PONTE DO SOR
PONTE DO SOR, UM ESPAÇO DE LIBERDADE BANHADO PELO RIO SOR
terça-feira, 8 de maio de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
NOVAS VIAGENS, O POVO PAGA!

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CONVITE PARA A ORQUESTRA DE HARMÓNICAS DE PONTE DE SOR REALIZAR DOIS (2) CONCERTOS, NO ÂMBITO DO FESTIVAL SETE SÓIS 30 SETE LUAS, NA ILHA DA SARDENHA (ITÁLIA), NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE CATORZE (14) E DEZASSETE (17) DE JULHO, DO CORRENTE ANO / ASSOCIAÇÃO SETE SÓIS SETE LUAS.
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CONVITE DO INTERNATIONAL CHILDREN´S ART FESTIVAL, YOUTH, INSPIRATION, TALANT, PARA O GRUPO “FIESTA”, DE PONTE DE SOR, PARTICIPAR NO FESTIVAL “CONSTELLATION”, EM BUDAPESTE (HUNGRIA).
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CONVITE DA FUNDATIA, INTER – ART, AIUD FOUDATION, DE AIUD (ROMÉNIA), PARA A PARTICIPAÇÃO DE TRÊS ALUNOS E UM TUTOR (PROFESSOR), NA VII EDITION DA INTER – ART INTERNATIONAL YOUTH ART CAMP
Deliberação na deslocação a Cabo verde e a Italia : “A Câmara Municipal de Ponte de Sor tomou conhecimento, e deliberou, aceitar o Convite (…) sendo que em representação da Câmara Municipal (…), deslocar-se-á o Senhor Presidente da Câmara, João José de Carvalho Taveira Pinto e outro elemento do Executivo da Câmara Municipal de Ponte de Sor , autorizando-se o pagamento das despesas das viagens com o Senhor Presidente e do outro elemento do Executivo da Câmara.”
Deliberação na deslocação à Hungria: “Aceitar o convite (…) Nomear a Senhora Vereadora Alice Emília Fernandes Martins Monteiro ou outro elemento do Executivo, para acompanhar o Grupo, em representação da Câmara Municipal no evento, autorizando desde já o pagamento das despesas com as deslocações, assim como o convidado Professor João Manuel de Carvalho Taveira Pinto (…).
Deliberação na deslocação à Roménia: “Aceitar o convite (…) Nomear a Senhora Vereadora da Educação, Alice Emília Fernandes Martins Monteiro e outro elemento do Executivo, para acompanhar o Grupo, em representação da Câmara Municipal, no evento, autorizando desde já o pagamento das despesas com as respectivas viagens.
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Os 4 assuntos foram aprovados por maioria, com os votos contra dos Senhores Vereadores Joaquim Augusto Guiomar Lizardo e Vitor Manuel Feliciano Morgado, o voto de abstenção do Senhor Vereador João Pedro Xavier Abelho Amante e os votos favoráveis dos restantes membros.
O Senhor Vereador Vitor Manuel Feliciano Morgado, efectuou a seguinte declaração de voto: “Não estou contra que os agentes culturais do Concelho tenham representação em eventos internacionais e que a Câmara os apoie. No entanto, entendo que as condicionantes financeiras, que se refletem em muitas deliberações com condicionalismos e restrições a outros sectores, impedem de votar favoravelmente a quatro deslocações ao estrangeiro presentes nesta reunião e respectivas comitivas. A saber: Cabo Verde, Itália, Hungria e Roménia.”
O Senhor Vereador Joaquim Augusto Guiomar Lizardo, também efectuou a seguinte declaração de voto: “Face à conjuntura económica que o País, o Concelho, as Famílias e as Instituições vivem, do meu ponto de vista não estão reunidas as condições adequadas para que o Município possa suportar os encargos com deslocações ao estrangeiro. Com isto, não significa que não reconheça o enorme mérito do trabalho desenvolvido pelas Instituições, apenas relevo quando se pedem sacrifícios à população e quando existem tantos desempregados no Concelho, pessoalmente não acho correcto o Município de Ponte de Sor assumir este tipo de encargos”.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A VERDADE É COMO O AZEITE...
