terça-feira, 27 de julho de 2010

NOVO PASSEIO, NOVA VIAGEM DA AGÊNCIA DE VIAGENS CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR



Preocupado com a crise que se vive e depois de já este ano ter procurado “soluções” na Rússia, República Checa, Canadá e Açores, o executivo, busca agora alternativas à (nossa) crise, em Veneza e Croácia.


Como o clima é semelhante e existem lá u
mas belas praias, Taveira Pinto e os seus adjuntos, procuram soluções para os problemas do concelho de Ponte de Sôr.


É

FARTAR,

VILANAGEM

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

NOVO PASSEIO, NOVA VIAGEM DA AGÊNCIA DE VIAGENS CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR




Viagens da agência de turismo Bugalheira (Câmara Municipal de Ponte de Sôr) continuam.

Hoje lá foi o mano Pinto , um dos papa viagens com a comitiva do eléctrico aos Açores.




É

FARTAR,

VILANAGEM

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

POLÍTICA E SERIEDADE

Hoje é ponto assente, para o homem comum, que os políticos são todos uns aldrabões e que só querem tacho. Agora também é verdade que a seriedade e a honestidade não são qualidades que os eleitores valorizem num político. Antes pelo contrário.

Não é, pois, de admirar que indivíduos condenados, indiciados ou envolvidos em casos de corrupção, favorecimento pessoal ou abuso de poder continuem a ganhar categoricamente as eleições. Ou seja, a falta de honestidade dos políticos (de que os portugueses tanto se queixam) é fruto, afinal, de uma escolha consciente desses mesmos portugueses que consideram, no fundo, a falta de honestidade uma qualidade essencial para um político poder exercer condignamente o cargo para o qual foi eleito. Daí a expressão tantas vezes ouvida, relativamente a pessoas que a opinião pública tem por sérias e honestas: o senhor é demasiado sério para ser político.

Tudo isto tem uma razão de ser. Num país, onde toda a gente sobrevive à conta de cunhas, subsídios e favores, todos têm a consciência do perigo que seria serem governados por alguém que fosse sério. Lá se ia o emprego da filha, o subsídio para o pessoal e a adjudicação da obra. Todos sabem da aldrabice em que vivemos. Mas poucos conseguem imaginar-se a viver sem ser assim.

Para já não falar do estafado argumento da obra feita com que se quer justificar o voto num político menos escrupuloso. Como se, com tantos milhões de euros de fundos comunitários, alguém pudesse não ter feito nada. Mas até, neste campo, a questão deveria ser outra. Ou seja, se a obra se justifica, se está adequada aos seus destinatários e potenciais utilizadores e se é proporcional ao dinheiro que custou.

Mas qual é o eleitor que se preocupa se o dinheiro que se gastou no estádio, na rotunda ou na piscina dava para fazer três estádios, três rotundas e três piscinas? Ou com o mamarracho que lhe espetaram na rotunda à porta de casa?

Para o povo, o que interessa é que o estádio, a rotunda e a piscina estão feitos. Quanto ao seu preço, ninguém se preocupa com isso. E se o político e a sua rede de amigos se abarbataram com algumas centenas de milhar de euros, pouco importa… O que interessa é que a obra está feita.

Acontece que tudo isto é pago com dinheiro dos portugueses. O dinheiro que esta gente mete ao bolso é dinheiro nosso. O dinheiro gasto na obra inútil, desnecessária e no mamarracho é dinheiro nosso. O dinheiro desbaratado em subsídios, almoços, viagens e electrodomésticos distribuídos ao domicílio é dinheiro nosso.

É isto que os portugueses não conseguem entender. Porque ganham pouco ou estão desempregados ou beneficiam de algumas migalhas deste esbanjamento de dinheiros públicos, os portugueses são absolutamente indiferentes à forma como os políticos derretem o nosso dinheiro.

