segunda-feira, 23 de setembro de 2013

CONTINUAR A GASTAR MILHÕES EM OBRAS DE M...!

Como andam as Câmaras a gastar o nosso dinheiro?

23-09-2013 10:42 por Ana Carrilho
Quase todas endividadas, nem sempre as autarquias fazem obra de acordo com as necessidades dos seus munícipes. No livro “Má Despesa Pública nas Autarquias”, Bárbara Rosa e Rui Oliveira Marques referem vários casos que, na sua opinião, já deveriam ter suscitado a intervenção do Ministério Público.
 
 Promiscuidade, irresponsabilidade e incompetência são algumas das manifestações que os escritores Bárbara Rosa e Rui Oliveira Marques encontraram nos muitos casos que relatam no livro “ Má Despesa Pública nas Autarquias”.

A poucos dias das eleições autárquicas, os dois autores afirmam que quiseram, com o livro, despertar a atenção dos eleitores para o modo como é gasto o dinheiro com que cada um de nós contribui para a sua Câmara.

Em muitos casos, é mal gasto: em projectos megalómanos – muitos desadequados às necessidades das populações e, ainda muitos mais, desnecessários; dos pavilhões e piscinas aos estádios do euro, das medalhas, estátuas, espectáculos e festivais às cidades do cinema; dos jardins aos parques temáticos e rotundas, das assessorias e comunicações às viagens e frota automóvel.

Bárbara Rosa e Rui Oliveira Marques frisam que não pretendem diabolizar os autarcas, mas a verdade é que não faltam exemplos de como gastar dinheiro que não existe.

A autora diz mesmo que não percebe como é que o Ministério Público, o único que pode iniciar um processo crime, não intervém mais.

Segundo o ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, em Junho já tinham sido atribuídos 810 milhões de euros a 110 Câmaras, ao abrigo do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL). Outras 18 autarquias esperavam o visto do Tribunal de Contas para receber 166 milhões de euros.
 
Rádio Renascença 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(clique na imagem para ler melhor) 

Etiquetas: , , ,

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

É GASTAR MILHÕES EM OBRAS DE M...!

Apesar do João Manuel Taveira Pinto ter comprado logo pela manhã todos os exemplares do "i" na cidade de Ponte de Sor, aqui fica a reportagem:























Dinheiro Despesa.

