terça-feira, 25 de novembro de 2008

CONTABILIDADE PARA ADMINISTRADORES ...


assinei as contas. Não percebo nada de contabilidade.

Dias Loureiro entra no grupo BPN por sua iniciativa quando em 2001 se dirige a Oliveira Costa, seu ex-colega de Governo, propondo-lhe a compra de 50% da Plêiade, empresa do grupo Roquette, que Dias Loureiro administrara e onde tinha uma posição de 15%.
Oliveira Costa
comprou tudo e em troca Dias Loureiro ficou com acções do grupo que vendeu em 2002 e lhe renderam cerca de €7 milhões.


Vejam lá se percebesse.

K.

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10 Comments:

At 25 de novembro de 2008 às 19:50, Anonymous Anónimo said...

Onde é que cá na cidade de Ponte de Sôr eu já vi igual?

 
At 25 de novembro de 2008 às 19:50, Anonymous Anónimo said...

A minha memória já não é a mesma!

 
At 25 de novembro de 2008 às 19:50, Anonymous Anónimo said...

Deve ser do PDI!

 
At 25 de novembro de 2008 às 19:51, Anonymous Anónimo said...

É mesma a Porra Da Idade!

 
At 25 de novembro de 2008 às 19:52, Anonymous Anónimo said...

Eu sei que vi, cá em Ponte de Sôr um caso como este, mas porra, não me lembro!

 
At 25 de novembro de 2008 às 19:54, Anonymous Anónimo said...

E o caso até não é velho?

 
At 25 de novembro de 2008 às 21:25, Anonymous Anónimo said...

Já me lembrei!
É ali na avenida cidade de Lille no "elefante azul dos cadeirões", naquela coisa que se chama Fundação António Prates, em que o nosso "perfeito" Taveira Pinto é Administrador executivo, é igual a este caso, não igual não é, o "perfeito" Taveira Pinto é pior.

 
At 25 de novembro de 2008 às 21:29, Anonymous Anónimo said...

O Dias Loureiro, tem chapado na cara aquilo que é UM GRANDE MENTIROSO. Quando apareceu na tv mesmo fazendo muito esforço náo consegue disfarçar o grande aldrabão que é. O pior é que como ele, há mais, só que ainda não vieram a lume. Desgraçados.

 
At 26 de novembro de 2008 às 21:15, Anonymous Filipe T. said...

O Grupo Banco Português de Negócios tem ligações a deputados do PSD-Madeira na Assembleia Regional. Tranquada Gomes, membro da direcção do grupo parlamentar do PSD-Madeira e presidente da comissão de Regimento e Mandatos, é o advogado na região de Abdool Vakil, presidente do Banco Efisa, incluído no grupo BPN. Além disso, o Efisa tem "representação permanente" da sua sucursal financeira no off-shore na Madeira no escritório que esse advogado mantém com Coito Pita, outro membro da direcção do grupo parlamentar regional e presidente da 1.ª comissão (Política Geral).

A escritura de criação da representação permanente do Banco Efisa SA (Sucursal Financeira Exterior), matriculada a 12 de Novembro de 2003 na Conservatória Privativa da Zona Franca da Madeira, indica como "local de representação" a sede daquela sociedade de advogados madeirenses que, por não estarem sujeitos ao regime nacional de incompatibilidades e impedimentos dos deputados, podem fazer negócios e prestar serviços ao Governo Regional em simultâneo.

O Banco Efisa, sem qualquer balcão no Funchal, tem sido contratado pelo Governo Regional da Madeira para montar e liderar operações de financiamento para empresas regionais de capitais públicos. Sem concurso público, aquela instituição do grupo BPN foi escolhida para concretizar a emissão de cinco empréstimos obrigacionistas, no montante total de 190 milhões de euros, para financiamento de quatro sociedades de desenvolvimento e uma de parques empresariais, criadas para contornar a norma de endividamento zero das regiões autónomas.

Além destes empréstimos, a Madeira contratualizou, através das sociedades de desenvolvimento regionais, outras cinco operações de financiamento no valor global de 125 milhões de euros, negociados com os bancos Efisa e OPI, pelo período de 25 anos, conforme consta das deliberações aprovadas pelo governo no plenário de 18 de Outubro do ano passado. Impedida de aumentar o seu endividamento líquido, a região já efectuou quatro empréstimos, num total de 515 milhões de euros, com recurso a estas sociedades, todos com um período de carência de capital de oito anos e um reembolso nos 10 anos subsequentes, o que significa que a Madeira só começará a amortizar estas dívidas depois de 2011, ano em que Jardim termina o mandato e tenciona abandonar o governo.

 
At 26 de novembro de 2008 às 21:25, Anonymous Anónimo said...

Estão a enganar quem?o governo não tinha que salvar banco nenhum.quem nos salva a nós que pagamos tudo mais caro ?os banqueiros que se salvam ou podem apanhar um avião para aonde forem por o dinheiro .Para o povo não fazia deferença nenhuma pois ao tempo que estamos todos falidos .

 

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