terça-feira, 16 de outubro de 2012

ELES VÃO ROUBAR-NOS!


































(clique na tabela para ver 
o roubo que lhe vão fazer)

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

VIGARISTAS, ...



Retirado de uma resposta no Expresso online…:


Há dez minutos atrás, ao preencher o formulário para aderir ao descontinho de 10%, deparo-me com a obrigatoriedade de inserir um NIB para pagamento bancário. Como já tenho pagamento por conta bancária, recorri à menina EDP, através do 808 501 501 (linha dedicada aos patos que querem este descontinho e eu fui um deles).
-Fulana de tal... EDP... em que posso ser útil?
- Estou a tentar preencher online a adesão ao desconto de 10% e não há nenhum campo para indicar que já tenho pagamento pelo banco.
- Este será um novo contrato, por isso tem de introduzir o NIB, mesmo que seja o mesmo.
- Um novo contrato? Porquê?
- Porque a senhora está a deixar de ser cliente da EDP Universal e está a passar a ser cliente da EDP mercado liberalizado.
- E... isso quer dizer o quê???
- Que passa a estar no mercado liberalizado de fornecimento de energia que a TROIKA obrigou.
- E se eu não sair da EDP Universal?
- Mais tarde vai ter de sair, porque o mercado regulado vai acabar, por ordens da TROIKA.
- E vai acabar quando?
- Em 2015 vai deixar de haver.
- Então quer dizer que até 2015 ainda posso estar como cliente do mercado regulado!?
- Sim, mas depois tem de sair.
- E se sair já, o que acontece ao preço que vou pagar?
- Até final da campanha os preços mantêm-se...
- E depois de Dezembro de 2012 (final da campanha)?
_ ????
- JÁ PERCEBI! NÃO QUERO ADERIR, MUITO OBRIGADA.


Espero que os caros comentadores e leitores também consigam perceber a tempo o que aí vem. Cump.



EXPLICAÇÃO BÁSICA:

No Mercado Regulado, tal como o nome indica, os preços são devidamente controlados por uma entidade competente, não podendo subir além dum determinado valor.
No Mercado Liberalizado não há qualquer regulação, ou seja, temos de estar atentos ao que nos cobram mensalmente.
Quando aderimos à Campanha do sistema de Pontos do Continente, obrigatoriamente temos de passar do mercado regulado para o mercado liberalizado e, por conseguinte, assinar novo contrato.

Além dos esclarecimentos acima reproduzidos, impõe-se acrescentar:

Por contacto feito com a linha EDP (808501501) fomos informados que ao aderir à campanha em referência, teriamos de renunciar à tarifa bi-horária (em que o custo do kWh tem uma redução de 46,2%);


O QUE FAZER:

Aconselhamos a quem não concordar com esta “habilidade” da EDP (com a colaboração do grupo SONAE/Continente) configurando um flagrante caso de “ambush marketing” (marketing de emboscada) e publicidade enganosa, que apresente as suas queixas junto da Direcção Geral do Consumidor e/ou ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial), para além da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos).


Pedro Q. Graça

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

LADRÕES ENCARTADOS


Não há memória de maior roubo ao Estado Português.
Feito à luz do dia, ao longo de anos, narrado nos jornais com todos os pormenores, sem que a polícia ou os tribunais lhe pusessem cobro.

O BPN/SLN foi urdido, criado e gerido, expressamente para roubar os depositantes e o Estado português.
Uma associação criminosa formada por governantes do PSD, incluindo o actual Presidente da República, que, com o PS nacionalizou o banco falido, comprando só o lixo, e que agora que com o PSD o privatiza, vendendo só o que tem valor, aos mesmos apaniguados do PSD.

Um prejuízo de 10 mil milhões, para Portugal!
Um lucro de 10 mil milhões, para a gatunagem no poder!
Uma manobra de gatunos bem combinados e coordenados.

Não é o Estado que é mau gestor.
São os governos do PS e do PSD que são associações criminosas dedicadas ao roubo do Estado.

M.

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

A ÁGUA É DO POVO

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CAMBADA DE ...

Há uma crise financeira.
Todos sabemos.
Fácil de explicar: andaram a vender-nos crédito barato, agora que estamos agarrados, querem dar-nos metadona em forma de juros altos, ditados pelas agências de rating, as mesmas que comeram e calaram antes da crise internacional, fruto da economia de casino, da política neo-liberal.