 Autarquias desperdiçam milhões 

Por Filipe Morais publicado em 13 Set 2013 - 05:00  

Livro analisa a má despesa das câmaras antes das primeiras autárquicas com limitação de mandatos Milhares de euros em medalhas, em estátuas e monumentos, um deles aos próprios autarcas.
Milhares de euros em almoços, concertos, telemóveis, estudos e projectos. 
Muitos deles ficaram no papel, outros começaram para serem abandonados e alguns revelam-se megalómanos para a dimensão das localidades em que estão inseridos. 
Os autores do projecto Má Despesa Pública lançaram esta semana o livro que mostra como a má despesa pública é feita nas autarquias. 
Não pretendem ter todos os casos, mas lançam um alerta aos eleitores em pleno ano de eleições locais - um alerta que Paulo Morais, da Transparência e Integridade, Associação Cívica (TIAC), diz mostrar que "a frase 'andámos a viver acima das nossas possibilidades' só se refere a 15% da dívida privada", porque a maioria da dívida é do Estado e muita dela feita nas autarquias. 
Nem sempre com grandes projectos, muitas vezes com pequenas despesas que se vão acumulando, como as das refeições. 
O ex-ministro Miguel Relvas é um exemplo referido no livro: durante dez anos, por ser presidente da Assembleia Municipal de Tomar, teve a conta de telemóvel paga pela autarquia sem limites, incluindo entre Março de 2002 e Julho de 2004, quando era secretário de Estado da Administração Local. Segundo a revista "Visão", nos últimos seis anos do período em causa, os custos do telemóvel de Miguel Relvas foram de 26 463 euros. 
O livro de Bárbara Rosa e Rui Oliveira Marques faz uma comparação com o caso do presidente da Assembleia Municipal do Porto, que tem um plafond máximo de 135 euros e prescindiu de o usar. O livro "Má Despesa Pública nas Autarquias" fala ainda de casos que custaram milhões: em 2012, a câmara de Braga gastou oito milhões de euros no início da construção de uma piscina olímpica, para depois desistir do projecto que, se fosse concluído, custaria um total de 25 milhões. A autarquia justificou-se dizendo que a manutenção energética seria insustentável. E, para dar solução ao esqueleto construído, contratou-se uma empresa que sugeriu a construção de um parque temático. Falta apenas encontrar um investidor privado que o queira concretizar. Ainda em Braga, há o caso do estádio de futebol, construído para o Euro 2004, que custou 121 milhões de euros; a câmara contribuiu com 111 milhões e ainda gasta 400 mil euros anuais em manutenção, ficando o patrocínio do estádio para o clube que o usa. Além das obras, o livro refere-se, por exemplo, aos gastos em festas e almoços. Um concerto de Tony Carreira em Albufeira, em 2009, custou 75 mil euros, mas em 2012 o cantor actuou por 42 mil euros em Olhão e Cinfães. Em 2011, a câmara do Crato gastou 60 mil euros num concerto dos Gotan Project e 35 mil num de Gabriel o Pensador. 
Em 2008, Vila Nova da Barquinha começou a preparar um projecto de 170 milhões de euros para construir um parque de diversões para 10 mil pessoas. Nunca saiu do papel. 
Ourém lançou um projecto de um festival de cinema em Janeiro de 2012. Nunca avançou, mas foram gastos 40 mil euros. Ainda em Ourém, foi criada uma parceria público--privada para a construção de um campo de golfe. Foi assinado um contrato de financiamento de mais de 3 milhões de euros, mas o projecto está suspenso. 
Ponte de Sor gastou oito milhões de euros num aeródromo municipal que pode receber aviões como o Airbus A320, com capacidade para 180 passageiros, mas não foi encontrado qualquer estudo para uma infra-estrutura desta dimensão. 
Portimão quis uma Cidade do Cinema. O investimento anunciado era de 3 mil milhões de euros. O projecto tem apenas uma sala de congressos e gastou 270 mil euros em consultoria e brochuras. 
Em Junho houve buscas na câmara de Portimão: o vice--presidente, Luís Carito, engoliu um papel quando foi detido. 
Em Valongo foram gastos, de forma ilegal, 31 185,69 euros em férias não gozadas dos eleitos locais. O presidente da câmara de Valongo, Fernando Pereira, teve ainda despesas não autorizadas de 11 979,09 em refeições. O vereador José Luís Sousa Pinto teve refeições de 4079,44 euros. 
Paulo Morais escreveu o prefácio de um livro que define como "um acto de resistência", porque analisa gastos de "um poder instituído no espaço público com quem ninguém se mete. Tiveram a capacidade de interpretar tudo aquilo que se diz apenas em voz baixa". E, diz, são dados importantes, porque "estas são as primeiras eleições desde que as pessoas sentiram mesmo os efeitos da crise. E as autárquicas de 2013 são as mais importantes de sempre, porque pelo menos 150 presidentes vão mudar. Falta saber se, com a mudança de caras, mudam também as práticas". Paulo Morais e os autores lembram que em muitos concelhos, principalmente nos mais pequenos, as câmaras municipais são os maiores empregadores. "Há meios em que o melhor é ter uma ligação partidária e assiste-se às transferências entre o partido e a câmara, com custos sobre os nossos impostos, porque se contratam boys pelos votos que conseguiram e independentemente da competência", diz Paulo Morais. O responsável da TIAC destaca ainda a importância dos pelouros de Urbanismo: "No início da crise, 70% da dívida estava alicerçada em dívida imobiliária das câmaras. Há duas actividades de alta rentabilidade: o tráfico de droga e o urbanismo, tendo os promotores imobiliários uma absolvição a partir do momento em que conseguem um alvará de loteamento", referiu ainda, para considerar que este livro "é um instrumento que obriga os candidatos a aumentar a transparência na vida pública portuguesa". 

No:JORNAL " i " 13-Setembro-2013

Enquanto continuarmos a ser governados por esta gente, não há pensões, nem salários que cheguem.... Mas o povo continua a votar neles. 
Onde pensa o povo que o Governo vai buscar o dinheiro que os autarcas esbanjam por esse país fora? 
Pelos programas eleitorais, a festança é para continuar. 
Só em iniciativas de pura propaganda eleitoral, a Câmara de Ponte de Sor gasta milhões.

Etiquetas: , , ,

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O QUE EU VEJO...

Confesso que há muito tempo não vinha espreitar este blog, afinal convínhamos que realmente aqui não se aprende muito, digo isto com bastante pena e lamento porque como já tive oportunidade de dizer precisamente neste espaço que é lamentável que num concelho onde a pouca comunicação social que existe está completamente concionada, pois penso que estes espaços podiam de certa forma substituir essa lacuna e estar ao serviço dos cidadãos que livremente querem às vezes expressar unicamente a sua opinião. 
Felizmente que hoje em dia existe as redes sociais e isso de uma forma ou outra dá mais voz a muitos de nós.
Por isso lamento a má utilização que as pessoas fazem deste blog.