CONSTITUIÇÃO DE DIREITO DE SUPERFÍCIE A FAVOR DE SÔR
AIR – SOCIEDADE DE AERONÁUTICA, S.A., NO AERÓDROMO
DE PONTE DE SOR
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Declaração de voto (CONTRA) dos vereadores eleitos pela CDU:
“Da análise do presente assunto, lembramos, para enquadramento e fundamento do voto contra dos Vereadores da CDU que este pedido foi inicialmente presente na reunião da Câmara Municipal de 23 de Junho d 2010, onde o mesmo, requerido pela SÔR AIR, empresa do grupo CS, se apresentava sob a forma de pedido de atribuição pelo Município, na qualidade de entidade gestora do Aeródromo Municipal, para a utilização privativa por parte da requerente e por 99 anos, de uma parcela de terreno com cerca de 4.400,00 m2, situada no Aeródromo.
Este pedido foi aprovado pela maioria do Partido Socialista, por um período de 30 anos, tendo igualmente sido remetido ao Gabinete Jurídico para a elaboração de um Protocolo. Em 29 de Setembro do mesmo ano de 2010, foi presente uma proposta do Senhor Presidente da Câmara, com a fixação do valor do contrato do direito de superfície com a citada Empresa, tendo sido aprovado pela maioria do Partido Socialista a fixação de um valor de 1,50 €/m2.
Mesmo reconhecendo legitimidade de qualquer empresa para fazer tal pedido, a qual não questionamos, desde o primeiro dia que os Vereadores da CDU reclamaram a urgência em haver um Regulamento Municipal para cedência de espaços que integram aquele equipamento e nomeadamente com a definição de normas para a atribuição de hangares, e; desde o primeiro dia que exigimos uma análise jurídica sobre os pressupostos e enquadramento legais que legitimaram a então decisão e aprovação pelo Executivo do Partido Socialista.
Efectivamente, só na última reunião, aquando da apresentação de um novo pedido pela mesma Empresa, para a constituição do direito de superfície para uma nova parcela diferente da inicial, entretanto remetido para esta reunião acompanhado de parecer jurídico, nos apercebemos de factos que comprovam as nossas dúvidas e suspeitas de irregularidade em todo este processo:
1- Ao contrário do que foi afirmado nunca esteve presente na reunião da Câmara Municipal, para análise de todos os eleitos, qualquer parecer jurídico que agora finalmente surge;
2- De igual modo todo o processo com o respectivo Contrato de Cedência, assinado, só estiveram presentes na última reunião da Câmara Municipal;
3- O teor das deliberações da Câmara Municipal, anteriormente citadas, não abrangem a aprovação de qualquer contrato, o que viemos a saber que existia e se encontrava em vigor, tendo por isso associado mais um acto com contornos duvidosos no que respeita à legalidade e competências dos envolvidos no processo.
Comprovando-se tais factos, eis que com a presente discussão, estamos finalmente perante a análise jurídica da Senhora Secretária do Vereador do Urbanismo, sobre o enquadramento e legalidade do pedido e da tentativa do Executivo do Partido Socialista emendar a mão sobre o historial já relatado.
Incidindo sobre o presente, distanciando-nos de, numa decisão política, não esgrimirmos argumentos jurídicos de ordem técnica, parece-nos uma vez mais ser determinante, na perspectiva de salvaguarda do interesse público que:
1- O Município esteja munido de um Regulamento Municipal de Cedência de Espaços e Hangares no Aeródromo Municipal que regule critérios;
2- O âmbito de incidência do parecer jurídico e o alcance da Lei, não impedem a discricionariedade de uma decisão sobre tais pedidos e que está implícita nesta aprovação, nomeadamente recorrendo a um procedimento de hasta pública;
3- Não são definidas contrapartidas para além das que vagamente a lei invoca. Em conclusão este assunto e todo o processo associado é demonstrativo da busca desesperada do Executivo do Partido Socialista em querer dar um uso visível ao Aeródromo Municipal e à verba avultada ali investida, isto, depois da falência da EMA, da nova deslocalização dos meios aéreos de protecção civil, então previstos para Ponte de Sor e das vicissitudes ocorridas, com o tão propagandeado cluster aeronáutico do concelho de Ponte de Sor.”
