terça-feira, 8 de maio de 2012

VIGARICES DA ELECTRICIDADE

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

VIGARISTAS, ...



Retirado de uma resposta no Expresso online…:


Há dez minutos atrás, ao preencher o formulário para aderir ao descontinho de 10%, deparo-me com a obrigatoriedade de inserir um NIB para pagamento bancário. Como já tenho pagamento por conta bancária, recorri à menina EDP, através do 808 501 501 (linha dedicada aos patos que querem este descontinho e eu fui um deles).
-Fulana de tal... EDP... em que posso ser útil?
- Estou a tentar preencher online a adesão ao desconto de 10% e não há nenhum campo para indicar que já tenho pagamento pelo banco.
- Este será um novo contrato, por isso tem de introduzir o NIB, mesmo que seja o mesmo.
- Um novo contrato? Porquê?
- Porque a senhora está a deixar de ser cliente da EDP Universal e está a passar a ser cliente da EDP mercado liberalizado.
- E... isso quer dizer o quê???
- Que passa a estar no mercado liberalizado de fornecimento de energia que a TROIKA obrigou.
- E se eu não sair da EDP Universal?
- Mais tarde vai ter de sair, porque o mercado regulado vai acabar, por ordens da TROIKA.
- E vai acabar quando?
- Em 2015 vai deixar de haver.
- Então quer dizer que até 2015 ainda posso estar como cliente do mercado regulado!?
- Sim, mas depois tem de sair.
- E se sair já, o que acontece ao preço que vou pagar?
- Até final da campanha os preços mantêm-se...
- E depois de Dezembro de 2012 (final da campanha)?
_ ????
- JÁ PERCEBI! NÃO QUERO ADERIR, MUITO OBRIGADA.


Espero que os caros comentadores e leitores também consigam perceber a tempo o que aí vem. Cump.



EXPLICAÇÃO BÁSICA:

No Mercado Regulado, tal como o nome indica, os preços são devidamente controlados por uma entidade competente, não podendo subir além dum determinado valor.
No Mercado Liberalizado não há qualquer regulação, ou seja, temos de estar atentos ao que nos cobram mensalmente.
Quando aderimos à Campanha do sistema de Pontos do Continente, obrigatoriamente temos de passar do mercado regulado para o mercado liberalizado e, por conseguinte, assinar novo contrato.

Além dos esclarecimentos acima reproduzidos, impõe-se acrescentar:

Por contacto feito com a linha EDP (808501501) fomos informados que ao aderir à campanha em referência, teriamos de renunciar à tarifa bi-horária (em que o custo do kWh tem uma redução de 46,2%);


O QUE FAZER:

Aconselhamos a quem não concordar com esta “habilidade” da EDP (com a colaboração do grupo SONAE/Continente) configurando um flagrante caso de “ambush marketing” (marketing de emboscada) e publicidade enganosa, que apresente as suas queixas junto da Direcção Geral do Consumidor e/ou ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial), para além da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos).


Pedro Q. Graça

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

UM FILHO DA PUTA COMPLETO?

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Salários de políticos

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CAMBADA DE ...

Há uma crise financeira.
Todos sabemos.
Fácil de explicar: andaram a vender-nos crédito barato, agora que estamos agarrados, querem dar-nos metadona em forma de juros altos, ditados pelas agências de rating, as mesmas que comeram e calaram antes da crise internacional, fruto da economia de casino, da política neo-liberal.

Mas para lá da crise financeira, e da insustentável pressão dos ditos mercados, os que tinham sempre razão segundo os rapazes neo-liberais, há uma crise crónica na política.
Essa crise tem rostos, muitas vezes na penumbra.

É bom lembrar que foi Cavaco que come
çou por desbaratar a classe política com a lei das incompatibilidades para deputado.
Ninguém se lembra, obrigado!
Com essa lei da rolha, o Parlamento passou a ser frequentado por pára-quedistas da política, rapazolas vindos das juventudes partidárias e uma matilha de vozes do dono.
A política passou a ficar desinteressante e os que conseguiram por-se a salvo, emigraram para plataformas mais rentáveis e discretas, desde as empresas públicas às privadas de interesse público.


A lamentável e escandalosa história do BPN e da SLN ( Sociedade Lusa de Negócios) de quem Cavaco foi accionista por um breve e rentável período, tem a ver com esta política gerada em bastidores recônditos, escondidos, onde se mexem milhões, numa off-economia muito maior do que a economia paralela, esta praticada por pobres e remediados que conseguem fugir à voragem do Estado, e sobreviver!

Aqueles que ganham 200 mil euros por dá cá umas acções, que te vendo, e toma lá um lucro sem esforço nem risco, diz bem de muitos que usam os pobres, os excluídos ( que eles criaram com as suas políticas), para virem a público como os defensores da Pátria, do povo e do futuro.