No entanto e visto que temos aís as eleições autárquicas, pensei que isto por aqui estivesse a fervilhar, parece que não me enganei, já começou o role de acusações, o role de ofensas, enfim… mas assim não quero de deixar de partilhar algumas ideias sobre este momento tão importante na vida de todos nós.
Passados vinte anos, quase que me apetece dizer como o atual presidente numa entrevista de campanha, salvo erro, na anterior campanha passo a citar as suas palavras: Ponte de Sor está muito melhor que há 50 anos atrás, fim de citação, agora podemos dizer que Ponte de Sor está melhor que há 20 anos atrás.
Temos piscinas, pavilhões, estádios, novos edifícios públicos, equipamentos sociais, culturais, novas políticas de apoio aos mais desfavorecidos, aos idosos, novos projetos educativos etc, etc, enfim um role de políticas públicas que certa maneira vieram melhorar a vida das pessoas, isso é inegável.
Mas não será legítimo, nós perguntarmo-nos! 
Mas afinal quais os concelhos em Portugal que não tem esta realidade? Certamente nenhum, o que quero dizer é que, o que se fez no concelho em vinte anos e não esquecer em condições completamente privilegiadas, fez-se em todos os concelhos de Portugal.
Quando digo em condições privilegiadas, obviamente refiro-me aos fundos estruturais, pois não podemos ignorar que se não fosse os fundos estruturais não se fazia obra alguma no país., muito menos estas obras megalómanos, em grande maioria das vezes sem qualquer equilíbrio de sustentabilidade, rentabilidade e até por vazes de racionalidade completamente duvidosa.
Portanto os vários executivos liderados pelo Taveira Pinto, simplesmente seguiram a corrente de fazer obra, que é o que mais visível e claro o que mais dá votos no futuro.
Mas será que estamos assim tão melhor hoje do que há 20 anos atrás? 
Eu diria que cosmeticamente sim, mas é só cosmeticamente, porque as grandes mudanças que o concelho necessita ultrapassar, vindas ainda do PCP, também não foram conseguidas pelo PS, com uma enorme agravante, é que o PCP, não teve as condições económicas e financeiras que o PS teve neste últimos 20 anos.
Que concelho temos nós ? 
Que tipo de cidadãos temos nós a viver no nosso concelho? 
Que sociedade criámos nós, nestas últimas décadas? Que estratégia implementámos para melhorar o nosso concelho? 
Que futuro e esperança nos reserva o nosso concelho e a nossa região?
 Já olharam bem à vossa volta! 
Pois bem, então parem um bocadinho e reflitam sobre estas questões.
Eu vejo uma sociedade fechada em si mesma, amorfa, amordaçada, sem autonomia, sem espirito crítico, sem determinação, vejo cidadãos completamente dependentes dos subsídios do estado, da caridade assistencial da Câmara, vejo uma sociedade morta sem rumo, sem expetativa de melhorar a sua condição social.
Vejo pessoas a lutarem com toda as suas forças quase como pedintes de subsídios, de rendas de casas, de frigoríficos, fogões, de tijolos, de cimento, de cabazes de natal, enfim de todo tipo de bens e materiais dados pela autarquia como caridade a que muito pomposamente apelidam de luta contra a pobreza.
Vejo injustiças gritantes, vejo falta de solidariedade e humanização entre as pessoas, vejo falta de cultura do mérito e do trabalho, vejo e sinto corrupção, influências, favorecimentos, clientelismo, compadrio, desenrascar no mau sentido da palavra.
Vejo as associações completamente dependentes e amarradas aos subsídios do poder local para sobreviverem, vejo as empresas cada vez mais pobres sem iniciativa de inovar, de criar, de prosperar, enfim vejo uma sociedade civil a definhar todos os dias.
Bem sei que o país no seu todo está com enormes contrariedades, mas o nosso concelho, a nossa região está numa situação gravíssima e sem precedentes.
Os indicadores não enganam e são a melhor prova daquilo que foram as políticas públicas seguidas nestes últimos 20 anos. Só para dar um exemplo a taxa desemprego: Ponte de Sor é o décimo sexto (16°) concelho do país com a maior taxa de desemprego (dados de 2012) com 19,4%, sendo que no feminino ainda é mais elevado, cerca de 22,8%.
Pois bem, é fácil comprovar estes dados na rua, não temos industria, não temos comércio não temos turismo, não temos agricultura, não temos artesanato, enfim não temos força produtiva de coisa alguma, não fosse alguns serviços, por exemplo banca e serviços públicos como escolas e claro o maior empregador do concelho, a Câmara, estávamos de rastos.
É este o nosso cenário, mas isto tem uma explicação e essa explicação passa muito por não ter havido uma mudança estrutural da nossa pequena sociedade durante 20 anos.
Pelo contrário à medida que o PS solidificava as suas maiorias absolutas mais dependência criava em seu redor. O poder absoluto corrompe e é duplamente corrompido. Nós por natureza temos medo da mudança porque isso leva-nos ao desconhecido logo à insegurança, mas é a mudança que trás desenvolvimento, novas realidades, novas formas de ser e pensar.
As pessoas, as intuições, as associações do concelho de Ponte de Sor estão prisioneiras do poder local, foram demasiados anos onde esse poder manipulou, estrangulou, completamente o oxigénio duma sociedade civil moderna, que é a liberdade de pensamento, de expressão e escolha de cada um nós, sem que daí advenha benefícios mas também prejuízos para a nossa vida pessoal e familiar e profissional.
Todos nós, por uma razão ou outra estamos condicionados ao poder local que se foi expandindo e entranhando-se entre as pessoas e as instituições ao longo destes últimos anos, de uma forma avassaladora e voraz, sempre silenciosamente que nós nem nos apercebemos o que nos aconteceu.
Ora é o subsídio para a escola dos filhos, ora é a esperança de emprego para nós ou para os nossos familiares, ora é os estágios para os filhos, ora é os apoios anuais para as associações, enfim uma panóplia de fatores que nos levam a uma vassalagem a este poder criado e por nós consentido de modo que de democrático não tem absolutamente nada.
