segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CONCELHO DE PONTE DE SOR !

Um concelho fantástico, onde ainda ontem, por volta das 21:00, em Montargil, houve um acidente grave em que acabou por falecer no local, o condutor do motociclo, que se terá despistado e o único agente da GNR, não pôde sair do Posto, porque precisava guardar, o Posto. 
Não ocorreram mais acidentes, por sorte. 

Que belo país este, que belo concelho 



este, que merece estes governantes.

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sábado, 12 de setembro de 2009

PSD/CDS-PP APRESENTAM CANDIDATOS ÀS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS EM MONTARGIL [IV]



A coligação PSD/CDS apresenta amanhã na Vila de Montargil, no Café Raposo, pelas 17,00 horas, os candidatos do PSD/CDS às Eleições Autárquicas do concelho de Ponte de Sor, do próximo dia 11 de Outubro de 2009.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

BLOCO DE ESQUERDA APRESENTA:

Candidaturas aprovadas em plenário distrital

Os aderentes do distrito de Portalegre aprovaram as candidaturas distritais do BE às legislativas e Autárquicas.
As apresentações públicas das listas serão em data a anunciar.
Legislativas:
1º Efectivo - Maximina Bizarro / Enfermeira Chefe (Independente)
2º Efectivo - Paulo Cardoso / Analista

1º Suplente - Natércia Lopes / Técnica Bibliotecária

2º Suplente - José Moura / Desenhador


Autárquicas:

Portalegre:

Câmara Municipal - Marco Ferreira / Médico (Independente)

Assembleia Municipal - José Manuel Basso / Médico (Renovador Comunista)
Assembleia de Freguesia / Sé - Artur Calado / Técnico de Inseminação Artificial

Elvas:

Câmara Municipal - Luís Pedras / Formador-Ceramista

Assembleia Municipal - Alcides / Professor (Independente)

Assembleia de Freguesia / Alcaçova - Vicente Beringela / Pintor (Independente)

Assembleia de Freguesia / Caia e S. Pedro - João Choças / Desempregado

Assembleia de Freguesia / Assunção - Rui Sampaio / Técnico de
Reeducação (Independente)

Nisa:
Assembleia Municipal - Mário Mendes / Jornalista (Independente)

Assembleia de Freguesia / Nª Srª Graça - José Moura / Desenhador

Ponte de Sôr:
Assembleia de Freguesia / Montargil - Luís Batista / Servente


Campo Maior:

Assembleia de Freguesia / Nª Srª Expectação - Joaquim Gordo / Reformado

Existem ainda outras candidaturas por ultimar para as quais a Comissão Coordenadora Distrital ficou mandatada para ratificar.

Portalegre
A Comissão Coordenadora Distrital

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

MONTARGIL - CENTRO DE SAÚDE FECHADO

Médica de baixa

Centro de Saúde de

Montargil encerrado




O tempo passa e parece que os problemas no Centro de Saúde de Montargil acrescem. Depois do problema da falta de médicos, a única profissional de saúde efectiva, que acumula funções de directora clínica, acabou de meter baixa. Neste momento, a unidade encontra-se encerrada.

"A única médica ao serviço permanente acabou por meter baixa médica até ao dia 2 de Março, até lá o Centro de Saúde vai estar sem médico", revela António Teles, da Comissão de Utentes de Montargil.

Lamentando esta situação que deixa bastante consternada a população, António Teles não acredita que a sua resolução esteja para breve. "Certamente que vai ficar por resolver", até porque "havia uma médica que vinha ao Centro de Saúde fazer um dia por semana, mas que tem faltado frequentemente, o que deixa a extensão de Foros de Arrão também sem médico", denunciou.

Note-se que os cerca de quatro mil utentes são, na sua maioria, idosos e com poucos recursos, têm agora que se deslocar a outras unidades de saúde, nomeadamente o Centro de Saúde de Ponte de Sor ou até ao Hospital de Abrantes.

Para além dos muitos quilómetros que têm de fazer, António Teles frisou que os constrangimentos para os utentes não se ficam por aqui. "Muitas vezes as pessoas chegam a Ponte de Sor e têm de pagar a ambulância de ida e regresso, porque na credencial não lhes é colocado um carimbo como sendo uma situação urgente. Isto é um grande transtorno tendo também em conta que se tratam de pessoas que vivem apenas da agricultura e têm reformas na ordem dos 200 euros. Se tiverem de se deslocar a Ponte de Sor duas ou três vezes por mês ficam sem dinheiro e depois não têm recursos para poder comprar, por exemplo, alimentos", revelou.

