segunda-feira, 19 de maio de 2008

JOVEM, PORTUGAL, 2008...


Jovens qualificados em risco de viver pior que os pais

Têm entre 30 e 35 anos de idade, formação superior, pós-graduações e mestrados, mas ganham entre 500 e 800 euros e estão a recibos verdes ou com contratos a prazo. Este é o retrato de uma geração - a quem já chamam "geração 500 euros" - que não encontra um lugar ao sol no mercado de trabalho e continua a depender dos pais ou a ter mais do que um emprego para conseguir ter autonomia.


Jovens com empregos mais precários e salários em queda

O desemprego registou uma melhoria no início de 2008, mas a realidade por detrás dos números continua a penalizar os jovens, mesmo os mais qualificados. Embora tenha sido entre os trabalhadores com 25 e 34 anos que o desemprego mais diminuiu e o emprego mais aumentou, é também dentro desta faixa etária que os contratos a prazo são mais habituais, a que se junta o facto dos seus salários terem vindo a perder peso face à média nacional.

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5 Comments:

At 19 de maio de 2008 às 23:11, Anonymous Anónimo said...

E DEPOIS DOS NÚMEROS DIVULGADOS HOJE SOBRE O INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO O BASILIO HORTA ESTÁ À ESPERA DO QUE PARA SE DEMITIR?

PODE ENVIAR A DEMISSÃO POR FAX COMO JÁ FEZ QUANDO SE CANDIDATOU A PRESIDENTE DA REPÚBLICA.

 
At 20 de maio de 2008 às 01:41, Anonymous Anónimo said...

Começou à meia-noite o 3º dia de greve na Delphi.
Força companheiros!
Quem luta sempre alcança.

 
At 20 de maio de 2008 às 14:05, Anonymous Anónimo said...

É a merda de governo socialista que temos que faz com que os nossos filhos sejam explorados assim.Isto só se resolve com uma revolução, mas com tiros, para acabar com a merda a que isto chegou.

 
At 20 de maio de 2008 às 19:47, Anonymous L.Carvalho said...

A sensação que vivemos num período de fim de um ciclo é cada vez mais evidente.
Ontem mais uma vez as notícias sobre os números da economia portuguesa são arrepiantes.
O investimento estrangeiro baixou 50 por cento e o investimento português no estrangeiro 20 por cento.
O ministro da economia comenta que os outros crescem porque investem em supermercados mas nós portugueses temos o investimento bom.
Só falta vir Sócrates repetir: " parece-me realista!"
O presidente Cavaco comenta que " não se quer meter na esfera do governo mas tem esperança que o investimento aumente!".

Ora sabemos todos que o investimento em Portugal não aumenta, pelo contrário diminui, porque não há empresários malucos que invistam num país onde a energia eléctrica é mais cara, o IVA mais alto, os combustíveis mais caros, a burocracia infindável, os impostos absurdos, as portagens para transportar produtos um absurdo.
Não há incentivos.
Fiz uma reportagem sobre estrangeiros que vivem e investem em Portugal ( uma reportagem sobre loucos, portanto) e todos punham a burocracia como o maior entrave ao investimento.

Estamos sempre no fim da cauda, no fim de tudo e de todos.
Esta tendência não é contrariada em nenhum item.
Claro que há crise internacional, claro que o petróleo está imparável, mas também é imparável os lucros fabulosos das gasolineiras, do ISP.
Uma coisa é os preços subirem porque a conjuntura internacional o exige, outra coisa é a teimosia do governo em insistir numa tributação estúpida, gananciosa que está a pôr em causa a sobrevivência das famílias, das empresas.
Sócrates está a empenhar de novo o país só com a obsessão dos milhões que vão entrando nos cofres do Estado para combaterem um monstro que ele não teve coragem nem competência para abater.

Quando deixar a governação Sócrates vai ter uma amarga realidade: o país não vai estar melhor em nada. Nem nas contas de sumir que ele tanto fez para combater um deficit herdado da Dama do ferro velho: essa deixou o país nos 7 por cento e inventou os pagamentos por conta. Sócrates vai deixar atrás de si um país de jovens desempregados, 80 por cento a trabalho precário, com 90 por cento dos empregados com uma vergonhosa média de 750 euros por mês de rendimento.
Andámos tanto, tanto, para chegarmos a esta tristeza.
Mas vamos andar mais depressa com o TGV, o novo aeroporto e a Zona Ribeirinha de Lisboa.
Tudo investimentos que não criam receita, não atraem investimento e geram despesa.
Deprimente na verdade

 
At 21 de maio de 2008 às 19:08, Anonymous J-T. said...

A NORMA no PARLAMENTO

Isto é NORMA no PARLAMENTO onde estão aqueles CROMOS que votam aleis (para eles, claro!)

Um deputado de LISBOA concorre por AVEIRO e fica com o SUBSÍDIO de DESLOCAÇÃO !!!
O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês.

O próprio Teixeira dos Santos recebe este subsídio por não possuir residência em Lisboa.
Está a viver no Porto, tendo residência oficial em Lisboa.
Continua a dar aulas, ele e a mulher, na Universidade, no Porto e é Presidente da Bolsa de Valores do Porto.
Enquanto estes senhores andam a roubar o direito ao salário e à carreira dos funcionários, ao mesmo tempo pagam-se a eles próprios 'subsídios de residência', cujos montantes são superiores ao que auferem mensalmente 80% dos funcionários no seu próprio salário!
E isto só em 'subsídio'! Ou seja, a técnica é esta: Rouba-se a muitos, para dar muito, a poucos!
Esta é a política do desgoverno, dito 'socialista'!

 

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