É fácil falar de má moeda, dos pobres e ganhar numa penada o equivalente a uma vida de trabalho de um português médio, sem mexer uma palha nem nada arriscar.
Basta ter um amigo certo, no banco certo.
É esta hipocrisia que eu não consigo perceber.

Como pode um povo aceitar este tipo de gente e dar-lhe um voto de confiança, um cheque em branco, para mais 5 anos de cinismo político?

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

ELES (SOCIALISTAS), ROUBAM TODOS OS DIAS




Seitas de pulhas com modus operandi destes, só poderiam levar o país à exaustão, decadência e falência.


A.C.

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sábado, 8 de novembro de 2008

EM PONTE DE SOR O ELÉCTRICO FUTEBOL CLUBE VIVE À CUSTA DOS NOSSOS IMPOSTOS...


A questão é que o Eléctrico está em contra-ciclo com a realidade do desporto praticado nas cidades idênticas a Ponte de Sôr (parece que nesta terra ninguém vê a liga dos últimos), está em contra-ciclo com a própria cidade que não rejubila prosperidade e é uma instituição sustentada por dinheiros públicos (fora um ou outro patrocinador, e tenho a certeza que o patrocínio do CS é uma contrapartida aos investimentos que ele está a fazer no concelho e não parte da sua própria iniciativa, o que é ridículo).
Quanto é que a câmara municipal de Ponte de Sôr dá exactamente ao eléctrico por mês?
Fora o orçamento anual, o investimento das cadernetas foi todo de quem?
O investimento em festas a favor do Eléctrico foi pago por quem?
A compra dos equipamentos foi pago por quem?
Já se questionaram porque é que estão a perder sócios?
Já pensaram porque é que há cada vez menos gente a pagar as quotas ao Eléctrico?
Perguntem aos que deixaram de pagar as quotas, a razão que os levou a fazer isso.
Eu deixei de pagar.
Perguntem em quanto estão a ser chulados pela câmara municipal de Ponte de Sôr em impostos para serem revertidos a instituições cujas gerências sempre estiveram envoltos num sentimento de duvida e credibilidade (a FAP e o Eléctrico em particular).

Se me perguntarem se achava bem que a câmara deixasse de assumir a sua responsabilidade face à instituição eléctrico, claro que não achava bem.
É obrigação da câmara assegurar condições à prática desportiva e o número de praticantes que o Eléctrico tem é sinal disso mesmo.
Quanto a isso estou plenamente de acordo.

Não estou é de acordo que se aplique taxas IMI e IMT máximas (não me venham com a treta desta aplicação se dever ao facto de ser câmara socialista porque há muitas outras câmaras PS, que muito antes de entrarmos em época de eleições nunca aplicaram taxas máximas), com base em avaliações fantasma e destorcidas por excesso face à realidade do valor dos imóveis que, em tempos de crise (principalmente em Ponte de Sôr em que se vive um sentimento de angustia de muitas famílias com o encerramento da Delphi que, por efeito dominó, vai criar muitos outros encerramentos e despedimentos) para dar cerca de 150.000,00€/ano ao Eléctrico, fora despesas extraordinárias.

Aos fãs do Eléctrico que muito respeito, parece que andam vendados pois preferem que vos tirem o pão da boca em prol de gastos que em nada dignificam (os resultados assim o demonstram) e melhoram a qualidade de vida do concelho de Ponte de Sôr.
Mais, acho que não é por diminuírem o orçamento (a meu ver menos de metade seria o ideal) que os jovens deixariam de praticar desporto no eléctrico.
Não posso admitir que estes gastos sejam para importação de estrelas e para manterem equipas em campeonatos onde não fazem parte.
Se quiserem andar em bicos dos pés em ligas superiores façam-no, mas não é a custa do dinheiro dos outros, principalmente à custa daqueles que têm mais que fazer que adorar o Eléctrico.

Uma coisa é ter sensibilidade para o facto do desporto ser essencial, outra coisa é estar a alavancar uma instituição com dinheiro publico para se manter em ligas superiores.


Por isso mesmo é que achava muito pertinente, visto que a maior fatia do orçamento do Eléctrico deve-se a todos nós, que esta mesma instituição publicasse detalhadamente todas as aplicações que faz :
- contratações,
- salários,
- combustíveis,
- viagens para as ilhas,
- estadias dos jogadores importados,
- todos os outros custos.


Agora que este presidente de câmara municipal de Ponte de Sôr tem o seu concelho em crise, é que tenho a certeza que ele nunca soube como se deve gerir uma autarquia, ao contrario do que ele diz (acho que ele já disse uma vez que ninguém lhe dizia como era gerir bem um concelho mas esqueceu-se que passou a vida à mercê da maré e que a ele pouco ou nada de útil se deve).
Não tem conhecimento como se deve gerir uma câmara em termos financeiros.

