então ele assinado ontem.
A verdade é que este governo tem uma obsessão doentia por estes investimentos.
É a verdadeira corrida para o abismo.
Como se eu fosse comprar um Porsche novinho ou semi-novinho sabendo que não conseguiria pagá-lo em 10 anos, nem em 10 meses.
Portanto meus caros.
Preparemo-nos para o pior.
Um governo que não corta na despesa pública e que hoje dava como exemplo caricato cortar 20% nas chamadas dos telemóveis do Estado é de uma risada sem fim e de um pranto sem fim.
Claro que vão usar a velha fórmula: não há dinheiro?
Aumentam-se os impostos, cortam-se uns pós nos subsídios de uns desgraçados sem emprego, irritam-se uns calões que se despedem para poderem viver de férias durante dois anos, insultam-se uns gestores, caluniam-se as poucas empresas que dão lucro e mantemos as empresas que deixam um rasto de milhões de euros de passivo enquanto os sindicalistas dessas mesmas empresas se entretêm a fazer greves, assediados por sindicatos irresponsáveis.
Entretanto o Presidente da República vai este fim-de-semana para uma jornada de jovens gastrónomos algures no país das maravilhas.

L. Carvalho

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

AUTOFAGIA


Portugal é, neste momento, um inocente Bambi perdido num território de caça grossa.
Está desarmado contra atiradores furtivos. E os seus dirigentes, entre iludirem o óbvio e pedirem clemência aos céus, continuam a gerir o País como se nada pudesse ser feito.
Os olhos enternecedores de Bambi não o salvarão num mundo que busca alvos para adormecer os seus pecados.
Na sua autofagia, o sistema nascido da revolução financeira dos anos 80 que liquidou a indústria tradicional europeia, procura um novo paradigma para o futuro. E ele está a despontar noutros territórios.

Esta desorientação exige vítimas, chamem-se Goldman Sachs ou Portugal, mas a atenção está virada para outro lado.
A versão americana do capitalismo está em forte convulsão e um novo modelo, onde o Estado é determinante, desenvolve-se na China, na Índia ou mesmo no Brasil.
Será esse o paradigma que se busca?
Os políticos portugueses, claro, são incapazes de discutir um modelo de futuro para o País, quando mais pensarem sobre isso.
Mas deveriam.
Num dos livros determinantes do século XX, Berlim Alexanderplatz de Alfred Doblin, Franz Biberkopf sai da prisão e sofre um choque: a Alemanha, ainda a pagar as dívidas da I Guerra Mundial, tenta sobreviver no meio da corrupção política e da recessão económica e começa a colocar-se nos braços de quem promete segurança, Hitler.
Biberkopf sente que ficará mais seguro se regressar à prisão.

O Rossio ainda não é a Alexanderplatz, mas o resto do cenário está montado.
Então perguntar-se-á: quem matou Bambi?


F.S.

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terça-feira, 6 de abril de 2010




T. M. S.

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terça-feira, 30 de março de 2010

SERÁ QUE VAI FICAR POR AQUI ?

9,2% ou 9,3%...

que diferença faz???
Apenas 250 milhões de euros...

Uma bagatela.

Os ordenados de 150 Ruis Pedros Soares, apenas.
Pfff...

Que é isso?


J.T.

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sábado, 27 de março de 2010

PORTUGAL E A CAIXA FORTE DO PARTIDO SOCIALISTA

Quando o Tio Patinhas tinha tanto dinheiro guardado debaixo do colchão que a sua cama ficava demasiado perto do tecto, teve de mandar construir uma caixa-forte.
Aí podia, finalmente, exercer a sua actividade favorita: nadar entre as moedas e as notas.


Portugal tem inveja do Tio Patinhas.
Porque, em vez de nadar entre moedas, afoga-se no vácuo.
A questão, claro, não tem a ver com passarmos das vacas gordas para as vacas magras, como há umas décadas.
Tem a ver com termos sonhado, até há uns meses, que a nossa piscina era um repuxo de dinheiro.
Esse sonho publicitário fazia parte da realidade virtual onde José Sócrates colocou Portugal. Sócrates criou um País virtual onde não havia espaço para a realidade.
O programa eleitoral do PS espelhava isso.
As múltiplas distribuições de pão em forma de rosas e os investimentos públicos foram a última fronteira electrónica do seu delírio.
O PEC enterrou a alucinação colectiva que Sócrates prometeu, como se vivêssemos na digressão hippie dos Merry Pranksteers nos anos 60.
O PEC é o novo programa do PS. E nele o PS renega tudo o que defendeu desde a sua criação.
Cumprir este PEC é o purgatório do PS.
Os políticos, sabe-se, têm uma grande capacidade para detectar os sintomas em vez das causas.
Nesse aspecto, Sócrates e os seus esmeraram-se.
Acabaram com o sonho dos portugueses, fuzilaram a ideologia do PS e riscaram Mário Soares do mapa.
O PS perdeu-se no seu próprio labirinto.
Já não é Teseu. É o Minotauro. E deixa-nos num labirinto sem saída à vista.