Declaração de voto (CONTRA) do vereador eleito pelo PSD:
“O presente parecer jurídico que suporta a decisão de atribuição do direito de superfície por 30 anos, a título gratuito e sem qualquer outra contrapartida, não pode, em meu entender ser aceite como interessante para o Município, nem justo face a outros utilizadores dos bem imóveis do município. Salvo melhor opinião e ressalvando que não sou jurista, mas no entanto da legislação que me foi facultada pelo município, não tenho a mesma interpretação e portanto não concordo com os termos deste acto administrativo. Para tal, elenco as seguintes questões, que considero relevantes na apreciação deste assunto:
1- Ainda que sob a forma do direito de superfície não se aplique o Decreto – Lei n.º 280/07 neste entendimento, ainda assim, este diploma estabelece disposições gerais sobre a gestão de bens imóveis das autarquias locais, nomeadamente o seu artigo 4.º que refere ―O espaço ocupado em bens imóveis do estado deve ser avaliado e sujeito a contrapartida‖;
2- Se o Município cobra pela utilização de terreno sob a sua gestão (feiras, mercados, esplanadas, bares, cafés) não tem o mesmo dever de cobrar pela utilização deste espaço?;
3- Por outro lado, parece aplicável, contrariamente ao que refere o parecer jurídico, o Decreto – Lei n.º 794/76, por quanto o seu artigo 5.º, referir que o direito à utilização, mediante a constituição do direito de superfície, dos terrenos destinados a empreendimentos cuja realização não venha a ser efectuada pela Administração;
4- Aliás, inserindo-se esta instalação no âmbito de um plano nacional (empresa nacional de meios aéreos) ressalta a necessidade de maior cautela, nesta decisão, nomeadamente o previsto no artigo 1.º, do Decreto – Lei 794/76;
5- Sendo aplicável a constituição do direito de superfície, refere o artigo 19.º, que será por prazo não inferior a 50 anos, a estabelecer em função das características do edifício, do fundo necessário para a amortização do capital a investir e da sua adequada remuneração;
6- Na constituição do direito de superfície deve ficar claro o prazo para início e conclusão das construções (conforme artigo 20 do DL 794/76 ou conforme artigo 27 da Lei 2..030);
7- Conforme artigo 21 do DL 794/76 – O direito de superfície pode ser cedido contra o pagamento de uma quantia determinada ou de prestações periódicas e conforme artigo 23.º, al. e) da Lei 2..030;
8- Conforme artigo 29, n.º 3 de DL 794/76 – O direito de superfície sobre os terrenos destinados aos restantes empreendimentos, será cedido mediante hasta pública, e conforme artigo 22 da Lei 2..030;
9- Acerca do valor de base de avaliação, parece-me que enferma de erro grosseiro, pois não pode o mesmo ser avaliado ao preço da aquisição pelo município, depois de valorizado com as infra – estruturas já realizadas e que motivam aliás o interesse neste espaço;
10- Não tem em conta qual o fim em vista da pretensão ou objecto de debate, isto é, deve o dito parecer jurídico enquadrar a pretensão e a sua viabilidade legal, nos termos em que a mesma posteriormente será desenvolvida. Ou isto é, se a atribuição de uma licença de serviço de táxi automóvel carece de hasta pública e está sujeito a regulamento, não deve o fim em vista da utilização de um terreno do município, pretendido para o estabelecimento de empresa de táxi aéreos, ser precedido do mesmo princípio de legalidade?;
Em conclusão, nada tenho contra o negócio desde que seja precedido das seguintes precauções:
a) Hasta pública, tendo em conta o fim em vista;
b ) Quantia a pagar pelo superficiário e os termos do pagamento;
c) Até à aprovação do Regulamento do Aeródromo, deve o superficiário pagar uma renda não inferior a 500,00 €.
Ressalvo que nada discordo da constituição do direito de superfície, apenas permito-me chamar a atenção de aspectos legais que interpretei de maneira diferente do serviço jurídico do município.
No entanto, esta infra-estrutura é demasiado importante no quadro de potencialidades ao desenvolvimento económico do Concelho, cabendo a todos nós o procurar dessas potencialidades.”
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sábado, 25 de junho de 2011
ALI,COMO AQUÍ OS VIGARISTAS ATÉ SÃO DO P.S.
EXPRESSO
25 de Junho de 2011
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
MAIS UM VOLTINHA, MAIS UMA VIAGEM...
CONVITE PARA A INAUGURAÇÃO DO NOVO CENTRUM SETE SÓIS SETE LUAS DE FRONTIGNAN (FRANÇA) / FESTIVAL SETE SÓIS SETE LUAS
A Câmara Municipal tomou conhecimento e deliberou:
1- Autorizar a deslocação do Senhor Presidente da Câmara e do Senhor Vice-Presidente, a Frontignan, para a inauguração do terceiro Centrum Sete Sóis Sete Luas, sendo a deslocação feita na viatura da Câmara Municipal e as despesas de alojamento e alimentação suportadas pela Autarquia de Frontignan.