Foi esta a maior obra conseguida no nosso concelho ao longo destas décadas. Um concelho totalmente deficitário e dependente do poder instituído, isto não aconteceu por acaso, quantos mais as sociedades são dependentes mais difícil é a mudança.
Quando falo de mudança, não me refiro propriamente às pessoas que estão no poder, refiro-me a uma mudança estrutural muito mais vasta e abrangente, a mudança de mentalidade, de cultura, de liberdade, de escolha, de ação, de ser diferente, ousar pensar diferente.
Esta é a verdadeira mudança que nos pode fazer sair deste marasmo social e económico em que estamos mergulhados, só assim poderemos evoluir, não estarmos agarrados ao passado e termos medo do desconhecido: “Tipo, confio nestas pessoas porque já lá estão há muito tempo e sei o trabalho que fazem”.
Como sabem que outros irão fazer um trabalho pior ou melhor? Se nem sequer lhe dão oportunidade de poder mostrar isso mesmo. A história ensina-nos que os maiores avanços sociais, deveram-se a fenómenos de mudança, principalmente das mudanças que referi atrás.
Mais uma vez está na mão do povo encetar passos em frente com vista à mudança, não sei se assim irá acontecer, mas que é uma oportunidade todos nós sabemos que sim, ainda que por imposição legal se verifica uma mudança de rosto, na liderança do grupo de pessoas que nos governaram durante os últimos 20 anos, atrevo-me a perguntar? Essa mudança, esse novo ciclo, essa nova liderança, existe mesmo?
Para mim é obvio que não. Vejo com muita preocupação uma clara falta de rutura positiva com o passado. Isto não quer dizer, que a atual lista do partido do poder tenha que se envergonhar do passado e daquilo que foi feito, pelo contrário muita coisa boa foi com certeza feita, mas era a oportunidade ideal para iniciar uma nova vida politica no concelho.
A lista demostra, medo, hipocrisia e até diria mais alguma falta de respeito pela população do concelho, ou pelo menos a população mais atenta ao fenómeno politico.
Da análise política que se pode fazer, depreende-se que existem elementos que certamente continuam na cena política por se julgar que tem consigo um capital político que não se pode desperdiçar levando por isso, não haver lugar a novos atores políticos o que a mim me faz alguma impressão pela negativa.
Alguém de bom senso, poderá depositar a confiança do seu voto em personagens políticos que nos últimos anos, pouco mais fizeram que estar debaixo dos arcos do edifício da Câmara velha, dias inteiros à conversa com os amigos e afins, quem poderá depositar a confiança do seu voto em personagens políticas que não fazem mais que andar em almoços e jantaradas pelas freguesias com os velhotes e colocar fotografias nas redes sociais, como que uma espécie angariação manipulada de votos.
Tenho plena consciência que muitos de nós vamos votar, naquilo que sempre votamos, ainda não chegamos ao estádio humanizado mais evoluído da liberdade de escolha, sem que estejamos intoxicados por fatores manipuladores que nos levam inconscientemente a fazer essa escolha, (veja-se a ética vergonhosa das inaugurações em tempo de eleições).
 Mas de uma coisa tenho a certeza não é com cosmética politica, que vamos mudar o rumo em que nos encontramos, é com ideias, é com envolvimento, é com dinamismo, é com inovação, é com vontade de fazer sem ter subjacente um interesse por trás, é com persistência e relacionamento com todas as instituições e coletividades do concelho e da região, não podemos estar sós, porque somos muitos bons sozinhos.
Para dar um exemplo do que digo, alguém sabe o que fez a Câmara Municipal nestes últimos 20 anos para melhorar as vias rodoviárias que atravessam o concelho? 
Bem sei que não é da competência dos Municípios fazer estradas nacionais, mas é competência dos municípios fazer pressão sobre as entidades governamentais, para que essas mesmas rodovias possam a vir a ser uma realidade. 
Este é um fator é um fator determinante para o desenvolvimento duma região e dum concelho.
O que fez a Câmara Municipal em prol do IC9 (O IC 9 é um itinerário complementar de Portugal que, quando concluído, ligará Nazaré a Ponte de Sôr1 numa extensão aproximada de 104 km.
É uma via ainda em construção - só o troço Nazaré/Alcobaça/N 1 e os troços entre Porto de Mós (junto a Porto de Mós, Fátima, Alburitel,Ourém) e o IC 3 em Tomar se encontram concluídos.
À parte dos troços já referidos existe ainda um outro troço do IC 9 não construído que não deverá ficar directamente ligado aos restantes. 
Trata-se do troço entre Abrantes e Ponte de Sôr, de 35 km, que se encontra suspenso, visto a concessão Ribatejo, onde estava integrado, ter sido suspensa no início de 2010. 
A ligação entre Tomar e Abrantes não deverá ser executada devido à complexidade da obra, que teria que atravessar em viaduto a Barragem de Castelo de Bode.
O perfil transversal tipo do IC 9 será globalmente de 2+2 vias nos nós de ligação e de 1+1 nos restantes lanços, sendo acrescentada uma via para ultrapassagem nas zonas de elevada inclinação. 
O troço já construído a norte de Tomar conta ainda com cerca de 5 km em perfil de auto-estrada
Estado dos Troços
Troço Estado (04/2012) km
Nazaré - São Vicente de Aljubarrota ( N 1 )
Em serviço (04/2012)
(Concessão: Litoral Oeste) 17,1
Porto de Mós ( N 1 ) - Fátima
Em serviço (04/2012)
(Concessão: Litoral Oeste) 19,6
Fátima - Alburitel
Em serviço (04/2012)
(Concessão: Litoral Oeste) 20,0
Alburitel - Carregueiros
Em serviço (10/2009)
(Concessão: Litoral Oeste) 4,3
Carregueiros - Tomar ( IC 3 )
Em serviço (05/2008)2
(Concessão: Litoral Oeste) 8,5
Abrantes - Ponte de Sôr
Adjudicação do projecto suspensa devido à crise económica
Estudos concluídos e validados ambientalmente 34,6