Mas para lá da crise financeira, e da insustentável pressão dos ditos mercados, os que tinham sempre razão segundo os rapazes neo-liberais, há uma crise crónica na política.
Essa crise tem rostos, muitas vezes na penumbra.

É bom lembrar que foi Cavaco que come
çou por desbaratar a classe política com a lei das incompatibilidades para deputado.
Ninguém se lembra, obrigado!
Com essa lei da rolha, o Parlamento passou a ser frequentado por pára-quedistas da política, rapazolas vindos das juventudes partidárias e uma matilha de vozes do dono.
A política passou a ficar desinteressante e os que conseguiram por-se a salvo, emigraram para plataformas mais rentáveis e discretas, desde as empresas públicas às privadas de interesse público.


A lamentável e escandalosa história do BPN e da SLN ( Sociedade Lusa de Negócios) de quem Cavaco foi accionista por um breve e rentável período, tem a ver com esta política gerada em bastidores recônditos, escondidos, onde se mexem milhões, numa off-economia muito maior do que a economia paralela, esta praticada por pobres e remediados que conseguem fugir à voragem do Estado, e sobreviver!

Aqueles que ganham 200 mil euros por dá cá umas acções, que te vendo, e toma lá um lucro sem esforço nem risco, diz bem de muitos que usam os pobres, os excluídos ( que eles criaram com as suas políticas), para virem a público como os defensores da Pátria, do povo e do futuro.

É fácil falar de má moeda, dos pobres e ganhar numa penada o equivalente a uma vida de trabalho de um português médio, sem mexer uma palha nem nada arriscar.
Basta ter um amigo certo, no banco certo.
É esta hipocrisia que eu não consigo perceber.

Como pode um povo aceitar este tipo de gente e dar-lhe um voto de confiança, um cheque em branco, para mais 5 anos de cinismo político?

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

ELES (SOCIALISTAS), ROUBAM TODOS OS DIAS




Seitas de pulhas com modus operandi destes, só poderiam levar o país à exaustão, decadência e falência.


A.C.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

ONDE HÁ FUMO, HÁ FOGO!



Taveira Pinto
presidente do município de Ponte de Sor,propõe nulidade do licenciamento da obra do

Carlos Saraiva,

para in
verter a mais que certa perda de mandato do vereador eleito pelo P.S.


LUÍS JORDÃO


Os coitadinhos, inocentes, ao que parece, descobriram agora que o licenciamento das obras foi mal feito e que afinal estavam implantadas junto à água, na reserva ecológica.


GRANDES

VIGARISTAS

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sexta-feira, 26 de março de 2010

MAIS DOS MESMOS...

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

MAIS CRIMES AMBIENTAIS DE CARLOS SARAIVA E TAVEIRA PINTO NA BARRAGEM DE MONTARGIL







O presidente da câmara municipal de Ponte de Sor, Taveira Pinto, e Carlos Saraiva, estão a cometer mais um grave atentado ambiental na Barragem de Montargil.




Milhares de Toneladas de Terra,

da obra do aeródromo municipal

estão a ser depositadas

nas margens e no leito da

Barragem de Montargil.


Milhões de m3 de Terra estão a ser depositadas sem autorização do Ministério do Ambiente, da Administração da Região Hidrográfica do Tejo e da Associação de Regantes do Vale do Sorraia.


A terra está a ser depositada no leito e margens da Barragem de Montargil , área proibida por Lei.

Carlos Sarraiva está construir um campo de golfe e uma marina ilegalmente. No processo do campo de golfe, existente na câmara municipal de Ponte de Sor, não consta um único parecer do Ministério do Ambiente.
O parecer do vereador das obras da câmara municipal de Ponte de Sor, Luis Jordão, de aprovação do campo de golfe foi: favorável condicionado à existência de uma fossa estanque.
É simplesmente patético.

Ontem, no final da reunião do executivo municipal, o vereador da oposição Joaquim Lizardo do PSD, solicitou esclarecimentos acerca da legalidade desta intervenção e obra.
Tendo o vereador das obras, Luís Jordão e o presidente Taveira Pinto dito que estava tudo legal, tendo ainda o presidente Taveira Pinto, afirmado: que aquilo era para repor terras que antigamente retiraram daquela zona para os areeiros.