Aprovado por maioria, com os votos contra dos Senhores Vereadores João Pedro Xavier Abelho Amante, Vitor Manuel Feliciano Morgado e Joaquim Augusto Guiomar Lizardo e os votos favoráveis dos restantes membros.
Os Senhores Vereadores João Pedro Xavier Abelho Amante e Vitor Manuel Feliciano Morgado, efectuaram a seguinte declaração de voto: << Nos últimos tempos tem a maioria PS referido que em nome da crise que atravessamos, teria de haver e houve cortes nos apoios financeiros ao associativismo e a actividades diversas. Não entendemos agora que os mesmos eleitos venham aprovar a presente deslocação, a qual não releva para as prioridades e para o interesse público do Concelho. >>.
O Senhor Vereador Joaquim Augusto Guiomar Lizardo, efectuou a seguinte declaração de voto: << Considero que face ao período que o País atravessa, qualquer deslocação ao estrangeiro deveria ser motivo de reflexão e que embora a despesa possa não ser de montante elevado, na política quer se concorde ou não vive-se muito da imagem, e em minha opinião não fica bem o Município nesta altura deslocar dois membros do Executivo, Presidente e Vice – Presidente, numa deslocação ao estrangeiro, para mais para a inauguração de um espaço, o qual a presença dos mesmos não é imprescindível. >>.
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
PORRA ..., LUÍS!
As imagens, supostamente reportam-se ao mesmo momento, mas são enganadoras.
Na primeira, a bandeira da UE está protocolarmente mal colocada.
Por isso mesmo, a foto que foi cedida pelo Governo à agência Reuters, foi apanhada de outro modo e notoriamente noutra altura.
A segunda foto, mostrada no Público e relativa ao momento e assunto, foi obviamente montada e retocada à boa maneira soviética.
A pose e a gravata do mudo não é a mesma.
A bandeira trocou de lugar e ambas foram deslocadas para outro sítio mais enquadrado.
A encenação aparece evidente, porque a ideia da foto é da do momento da comunicação, o que é falso.
Com esta gente é tudo encenação.
Tudo.
Desde sempre.


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terça-feira, 3 de maio de 2011
OBRIGADO A TODOS...
Mais pobres, no imediato e absolutamente miseráveis num futuro bem próximo.
É um aumento brutal na dívida a juros que um país a crescer 1%, jamais poderá pagar.
Nem sequer os juros, quanto mais o capital.

Se no plano que se espera não estiverem inscritas medidas para relançar a economia e isto passa essencialmente pela produção de bens exportáveis, resta-nos deitar a corda ao pescoço ou, emigrar para bem longe.
Batemos bem no fundo e deveremos ficar eternamente gratos à cambada de inúteis, oportunistas, vigaristas e incompetentes que transformaram este país, eternamente atrasado e rural, num oásis para as construtoras civis, banca, e um punhado de amigos encostados ao regime a quem foram vendidas a preço de saldo empresas estratégicas como a Galp, Edp ou a Portugal Telecom, património rentável, em nome da livre concorrência e do benefício que a privatização traria aos consumidores.
Viu-se.
Gratos igualmente a nós próprios, eleitores imbecis e idiotizados que legitimámos todas as trafulhices, que aceitamos a corrupção, o desleixo, o tráfico de influências sem que nos doa a coluna vertebral ou os tomates, porque não os temos. a nosso lado, nomes como Cavaco, Guterres, Ferro, Soares, Constâncio, Loureiro, Sócrates, e tantos outros, ficarão indubitavelmente guardados na caixa dos figurões que um dia integrarão o anedotário nacional.
Foram décadas de lapidação do património publico e privado. décadas durante as quais, impunemente, qualquer aldrabão roubou o que pôde, sem que nada lhe sucedesse.
Os escândalos fizeram as manchetes que a espuma dos dias rapidamente lavou.
Desde a vigarice do Bcp que emprestou dinheiro aos seus clientes para que estes comprassem acções daquele banco a 5€, valor nominal forjado por trafulhices, e que hoje valem 50 cêntimos, passando por golpes como o Freeport ou o aterro da Beira, às parcerias público privadas, às golpadas dos estádios de futebol, das auto-estradas paralelas, foi um período de oportunidades na nossa história.
As formiguinhas incansáveis das autarquias, dia e noite a cavar o buraco com empreitadas de betão, a desbravar rotundas, pavilhões polidesportivos, piscinas, tudo obras de grande impacto na formação moral e escolar das novas gerações já que as anteriores, estão solidamente embrutecidas e infantilizadas.