Dizia Pacheco Pereira, outro dia, ao meu lado, numa acção de campanha: um português que nasça neste momento já deve 15 mil euros. E eu olhava para a plateia e apercebia-me do que ia na cabeça daquela gente: Eu já estou a dever tanto e a tanta gente que mais ou menos 15 mil euros pouca diferença faz ou que me interessa a dívida do Estado se não sou eu que a vou pagar? Eu até só ganho o salário mínimo…

Os portugueses não percebem (ou não querem perceber) que a sua miséria resulta precisamente da forma como quem nos governa desbarata os recursos que são de todos nós. Se os portugueses valorizassem mais a seriedade na actividade política, hoje haveria menos obras faraónicas ou inúteis, menos cunhas e menos subsídios, mas viveríamos todos muito melhor e a diferença entre pobres e ricos não seria seguramente tão grande.


Santana Maia - Leonardo

REXISTIR

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PORTUGAL E ITÁLIA CADA VEZ MAIS PERTO...


Esta capa do Sol de hoje é um retrato do actual estado da nação.
Veremos o que isto vai dar, mas a situação pode remeter, pelo ambiente geral, para o que se passou em Itália, na primeira metade dos anos noventa do séc. passado.
Governava o PS de Bettino Craxi (que Mário Soares depois disso visitou na Tunísia e onde reafirmou a inocência do condenado em pesada pena de prisão por crimes de corrupção) e na altura, Claudio Martelli, que tinha sido ministro da Justiça (imagine-se!), tomou conta do partido, até se saber que estava enterrado até ao pescoço na mesma cloaca infecta da corrupção politico-partidária, mostrada à luz do dia pela operação mani pulite, cuja investigação era orientada por uma equipa de magistrados, cujos quatro principais estão aqui retratados nesta foto e artigo da revista Época (da Mondadori que pertenceria a Berlusconi) , de 28.1.1996.
Martelli foi depois condenado, por corrupção, no âmbito da operação Tangentopolli (luvas para contratos...) e acabou como apresentador de programas de tv, num canal de...Berlusconi.


Nessa altura, em Itália, já se falava no perigo da república de juízes...e por cá, se esta investigação da Face Oculta avançar, irá fatalmente aparecer quem dirá o mesmo.
Os Vitais Moreira e Júdices e outros já estão a pensar no modo como vão articular o discurso.
É por isso uma questão de tempo.
A diferença com a Itália dos anos noventa , porém, pode resultar de outra circunstância: o código de processo penal italiano, na época e em projecto para entrar em vigor, era aquele que nós acabamos por adoptar, mais ou menos na mesma época, mas ainda sem as mais de vinte alterações que entretanto lhe foram introduzindo.
Uma das particularidades do código italiano era a de as escutas serem amplamente divulgadas nos media. E ninguém se queixava da violação de direitos, liberdades e garantias.

José

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

MAIS UMA VIGARICE - SINALIZAÇÃO LUMINOSA DO AERODROMO DE PONTE DE SOR

PATRÍCIOS, S.A. - PAGAM!!!

Hoje saiu o resultado provisório do concurso publico para a Sinalização Luminosa do Aeródromo de Ponte de Sor. € 800.000,00


Para mim acontecem duas novidades.
É a primeira vez que escrevo num blogue do PSD? (sou militante Socialista) e num blogue que visito... também pela primeira vez.

Sendo vosso vizinho ribatejano não deixo de ficar estarrecido e envergonhado.

Estarrecido pelo atropelo à Lei Portuguesa que o Executivo Socialista do Município de Ponte de Sor pretende levar a cabo no relatório preliminar, com claros indícios criminais de favorecimento à Empresa PATRÍCIOS, S. A.

Envergonhado porque, sendo eu socialista e autarca na minha terra, jamais imaginei que uma autarquia Socialista demonstrasses tão altos índices de presumível compadrio e alimentação de interesses privados.