A Associação de Regantes do Vale do Sorraia, tentou embargar a obra, no dia 8 de Setembro. Carlos Saraiva não parou os trabalhos.
A Associação de Regantes foi à GNR apresentar queixa, esta entidade de segurança não tendo aceitado a queixa.
Perante esta situação, a Associação de Regantes do Vale do Sorraia, apresentou queixa à Administração da Região Hidrográfica do Tejo.
Ontem, dia 9 de Setembro, uma equipa da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, deslocou-se à Barragem de Montargil, embargou a construção da marina, do campo de golfe e a deposição de terras.

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

MAIS VIGARICES DO CS

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sábado, 20 de dezembro de 2008

ELES JÁ NEM CRÉDITO CONSEGUEM...

A manchete do Expresso, o Borda d'Água do regime, traz uma manchete à qual pouca gente prestará a devida atenção por causa dos peidinhos e dos arrotos da classe política, metida nas suas tradicionais conversas de porteiras e na intriga mais baixa, a única coisa que interessa às redacções.
Sucede que, apesar do admirável Sócrates e da não menos extraordinária banca portuguesa, Portugal não possui crédito (literalmente) externo.
Mesmo com o aval do Estado, a Caixa Geral de Depósitos - que até é uma coisa séria ao pé de outros tugúrios da especialidade - não conseguiu o empréstimo que solicitou e, mesmo assim, pagou uma batelada em spread que agora vai forçosamente reflectir nas famosas famílias e nas empresas que tanto preocupam o magnífico Sócrates.
Entretanto o Estado (com a indispensável ajuda dos mansos dos contribuintes) já meteu 1,5 mil milhões de euros na CGD, para, designadamente, financiar abortos como o BPN.
Traduzido em pechisbeque, isto quer dizer que lá fora não confiam em nós e não nos passam cartão. E quem não confia, não empresta dinheiro ou empresta-o mais caro.
Em compensação, nós por cá parecemos mais interessados em discutir o comportamento da irrelevante Assembleia da República e dos inúteis que a compõem do que em pensar no abismo que se aproxima.
Uma raça tão ignóbil merece tudo o que de mau lhe acontecer.
Só espero ter tempo para me poder sentar tranquilamente à beira do rio a ver passar o cadáver do regime rumo ao mar.


J.G.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

TEMOS DE ACABAR COM A BANDALHEIRA

Como é que isto é compatível com isto?
Quem é que anda a desviar o dinheiro dos impostos dos cidadãos?
Não se pode permitir que a corja continue impunemente a praticar erros de gestão!!!
E não é necessário esperar por eleições para acabar com a bandalheira!!!
A rua tem muita força!!!


L.

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sábado, 8 de novembro de 2008

EM PONTE DE SOR O ELÉCTRICO FUTEBOL CLUBE VIVE À CUSTA DOS NOSSOS IMPOSTOS...


A questão é que o Eléctrico está em contra-ciclo com a realidade do desporto praticado nas cidades idênticas a Ponte de Sôr (parece que nesta terra ninguém vê a liga dos últimos), está em contra-ciclo com a própria cidade que não rejubila prosperidade e é uma instituição sustentada por dinheiros públicos (fora um ou outro patrocinador, e tenho a certeza que o patrocínio do CS é uma contrapartida aos investimentos que ele está a fazer no concelho e não parte da sua própria iniciativa, o que é ridículo).
Quanto é que a câmara municipal de Ponte de Sôr dá exactamente ao eléctrico por mês?
Fora o orçamento anual, o investimento das cadernetas foi todo de quem?
O investimento em festas a favor do Eléctrico foi pago por quem?
A compra dos equipamentos foi pago por quem?
Já se questionaram porque é que estão a perder sócios?
Já pensaram porque é que há cada vez menos gente a pagar as quotas ao Eléctrico?
Perguntem aos que deixaram de pagar as quotas, a razão que os levou a fazer isso.
Eu deixei de pagar.
Perguntem em quanto estão a ser chulados pela câmara municipal de Ponte de Sôr em impostos para serem revertidos a instituições cujas gerências sempre estiveram envoltos num sentimento de duvida e credibilidade (a FAP e o Eléctrico em particular).

