segunda-feira, 29 de outubro de 2007

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE ELVAS


Miguel Ângelo Rocha, "Maqueta para Paisagem",
1997 (35 x 55 x 35 cm)

APRESENTA NOVAS OBRAS

Algumas Paisagens no MACE são o título da exposição inaugurada no passado sábado dia 27 de Outubro, às 18 horas , no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).

Trata-se da renovação das peças expostas desde 6 de Julho passado, agora com trabalhos em pintura, escultura, vídeo e instalações, igualmente pertencentes à Colecção António Cachola, onde a temática da paisagem inspirou os artistas.
Pode visitar as novas obras no
horário de Inverno em vigor: quarta a domingo das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas, terça-feira das 14 às 18 horas e encerra às segundas e terças de manhã.

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terça-feira, 10 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [VII]

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ABRE PORTAS EM ELVAS
Instalado no edifício do antigo hospital, agora totalmente restaurado, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) abriu oficialmente as suas portas na passada sexta-feira, na presença da ministra da Cultura e dos ministros da Defesa e das Finanças. Uma "riqueza para a região", segundo o classificou o presidente do município, e que trouxe para o Norte Alentejano um pólo museológico com obras de arte contemporânea dos principais artistas portugueses. "Ambicioso, corajoso e muito consistente", é assim que Isabel Pires de Lima, ministra da Cultura, reconhece o projecto do MACE. Na sessão de abertura do museu, a ministra considerou que "se trata sobretudo de um projecto que vai ao encontro daquela que é uma das linhas prioritárias do Governo, para a área da cultura, que é a descentralização cultural", acrescentando que este projecto vem de acordo com "a correcção das assimetrias regionais no que diz respeito à contemporaneidade cultural e artística". Daí que Isabel Pires de Lima manifeste "o orgulho do ministério por estar associado a este projecto que contou com o apoio do programa operacional da cultura", da mesma forma que salientou a sua "convicção que esta é uma aposta séria e afectiva no desenvolvimento cultural do País, na formação de públicos e na qualificação das populações, através do acesso cada vez mais generalizado a uma oferta cultural de qualidade, depende, em larga medida, da conjugação de esforços".


Considerando a proximidade a Espanha, e nomeadamente à proximidade do MACE com o Museu Ibero-Americano de Arte Contemporânea de Badajoz, a ministra da cultura referiu-se ainda à possibilidade de uma "articulação transfronteiriça" entre os dois espaços. Orçado em 2,7 milhões de euros, o processo de adaptação do antigo hospital e da criação do MACE é para Rondão Almeida, presidente da Câmara Municipal de Elvas, "mais que uma simples obra" para a autarquia. Segundo o edil "esta obra representa uma mais valia para a cultura nacional", acrescentando que o Museu "pode potenciar muito a nível do desenvolvimento do espírito artístico e do incremento do turismo". Uma obra, "que está ao nível do que existe de melhor a nível nacional" e que "é um dos pontos mais fortes de uma estratégia de trabalho em prol da cultura que nós definimos há mais de dez anos", salienta. Uma aposta que tem vindo a mostrar os seus frutos já que "Elvas tinha apenas um museu municipal, degradado e desactualizado" e "actualmente já tem um museu de arte sacra, um municipal, degradado e desactualizado" e "actualmente já tem um museu de arte sacra, um museu militar, um museu de fotografia e agora também um museu de arte contemporânea", explicou o autarca revelando ainda alguns planos para o futuro. "É nossa intenção concretizar ainda um museu de arqueologia, um museu cultural e etnográfico e o grande museu militar nacional. Assim iremos constituir um verdadeiro núcleo museológico", adiantou.
O elvense António Cachola, de 53 anos de idade, economista no Grupo Delta, cedeu as obras da sua colecção privada por um período de 13 anos ao Museu de Arte Contemporânea de Elvas,
onde ficarão até 2020.
João Pinharanda é o director do novo Museu de Arte Contemporânea de Elvas.

A colecção e o coleccionador
Para o seu arranque o MACE conta com um espólio de mais de 400 obras de arte contemporânea, dos mais variados artistas portugueses. Uma colecção privada de António Cachola, administrador da Delta, que aos 53 anos cedeu o seu espólio ao museu para uma exposição permanente, mas por enquanto faseada. A colecção vai ser mostrada ao público em quatro partes, partidas em períodos de "sensivelmente quatro meses", segundo explica o coleccionador. "Para já foi inaugurada apenas a primeira parte desta colecção de arte contemporânea", completa. Ao abrir das portas de "um velho sonho", António Cachola manifestou a sua "felicidade e orgulho" pela inauguração do MACE. Uma satisfação que o coleccionador diz não ser "só por causa de ser em Elvas, mas também pelo facto de ser nesta região". O facto de estar localizado no interior ganha para o administrador da Delta uma importância acrescida. "Seria impensável há uns anos atrás pensar na inauguração de um museu de arte contemporânea no interior do País. Hoje é uma realidade. Isto mostra que estamos num país diferente", frisa. Também o facto de na inauguração terem estado presentes pessoas "de todo o País" e além fronteiras, constitui para António Cachola uma "certeza". "Pela forma como estas se estão a relacionar desde já com o museu em termos emocionais, não tenho dúvidas que elas vão ser grandes embaixadores deste projecto por todo o País", conta, "e tenho a certeza que assim vamos ganhar a batalha do sucesso deste projecto". Uma vez apresentadas as quatro partes da colecção de António Cachola, o MACE vai também garantir espaço a peças de outros coleccionadores e de outros museus.