Portanto, muito obrigado também aos senhores autarcas que ajudaram à falência, por tão bem terem sabido dar os dinheiros públicos às colectividades locais, pródigas a manterem os mais novos eternamente crianças, pelas inúmeras festas que patrocinaram, pelos passeios e almoços dos idosos ali ao lado, pelos bonés, chapéus de chuva, cachecóis, esferográficas e sacos de plástico que lhes ofereceram em troca do voto, pelos parques de merendas, pela manutenção dos impostos nos mais altos escalões, bem hajam.
Amanhã, os credores apresentam-nos a factura.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES
Em seis meses, 645.559 crianças deixaram de receber abono de família no país mais envelhecido da Europa e oitavo da OCDE com maior taxa de pobreza infantil.
Ao mesmo tempo, no mesmo país, um fluxo de sentido contrário fazia chover milhões nas contas bancárias da Associação Portuguesa de Bancos, Automóvel Clube de Portugal, Mota-Engil, Parkalgar e Colecção Berardo, entre outras entidades com necessidades especiais de enriquecimento.
Números são números, não são de esquerda, nem de direita.
Ao contrário da governação Partido Socialista.
A esquerda deles é perene, sempre esquerda, independentemente do tamanho das injustiças que vão alimentando com o dinheiro dos contribuintes.
Filipe
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
ONDE ISTO CHEGOU...
O país faliu e neste momento, ninguém sabe o que se seguirá.O país moderno do engenheiro licenciado por fax, é isto.
Uma nação desempregada, analfabeta, estúpida, iletrada, sem tomates nem coluna vertebral que espera dos contribuintes europeus, a esmola que lhe permita comer amanhã.
Entretanto, os régulos do poder local, preparam-se para esbanjar os dinheiros (não sei quais) nas famosas obras do fomento, que servem para estourar mais uns milhões que não há e festas que tanta tusa lhes dão, seguramente porque são os outros a pagar.
Mas, até a irresponsabilidade tem limites toleráveis.Recomenda-se vivamente aos senhores autarcas o bom senso de cancelarem obras e festejos, bem como uma gestão rigorosa de qualquer dinheiro público gasto.
Não é apenas uma questão de responsabilidade que se espera e exige.
É que nas circunstâncias actuais, qualquer desperdício é crime de gestão danosa.
Não fosse este povo de brutos o que é, muitos dos que estão nas áreas do poder, estariam a ser julgados pelos crimes que cometeram.
É que o dinheiro que falta, não se evaporou.
Está a recato distribuído pelas muitas contas caladas que o sigilo bancário protege, resguardadas nas leis feitas à medida para o caso.
O dinheiro que nos foi dado a fundo perdido pelos contribuintes europeus, mais todo o que se pediu emprestado, anda por aí.
Não é por acaso que um país falido esgota todos os destinos nas férias da Páscoa.
As contribuições dos trabalhadores para os fundos de pensões serviram para fazer estradas que ninguém pediu, estádios para a bola e mesmo para jogar na bolsa.
Agora, na velhice quem trabalhou e descontou uma vida inteira, está em vias de ir estender a mão à caridade.
Não somos efectivamente um povo digno, se o fossemos não teríamos chegado aqui.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
É SÓ IMAGEM!
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quarta-feira, 23 de março de 2011
COITADINHOS!

Os chuchalistas transformaram-se todos hoje em pobres calimeros (infeliz pintinho o único negro da família de amarelos), tanto a nível nacional, o José Sócrates, como a nível local, o Taveira Pinto.
Na sua original conjugação entre o Calimero vítima das mais tenebrosas conspirações foi obrigado a demitir-se por ser vigarista.
O segundo além de vigarista, está cada vez mais louco, basta ler esta notícia da Rádio Portalegre:
Ponte de Sor: Autarca do PS diz que ASAE devia encerrar câmara por falta de condições ...
23-Mar-2011
O autarca socialista de Ponte de Sor, Taveira Pinto, criticou o secretário de Estado José Junqueiro por indeferir a comparticipação dos novos Paços do Concelho, considerando que o actual espaço devia ser encerrado pela ASAE.
Taveira Pinto explicou que o actual espaço onde está instalada a autarquia“não oferece condições e que o município vai arrancar em breve com a construção de um novo edifício dos Paços do Concelho, num investimento superior a três milhões de euros.
O valor da obra será suportado pelo município, situação que levou o autarca a criticar o secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, considerando que o governante não é digno de estar no Governo.
Taveira Pinto lembrou que o município solicitou junto da Secretaria de Estado um contrato programa para auxiliar na comparticipação da obra, mas esse pedido foi indeferido por José Junqueiro.
