quinta-feira, 3 de julho de 2008

PORTUGAL...O ESTADO A QUE ISTO CHEGOU...



MEDINA CARREIRA DIZ TUDO SOBRE O ESTADO A QUE ISTO CHEGOU....


Veja e ouça o vídeo do principio ao fim

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10 Comments:

At 3 de julho de 2008 às 21:54, Anonymous I.F. said...

O Professor Medina Carreira diz o que pensa e pensa bem.
Não é agradável para os servidores do regime ouvir um homem com a envergadura do Professor Medina Carreira chamá-los de trafulhas - termo bem português que descreve bem os vigaristas ordinários.
Não é agradável para os aldrabões do governo ouvir dizer que este só acertou na politica das energias renováveis e acertou em metade nas contas publicas - quanto à saúde, justiça, combate à corrupção, educação, referiu aquilo que todos os portugueses sabem - falhanço total.
Desancou nos opinantes profissionais que ganham dinheiro a ajudar os políticos a enganar melhor os portugueses e não poupou a comunicação social.
Disse aquilo que todos os portugueses sentem e disse-o bem, sustentado em factos e números irrefutáveis.
Fiquei a conhecer quanto estamos a pagar pelos 10 estádios do euro, quanto estamos a pagar pela expo - 98 e quanto nos custam as scuts - uma loucura.
Preocupante, ou talvez não, o fim da entrevista quando diz que já não tem a certeza que os portugueses aceitem empobrecer calados.
É evidente que um homem destes,competente, sem papas na língua e politicamente incorrecto tem que ser desacreditado pelos poderosos que ele ataca sem dó nem piedade.

 
At 3 de julho de 2008 às 22:25, Anonymous Anónimo said...

Grande Professor.
É assim que se fala da corja de vigaristas e incompetentes que se governam à custa de todos nós.
Este país chegou onde chegou porque somos governados por gente sem escrúpulos, sem educação e que vivem da política para terem reformas douradas enquanto a maioria vive na miséria, pelas incompetências diárias desta classe política de merda.

 
At 3 de julho de 2008 às 23:55, Anonymous Anónimo said...

Portugal é cada vez mais uma república de bananas governada por sacanas

 
At 4 de julho de 2008 às 09:48, Anonymous Anónimo said...

IRS

Medidas para ajuda a famílias carenciadas com poucos efeitos

As medidas anunciadas por José Sócrates para a ajuda das famílias mais carenciadas não terão grandes efeitos, diz o jornal Público. Este jornal lembra que muitas famílias carenciadas já não pagam IRS e que a redução do IMI não lhes servirá de muito.
As medidas anunciadas pelo primeiro-ministro José Sócrates para ajudar as famílias carenciadas a enfrentar a crise não terão grandes efeitos, revelam contas feitas pelo jornal Público.


Segundo os últimos dados estatísticos do IRS, relativos a 2006, em média, as famílias com menores rendimentos já não pagam o imposto, uma conclusão que surge da análise dos três escalões mais baixos do IRS, que incluem 2,5 milhões de famílias.


Uma família com um rendimento bruto anual de cinco mil euros, o que dá pouco mais 350 euros mensais, não poupará mais do que 15 euros por ano com a aplicação das medidas anunciadas por Sócrates.


Quando se fala nos rendimentos até dez mil euros, a poupança não chega aos 50 euros, ao passo que no escalão até aos 13 mil euros, a poupança nunca ultrapassará os 175 euros anuais.


No que toca à redução do Imposto Municipal de Imóveis, esta descida também não será relevante, já que a lei já isenta as famílias com rendimentos anuais inferiores a dez mil euros brutos e cuja casa não tenha um valor patrimonial superior a 50 mil euros.


As habitações que valem menos de 157500 euros têm isenção durante seis anos e as que vão até cerca dos 250 mil euros têm uma isenção de três anos, valores que, em muitos casos, já nem estão ao alcance das famílias com menos rendimentos


Na:TSF

 
At 4 de julho de 2008 às 14:21, Anonymous Anónimo said...

Isto está muito pior do que o Medina Carreira diz está tudo podre e entregue a filhos da puta de políticos corruptos.Basta ver o nosso concelho para ver que vezes 308 concelhos até onde isto vai.
É só filhos da puta a roubar.

 
At 4 de julho de 2008 às 14:52, Anonymous F.S. said...

Este não é um Governo de meninos de ouro. É, quanto muito, de Peter Pans. Não cresce, vive no mundo do faz de conta. Durante algum tempo fez de conta que era reformista. Depois tentou fazer de conta que era conciliador. Agora chega-se à conclusão que é simplesmente um alquimista de ilusões. Os efeitos especiais sempre foram a linha de força deste Governo.