F.S.

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PORTUGAL

Um país cheio de tiranetes, de crápulas que nas suas aldeias e vilas fazem a lei e subvertem a Democracia

Estava agora a ver a televisão e a ouvir Ricardo Rodrigues, deputado do PS, eleito nos Açores, quando ele dizia que a Comissão da Assembleia da República sobre o negócio da PT/TVI nada mais era que uma forma de enxovalhar o Primeiro Ministro "Um dos mais altos magistrados da Nação".
Pasme-se! José Sócrates um dos mais altos magistrados da Nação!
Eu que conheço muito bem, e até pessoalmente , o deputado Ricardo Rodrigues e dei comigo a pensar: "Para onde vai o meu Portugal?".
É vergonhoso que o PS tenha metido nas listas de deputados Ricardo Rodrigues.
Vergonhoso!
Digo-o no âmbito da minha liberdade de expressão e opinião.
Digo-o como cidadão político.
Digo-o na qualidade de irmão de dois açorianos :Victor Manuel Martins, nascido na Horta, Ilha do Faial, e de Maria Isabel Martins, nascida em Vila do Porto, Ilha de Santa Maria.
E lembro-me que Ricardo Rodrigues era advogado do sobrinho do Dr. Mota Amaral e nem soube defendê-lo, tendo sido eu a trabalhar para o libertar, pela incapacidade de Ricardo Rodrigues.
Da mesma maneira que Ricardo Rodrigues deixou condenar, estupidamente, um amigo meu, um homem bom e muito influente em Ponta Delgada, quando Ricardo Rodrigues era apenas advogado e o irmãom dele empregado na Associção Agrícola.
Todos se lembram que Ricardo Rodrigues se demitiu do Governo dos Açores aquando do caso de pedófilia conhecdio como Caso Farfalha.
Agora aparece - depois de fazer mais umas tantas ilegalidades, porcarias, no âmbito de um jornal , do PS, que foi à falência em Ponta Delgada! - como o homem forte do PS!!
Veja-se que pessoas o meu ex-partido tem como arautos!.
Onde está Mário Soares? Onde está António Arnault? Onde está Almeida Santos? Onde está Carlos Candal (já morreu)?
Creio que o deputado Ricardo Rodrigues é o maior defensor , no PS, dos casamentos homossexuais ,quando se sabe que não tem filhos... e que nos Açores é tido como membro do grupo Gay!
Portugal está do avesso!
Sócrates deixa estas pessoas tomarem posições de destaque e afundar Portugal.
Onde estão os milhões de euros desviados da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo? Em cujo processo crime Ricardo Rodrigues foi arguido e salvo pelos amigos, contra a posição da Policia Judiciária?
Sei do que falo porque fui advogado desse caso em que Ricardo Rodrigues era arguido, mas alguém se encarregou de o safar...
Se Ricardio Rodrigues me quiser processar que o faça!
Mas temos que saber quem era o procurador gay que o safou!O procurador que tinha um namoradao preso na prisão da Boa Nova , em Ponta Delgada!
Uma miséria este Portugal!
Por outro lado, ao longo do país vamos vendo tiranetes que defendem as suas capelinhas, contra o Povo.
Nas freguesias, nos concelhos, há sempre os "regedores" que vão emporcalhando Portugal e sendo responsáveis pela miséria em que vivemos.
Portugal está nas bocas do Mundo pelas piores razões.
Eu por mim preferia dar um tiro nos cornos de um desses tiranetes a deixar o meu amado, o meu querido, o meu adorado Portugal morrer, o país pelo qual jurei morrer se fosse necessário.
Declaro que se for necessário morrerei por Portugal, de armas na mão, mas há-de haver filhos da puta que vão à minha frente!
Os Povos têm o direito de se revoltar!
Os meus filhos, os teus filhos, os nossos filhos, não podem estar na mão destes biltres.
Os portugueses , se for necessário, devem seguir o exemplo do Povo de Paris, os "sans culottes".que destruíram a Bastilha, que mataram Luis XVI e Maria Antonieta.
Se me quiserem processar, façam-no, porque eu não tolero pedófilos, que não confessam , nem corruptos que destroem o meu amado Portugal.
Basta, já"!


J.M.M.

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