Sem médico no Centro de Saúde até Março, pelo menos, a Comissão de Utentes ainda não reuniu com a população e ainda não se sabe quais as próximas medidas a tomar. Contudo, António Teles mostra-se convicto de que "tudo o que estava ao nosso alcance foi feito".

Até ao momento, a Comissão de Utentes nunca baixou os braços. Depois de um buzinão, do envio de uma carta aberta à ministra da Saúde "que não nos atendeu e nem se dignou a responder-nos", e de várias deslocações à Assembleia da República, a Comissão aguarda audiências com os deputados do PS e do PSD.

Ainda no mês de Dezembro a Comissão foi recebida pelos deputados do PCP, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista Os Verdes (PVE), e encontra-se agora a agendar uma data para uma audiência com o CDS/PP.

Apesar de todos estes esforços, os resultados têm sido muito poucos e, por essa razão, António Teles considera que a resolução dos problemas no Centro de Saúde de Montargil "não está nas mãos da Comissão de Utentes, mas sim dos responsáveis locais e nacionais".

Recordando que na unidade de Montargil já houve internamentos com 12 camas e urgências 24 horas por dia, António Teles lamenta que, actualmente, já não existam urgências e o Centro de Saúde tenha ficado sem médico.

"É lamentável. Estamos a regredir no tempo. Quando imaginávamos que o direito à saúde também se aplicava à Freguesia de Montargil, neste momento isso não acontece. As pessoas são privadas de um direito que está na Constituição da República Portuguesa. Pagamos impostos tal e qual os outros cidadãos do País e depois estamos nesta situação. Parece que estamos desprotegidos daquilo que são os direitos mais elementares, que é o direito à saúde", declarou com tristeza.


Catarina Lopes
Jornal Fonte Nova

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

MONTARGIL, NÃO PERTENCE AO CONCELHO DE PONTE DE SOR ?

O motivo que me traz aqui, e me dirijo até vós, é nem mais nem menos, o facto de mais uma vez Montargil ter ficado de fora !!!



Não é que os montargilenses não estejam já habituados, mas acho de uma falta consideração, ética e prática de bons costumes, a situação de como, não puderam reparar que a maior freguesia do concelho em território e uma das mais importantes, não conste da lista de freguesias do concelho, ainda para mais no site da própria câmara municipal.
Lamentável direi e de uma falta de consideração nunca vista, que não sei se hei-de rir ou chorar ...
Um erro na gestão do site, um esquecimento...
Sim, serão desculpas muito fáceis de dar!

No entanto na realidade, no sentimento de montargilenses, amigos de Montargil e outros, o sentimento é mútuo na falta de consideração, que a Câmara Municipal de Ponte de Sor tem tido para com Montargil nos últimos anos.


Amigos, visitantes da terra, pessoas ligadas à hotelaria, ao turismo, empresas de eventos, para não falar dos próprios montargilenses, todos lamentam e se perguntam, de como é possível a câmara não investir mais nesta freguesia, pois é como um oásis que tem de tudo para ser explorado e aproveitado, mas que as infraestruturas actuais que deverão ser da responsabilidade da Câmara Municipal de Ponte de Sor e Junta de Freguesia de Montargil não lhes permitem ainda investir nesta freguesia...


A Ponte de Sôr passa por maus momentos, em que o comércio fecha algumas das suas portas, os locais têm de procurar outras localidades para trabalhar ou emigrar, fazem-se obras secundárias em que se gastam fortunas (caso da Fundação e do Pavilhão Novo) e que pouco ou quase nada trazem de produtivo ao concelho, e isto para não falar de quando a Delphi encerrar portas.
Como é possível meus senhores e com uma freguesia como a de Montargil ainda por explorar num seu todo, como é possível não investir fortemente e a curto prazo nesta, pois é de fácil percepção que todas as outras existentes no concelho beneficiariam com estes investimentos!
Quando me refiro a ser vantajoso, falo em mais turismo para o concelho, maior oferta hoteleira, mais comércio, mais emprego, localização mais próxima do futuro aeroporto, enfim, uma quase infindável panóplia de novas ofertas que poderiam surgir em Montargil, caso a consideração/investimento pelo órgão local -
Câmara Municipal de Ponte de Sor por Montargil tivesse sido outro no passado ou for outro num futuro a curto prazo!
Pois se este investimento não for efectuado atempadamente e a curto prazo, outros concelhos aproveitarão melhor estas oportunidades de negócio, com fortes investimentos, na inovação, formação, infraestruturas, entre outros, e ai sim, nem Ponte de Sôr, nem Montargil, nem as outras freguesias do concelho de Ponte de Sôr, ficarão alinhadas com o país, ficando mais uma vez, uma parte do interior alentejano numa situação de regressão, face à média nacional, em termos do que será as condições de vida dos residentes no concelho, num futuro, que se avizinha se calhar mais próximo do que todos nós pensamos....