A Secretaria de Estado da Administração Local explicou que só a sede da Câmara de Ponte de Sor, custará mais de 4,1 milhões de euros, com uma exigência de comparticipação de 870 mil euros, o que representa cerca de um sexto da verba disponível para todo o país. Com um orçamento muito reduzido, a mesma fonte lembrou que a verba destinada para este ano para a área da Cooperação Técnica e Financeira é de 5 milhões de euros, tendo à partida aquela entidade uma série de pagamentos em falta no valor de 4,8 milhões de euros, resultantes de compromissos assumidos por governos anteriores.
É fartar vilanagem!
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quarta-feira, 2 de março de 2011
ELES CONTINUAM A BATER PUNHETAS A GRILOS E OS ALDEÕS VÃO SUSTENTANDO ESTES DESVANEIOS
Se há poder local que sabe antecipar necessidades, é o de Ponte de Sôr.
A ideia de estender a zona ribeirinha ao Arneiro é mesmo uma ideia do catano.
Já que, como é sabido, o espaço actual é claramente insuficiente para albergar tanta mosca varejeira.
Ora, com o desemprego a subir e a vontade de trabalhar a decrescer por via do assalto fiscal, o alargamento deste espaço mais que prioritária, é uma obra de caridade.
Então a ideia da ponte pedonal, é um must.
Nem que seja apenas para gastar mais uns milhares de euros sacados aos contribuintes pontessorenses e aos contribuintes europeus, parece não haver graveto, e sendo certo que a dona ângela já disse que não há mais pão para malucos.
Já pudemos imaginar mais esta notável obra de engenharia, projectada por um arquitecto/artista plástico/construtor de vasos de oliveiras com rodas/construtor de robôs pintores, importando para terras da ponte pelo grande amigo da fundação antónio prates, uma sólida estrutura para aí com uns metros, erguida sobre as bravas águas do sôr, ligando finalmente a aldeia da ponte, ao lugar do Arneiro, pondo assim fim ao isolamento pedestre das populações daquela margem.
Aqui, antevê-se o aproveitamento dos improdutivos terrenos para a implantação de estruturas públicas necessárias ao apoio de desempregados, velhos e mandriões, tais como umas mesas para merendas – área em que o concelho é carenciado – uns escorregas para os cachopos, mesas e bancos para torneios de sueca, pistas para chinquilho e malha, um fosso olímpico para torneios de pressão de ar, etc.
Mas, o maior benefício desta empreitada, será a utilização da nova ponte para os passeios pedestres dos amigos da sueca do rei bugalheira, pondo fim à inclassificável segregação a que o lugar de Arneiro tem sido sujeito.
Agora sim, o sossego vai acabar naquele lugar do concelho da ponte, com a mais valia dos passeantes de tão afamado grupo de intelectuais verem os seus gingares e requebros ampliados pelo balanço da estrutura, o que garantirá um significativo aumento qualitativo na prestação dos cuidados de saúde, perdão, da qualidade do maior evento social, empresarial, social e económico, para o qual os pagadores de impostos vão contribuindo, a ampliação e recuperação do elefante azul dos cadeirões, no qual o arquitecto/artista plástico/construtor de vasos de oliveiras com rodas/construtor de robôs pintores, importando para terras da ponte pelo grande amigo da fundação antónio prates, já têm novas salas disponíveis para lhe servirem de atelier. Bem como a construção de raiz dos notáveis paços do concelho da aldeia da ponte.
Ora estas grandiosas obras de fomento, não se coadunam é com o mercado, a praça como lhe chamam, ali mesmo nas traseiras da antiga câmara, sempre a atazanar os narizes sensíveis dos senhores funcionários, apesar de há anos já ali não se encontrarem acampados, (ia a dizer trabalhadores municipais) com os fedores dos galináceos, já para não falar do fénico que exala do peixe congelado que, quando misturado com odores sovacais, deverão provocar gigantescas alergias nos funcionários camarários que diligentemente labutam por conta do povo.
Será pois oportuno, despejar o mercado, resolvem-se logo dois problemas. Ajuda-se o negócio dos supermercados e acaba-se com a balbúrdia em tão nobre zona, e a gente escusa de ir à parte velha da aldeia de Ponte de Sôr, até porque beduído, ou pontessorense como é conhecido, é para uso do pessoal da câmara e não dos aldeões que a vão sustentando.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
É SÓ CORRUPÇÃO !
Uma reportagem de meter medo.