Ou do IC13? 
Que eu tenha conhecimento a Câmara não desenvolveu grandes esforços para contrariar esta triste realidade, é esta mudança que falo, de entender a política, de fazer politica, de servir o bem comum através da política.
Quando a população do concelho conseguir ultrapassar este síndroma de cegueira coletiva, propiciado por um punhado de pessoas que não fazem mais que um jogo politico pouco honesto e credível, então tenho a certeza que encontrarão as pessoas certas para vos melhor governar.
Não tenhais medo do futuro, votem com a convicção que estão a votar nas pessoas mais capazes mais competentes, mais honestas e idóneas para melhor servir a causa pública.
Bem hajam.
(comentário deixado no post anterior)

Etiquetas: , ,

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CONCELHO DE PONTE DE SOR !

Um concelho fantástico, onde ainda ontem, por volta das 21:00, em Montargil, houve um acidente grave em que acabou por falecer no local, o condutor do motociclo, que se terá despistado e o único agente da GNR, não pôde sair do Posto, porque precisava guardar, o Posto. 
Não ocorreram mais acidentes, por sorte. 

Que belo país este, que belo concelho 



este, que merece estes governantes.

Etiquetas: , , ,

quarta-feira, 3 de abril de 2013

MAIS UMA DAS MUITAS...[Parte II] ESTES SOCIALISTAS DE PONTE DE SOR SÃO MESMO UNS GRANDES VIGARISTAS!