Pensem nisto, por favor!!!


"A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro."
[ John F. Kennedy ]


PS: Ainda em relação a esta grande lacuna, por favor Sr. Presidente da Câmara e seus assessores, como é possível os senhores serem eleitos e estarem ligados ao partido político - PS que defende claramente e de forma inequívoca a descentralização, e o concelho de Ponte de Sôr vive o oposto, em que é claro e óbvio a centralização de poder, infraestruturas,..., na freguesia de Ponte de Sôr.
Em relação ainda a Montargil, podem-me vir dizer que existem projectos já aprovados e outros que irão começar dentro em breve, mas quem conheça esta realidade, saberá bem que mais uma vez será a política do deixa andar em detrimento do fazer.
Existem projectos, que estão aos anos em gavetas e que estão prometidos, mas a realidade é aquela que vai deixando passar o tempo e de promessas e no fundo as obras não nascem...

"Precisamos de homens que consigam sonhar com coisas que nunca foram feitas."
[ John F. Kennedy ]

Montargil é lindo e merece mais,

para estar esquecido ...


Gerónimo

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

DO CORREIO...

senhor administrador do blog não sabia onde colocar esta preciosa informação sobre a governação da vossa cidade, estou e muito bem informado do seguinte:
1º - O tão apregoado aeródromo com os meios nacionais da protecção civil vão sair de Ponte de Sor, perguntem ao senhor Presidente por favor e logo saberão a resposta e certamente ouvirão mais uma.
2º - O dinheiro para o financiamento não veio do governo e o projecto parou ou avança mas com dinheiros do municipio, mas os meios vão para Portalegre é que o senhor Mata Caceres é mais célere e inteligente.
3º- Esteve projectada uma praia fluvial para Montargil, mas como vem ai as eleições, os senhores politicos vão avançar com o piso sintético no campo de futebol no laranjal e só.
Não os masso mais, esperem mais quatro anos de amargura pois o senhor Pinto não se vai embora ainda, porquê sabem, eu talvez saiba, mas gostaria de ver este assunto discutido, mas sem se ofenderem uns ao outros como é hábito, mal, na minha forma de pensar, mais informo que no meu curso superior não frequentei a disciplina de falta de educação e que não há muitos dias vi o responsável por essa edilidade ter perante um cidadão.
Muito mal vai a vossa cidade com gente assim ao leme.

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domingo, 24 de junho de 2007

COINCIDÊNCIAS NÃO É!


Ler aqui as preocupações do Sr. Taveira Pinto e do Sr. Carlos Saraiva com o desenvolvimento de Montargil só não dá vontade de rir por ser trágico.

Deixo de lado o tal Saraiva que é um negociante e que, como outros, à primeira oportunidade dará de frosque e deixará mais uns mamarrachos a desfigurar a paisagem.

Lamento que lhe seja permitido construir ilegalmente e que se lhe dêem facilidades que se negam aos naturais e habitantes de Montargil.

Quanto ao interesse do Dr. Taveira por Montargil relembro só o campo de futebol prometido na presença do Engº Guterres aquando da inauguração da Escola Básica de Montargil, que como escola da 3º ciclo estará condenada por falta de alunos;
relembro a Zona para Equipamentos Industriais e Oficinas de que nunca mais se ouviu falar;

relembro as Piscinas de Montarg
il que nunca existirão;
relembro a Biblioteca que seria construída ou reformulada na Casa do Povo;

relembro o estado a que chegou a assistência no Centro de Saúde;
relembro as guerras e os enxovalhos que o falecido Peter Neufert teve de aturar, etc...etc...

Parece que alguns montargilenses se contentam com todas estas promessas e com os amendoins com que os vão entretendo.