Se me perguntarem se achava bem que a câmara deixasse de assumir a sua responsabilidade face à instituição eléctrico, claro que não achava bem.
É obrigação da câmara assegurar condições à prática desportiva e o número de praticantes que o Eléctrico tem é sinal disso mesmo.
Quanto a isso estou plenamente de acordo.

Não estou é de acordo que se aplique taxas IMI e IMT máximas (não me venham com a treta desta aplicação se dever ao facto de ser câmara socialista porque há muitas outras câmaras PS, que muito antes de entrarmos em época de eleições nunca aplicaram taxas máximas), com base em avaliações fantasma e destorcidas por excesso face à realidade do valor dos imóveis que, em tempos de crise (principalmente em Ponte de Sôr em que se vive um sentimento de angustia de muitas famílias com o encerramento da Delphi que, por efeito dominó, vai criar muitos outros encerramentos e despedimentos) para dar cerca de 150.000,00€/ano ao Eléctrico, fora despesas extraordinárias.

Aos fãs do Eléctrico que muito respeito, parece que andam vendados pois preferem que vos tirem o pão da boca em prol de gastos que em nada dignificam (os resultados assim o demonstram) e melhoram a qualidade de vida do concelho de Ponte de Sôr.
Mais, acho que não é por diminuírem o orçamento (a meu ver menos de metade seria o ideal) que os jovens deixariam de praticar desporto no eléctrico.
Não posso admitir que estes gastos sejam para importação de estrelas e para manterem equipas em campeonatos onde não fazem parte.
Se quiserem andar em bicos dos pés em ligas superiores façam-no, mas não é a custa do dinheiro dos outros, principalmente à custa daqueles que têm mais que fazer que adorar o Eléctrico.

Uma coisa é ter sensibilidade para o facto do desporto ser essencial, outra coisa é estar a alavancar uma instituição com dinheiro publico para se manter em ligas superiores.


Por isso mesmo é que achava muito pertinente, visto que a maior fatia do orçamento do Eléctrico deve-se a todos nós, que esta mesma instituição publicasse detalhadamente todas as aplicações que faz :
- contratações,
- salários,
- combustíveis,
- viagens para as ilhas,
- estadias dos jogadores importados,
- todos os outros custos.


Agora que este presidente de câmara municipal de Ponte de Sôr tem o seu concelho em crise, é que tenho a certeza que ele nunca soube como se deve gerir uma autarquia, ao contrario do que ele diz (acho que ele já disse uma vez que ninguém lhe dizia como era gerir bem um concelho mas esqueceu-se que passou a vida à mercê da maré e que a ele pouco ou nada de útil se deve).
Não tem conhecimento como se deve gerir uma câmara em termos financeiros.

Um tipo que teve o descaramento de dizer que o encerramento da maior empregadora do distrito não era um grande drama e ainda por cima quer continuar a aplicar taxas máximas, é porque desconhece as implicações económicas que isso pode gerar (ou estas taxas servem para pagar e manter baixos os juros da construção dos estádios e dos pavilhões para o Eléctrico?
Está mesmo a ver-se que é isso mas não convém que apareça nas actas das reuniões de câmara).
Tem uma cidade completamente paralisada e nem está a ver em que buraco se está a meter quando distribui verbas astronómicas a instituições com o Eléctrico à custa de receitas elevadas (Se este presidente tem na sua gestão uma situação financeira saudável ao ponto de estarmos no topo da lista, deverá ter vergonha na cara ao invés de gabar a sua parca capacidade de liderar).

C. 7.

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

NO MUNICÍPIO DE PONTE DE SÔR, MUITO TURISMO FAZ O PRESIDENTE E OS APANIGUADOS...




Taveira Pinto, José Coelho e Normando Sérgio e respectivas esposas partiram para Paris onde vão estar presentes num seminário sobre Qualidade da Administração Publica.
Despesas por conta do Orçamento pago pelos Habitantes do Concelho de Ponte de Sôr.