-----PROPOSTA DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA, SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO INSTALADORA, DO LAR DE IDOSOS, COM AS VALÊNCIAS DE RESIDÊNCIA E CENTRO DE DIA, DO MUNICÍPIO DE PONTE DE SOR.------------------------------------------------------------------------------
-----Está presente a Proposta subscrita pelo Senhor Presidente da Câmara, datada de oito (8) de Março de dois mil e treze, sobre o assunto mencionado em título, a qual a seguir se transcreve na íntegra: << Considerando que o Município está a construir um Lar de Idosos com as valências de Residência e Centro de Dia é necessário haver uma Comissão Instaladora que permita o seu bom funcionamento. Para tal, o Presidente da Câmara Municipal iniciou contactos junto de pessoas de reconhecido mérito, a nível de comunidade local, tendente à constituição da Comissão Instaladora. Após reuniões tidas ao longo dos últimos dois meses foi reunindo um conjunto de cidadãos que efectivamente reúnem os pressupostos que tal responsabilidade obriga a ter. Nesse contexto sou a sugerir que a Câmara Municipal aceite que a Comissão Instaladora seja constituída pelos seguintes cidadãos de reconhecida idoneidade moral e competência técnica:-------------------------------------------------------------------------------------------------
Presidência – António Pedro Severino da Rosa;-------------------------------------------------
Vice – Presidente – Joaquim Morujo Henriques;------------------------------------------------
Tesoureiro – Álvaro Gil Sena Lino;---------------------------------------------------------------
1.º Secretário – Maria José Carreiras C. Barradas;----------------------------------------------
2.º Secretário – Etelvina Maria Pereira A. Libério;---------------------------------------------
e que em acta, para o efeito lavrada, aceitaram tal responsabilidade, sou a propor, assim, que a Câmara Municipal aprove a constituição, as respectivas nomeações e demais obrigações associadas ao bom desempenho dos cargos para que foram investidos e queremos que aconteça. ----------------------------
-----A Câmara Municipal tomou conhecimento e deliberou aprovar a proposta apresentada pelo Senhor Presidente da Câmara.-------------------------------------------------
Aprovado por maioria, com os votos de abstenção dos Senhores Vereadores João Pedro Xavier Abelho Amante e Vitor Manuel Feliciano Morgado e os votos favoráveis dos restantes membros.--------------------------------------------------------------
In:Acta 06/2013 da Câmara Municipal de Ponte de Sor de 13 de Março de 2013


ESTÁ 

TUDO

MAIS

UMA

VEZ

PROVADO.

Etiquetas: , , ,

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

MAIS UMA DAS MUITAS...

As vigarices neste nosso concelho de Ponte de Sor continuam a ser mais que muitas.
A última tem a ver com o Lar da Câmara Municipal de Ponte de Sor.
Aparece uma Associação de Solidariedade Social de Ponte de Sor com um comunicado lançado com data de 15 de Janeiro de 2013, pelo qual abrem inscrições para a admissão de utentes.



































(clique na imagem para ler na integra)

Em nenhuma sessão do executivo municipal o assunto foi abordado ou votado.
A dita associação "criada" há imagem e a semelhança do presidente da câmara municipal tem como apaniguados os membros do partido socialista de  Ponte de Sor, António Pedro Severino da Rosa, (chefe das finanças de Ponte de Sor), Enfermeira Etelvina, Álvaro Sena Lino, Maria José Barradas, (funcionária da câmara municipal de Ponte de Sor), Joaquim Morujo Henriques, (presidente da assembleia municipal de Ponte de Sor).
Mais uma vigarice das muitas...



Etiquetas: , , ,

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

AS NOSSAS LOJAS ...
















Antero

Etiquetas: , ,

terça-feira, 2 de outubro de 2012

ECOS DO SOR LAVAM MAIS BRANCO


São conhecidos os meios de propaganda política da Gestão PS e do Presidente da Câmara de Ponte de Sor. E o recurso ao Jornal Ecos do Sor é sintomático. 
A anterior edição deste periódico noticiava o entendimento do presidente da Câmara Municipal e do PS de Ponte de Sor, acerca da aplicação das taxas do IMI a aplicar sobre os imóveis do concelho de Ponte de Sor. 
Uma vez mais e lamentavelmente, numa linha de pensamento único, não foi ouvida a posição das restantes forças políticas representadas no órgão executivo. 
É pois necessário desmistificar o branqueamento que o Jornal Ecos do Sor faz sobre a aprovação das taxas do IMI, propostas e aprovadas pelo PS na Câmara Municipal Ponte de Sor. 
Se é certo que a Câmara Municipal de Ponte de Sor não aplica actualmente as taxas máximas, as deliberações sobre esta matéria neste e nos anos anteriores nunca adoptaram a taxa mínima, como seria desejável e como ao longo dos anos a CDU de Ponte de Sor tem proposto. 

Sem questionar, o jornal limita-se a reescrever o descaramento e a demagogia do Presidente da Câmara Municipal sobre o facto do agravamento encapotado das taxas de IMI se assumirem como fonte de financiamento para as políticas sociais, cuja concretização e resultados efectivos se encontram por apurar. 

Conforme se comprova nesta breve análise, com incidência nos anos do actual mandato, as taxas aplicadas, só não são as máximas, porque os limites fixados na Lei têm oscilado. 
Ainda assim é visível que em 2009 e em 2010, a taxa aprovada pelo PS na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal de Ponte de Sor era a máxima permitida por lei.















































Sabendo que esses limites irão sofrer um agravamento e que se encontra a decorrer um novo processo de avaliação de imóveis que irá actualizar a avaliação predial para valores próximos ou idênticos aos do valor de mercado dos prédios, está uma vez mais implícito o aumento desta parcela na tributação fiscal do próximo ano. 
Infelizmente a gestão PS de Ponte de Sor teima em contraria-la e, pelos vistos, ao Ecos do Sor não interessa fazer perceber aos seus leitores o porquê dos aumentos do IMI. 