Um tipo que teve o descaramento de dizer que o encerramento da maior empregadora do distrito não era um grande drama e ainda por cima quer continuar a aplicar taxas máximas, é porque desconhece as implicações económicas que isso pode gerar (ou estas taxas servem para pagar e manter baixos os juros da construção dos estádios e dos pavilhões para o Eléctrico?
Está mesmo a ver-se que é isso mas não convém que apareça nas actas das reuniões de câmara).
Tem uma cidade completamente paralisada e nem está a ver em que buraco se está a meter quando distribui verbas astronómicas a instituições com o Eléctrico à custa de receitas elevadas (Se este presidente tem na sua gestão uma situação financeira saudável ao ponto de estarmos no topo da lista, deverá ter vergonha na cara ao invés de gabar a sua parca capacidade de liderar).

C. 7.

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A LADROAGEM QUE SE GOVERNA COM O NOSSO DINHEIRO...

Cada municípe pagou, em média, 235,12 euros no ano passado em impostos municipais, o que representa um aumento de 25,9 por cento em relação à cobrança de 186,81 euros conseguida no ano anterior.


Dados da Direcção-Geral das Autarquias Locais, a que a Lusa teve acesso, indicam que este aumento significativo resulta da subida do IMI e do IMT recolhidos, cuja receita cresceu 32 por cento e 33 por cento, respectivamente, entre 2006 e 2007. Além disso, no ano passado, a derrama também melhorou bastante, já que depende da cobrança de IRC, cuja receita cresceu 31,2 por cento.

A câmara municipal de Ponte de Sôr recolhe junto da população cinco impostos: o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), o Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT), o Imposto Único de Circulação, a derrama, recebendo ainda 5 por cento da receita de IRS.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ROBIN DOS BOSQUES

… os assaltantes da Repartição de Finanças de Sacavém que resolveram recuperar a tradição dos assaltos aos cobradores de impostos.

Após este assalto muita coisa mudará:

a) os roubos deixarão de ser pequena criminalidade e passarão à categoria de atentado contra a segurança do Estado, crime de traição ou manobra de urdidura conta a política de solidariedade promovida pelo Governo.

b) passaremos a ter listas com a identidade dos ladrões, pelo menos daqueles que assaltam repartições de finanças pois se já temos a lista dos devedores ao fisco - que apesar de tudo só devem ao fisco nunca foram buscar cofre algum a uma repartição de finanças- o mínimo que se pode esperar é que publique a lista dos assaltantes dos cofres das repartições de finanças

c) será um bocadinho mais difícil que os governantes pronunciem expressões como taxa Robin dos Bosques sem que a assistência desate a rir.

O Robin dos Bosques e o João Pequeno passaram hoje por Sacavém.

H.M.

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

A CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SÔR, CONTINUA A ROUBAR OS MUNÍCIPES DO CONCELHO DE PONTE DE SÔR

Foi hoje à reunião da câmara municipal de Ponte de Sôr a aprovação da taxa de IMI ( Imposto Municipal Sobre Imóveis ) a aplicar em 2009.

Sob proposta do presidente da câmara municipal, o socialista Taveira Pinto e com os votos favoráveis dos restantes vereadores do Partido Socialista, foi aprovado por maioria a aplicação da taxa de 0.8% para os prédios urbanos e de 0.5% para os prédios urbanos avaliados, uma vez que a taxa legal para os prédios rústicos é fixa em 0,8% .

Os vereadores do PCP e e vereador do PSD votaram contra.

Preparem-se os

senhores proprietários

para mais uma batelada



roubado ao vosso

orçamento pessoal.

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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

LADRÕES...

Navegava Alexandre Magno numa poderosa armada pelo Mar Vermelho, com o intuito de conquistar a Índia. Numa das aldeias conquistadas, trouxeram à sua presença um pirata, que por ali andava a roubar os pescadores. Alexandre repreendeu-o com severidade por andar em tão mau ofício; porém, o pirata, que não era medroso, nem lerdo, respondeu assim: Basta, Senhor! Só porque eu roubo numa barca, sou ladrão, e vós, porque roubais com uma armada, sois imperador?

Assim é. O roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza. O roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.

O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu falo, são outros ladrões de maior calibre e da mais alta esfera; […]. Não só são ladrões, os que cortam bolsas, ou espreitam os que vão se banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem lhes é dado o governo dos estados, ou a administração das cidades, ou ainda a representação do povo, os quais com astúcia e malícia, já com o poder, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam países e cidades; os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam.

Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu uma grande tropa de políticos e ministros da justiça levar uns ladrões para a forca, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Afortunada Grécia que tinha tal pregador! E mais afortunadas as outras nações, se nelas não sofre a justiça as mesmas afrontas. Quantas vezes, se viu em Roma, enforcarem um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado um país.