Tenho esperança que impere o bom senso e que os honráveis cidadãos de Ponte de Sor não tenham de viver um embaraço de dimensão nacional e não tenham de pagar dinheiro que não devem para alimentar quem não sabem


Um Autarca Socialista e Ribatejano

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

"ACTOR" RELES!



Clicar na imagem para ler o artigo de Philippe Raynaud que Mário Soares deveria ter lido para ser mais comedido no que escreve e não andar sempre a reboque de lampejos de esquerda que lhe servem para se afirmar o que nunca foi...

Mário Soares, o principal apaniguado do regime que temos, escreveu um artigo no Diário de Notícias de ontem, 25 de Agosto.

Nele estende ideias feitas há muitos anos, sobre o socialismo democrático que nada mais significa do que a rendição de um partido socialista dito de esquerda a uma social-democracia de direita envergonhada.

Como sempre, fala de cor e citando ideias alheias que bebe nos sítios habituais, como é, por exemplo, a revista francesa Le Nouvel Observateur. Nos anos setenta, havia quem jurasse que Mário Soares só tinha ideias políticas sobre assuntos internacionais, depois de ler Jean Daniel, o director da publicação.

Agora, no artigo do DN, cita mais uma vez o Nouvel Observateur para repescar outra ideia peregrina que já adiantou noutros sítios, depois de ler qualquer coisa sobre o assunto: Marx e a explicação da crise económica que se vive no mundo.

Para Mário Soares que cita (mal) outros opinionistas, Marx permite compreender melhor o capitalismo de hoje. Mário Soares compreende, por assim dizer. Assimila-o à deriva neoliberal e está dado o mote para fustigar até os socialistas neoliberais formados na terceira via, uma verdadeira fraude intelectual . Pasme-se! Mário Soares acaba de dar o golpe de misericórdia na falta de ideias políticas do actual Partido Socialista.

Mário Soares não deve ter lido o artigo do até ao fim, com a opinião do autor Aude Lancelin, quando o mesmo afirma que Marx poderá ter prenunciado a crise actual do capitalismo, ao descrever o seu funcionamento e essência visível, mas após a desorientação do Inverno, o capitalismo está por aqui, mais que nunca e as suas alternativas credíveis ainda não foram inventadas.

Aliás, Mário Soares numa perspectiva marxista quem é?
Um burguês típico.
Um apaniguado do capitalismo e dos seus rebentos florescentes que sempre lhe apararam o jogo, enquanto esteve no poder político executivo.
Mário Soares nunca foi um socialista, porque optou imediatamente a seguir a 25 de Abril de 1974 em meter o socialismo na gaveta, de onde nunca mais saiu.
Inventou depois a treta da expressão socialismo democrático, para não assumir abertamente o que sempre foi : uma social-democrata indistinguível dos restantes e que se sentam nos partidos que putativamente estão à direita.
Uma vergonha taxionómica e que tem servido os intentos pessoais e político-partidários de quem nunca foi o que diz ser.


Foi Mário Soares enquanto político que nos conduziu para uma bancarrota quase certa se não tivesse vindo o capitalissimo FMI.
Foi Mário Soares quem deu os passos finais ( os iniciais já tinham sido dados pelo marcelismo) para nos meter na capitalíssima CEE e foi Mário Soares quem sempre governou para satisfazer as políticas de direita ou seja, anti-socialistas como os comunistas sempre, sempre denunciaram.


Ver Mário Soares escrever em prol de Marx.
Só mesmo por ironia.
Um burguês típico a cuspir na própria sopa?
Nem tanto.
Um burguês típico refastelado no único refúgio que lhe consente a coerência: o paradoxo, como sempre foi.


O artigo de Mário Soares aliás, revela outra coisa extraordinária que faz luz intensa sobre acontecimentos relativamente recentes da história portuguesa.