Por cá o esquema é o mesmo.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
VAI TUDO BEM?

Até Outubro, segundo os últimos dados disponíveis do Banco de Portugal (BdP), foram já pagos €4,7 mil milhões em encargos só com os títulos de dívida (pública e privadas) de curto e longo prazo.

Em contrapartida, recebeu apenas €2,8 mil milhões, o que significa um saldo negativo de quase €2000 milhões que foram retirados à riqueza produzida este ano.
Mas isto é apenas uma parte dos rendimentos totais transferidos para o exterior, onde se incluem também remunerações de trabalho, lucros e dividendos de participações em empresas. Quando se incluem todas estas parcelas, a fatia que o exterior leva do produto interno bruto (PIB) português é ainda maior.
Até Outubro foi de €6,3 mil milhões mas o Banco de Portugal estima que possa ser de 4,5% do PIB no final do ano, ou seja, qualquer coisa como cerca de €7,78 mil milhões.
E o pior é que a tendência é para se agravar.
No Boletim Económico divulgado esta semana, onde prevê que a economia caia 1,3% em 2011 e cresça 0,6% no próximo ano, o banco central aponta para um agravamento do défice da balança de rendimentos para 5,4% em 2011 e 6,3% em 2012.
Assim, os portugueses não terão apenas que enfrentar uma diminuição do PIB este ano como verão aumentar a parte do rendimento nacional transferida para o exterior para pagar dívidas e investimentos em território nacional.
É a consequência do avolumar de dívida externa mas também do aumento dos custos perante a crise da dívida soberana. A taxa de juro da dívida pública a dez anos está agora próxima dos 6,9%. Em média, no ano passado, foi de 4,2%.
Para a banca nacional, altamente endividada no exterior (cerca de €170 mil milhões no final do terceiro trimestre), esta crise traduz-se também em taxas de juro mais altas. Enquanto o Estado tem neste momento uma taxa 5,9% na dívida a cinco anos, há bancos a pagar mais de 10%. Durante o ano passado, perante um mercado monetário com pouca (ou nenhuma) vontade em emprestar às instituições financeiras nacionais, foi o Banco Central Europeu (BCE) a estender a mão.
Os empréstimos de Frankfurt atingiram um valor recorde em Agosto, ao chegar a €49 mil milhões.
Entretanto, desceu mas voltou a subir em Dezembro para €40,9 mil milhões.
Em 2004, por exemplo, o défice da balança de rendimentos foi de apenas 2% do PIB. No próximo ano será o triplo. Entre 2010 e 2012, pelos cálculos do Expresso a partir das projecções do BdP para o crescimento nominal da economia (usando a taxa de inflação por falta de dados sobre o deflactor do produto) e para a balança de rendimentos, serão €28,5 mil milhões pagos ao exterior.
Cerca de um terço deste valor são juros.
No Boletim Económico, o banco sublinha mesmo que esta situação resulta do "atual contexto de elevados prémios de risco da dívida soberana para Portugal". Sobre a política monetária futura do BCE, o BdP não faz antevisões mas nas projecções admitiu a hipótese de manutenção das actuais medidas durante o horizonte de projecção.
Leia-se, a actual política de cedência de liquidez ilimitada nos leilões semanais à taxa fixa de 1% é para continuar até 2012.
Antes da crise, os leilões tinham montantes limitados e a taxa era uma base de licitação podendo subir com as ofertas.
Está também subjacente a possibilidade de Frankfurt continuar a comprar dívida soberana no mercado secundário para tentar dar alguma estabilidade às taxas de juro e travar a pressão sobre os países periféricos.
Esta semana, por exemplo, o BCE fez uma forte intervenção em títulos portugueses na terça-feira para acalmar os investidores antes do leilão de quarta-feira.
O Governo passou esta semana com sucesso o primeiro de muitos testes que tem pela frente este ano.
Mas a factura dos juros do Estado e do sector privado cresce a cada emissão, à medida que as novas taxas (mais altas) vão substituindo as anteriores (mais baixas).
O preço a pagar não vai parar de aumentar nos próximos anos.
Só nos cerca de quatro minutos que demorou a ler este post foram mais €44 mil.
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sábado, 18 de dezembro de 2010
O QUE VIRÁ A SEGUIR?
E uma vergonha sem fim.
A manha instalou-se no governo, nos sindicatos e no patronato. Veja-se a recente ideia de mexer nas indemnizações pagas a quem é despedido.
Primeiro não se disse que eram só para os futuros contratos. Parecia que era para todos.