Padre António Vieira

Essa história do roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza, está a fazer escola em PORTUGAL, sobretudo nestes últimos tempos.
SALVE-SE QUEM PUDER!

M.

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sexta-feira, 11 de julho de 2008

LADRÕES... [III]

O engenheiro d’oiro anunciou que sempre ia aplicar a taxa Robin dos Bosques sobre os lucros extraordinários das gasolineiras (vinte e cinco por cento).
Pegando no tema, o Francisco Louça, estranhou o nome da taxa, já que na história original o herói rouba aos ricos para dar aos pobres, enquanto nesta se senta na mesma mesa que os ladrões para dividir o saque roubado aos pobres.
Na realidade é mesmo isso que vai acontecer.
As gasolineiras estão autorizadas a ter lucros especulativos desde que o dividam com o governo.

Agora só falta ver se os ladrões não vão aumentar os preços para compensar aquilo que o governo lhes vai tirar.


Eu quase que apostava que sim e não são as garantias do engenheiro que me vão deixar descansado.


K.

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quinta-feira, 10 de julho de 2008

LADRÕES... [II]

Todos nós, via internet ou mail pudemos ver as vergonhosas facturas da venda de botijas de gás da GALP, onde apesar de o IVA ser diferente o preço de quem as comprou ter sido exactamente o mesmo.
Isto
é, quem mamou a descida do IVA foi a GALP e não o consumidor.
Confrontado com este caso o Ministro Manuel Pinho logo afirmou que ia pôr as policias todas deste país a investigar o assunto.
A GALP pelo seu lado logo fez um comunicado a esclarecer que cumpriu, como sempre o fez, a legislação em vigor, tendo reduzido o IVA de 21% para 20% em todos os produtos que comercializa de acordo com as especificidades da lei vigente.
Em relação às facturas que têm vindo a ser referidas nos órgãos de comunicação social, tratou-se de um erro informático
.


Realmente a informática tem as costas bem largas quando dá jeito a alguns, mas nós consumidores há muito que sofremos na pele a ganância das grandes gasolineiras e a GALP não fica de fora.


Não fica, mas deveria ficar se o estado não tivesse oferecido uma empresa, que era sua, à gula dos grandes capitalistas.
O Estado deveria sempre ter grandes empresas nas áreas estratégicas da economia, combustíveis, electricidade, água, transportes, Banca.
Só assim seria possível controlar os preços e evitar a especulação e a ganância privada.
Para lavarem a consciência, criaram as tristemente famosas Entidades reguladoras que já provaram não ter capacidade para regular seja o que for. Viu-se no aumento dos combustíveis que não tinham a mínima ideia do que se passava e, quando mandados investigar, que podiam ser endrominados à vontade.
Em alguns casos são mesmo essas entidades a fazer propostas para facilitar às empresas que deviam regular como nos meterem mais as mãos no bolso.
Infelizmente, estas meninas do gás, que nos oferecem botijas mais leves acabam é por ser grandes tetas onde alguns não param de mamar.


K.

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segunda-feira, 7 de julho de 2008

LADRÕES...



Clique nas facturas
e
veja a vigarice



E agora Sócrates...


o IVA não ia baixar



para ajudar o povo?





T.S.C.

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sexta-feira, 9 de maio de 2008

CUIDADO COM AS CARTEIRAS

Parece que o sistema informático da Direcção-Geral dos Impostos foi possuído pelo espírito Teixeira dos Santos e, ganhando vida própria, está por sua conta a risco.
Muitos contribuintes estão, de facto, a receber cartas ameaçadoras exigindo o pagamento de dívidas fiscais que não têm e os seus empregadores ordens para lhes penhorarem os salários.
Correm, alarmados, para o site da DGI e confirmam que, quanto a dívidas fiscais que lhes respeitem, não foi encontrada qualquer informação processual e, quanto a penhoras, não existem pedidos de penhoras.
Mas o que a DGI diz é uma coisa e o que faz é outra, e os empregadores não têm outro remédio (no caso contrário, o mais certo era serem também eles penhorados) senão penhorar os salários e remetê-los para o poço sem fundo do Ministério das Finanças, donde, depois, só é possível arrancá-los a ferros. Num caso de um familiar meu, a putativa dívida (de uns poucos euros) existiu, foi paga muito antes de expirado o prazo dado pela própria DGI, mas mesmo assim, e ainda o prazo de pagamento decorria, já a DGI lhe estava gananciosamente a cair em cima do salário.
Os portugueses que se ponham a pau.
Já não lhes bastavam os gangues do carjacking e do Multibanco, agora têm que se cuidar também do das penhoras.

M.A.P.

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