Ao referir-se a um pretenso conflito institucional, Mario Soares confessa o assédio de uma boa dezena de jornalistas que o tentou contactar para falar sobre o assunto para colher de mim uma frase ou duas-não seria preciso mais- para alimentar o pseudoconflito institucional.

Para lidar com essa situação, Mário Soares é um mestre e dá a sua receita a conhecer: Claro que o bom senso-e alguma experiência que conservo de um passado, cada vez mais longínquo-aconselhou-se a estar calado, a não lançar achas numa fogueira cujo objectivo ignoro(...).

Esta frase ilumina o mistério do silêncio de Mário Soares nos primeiros meses do escândalo Casa Pia que abalou o PS de alto a baixo e justificou reuniões de cúpula em gabinetes de crise para lidar com a situação catastrófica que se anunciava para o partido, com vários dos seus dirigentes suspeitos de envolvimento em práticas pedófilas.

Mário Soares durante essa época de crise grave e intensa para o partido, manteve-se sempre calado e sem qualquer referência nos media que não nos mentideros e nos boatos.

Estranhei sempre que um indivíduo que nunca teve medo de se pronunciar sobre fosse o que fosse, estivesse sempre tão calado e ausente da ribalta. Não se ouviu nunca uma palavra de defesa dos entalados, apaniguados do seu partido e a única vez que saiu dessa toca escura foi para atacar em modo soez o antigo PGR, Souto Moura, a propósito de uma infâmia que Mário Soares devia saber melhor que ninguém do que se tratava: um estratagema para castigar o antigo PGR pelo que putativamente fez ao PS, deixando correr a investigação sem entraves de maior.

Coisa nunca vista em Portugal, em épocas passadas. Coisa nunca vista no tempo em que Mário Soares estava no poder supremo da própria presidência...


Mesmo no tempo dos ballet rose , escândalo que o mesmo Mário Soares tomou a iniciativa de denunciar publica e internacionalmente para entalar o regime, com base em provas que recentemente se conheceram através do advogado que as apresentou.

Confesso que tal atitude de Mário Soares, em paralelo com a de agora, me lembra inapelavelmente uma peça shakespeareana.
Não sei se uma tragédia se uma comédia, embora penda para esta última...com um nojo profundo.


José

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

EM PONTE DE SOR, O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL É MESMO CACHOPO

AINDA NÃO SE VIU LIVRE DE UMA...


Já está arranjar mais outra

para gastar milhões:

Ponte de Sor: Novo Centro de Artes abre em Setembro

Um novo espaço cultural, designado Centro de Artes e Cultura/Sete Sóis Sete Luas, vai ser inaugurado em Ponte de Sor no dia 05 de Setembro, revelou hoje à agência Lusa o presidente do município local.

Trata-se, segundo João Taveira Pinto, de um «espaço multidisciplinar de âmbito cultural», que vai acolher instituições como Sete Sóis Sete Luas, Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, o Teatro da Terra (dirigido pela actriz Maria João Luís) e a Biblioteca Municipal.

O novo Centro de Artes e Cultura, que ocupa os pavilhões da antiga fábrica do arroz (ex. Fundação António Prates), vai abranger diferentes serviços dedicados à cultura e arte contemporânea, passando por áreas como o teatro, a dança, a pintura, a escultura e fotografia.

O projecto requer ainda «uma tentativa de interacção do espaço cultural com as escolas do concelho», através da realização de workshops direccionados para as crianças, servindo como ferramenta para que «comecem a perceber desde muito cedo a importância da cultura nas suas vidas», disse o autarca.

Com uma área total a rondar os 10 mil metros quadrados, o centro conta com um auditório, um anfiteatro, oito ateliês, cinco salas de exposição e um espaço verde com os «jardins móveis» de Leonel Moura, além de espaços para residência temporária de artistas.

Para a abertura do Centro de Artes e Cultura, está prevista a presença de escultores e pintores ligados ao Sete Sóis Sete Luas e a realização de uma exposição retrospectiva daquilo que é o acordo celebrado entre a Câmara Municipal e a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna.