Quando a coisa já estava aceite, sem grande contestação e com João Proença já com as calças em baixo, como sempre, veio dizer-se que os que agora estão sob contrato, não veriam ajustados o valor das indemnizações.
Mas dois dias depois, como a medida não foi contestada, já deu para ir mais longe.
Afinal, os que já têm contrato também serão penalizados.
Claro!
Não serão reduzidas as indemnizações...apenas a forma de cálculo.
O cinismo não pode ser maior.
E a falta de carácter político de Proença, a verdadeira cremalheira do Partido dito Socialista, não pode ser mais amarelo e traidor.O senhor dos Passos não faria melhor!
Estamos perante uma situação que até agora nunca tinha sido muito contestada pelo patronato.
Por razões práticas.
Isto é: as actuais indemnizações permitem a qualquer patrão despedir individualmente sem justa causa, sendo que, a causa evocada para passar a ser justa basta que utilize um dos vários itens que o novo código do trabalho introduziu, também com a total anuência dos sindicatos.
Para o despedideiro é bom negócio despedir: poupa na segurança social, poupa na troca do despedido por um aprendiz a soldo baixo, e até pode deduzir no IRC a despesa que teve ao ver-se livre de um empata.
Portanto: pagar mais uns tostões até pode compensar.
Não compensaria, se tivesse de indemnizar também a segurança social pela perda de entrada de contribuição e não tivesse de deduzir um despedimento como uma despesa. E não compensaria, se uma empresa com lucro, tivesse de ser penalizada com despedimentos, para aumentar os lucros e a distribuição de lucros pelos sócios e accionistas.
O que é notável, e mostra bem os tempos de falta de contestação e de amorfismo em que vivemos, é o facto de as medidas penalizadoras serem feitas à semana.
Ora, isto cria uma instabilidade sem preço na sociedade e faz com que o Estado seja cada vez mais um gangster pronto a assaltar o cidadão na sua carteira e nos seus direitos.
Assistimos à falta de política em favor da engenharia financeira. Exactamente o que levou o Mundo ao estado em que está.
Meia dúzia de medidas da treta, que não fazem avançar a economia, mas fazem encher o ego de um patronato troglodita, montado em carros topo de gama e em contas blindadas no estrangeiro, são suficientes para a D. Merkl achar que o país vai no bom caminho.
Portanto: para a semana quem tem agora contrato de trabalho vai passar a receber menos em caso de despedimento e daqui a 15 dias não recebe nada.
É o PREC dos patrões.
L.Carvalho
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sábado, 11 de dezembro de 2010
PORTUGAL ANSEIA PELO FMI !
Por tudo isto e muito mais não admira que agora, à falta de um governo responsável, com huevos e com sentido social, o português anseie pela vinda do FMI.
A Nossa Senhora já deu o que tinha a dar e parece que também entrou em crise devido à míngua das esmolas, e até o professor de economia posto pelo voto popular na cadeira de Belém já não consegue fazer de Menino Jesus, nem de qualquer outra figura prestável do presépio nacional.
O português típico que respondeu à sondagem deste fim-de-semana do Expresso, SIC e Rádio Renascença, sonha agora com uma santa aliança FMI-PSD, uma joint venture entre Borges e Coelho, a santa aliança mais que perfeita para levarem a cabo o desmantelamento final do Estado Social.
A última bandeira ( e única) que fazia até agora a diferença entre a esquerda social-democrata (PS) e o liberalismo troglodita da direita (PSD).
Portanto: os portugueses depois de terem sido chibatados pelo governo de Sócrates, estão agora já a baixar as calças à espera das vergastadas dos carrascos do Fundo.
Há qualquer coisa de sórdido e de masoquista no comportamento do português, mas esta tendência doentia para o sofrimento começa a ser mais preocupante do que a subida dos juros da dívida.
A não ser que haja aqui neste síndroma da dor algo de místico e de redentor. Soubemos esta semana que João Paulo II se auto-flagelava na intimidade e também já sabíamos que um banqueiro caído em desgraça desafiava a auto-tortura em nome do Senhor, na mesma altura em que gizava grandes engenharias financeiras.
Se o Zé Coitado acha que é a levar nas nálgas que vai enriquecer... o melhor é por-se a jeito e ouvir outro grande mestre da chicotada que no melhor das suas curtas-metragens, gritava: Aguenta e não chora!.
L.Carvalho
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
É FARTAR VILANAGEM NA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
ELES (SOCIALISTAS), ROUBAM TODOS OS DIAS

A.C.
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