João Pedro Amante

Etiquetas: , , , , ,

quinta-feira, 31 de maio de 2012

BARRACAS COMO "HABITAÇÃO SOCIAL" NO MUNICIPIO DE PONTE DE SOR

A Câmara Municipal de Ponte de Sor, aloja habitantes em barracas em pleno século XXI e chama-lhe "Habitação Social do Município".









Os vereadores da CDU na Câmara Municipal de Ponte de Sor já tomaram posição sobre mais esta vigarice do executivo presidido pelo  "socialista" Taveira Pinto.



(clique nas imagens para ver melhor)

Etiquetas: , , , ,

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR PERSEGUE MUNÍCIPES


Reunião de Câmara Municipal de Ponte de Sor, de 
23 de Maio de 2012


– PEDIDO DE APOIO FINANCEIRO PEDIDO DE APOIO FINANCEIRO DESTINADO À REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL, NA ÁREA DA PSICOLOGIA DO TRABALHO E ORGANIZAÇÕES, (…) SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PONTE DE SOR 

Foi presente um oficio da já referida entidade, solicitando um apoio financeiro para a realização de um estágio profissional. 
O pedido de apoio financeiro foi aprovado por maioria, com o voto contra do Senhor Vereador Vitor Manuel Feliciano Morgado e os votos favoráveis dos restantes membros. 

- O Senhor Vereador Vitor Manuel Feliciano Morgado, efectuou a seguinte declaração de voto: “No início do mês de Janeiro do corrente ano, a munícipe Liliana Cristina Canejo de Matos, mestre em Psicologia Clínica e da Saúde, pediu um estágio profissional na área da Psicologia à mesma instituição que agora vem pedir apoio para este estágio profissional. 
No mês de Fevereiro, foi entregue pela instituição um ofício de teor idêntico a este, nos serviços do Município de Ponte de Sor. 
Ora, sendo as duas situações absolutamente idênticas, o que terá levado a maioria socialista a excluir liminarmente a munícipe Liliana Cristina Canejo de Matos do apoio ao estágio profissional, tanto mais que esta apresentou o seu pedido em primeiro lugar? 


Infelizmente, a explicação é óbvia: a munícipe Liliana Cristina Canejo de Matos namora com o irmão do vereador da CDU subscritor da presente declaração de voto. 
No entanto, não é pelo facto de a explicação ser óbvia que deixa de ser menos revoltante. 
Bem pelo contrário, na medida em que ela define bem o grau de perseguição a que são sujeitas, neste concelho, as pessoas que se opõem à maioria socialista, ao ponto de se procurar, inclusive, atingir os seus familiares directos e afins. 
No que refere ao estágio profissional em apreço nada tenho a opor, apenas voto contra pelo facto de não me ser permitido, pelo senhor presidente da câmara de Ponte de Sor, de fazer declarações para acta quando voto a favor ou me abstenho.


Etiquetas: , , , ,

terça-feira, 15 de maio de 2012

PORRA QUE É DEMAIS!

A Câmara Municipal de Ponte de Sor deliberou: “Atribuir um subsídio ao Coral Polifónico de Ponte de Sor – Associação Cultural, no valor de 15.190,00 €, para fazer face às despesas com a deslocação a Callela – Espanha,
 (…) Acompanharão o Grupo Coral Polifónico de Ponte de Sor, dois representantes da Autarquia.” 

——————————— 
Aprovado por maioria, com os votos contra dos Senhores Vereadores Vítor Manuel Feliciano Morgado, Joaquim Augusto Guiomar Lizardo e o voto de abstenção da Senhora Telma Margarete Cardiga Bento Silva e os votos favoráveis dos restantes membros.

O Senhor Vereador Vitor Manuel Feliciano Morgado, efectuou a seguinte declaração de voto: “Como referi na reunião de Câmara de 29 de Fevereiro de 2012, em que esteve presente quatro deslocações ao estrangeiro (Cabo Verde, Itália, Hungria e Roménia), e não obstante o mérito que os Grupos Culturais têm, não estou contra que os mesmos tenham representação em eventos internacionais e que a Câmara os apoie. 
No entanto, as condicionantes financeiras, que se reflectem em muitas deliberações e decisões com condicionalismos e restrições a outros sectores, impedem-me de votar favoravelmente a mais uma deslocação ao estrangeiro, desta vez a Barcelona.” 

O Senhor Vereador Joaquim Augusto Guiomar Lizardo, também efectuou a seguinte declaração de voto: “Entendo votar contra já que face aos condicionalismos de natureza económica. Financeira e até social, que o País e o Concelho vivem, entendo que não se reúnem as melhores condições para que a Câmara assuma nesta altura este encargo. Devo reconhecer no entanto o elevado mérito artístico e cultural do Coro e do justo valor que a Câmara lhe deve reconhecer, ainda assim politicamente julgo que não é de facto uma boa altura. Por outro lado, face ao precedente que está criado de outras organizações do Concelho terem idêntico e legítimo direito de participarem em eventos no estrangeiro, que devemos sobre certas condições (em valor e número de eventos a participar por ano) sempre patrocinar, deva ser criado no Regulamento específico as condições que este tipo de evento possa ser patrocinado



Etiquetas: , , , ,

quarta-feira, 4 de abril de 2012

NOVAS VIAGENS, O POVO PAGA!