Em Novembro, mais uma viagem do Taveira Pinto a Cabo Verde.
Para disfarçar a viagem de turismo, leva a Banda de Montargil.
Despesas por conta do Povo do Concelho de Ponte de Sôr que tem de pagar a crise.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

COMPRE JÁ ! ANTES QUE ESGOTE... [II]

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COMPRE JÁ ! ANTES QUE ESGOTE...


Ano X, Nº 121, 2 de Outubro de 2008

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A LADROAGEM QUE SE GOVERNA COM O NOSSO DINHEIRO...

Cada municípe pagou, em média, 235,12 euros no ano passado em impostos municipais, o que representa um aumento de 25,9 por cento em relação à cobrança de 186,81 euros conseguida no ano anterior.


Dados da Direcção-Geral das Autarquias Locais, a que a Lusa teve acesso, indicam que este aumento significativo resulta da subida do IMI e do IMT recolhidos, cuja receita cresceu 32 por cento e 33 por cento, respectivamente, entre 2006 e 2007. Além disso, no ano passado, a derrama também melhorou bastante, já que depende da cobrança de IRC, cuja receita cresceu 31,2 por cento.

A câmara municipal de Ponte de Sôr recolhe junto da população cinco impostos: o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), o Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT), o Imposto Único de Circulação, a derrama, recebendo ainda 5 por cento da receita de IRS.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ROBIN DOS BOSQUES

… os assaltantes da Repartição de Finanças de Sacavém que resolveram recuperar a tradição dos assaltos aos cobradores de impostos.

Após este assalto muita coisa mudará:

a) os roubos deixarão de ser pequena criminalidade e passarão à categoria de atentado contra a segurança do Estado, crime de traição ou manobra de urdidura conta a política de solidariedade promovida pelo Governo.

b) passaremos a ter listas com a identidade dos ladrões, pelo menos daqueles que assaltam repartições de finanças pois se já temos a lista dos devedores ao fisco - que apesar de tudo só devem ao fisco nunca foram buscar cofre algum a uma repartição de finanças- o mínimo que se pode esperar é que publique a lista dos assaltantes dos cofres das repartições de finanças

c) será um bocadinho mais difícil que os governantes pronunciem expressões como taxa Robin dos Bosques sem que a assistência desate a rir.

O Robin dos Bosques e o João Pequeno passaram hoje por Sacavém.

H.M.

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

A CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SÔR, CONTINUA A ROUBAR OS MUNÍCIPES DO CONCELHO DE PONTE DE SÔR

Foi hoje à reunião da câmara municipal de Ponte de Sôr a aprovação da taxa de IMI ( Imposto Municipal Sobre Imóveis ) a aplicar em 2009.

Sob proposta do presidente da câmara municipal, o socialista Taveira Pinto e com os votos favoráveis dos restantes vereadores do Partido Socialista, foi aprovado por maioria a aplicação da taxa de 0.8% para os prédios urbanos e de 0.5% para os prédios urbanos avaliados, uma vez que a taxa legal para os prédios rústicos é fixa em 0,8% .

Os vereadores do PCP e e vereador do PSD votaram contra.

Preparem-se os

senhores proprietários

para mais uma batelada



roubado ao vosso

orçamento pessoal.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

ELES SÃO CÁ UNS...

Cesse tudo o que a antiga musa canta (e não estou a referir-me a Saldanha Sanches ou a Paulo Morais) sobre os nossos autarcas e coisas como promiscuidade com empreiteiros, banqueiros e futeboleiros, QREN, PDM, PIN, RAN, REN, desafectações, áreas de construção, coeficientes de ocupação, loteamentos, empreendimentos, matadouros, centros comerciais, envelopes com dinheiro em cima da secretária do presidente ou vereador e faça o seu preço que nós temos pressa (ou faça a sua pressa que nós temos preço, já não me lembro), corrupção, abuso de poder, prevaricação, participação económica em negócio, Felgueiras, Marco de Canaveses, Gondomar, Oeiras, Ponte de Sôr e por aí fora.

Os nossos autarcas são uns santos, com auréola e tudo.
Pelo menos, que se saiba, não matam ninguém, ao passo que, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, só no Rio há 100 ou mais candidatos às eleições municipais de Outubro que são acusados de homicídio e de fazerem parte de quadrilhas e grupos de extermínio.
Ao menos em Portugal apenas se exterminam reservas agrícolas e reservas ecológicas.


M.A.P.

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