É a vida... mas seria interessante ver quantos habitantes perdeu Montargil no consulado do Dr. Pinto...

Coincidências não é!

Espartano

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sábado, 16 de junho de 2007

CONSTRUÇÕES NA ALBUFEIRA DE MONTARGIL ...[III]

Os podres vão sendo denunciados.

E a casa do sr. Saraiva, construída sobre a barragem com muros na cota 80????????

Até agora havia uma faixa de protecção em redor da barragem para passagem pedonal.
Este sr. tem TUDO murado.

Verifiquem por favor, a casa fica em frente ao café do Tonho.

A vergonha É uns poderem fazer (sabe-se lá porquê) e outros andarem anos à volta da Câmara Municipal de Ponte de Sôr para conseguirem fazer umas pequenas obras em casas das quais muitas vezes não se vê a barragem.


Vieram com as restrições de navegação na barragem para não se ver esta obra na Sagolga???????

A situação é bem mais grave do que aquilo que se pensa.

Quem tem puder que investigue pois o que se está a passar em torno da barragem é muito grave.

Este socialismo realmente está pelas ruas da amargura.

A. Soares

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CONSTRUÇÕES NA ALBUFEIRA DE MONTARGIL ...[II]

AOS MONTARGILENSES



Antes que me acusem de ser comunista, afirmo já que sou socialista filiado, apenas votei na 1ª legislatura do Pinto, porque vi logo o que ele era como presidente, por isso estou á vontade para fazer este comentário.
Quase que apetece dizer, não deixa de ser irónico e bem merecido tudo aquilo que estão fazer na barragem de Montargil, quer estejam de acordo ou não devem estar muito bem caladinhos, pois apostaram neste senhor Presidente de CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SÔR e deram-lhe aquilo que ele mais queria, a maioria absoluta.
Até hoje ninguém me conseguiu explicar, como é que em
30 anos de democracia o PS nunca tinha ganho a freguesia e como chegou a esse resultado logo no mandato que era a grande oportunidade de acabar com a maioria absoluta e o poder absoluto do Presidente.
Que armas foram usadas?
O que levou a população a acreditar neste executivo que até então não tinha feito nada na freguesia?
Promessas!!!
Ameaças!!!
Ou ambas!!!

Tudo serviu e pelos vistos deu um resultadão.
Agora vão ter a colheita daquilo que plantaram.
Só para terminar, quero dizer que agora em Montargil, o Deus todo-poderoso é o Sr.Carlos Saraiva, nunca ouviram que «em terra de cegos quem tem olho é rei» pois este Sr. é igual a muitos outros que o Presidente Taveira Pinto tem feito negociatas, caso Motorávia, Dyno Aéreo , por aí fora, quando isto não lhe servir para nada, vai deixar a albufeira de Montargil de pernas para o ar, só para vos descansar, este senhor tem dezenas de processos em tribunal com Municípios, por incumprimento de contratos e ilegalidades.
O Empreendimento São Rafael no Algarve fala por si.

Montargil só tem aquilo

que merece

(disse)


P.T.L.

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domingo, 13 de maio de 2007

O FUTURO SUBERÍCOLA DA CHARNECA DE MONTARGIL


No próximo dia 25 de Maio irá realizar-se o seminário “O FUTURO SUBERÍCOLA DA CHARNECA DE MONTARGIL” que decorrerá na Herdade dos Leitões em Montargil, o qual foi organizado pela Fundação João Lopes Fernandes com a colaboração da AFLOSÔR – Associação dos Produtores Florestais da Região de Ponte de Sôr, da Junta de Freguesia de Montargil e da Leadersor - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Sôr , o apoio do Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas e dos programas FEOGA Orientação e Leader+.
Os trabalhos, que decorrerão no ceio do próprio montado, à sombra de frondosos sobreiros, terão inicio pelas 10 horas e serão presididos pelo Senhor Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Dr. Rui Nobre Gonçalves.

Irão ser abordados os temas inerentes aos problemas e potencialidades suberícolas da “Charneca de Montargil”, com vista à elaboração e implementação de um programa específico, ajustado às realidades, para reposição do potencial produtivo e inovação e aperfeiçoamento dos métodos e técnicas da exploração e produção suberícola.
Haverá ainda um certame, para apresentação de ideia e equipamentos destinados à floresta e, em particular, aos povoamentos de sobro, com ênfase nos processos de extracção mecânica da cortiça.
Será apresentado o Prémio Dona Leonor Lopes Fernandes Vieira Lopes, destinado a galardoar trabalhos inéditos, com aplicação prática no domínio da subericultura e cuja atribuição terá uma periodicidade trienal, no valor de 4.500 euros.
No âmbito do Programa Leader+, será lançada uma brochura intitulada “A Charneca de Montargil”, editada em português e inglês e de distribuição gratuita, na qual se faz resumidamente a caracterização ecológica, económica e social do espaço rural da região.