Por isso Sócrates tem um tão grande fascínio pela tecnologia: ela consegue tornar o irreal, a mais pura das realidades. Só que agora começam a ser visíveis os seus defeitos especiais. José Sócrates foi à televisão dizer que ajuda os velhos pobres, mas ignora os novos pobres, fruto da destruição acentuada do grupo social que sempre foi o sustentáculo dos Governos do Bloco Central: a classe média. Tira da manga o trunfo da baixa do IMI, quando não é o poder central que o efectua, mas sim as câmaras que vão ter de se debater com a quebra das receitas. O optimismo de Sócrates não é o de um menino de ouro: é o de um menino que consegue dizer que o chumbo é ouro. Não está só: a própria política dos seus ministros é a de um conto de fadas na Terra do Nunca. Tudo soa a um sonho de Cinderela, com a pequena diferença que os sapos rotos não cabem nos pés com meias esburacadas. Manuel Pinho vê o que mais ninguém vislumbra: a baixa dos preços alimentares que, como não são taxados a 21% de IVA, não podem descer. É assim, que no Portugal de Peter Pan, se acredita em coisas que não acontecem. Sócrates articula sonhos em público. E chama a isso, optimismo.

 
At 4 de julho de 2008 às 19:17, Anonymous Anónimo said...

As câmaras municipais (trezentas e oitomamadeiras) aumentaram em 15 por cento os seus orçamentos. Muito à custa desse imposto malvado inventado por outra malvada ministra das finanças, a actual libertária da oposição laranja.
Num país onde a classe média anda a trabalhar para o Estado gastador e parasitário, as autarquias que se notabilizam por exibir a mentalidade nova-rica de um país pelintra, enchem os seus cofres em mais 15 por cento.
Engordam com betão, anarquia urbanística e estúpidas rotundas.
Os autarcas são uma das grandes chagas de Portugal.
São os gastadores do pouco que temos e muito do nosso deficit deve-se precisamente aos gastos exagerados das autarquias e das suas dividas.
Os autarcas são gastadores compulsivos, gastam o que não têm e pediam o que não podiam pagar.
Mamam usando o IMI no seu esplendor máximo de taxação (Taveira Pinto atirou-se logo à taxa máxima desde que foi para a Câmara!) e até do IRS os fuínhas beneficiam ao máximo.
Lembre-se que os autarcas podem abdicar de cobrar o IRS pelo máximo mas até agora só 1 em 300 se lembrou de o fazer.
O rei dos autarcas, o Fernadinho Ruas de Viseu, Restaurador Olex para os amigos, já veio vociferar contra o congelamento do IMI.
O Rei do Cavaquistão está com medo que os seus associados não possam esbanjar o dinheiro suficiente em obras de faroós de pacotilha (o verdadeiro é Sócrates) e assim perderem o voto dos pacóvios que gostam de alcatifa nos passeios, mármore nas retretes e luz de néon nas fachadas das igrejas.

À nossa custa esta casta de políticos de freguesia anda em carros de 80 mil euros vivem como se isto fosse uma República centro-africana.
O cancro da política portuguesa começa nas autarquias, de onde saem de resto os líderes nacionais que acabam reféns destes caceteiros.
Ponte de Sôr, Oeiras, Évora, Felgueiras, etc, são um dos muitos exemplos.

 
At 4 de julho de 2008 às 19:20, Anonymous J.T. said...

Atente-se nas 2 últimas enormidades que Sócras eng propalou na entrevista de ante-ontem:


Vai aumentar as deduções fiscais, em sede de IRS, para as famílias mais carenciadas.

Ó Sócras eng: as famílias mais carenciadas JÁ NÃO PAGAM IRS!
Não sabias, ó eng?


Mas melhor: Vai limitar o escalão máximo do IMI para as famílias mais carenciadas!

Ó Sócras eng: tu achas que as famílias mais carenciadas POSSUEM HABITAÇÃO PRÓPRIA para pagarem IMI?

Pergunta-se: até quando este inenarrável Sócras eng continuará a insultar a inteligência dos portugueses?

Resposta:
Até o deixarem...

 
At 4 de julho de 2008 às 19:24, Anonymous F.T. said...

A gestão da Águas de Portugal, por onde passaram Mário Lino e José Sócrates, regressa hoje à actualidade do dia pela mão de um relatório do Tribunal de Contas.
O fracasso da estratégia delineada pelo Governo para a empresa, as dívidas acumuladas das autarquias (mais de 174 milhões) e a ausência de contratos que responsabilizem os gestores públicos – a empresa continua a ser uma agência de emprego do partido que esteja no Governo – conduziram a prejuízos acumulados de largos milhões e a uma gestão ruinosa onde pontificam a atribuição de 2,3 milhões de euros em prémios sem qualquer justificação, através de critérios opacos e apesar do resultado negativo de 7,5 milhões, situações ilegais de captação de água em 72 locais, situações de fraude como a cobrança de serviços não prestados entre empresas do grupo e a já clássica atribuição de viaturas e combustível a administradores e funcionários no valor de 2,5 milhões de euros entre 2004 e 2006.

Verificamos todos os dias que há uma classe de gestores de alto gabarito que encontrou em Portugal o seu céu na Terra.
Basta-lhes negar e não se fala mais nisso.

 
At 4 de julho de 2008 às 23:18, Anonymous Anónimo said...

Se nós todos estamos mal ,não é altura de o mostrar .Ficamos calados feitos cobardes ,palavriado já estou farto vamos todos mostrar se tivermos coragem ,uma sugestão quando do euro a nossa bandeira engalanava as nossas janelas com o maior orgulho ,podemos o fazer novamemte ,mas acrescentando uma fita de luto ,é como nós estamos quase todos ,o resto para la caminha .Tenhamos todos a coragem de mostrar que basta .

 

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