Lusa

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

É SÓ GENTE SÉRIA NO P.S.

Diário de Notícias - As grandes construtoras contribuem financeiramente para a campanha do PS?

- "A conclusão de que nos apoiam é sua".

Resposta de João Tiago Silveira, a uma questão que referia a simpatia das grandes construtoras pelo Partido Socialista, pela defesa das grandes obras públicas.

A resposta é no mínimo estranha, sobretudo para um Secretário de Estado da Justiça.

É que não está em causa as construtoras apoiarem ou não o PS, não está em causa entrar mais ou menos dinheiro das construtoras no PS.

Todo e qualquer FINANCIAMENTO por parte de empresas é ILEGAL.



C.N.L.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

MAIS ILEGALIDADES DA GESTÃO SOCIALISTA DA CÂMARA DE PONTE DE SOR

-------------------------------------------EXPEDIENTE------------------------------------------------A Câmara Municipal apreciou o seguinte expediente, rendo deliberado como vai referido:-------------------------------------------------------------------

ACTA N.º 27/09

MINUTA DA ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA OITO DE JULHO DE DOIS MIL E NOVE ----------------------------------------------------------

-----Presenças: Senhor Presidente da Câmara, João José de Carvalho Taveira Pinto e os Senhores Vereadores, José Fernando de Almeida Coelho, Luís Manuel Jordão Serra, Luís António Silva Martins, João Pedro Xavier Abelho Amante, Vítor Manuel Feliciano Morgado e Joaquim Augusto Guiomar Lizardo.




-------------------------------------------EXPEDIENTE------------------------------------------------A Câmara Municipal apreciou o seguinte expediente, rendo deliberado como vai referido:-------------------------------------------------------------------

-----LUIS MANUEL GARCIA LARANJEIRA/VEREADOR DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR – PEDIDO DE DEMISSÃO DO CARGO DE VEREADOR. ---------------------------------------------------------------------------------------

-----Do Vereador Luís Manuel Garcia Laranjeira, está presente a comunicação datada de seis (6) do corrente mês que se transcreve na íntegra: «Na sequência do meu pedido de exoneração das Funções de Vereador a Tempo Inteiro, efectuado em 04/06/2009, deferido por V. Exª em 05/06/2009, com comunicação ao Agrupamento Vertical de Ponte de Sor em 15/06/2009, na qual referia que eu apenas estaria presente nas reuniões ordinárias e extraordinárias do respectivo órgão, informo, agora, que abdico das Funções de Vereador actualmente desempenhadas, em regime de não permanência. Deste modo, deixaria de participar nas reuniões atrás referidas, ou em qualquer outra actividade inerente a estas funções autárquicas». ---------------------------

-----A Câmara Municipal tomou conhecimento.


ALGO AQUI NÃO É LEGAL?

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terça-feira, 9 de junho de 2009

MAIS UMA DE MUITAS...

Na reunião da semana passada, a Câmara Municipal de Ponte de Sor, atribuiu o subsidio de € 18.453,38 , à Associação Comunitária Nossa Senhora dos Prazeres de Vale de Açor, para pagamento a um único fornecedor, por acaso presidente da Direcção da Associação, por acaso, presidente da Junta do Vale de Açor.
Ele há coincidências do diabo.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

AMANHÃ DIA 14 DE MAIO NO TRIBUNAL DE PONTE DE SOR


É julgado em audiência final, pelas 14 horas, o arguido João José de Carvalho Taveira Pinto, presidente da Câm
ara Municipal de Ponte de Sor.


Este julgamento resulta do Processo 446/05.8GBPSR, em que é autor o Ministério Público e assistente Natália Maria Esteves Mendes de Castro.