Refira-se que a “Charneca de Montargil” foi definida por Pina Manique e Albuquerque, na sua Carta das Regiões Naturais do Continente Português (1945), sendo considerada o “solar do sobreiro”, onde se produzem cortiças de superior qualidade, caracterizadas pela sua extrema leveza e elevado rendimento industrial.

Os oito concelhos abrangidos pela “Charneca de Montargil” (Alter do Chão, Avis, Crato, Coruche, Gavião, Mora e Ponte de Sôr) produzem, em cada novénio, cerca de 24 milhões e quinhentas e oitenta mil arrobas de cortiça, o que equivale a 26,1% da produção nacional e a 13,7% da produção mundial.

Um estudo recentemente realizado pela Fundação João Lopes Fernandes revelou que a produção actual de cortiça nesta região se situa em aproximadamente 2/3 do seu potencial produtivo, que a mortalidade dos sobreiros não atinge 10% dos povoamentos, como foi amplamente divulgado, mas o valor 0,56 árvores por hectare/ano, o que se considera abaixo dos padrões normais, embora se levantem alguma preocupação, por existirem áreas com mortalidade mais concentrada e detectou algumas áreas de montado, submetidas a uma gestão mais adequada, onde a densidade de povoamento quase duplicou.
O mesmo estudo revelou que a situação actual da “Charneca de Montargil” é preocupante; o seu progresso económico e social tem vindo, cada vez mais, a afastar-se das zonas mais progressivas do País, tornando-se, também, cada vez mais, numa região humanamente desertificada e, por isto, à mercê do fogo.

À semelhança de outras regiões do País, os montados de sobro e a cortiça continuam a ser o principal suporte da “Charneca de Montargil”, dela dependendo, directa ou indirectamente, a grande maioria da população.
Através dos sobreiros, que proporcionam os salários mais elevados de todas as actividades primárias, conseguem-se retirar dos solos extremamente pobres da região, sem grandes possibilidades de outra produção, os rendimentos da sua decadente população rural e de parte significativa da sua crescente população urbana, cada vez mais dependente da industria corticeira.
A Charneca de Montargil não pode, por isto, continuar à sombra de uma política de desenvolvimento rural virtual, pretensamente assente em actividades acessória que, por muito locativas que possam ser, não resolvem mais do que umas quantas situações individuais e, de forma alguma, os problemas sociais e económicos da região.
Por isto, os principal objectivos deste seminário são a mobilização dos agentes da fileira, nomeadamente os produtores, cuja sobrevivência económica, a curto prazo, dependerá exclusivamente da cortiça, para que desenvolvam e aperfeiçoem as suas técnicas de exploração e produção, sensibilizar o poder autárquico, que detêm cada vez mais poder de intervenção e responsabilidades florestais, de que o verdadeiro suporte do desenvolvimento e bem-estar dos seus municípios tem por base os montados e povoamentos de sobro, a produção e a industria da cortiça e alertar o poder central da precariedade que enferma a “Charneca de Montargil”, desde há muito vitimada por políticas de desenvolvimento rural ruinosas, quando em tanto contribui para a economia nacional, e consciencializá-lo da urgência de adopção de medidas concretas e eficazes, que devolvam à região o seu potencial produtivo.

A “Charneca de Montargil” é detentora de mais de um quarto da única produção nacional sem concorrência externa, a cortiça, e de uma das maiores riquezas do País, que são os montados e povoamentos de sobro.
Por isto, há que consciencializar a opinião pública do contributo que presta à economia nacional e proporcionar-lhe os meios necessários ao seu desenvolvimento endógeno.

O manifesto desinteresse nacional pela produção de cortiça poderá, mais cedo do que se pensa, exterminar definitivamente grandes áreas do chamado “mundo rural”, fazer desaparecer os montados, criar mais pobreza e maiores problemas económicos ao País.