CONVITE PARA A ORQUESTRA LIGEIRA DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR, REALIZAR TRÊS CONCERTOS, NO ÂMBITO DO FESTIVAL SETE SÓIS SETE LUAS, EM CABO VERDE, NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE SETE (7) E ONZE (11) DE NOVEMBRO DO CORRENTE ANO / ASSOCIAÇÃO SETE SÓIS SETE LUAS).

———————————

CONVITE PARA A ORQUESTRA DE HARMÓNICAS DE PONTE DE SOR REALIZAR DOIS (2) CONCERTOS, NO ÂMBITO DO FESTIVAL SETE SÓIS 30 SETE LUAS, NA ILHA DA SARDENHA (ITÁLIA), NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE CATORZE (14) E DEZASSETE (17) DE JULHO, DO CORRENTE ANO / ASSOCIAÇÃO SETE SÓIS SETE LUAS.

———————————

CONVITE DO INTERNATIONAL CHILDREN´S ART FESTIVAL, YOUTH, INSPIRATION, TALANT, PARA O GRUPO “FIESTA”, DE PONTE DE SOR, PARTICIPAR NO FESTIVAL “CONSTELLATION”, EM BUDAPESTE (HUNGRIA).

———————————

CONVITE DA FUNDATIA, INTER – ART, AIUD FOUDATION, DE AIUD (ROMÉNIA), PARA A PARTICIPAÇÃO DE TRÊS ALUNOS E UM TUTOR (PROFESSOR), NA VII EDITION DA INTER – ART INTERNATIONAL YOUTH ART CAMP

———————————

Deliberação na deslocação a Cabo verde e a Italia : “A Câmara Municipal de Ponte de Sor tomou conhecimento, e deliberou, aceitar o Convite (…) sendo que em representação da Câmara Municipal (…), deslocar-se-á o Senhor Presidente da Câmara, João José de Carvalho Taveira Pinto e outro elemento do Executivo da Câmara Municipal de Ponte de Sor , autorizando-se o pagamento das despesas das viagens com o Senhor Presidente e do outro elemento do Executivo da Câmara.”

Deliberação na deslocação à Hungria: “Aceitar o convite (…) Nomear a Senhora Vereadora Alice Emília Fernandes Martins Monteiro ou outro elemento do Executivo, para acompanhar o Grupo, em representação da Câmara Municipal no evento, autorizando desde já o pagamento das despesas com as deslocações, assim como o convidado Professor João Manuel de Carvalho Taveira Pinto (…).

Deliberação na deslocação à Roménia: “Aceitar o convite (…) Nomear a Senhora Vereadora da Educação, Alice Emília Fernandes Martins Monteiro e outro elemento do Executivo, para acompanhar o Grupo, em representação da Câmara Municipal, no evento, autorizando desde já o pagamento das despesas com as respectivas viagens.

———————————

Os 4 assuntos foram aprovados por maioria, com os votos contra dos Senhores Vereadores Joaquim Augusto Guiomar Lizardo e Vitor Manuel Feliciano Morgado, o voto de abstenção do Senhor Vereador João Pedro Xavier Abelho Amante e os votos favoráveis dos restantes membros.

O Senhor Vereador Vitor Manuel Feliciano Morgado, efectuou a seguinte declaração de voto: “Não estou contra que os agentes culturais do Concelho tenham representação em eventos internacionais e que a Câmara os apoie. No entanto, entendo que as condicionantes financeiras, que se refletem em muitas deliberações com condicionalismos e restrições a outros sectores, impedem de votar favoravelmente a quatro deslocações ao estrangeiro presentes nesta reunião e respectivas comitivas. A saber: Cabo Verde, Itália, Hungria e Roménia.”

O Senhor Vereador Joaquim Augusto Guiomar Lizardo, também efectuou a seguinte declaração de voto: “Face à conjuntura económica que o País, o Concelho, as Famílias e as Instituições vivem, do meu ponto de vista não estão reunidas as condições adequadas para que o Município possa suportar os encargos com deslocações ao estrangeiro. Com isto, não significa que não reconheça o enorme mérito do trabalho desenvolvido pelas Instituições, apenas relevo quando se pedem sacrifícios à população e quando existem tantos desempregados no Concelho, pessoalmente não acho correcto o Município de Ponte de Sor assumir este tipo de encargos”.


— do Largo 25 de Abril

Etiquetas: , , , , ,