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

EM PONTE DE SOR: LUÍS JORDÃO TÊM NOVA SECRETÁRIA

CONCEIÇÃO RODRIGUES

É A SECRETÁRIA

DO VEREADOR LUÍS JORDÃO

Maria da Conceição Figueira Rodrigues, advogada, ex-vereadora do município de Ponte de Sor pelo PSD, ex-Deputada da Assembleia da República na VI Legislatura, eleita no círculo eleitoral de Portalegre pelo PSD, foi hoje nomeada em sessão do Município de Ponte de Sor, secretária do vereador das obras particulares Luís Jordão.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

ONDE A CORJA CHEGA

As dúvidas no caso Cova da Beira



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sexta-feira, 24 de abril de 2009

PROFESSOR DOUTOR FERNANDES E FERNANDES BURLADO PELO PRESIDENTE DA CÂMARA DE PONTE DE SOR

O presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, Taveira Pinto, burlou o presidente da Assembleia Municipal de Ponte de Sor, Professor Doutor Fernandes e Fernandes.


Não mostrou e foi entalado, o Prof. Dr. Fernandes e Fernandes ( Dr. Zézé ) no conselho de administração da Fundação António Prates.



Clique na imagem para ver






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segunda-feira, 20 de abril de 2009

NOTÍCIA SÓ É AQUILO QUE ALGUÉM QUER ESCONDER



A noite de sexta-feira foi frenética nas redacções por todo o país. Às 20 horas, a TVI mostrou a gravação onde Charles Smith é, pela primeira vez, visto e ouvido a descrever um acto de corrupção no licenciamento do Freeport. Um por um, jornais, rádios e TV tentaram obter comentários do gabinete do primeiro-ministro. Tornou-se clara a linha oficial de controlo de estragos dos operadores de média do Governo: nada havia de novo na transmissão da TVI, o primeiro-ministro considerava falsas as afirmações feitas no DVD e tencionava processar quem o tinha difamado.

Com mais ou menos emotividade e calor, os assistentes do primeiro-ministro contactados mostraram também o seu desagrado pelas intenções da Comunicação Social de considerar o DVD da TVI peça importante na cobertura noticiosa do caso Freeport. É de facto muito importante. O DVD do Freeport é o equivalente às gravações do Watergate que fizeram cair Nixon. Foi na consciência disso que, para desgosto dos conselheiros de São Bento, vários órgãos de Informação optaram por reproduzir excertos do scoop da TVI. Outros não. Todos estão no pleno direito de exercer o seu juízo editoral.

Assim, nos dias seguintes, quem passasse os olhos pelos jornais, ouvisse rádio ou seguisse a TV, inevitavelmente seria informado da notícia que a TVI tinha originado. A liberdade de expressão funciona assim, validando-se nesta diversidade de opções que serve o interesse público. O fundamental é que o continue a fazer em total liberdade porque, com os casos do Freeport e do BPN em roda livre e manifestamente longe de uma conclusão, há incógnitas e suspeitas transversais a todo o Estado, e a democracia tem-se vindo a esboroar. Isto não é uma só questão filosófica. É contabilística também. Os economistas sabem projectar os custos da corrupção no quotidiano das dificuldades dos portugueses. Neste mundo do dinheiro público aplica-se muito bem a lei da química de Lavoisier - nada se cria nem se perde, tudo se transforma. O problema está nessa transformação. Se no Freeport ou no BPN alguém fica com dinheiro subtraído aos lucros dos promotores, ele não entra nos impostos e não se transforma em bem-estar social. Os roubos já conhecidos no BPN (mais de dois mil milhões) e os quatro milhões que a Freeport detectou que tinham desaparecido das contas do seu investimento em Portugal deviam ter passado pelo circuito fiscal e ter sido transformados em bem-estar geral nacional. Foi dinheiro do Estado que foi roubado e, se não fosse a Comunicação Social com os seus exageros e exactidões, a sua pluralidade e o seu sectarismo, a sua independência e o seu clubismo fanático, por vezes tudo manifestado na mesma publicação, nada se saberia e o país empobreceria ainda mais depressa. Claro que é preocupante ter a democracia de um Estado dependente de um só sistema, aparentemente tão frágil e anárquico. Mas neste momento é o que nos resta. Entre segredos de justiça e segredos cúmplices, o Estado tem-se vindo a desrespeitar. O DVD do Freeport foi escondido durante anos, ocultando a verdade ou parte dela. Cinco processos judiciais contra jornalistas depois, é conhecido. Nada pode ficar como dantes. Como Bob Woodward disse, "notícia só é aquilo que alguém quer esconder. Tudo o mais é publicidade".