O Conselho de Administração

http://fundacaojlf.no.sapo.pt/

Sec. Geral: Eng.º Pedro Pacheco Marques

Tm.: +351 916620811

ppm.fundacaojlf@mail.telepac.pt

Sede: Herdade dos Leitões

7425-014 MONTARGIL

Tel./Fax: +351 242908006

Tm: + 351 963055831

fundacaojlf@mail.telepac.pt


Secretariado do Seminário:

Tm.: +351 916620811

charneca.montargil@mail.telepac.pt

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segunda-feira, 16 de abril de 2007

INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS EM MONTARGIL


O recente episódio do buzinão pelas ruas de Ponte de Sôr, como forma de protesto pela intenção de encerramento do Centro de Saúde de Montargil, recorda-me, mais uma vez, a ausência, recorrente, da capacidade de planeamento do nosso país.

Ou seja, por lado, assiste-se, através de dois grupos privados, a importantes investimentos nesta freguesia, tendo em vista a exploração do potencial turístico deste pólo do nosso concelho.

Por outro lado, através da autarquia, investe-se num Quartel de Bombeiros em Montargil e na formação de duas dezenas de bombeiros locais.

Contudo, não consentâneo, com esta politica, desinveste-se, naquilo que são as necessidades mais básicas da população, residente ou eventual e que neste caso espera-se que seja significativa, como aliás, já foi em anos anteriores.

Interessante também é a entrevista do Presidente da Junta de Freguesia, ao outro jornal local, quando refere, não poder “aceitar que hajam partidos políticos a querer tirar proveito desta situação” ou o recado à “comissão de utentes que não se deixe partidarizar”. No mínimo, é caricato - então o presidente da Junta não é eleito por um Partido? A intenção de encerramento não é resultante do exercício, legitimo, de um governo, eleito por um partido? Ou supostamente só os membro eleitos e por ventura, só alguns, defendem os reais interesses da população?

Por mim, foi uma forma de contestação, perfeitamente legitima, interessante, e muito louvável, embora não saiba, nem me interessa saber, se está algum partido implícito. Se não está, deve estar, obviamente. É para isto que os partidos e outras organizações servem. [...]


Joaquim Lizardo, in Jornal A Ponte, ed. Abril.2007

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terça-feira, 27 de março de 2007

SAÚDE EM MONTARGIL


"Os Verdes" querem mais médicos e meios técnicos em Montargil

O Partido Ecologista "Os Verdes" questionou hoje o Governo sobre a necessidade de melhoria das condições de funcionamento do centro de saúde de Montargil, concelho de Ponte de Sor, com reforço de meios humanos e técnicos

Num requerimento dirigido ao ministro da Saúde, Correia de Campos, a deputada ecologista Heloísa Apolónia considera que o actual serviço prestado no centro de saúde "é manifestamente insuficiente".

Além das "instalações degradadas", segundo a deputada, o centro de saúde de Montargil funciona actualmente apenas com dois médicos, quando já teve o dobro, foi "destituído" de várias valências e tem um serviço de atendimento permanente com um "horário altamente reduzido".

"Estes dados demonstram que o centro de saúde tem perdido qualidade no atendimento e que tem sido fragilizada a resposta relativa a cuidados de saúde à população" de Montargil, num total de quatro mil habitantes, escreve Heloísa Apolónia.

No requerimento, a deputada de "Os Verdes" questiona o governo sobre a sua verdadeira intenção quando "diminui, constante e significativamente, a capacidade de resposta do centro de saúde", em termos de meios humanos e horário de funcionamento.

"Será que a intenção é degradar de tal forma este serviço de saúde para de seguida vir alegar que ele não está a servir adequadamente a população e justificar depois o seu encerramento", pergunta a mesma deputada.

No início deste mês, a população de Montargil protestou, com uma marcha automóvel, contra a redução do horário de funcionamento das urgências e a falta de médicos no centro de saúde.

A iniciativa, que reuniu cerca de 300 pessoas, serviu também para "expressar a revolta popular contra a falta de obras de conservação" na unidade de saúde e para alertar a classe política para a "situação insustentável que se vive em Montargil", segundo António Manuel Teles, porta-voz da Comissão de Utentes.

A mesma comissão exigiu "decisões urgentes", depois de, no início do ano, ter solicitado, por duas vezes, uma audiência ao ministro da Saúde. De ambas as vezes, e até ao momento, não houve resposta.


Lusa

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2005

DO CORREIO... Do Correio...