António Barradinhas
Jornal Fonte Nova

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domingo, 8 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [VI]









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PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [V]

Novo museu em Elvas

deixa coleccionador feliz



É um dos dias mais felizes da minha vida, estou bastante comovido. Foi desta forma que António Cachola, coleccionador de arte contemporânea, desde o início dos anos 90, expressou todo o seu sentimento, na inauguração do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), espaço que vai exibir durante os próximos 13 anos a sua vasta colecção. A ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, também não escondia a sua satisfação durante a inauguração e classificou o MACE como um projecto corajoso, ambicioso e muito consistente, que vai ao encontro da descentralização cultural.

A titular da pasta da Cultura, que se fez acompanhar pelos ministros das Finanças e da Defesa, Teixeira dos Santos e Severiano Teixeira, respectivamente, destacou os trabalhos expostos de Pedro Calapês e Rui Chafes e da escultora Fernanda Fragateiro.Vou voltar para apreciar melhor os trabalhos dos nossos artistas, Portugal tem um enorme potencial nesta área, não vamos deixar cair este trunfo, sublinhou. Isabel Pires de Lima congratulou-se ainda por, em duas semanas, os portugueses assistiram ao nascimento de dois importantes equipamentos culturais dedicados à arte contemporânea, nomeadamente, o museu Berardo em Lisboa e o de Elvas.

A colecção permanente do MACE, instalado no edifício do antigo hospital, requalificado para o efeito, num investimento de 2, 7 milhões de euros, suportados pela autarquia local, integra cerca de 400 obras, que vão ser exibidas em várias exposições temporárias.

HUGO TEIXEIRA, em Elvas

ANTÓNIO PEDRO VALENTE (imagem)

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sexta-feira, 6 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [III]

Colecção particular abre museu em Elvas

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), abre hoje as suas portas ao público com o objectivo de alcançar o título de maior e melhor museu da especialidade no nosso país, segundo os seus promotores. "A localização do museu junto à fronteira de Espanha e o facto de ser o único em Portugal com exposição museológica permanente de arte contemporânea, torna este projecto diferente e vanguardista no nosso país", sublinha João Pinharanda, director do MACE.

O novo espaço museológico que vai ser inaugurado por Isabel Pires de Lima, ministra da cultura, está instalado num edifício do século XVIII que serviu de Hospital da Misericórdia de Elvas, pretende também atrair os artistas do país vizinho.

Este projecto concebido pela autarquia local, num investimento de 2,7 milhões de euros, vai contar com o acervo do coleccionador local António Cachola, que possui neste espaço mais de 300 peças, de 40 artistas nacionais, entre os quais Adriana Molder e André Gomes.

António Cachola, de 53 anos de idade, economista no Grupo Delta, cedeu as suas obras por um período de 13 anos. O espólio do coleccionador integra peças de escultura, decoração, fotografias e quadros. "A colecção é exclusivamente nacional, não tem limites disciplinares, temáticos ou estéticos e pretende proporcionar uma visão global das realidades históricas e criticamente produtivas definidas entre trabalhos de artistas revelados ou firmados nos anos 80 do século passado e a actualidade", revela ao DN João Pinharanda. Para o director do MACE a aproximação com o museu de arte contemporânea de Badajoz, que conta com um vasto acervo de vários artistas portugueses é uma mais valia. "Vamos tentar desenvolver vários projectos em parceria com o Ibero-americano de arte contemporânea de Badajoz, bem como intercâmbios de objectos de arte", assegura. "Um dos objectivos do MACE passa também por ministrar cursos de formação cultural e artística, informação e formação em torno de cada uma das iniciativas realizadas, edições de qualidade, visitas guiadas e ateliers de formação para públicos escolares desde o primeiro ciclo ao secundário e actividades do mesmo tipo para públicos pré-especializados ou especializados, são indispensáveis e estão a ser delineados" revela ainda João Pinharanda.

Além dos espaços expositivos, o MACE, que conta com o Banco Espírito Santo como o segundo principal mecenas do museu, vai também abrigar uma loja, salas de trabalho sócio-educativo e para técnicos, áreas destinadas ao armazenamento e tratamento de peças, uma cafetaria, sala polivalente e um auditório.

Segundo o município de Elvas, um dos passos a dar para que o museu alcance o sucesso desejado, passa pela apresentação de uma candidatura ao Instituto Português dos Museus, para que o MACE integre a rede portuguesa de museus. Para garantir o futuro deste museu, a autarquia vai ainda encetar uma política de aquisições, para poder ter, dentro de poucos anos, a sua própria colecção.

Hugo Teixeira
D.N.

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quinta-feira, 5 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [II]

Clique na imagem para ver a pintura de Nuno Viegas

CASA DA COLECÇÃO CACHOLA

ABRE AMANHÃ SEXTA-FEIRA

EM ELVAS


L+arte | JULHO 2007
Clique na imagem para ler na integra

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sábado, 2 de junho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA

CASA DA COLECÇÃO CACHOLA

ABRE DIA 22 DE JUNHO DE 2007

EM ELVAS



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