M.C.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

ASSIM SE GASTA O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES EM PONTE DE SOR

A chulice vai começar oficialmente (fora o que "já recebeu ou vai receber por debaixo da mesa").

Começa agora a nova gastadeira de dinheiro com a actriz do Ribeiro das Vinhas.



A Câmara Municipal de Ponte de Sor aprovou hoje um subsidio de € 4500,00 a ser pago todos os meses até Dezembro de 2010 à actriz do Ribeiro das Vinhas.

Além do subsidio mensal, um subsidio anual de:

€ 60.000,00 em 2009

e

€ 60.000,00 em 2010


Ainda não refeita do fracasso da FAP a Câmara Municipal de Ponte de Sor já está a embarcar noutra.

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segunda-feira, 23 de março de 2009

DESEMPREGO SEMPRE A AUMENTAR...

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego disparou 17,7 por cento em Fevereiro face ao mesmo mês de 2008 e 4,8 por cento relativamente a Janeiro, acentuando a subida iniciada em Outubro.
O acréscimo de Fevereiro
é mesmo o mais elevado desde Dezembro de 2003.
De acordo com os dados divulgados hoje pelo
Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados inscritos no final do mês passado totalizava os 469.299, mais 70.720 inscrições do que em Fevereiro de 2008 e mais 21.333 do que no mês anterior.

Porém, nada de alarmes.

Podemos ficar tranquilos: o Governo garante que as medidas já tomadas vão ajudar a reverter a situação.

A situação

está perfeitamente

controlada.


F.T.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

MONOPOLY PORTUGUÊS

Durante a Grande Depressão os norte-americanos descobriram uma forma barata de se entreterem em casa: o Monopoly era um jogo que divertia e fazia esquecer a crise.
Em Portugal há vários Monopólios disponíveis, cada qual capaz de entreter os indígenas, mas que têm em comum um facto: reforçam a presença da crise.

O que se vai descobrindo no BPN é, por si só, um jogo sem regras, exercido até à exaustão dos seus responsáveis, perante a apatia de toda a classe de supervisores.
Daí subentende-se que, em Portugal, tudo é normal e desculpável.
Mesmo depois de ser público.
Já nada espanta num país que é um praticante exímio do porreirismo e do facilitismo. E onde a classe política continua a pensar que pode continuar a escorregar em sucessivas cascas de banana porque nada a pode levar a escorregar nas suas trapalhadas.

O exemplar caso do abate de sobreiros no Vale da Rosa, em Setúbal, fruto de uma decisão governamental tomada a um mês das eleições autárquicas de 2001 e horas antes de uma decisão do Tribunal Administrativo e as agora divulgadas relações entre o Vitória de Setúbal e o BPN, mostra como há um vírus instalado na sociedade portuguesa.

Há um Monopoly diferente em Portugal: quem tem conhecimentos ganha sempre o jogo.
Isto é o contrário da sociedade democrática, liberal e defensora da concorrência leal que se pretendia.
Há em Portugal um clube privado do Monopoly.
Que vence sempre. E que permite pouca concorrência.
Eça de Queiroz dizia que Portugal era um laranjal.
Mas hoje parece mais uma teia.


F.S.

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