MAU AMBIENTE EM MONTARGIL


Caros Senhores se não sabem o que fazer com o mau ambiente, perguntem ao Sr Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim ,que apesar de ter a câmara mais pobre do pais tem feito um trabalho exemplar, tendo recebido com todas as honras "Galardão das Cidades mais Limpas".
Estão de parabéns ele e todos os seus colaboradores.
Nós aqui nesta terra desgraçada de Montargil só nos resta chafurdar na merda do lixo é odioso é deprimente!
Carlos

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terça-feira, 18 de janeiro de 2005

DO CORREIO... Do Correio...


Exmo Zé da Ponte

Parabéns pela sua coragem.
Nasci e resido em Lisboa, onde trabalho.
Há 20 anos descobri e apaixonei-me por Montargil, onde comprei uma casa e passo todos os fins de semana.
Uma terra cheia de potencialidades para um desenvolvimento equilibrado na área do turismo.
Mas a falta de visão estratégica dos dirigentes locais, parou a terra no tempo.
Em vez de se cativar os visitantes, não criam-se dificuldades para que se vão embora.
O plano de água, um dos melhores do País para actividades nauticas de lazer não são permitidas, em nome de planos ambientais.
E as pessoas não contam?
Em Montargil não há industria nem serviços.
Até o banco Milenium encerrou recentemente as suas instalações.
É com muita pena que vejo os meus amigos residentes a partirem para outras paragens em busca daquilo que a sua terra não lhes dá. Trabalho.
O seu blog tem um aspecto positivo, alerta para problemas que as pessoas sabem, mas evitam abordar. por isso os meus parabéns e continue.

Um Amigo de Montargil

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

MAIS UMA BRONCA DO TAVEIRA PINTO


À POPULAÇÃO DE MONTARGIL

O Presidente da Câmara decidiu distribuir um comunicado, em porta a porta usando o pessoal da Câmara, para justificar porque não fez investimentos em Montargil durante os 11 anos do seu mandato.

Como na fábula do lobo e do cordeiro, a responsabilidade é dos Vereadores da CDU e dos Deputados que visitaram o concelho e aqui viram e testemunharam os crimes ambientais da responsabilidade de Taveira Pinto.

Pelo que reclama, os Vereadores da CDU, o Deputado do PCP Rodeia Machado e a Deputada do Partido 'Os Verdes', deveriam ser seus cúmplices, pelo silêncio e omissão, nos crimes ecológicos e contra a saúde pública de que é único responsável, perante a população do concelho, em geral, e de Montargil, em particular.

Mas o que foi denunciado publicamente com o convite e a visita aos Deputados?
Foi verificada a incúria, o desleixo e a incompetência do Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, Taveira Pinto, na área do Ambiente que nesta, como noutras, está à vista de todos.

Mesmo com o enterramento apressado nalguns locais, ainda são bem visíveis as lixeiras e os depósitos de entulho e lixo dispersos por todo o concelho e o lançamento directo de esgotos humanos e industriais no Rio Sor e na Barragem de Montargil que facilmente são visitáveis, como situações muito graves -

em Montargil

- junto à Vila, no prosseguimento da Rua 25 de Abril, com o amontoar de toneladas de lixos e entulhos na cabeceira da linha de água do Laranjal, que tem escorrencia directa para a barragem;
- as saídas de esgotos da ETAR e do Senhor da Almas;

em Tramaga

- junto à ETAR, entulhos municipais a menos de 1 metro da margem do Rio em parte constituídos por massas asfálticas;
- no leito de cheia do Ribeiro do Domingão;
- o lançamento directo de esgotos do Bairro Novo;

em Ponte de Sor

- o lançamento directo continuado, durante muitos meses, dos esgotos da Zona Industrial e de parte da cidade a poucos metros a jusante do açude, por avaria do emissário da ETAR ou da bombagem, o que provocou o acumular de toneladas de lamas entre Ponte de Sor e a Tramaga que nem as recentes cheias removeram completamente e que vêm/vieram directamente para a Barragem;
- a criação de uma lixeira em cima das nascentes do principal ponto de abastecimento de água à cidade (o poço do Laranjal) e junto à margem direita da Ribeira de Longomel, abastecedora do Rio e da Barragem. Estes milhares de toneladas de materiais mais diversos (entulhos, asfaltos, tintas, etc.,) acumulados em três anos deste mandato, sobrepuseram-se ao ali depositado antes e que foi denunciado pela CDU em 2001, foi agora à pressa parcialmente enterrado, sem que os efeitos se deixem de ver e sentir;

em Vale de Açor

- com uma lixeira à porta da estação de transferência (referida pela TSF no sábado passado) sem esquecer as toneladas de amiantos e lamas químicas, ali colocadas com autorização de Taveira Pinto e de um Governo PS.

É esta a herança ecológica de Taveira Pinto e do seu mandato de 11 anos.

Quanto ao apoio ao desenvolvimento da Freguesia de Montargil, que agora o preocupa, perguntamos aos Montargilenses se não é este o balanço de 11 anos dos investimentos feitos pela Câmara PS e por Taveira Pinto :

1. a pré primária oficial foi encerrada - balanço 0 (zero);
2. ensino básico - reconversão e modernização das instalações - balanço 0(zero);
3. ensino secundário - a iniciativa veio do Governo e mandato anteriores;
4. núcleo da biblioteca municipal - encerrado por Taveira Pinto para melhorar a instalação. Até hoje... Balanço 0(zero);
5. novos parques infantis na Freguesia de acordo com a legislação imperativa em vigor desde 1998 - balanço 0(zero);
6. novos polidesportivos na Vila ou em qualquer dos lugares da Freguesia - balanço 0(zero);
7. campo de futebol da Vila - destruído o existente e apesar das promessas sucessivas - balanço 0(zero);
8. piscina - arquivado o processo e projecto anteriores para um novo equipamento, prometido há 10 anos - balanço 0(zero);
9. terrenos para habitação - esgotados os terrenos adquiridos pelas Câmaras CDU - balanço 0(zero);
10. Centro de Saúde - defesa e reivindicação pública das obras e participação nas acções públicas de reclamação junto dos Governos PS e PSD - balanço 0(zero);
11. Estação dos CTT - desconhecida qualquer intervenção pública sobre o assunto - balanço 0(zero);
12. Investimentos de manutenção da actual ETAR - balanço 0(zero);
13. Novas Etar's e fossas - as iniciativas são da Associação multimunicipal com investimento praticamente 0(zero) da Câmara;
14. Loteamento Turístico do Pintadinho - arrastado desde 94 ou 95 terá tido aprovação finalmente no actual mandato, quase 10 anos depois;
15. Hotel no Rasquete - estão visíveis o andamento das obras. Balanço 0 (zero);
16. Concessão do Parque de Campismo - nº de postos de trabalho permanentes, com naturais ou residentes na Freguesia - 1;
17. Trabalhadores da freguesia contratados nestes 11 anos para trabalhar na Câmara Municipal - 2 (auxiliares de educação);
18. Investimento directo da Câmara na dinamização do aproveitamento turístico da Barragem ou das potencialidades da Vila, fora dos patrocínios platónicos a actividades de particulares - balanço 0(zero);
19. Apoio ao desenvolvimento comercial e modernização das empresas de Montargil - balanço 0(zero);
20. Aquisição de terreno para instalação de uma zona industrial - balanço 0(zero);
21. Projecto para a criação da Zona Industrial - balanço 0(zero);
22. Apoio à instalação de industrias em Montargil, semelhantes aos meios usados em Ponte de Sor - balanço 0(zero);
23. Outras medidas de apoio ao desenvolvimento turístico de Montargil, dinamização da restauração, etc., .- balanço 0(zero);
24. Revisão do PDM - 7 ou 8 anos de demora. Quantas oportunidades se perderam para Montargil ? Qual o balanço ? 0(zero);
25. Contributo conhecido do resultado do aliciamento do ex-Vereador da CDU para o desenvolvimento da Freguesia para além das vantagens pessoais do próprio - balanço 0(zero);
26. Idem do trabalho do Vereador PS, natural da Freguesia - balanço 0(zero).


Uma herança de muitos zeros, 11 anos depois da sua tomada de posse, os Montargilenses são as melhores testemunhas da actividade de Taveira Pinto como Presidente da Câmara em prol de Montargil.
Todos sabemos sobre quem está a mentir e sempre tem mentido.
Montargil só continua a existir por força dos Montargilenses e da sua Junta de Freguesia.

Com o seu comunicado, Taveira Pinto mostrou, mais uma vez, a sua coragem política tradicional ao querer transferir para os outros o que é da sua inteira responsabilidade - se tivesse ainda um mínimo de pudor, nem falaria no desenvolvimento que não fez em Montargil.
T.P.

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