segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A FUNDAÇÃO DA TRETA, CHULA AS NOSSAS CRIANÇAS... ( II parte )

APESAR DE RECEBER

MILHARES DE EUROS

DOS PONTESSORENSES

TODOS OS MESES

Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008


CARNAVAL NA FUNDAÇÃO

Será o Sol que passou na minha rua?
Será o rouxinol disfarçado de girassol?
Mascarado talvez,
mas eu não sei se o vês!!!!


DIAS: 5 e 6 de Fevereiro de 2008
das 10h às 13h ou das 14h às 17h


Concepção e Orientação: Dina Malheiro e Rita Carita
Tipo de Actividade: Oficinas de Fevereiro
Publico Alvo: crianças dos 3 aos 6 e dos 7 aos 11 anos
Número de Participantes: 10

Duração das Sessões: 3 horas
Locais a Utilizar: No interior e exterior da Fundação.


OBJECTIVOS:


- Potenciar diversos olhares de leituras sobre a natureza;


- Identificar elementos da natureza;

- Construir máscaras representativas desses elementos;


- Desfilar com as máscaras produzidas;


- Criar uma história a partir das máscaras.

Oficina de CARNAVAL

2 euros

(uma sessão- 3 horas)

Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008



À DESCOBERTA DO ARTISTA





Cada mês um artista vamos conhecer;
Em Fevereiro sobre Erró vamos aprender.
Na Fundação vem descobrir,
o que o artista tenta transmitir!


OFICINAS DE FIM-DE-SEMANA

Sábado -das 15h às 16h

ou das 16h às 17h

2,5 EUROS (1 hora)

Vem à Fundação inscreve-te e vem participar !!!
público-alvo dos 12 aos 14 anos



NO


AS ACTIVIDADES

SÃO GRÁTIS



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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE ELVAS


Miguel Ângelo Rocha, "Maqueta para Paisagem",
1997 (35 x 55 x 35 cm)

APRESENTA NOVAS OBRAS

Algumas Paisagens no MACE são o título da exposição inaugurada no passado sábado dia 27 de Outubro, às 18 horas , no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).

Trata-se da renovação das peças expostas desde 6 de Julho passado, agora com trabalhos em pintura, escultura, vídeo e instalações, igualmente pertencentes à Colecção António Cachola, onde a temática da paisagem inspirou os artistas.
Pode visitar as novas obras no
horário de Inverno em vigor: quarta a domingo das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas, terça-feira das 14 às 18 horas e encerra às segundas e terças de manhã.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

COLECÇÕES, FUNDAÇÕES, ARTE...

Ontem no programa:


Da RTP 2, abordou a seguinte temática:
O que leva alguém a doar uma colecção de milhões de euros a um museu?
Ou a criar uma fundação para mostrar uma colecção de milhões de euros?
Que relação existe entre o valor de uma obra de arte e o seu preço?
Quem define as regras do jogo no mercado da arte?
Nos últimos tempos, uma série de colecções privadas de arte contemporânea fizeram-se públicas em Portugal. Simonetta Luz Afonso, ex-directora do Instituto Português dos Museus, e Francisco Capelo, o mentor do início da colecção Berardo, desmontam a mecância do mercado da
arte, debatem sobre as motivações dos coleccionadores e comentam as polémicas que têm vindo a público nesta matéria.



Veja o vídeo do programa.
Assista aqui ao programa

Depois compare

o que foi dito,

com a:



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sábado, 4 de agosto de 2007

EM PONTE DE SOR E EM ELVAS

COMPARE E VEJA AS DIFERENÇAS:

OFICINAS DE VERÃO


Com as férias e o bom tempo surge a disponibilidade para os mais novos.
A Fundação pensou em optimizar o tempo de férias criando as Oficinas de Verão.
Vamos conjugar a arte com as actividades lúdicas, quer dentro da Fundação, quer nos respectivos jardins.

OFICINA 1 - "Na Fundação há um tesouro... Vem descobri-lo!!!"

Durante uma semana vem conhecer a Fundação António Prates!
Aqui serás um explorador, à procura do teu tesouro.
Vem connosco descobrir as artes plásticas. Farás: colagem, recorte, pintura; reutilização de materiais; jogos de caça ao tesouro.
Nesta semana, vamos aprender técnicas e truques para nos tornarmos verdadeiros pequenos grandes exploradores.



OFICINA 2 - "À caça do logo"

O que será um logótipo?
Já conheces o da Fundação?
Porque será que o autor escolheu este?

Torna-te um autêntico Aventureiro na procura do logótipo da Fundação e ajuda-nos a construir um móbil gigante ao ar livre.
Irás pesquisar, fotografar e criar o teu próprio logo.


INSCREVA JÁ O SEU FILHO!


Para crianças dos 3 aos 6 anos e dos 7 aos 11 anos


Todas as semanas de Agosto, de Terça a Sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30

Preços
Um dia – 5 Euros
Uma semana – 20 Euros


Inscrições pelo telefone 242291040 ou pelo e-mail fundacaoprates@mail.telepac.pt




PROGRAMA DO SERVIÇO EDUCATIVO PARA AGOSTO

ATELIERS

(quartas, quintas e sextas-feiras - manhã: 10,30h tarde: 16,00h)

- À DESCOBERTA DAS CORES - dos 4 aos 6 anos e dos 7 aos 12 anos

- À DESCOBERTA DAS FORMAS - dos 4 aos 6 anos e dos 7 aos 12 anos

- O OUTRO LADO DO ESPELHO - dos 7 aos 12 anos

- A FIGUEIRA-DO-DIABO - dos 7 aos 12 anos

- ARTE E POESIA - maiores de 18 anos

INSCREVA-SE JÁ, (Inscrição e Actividades Gratuitas)através do telefone 268637150, na recepção do Museu ou do e-mail:

museu.arte.contemporanea@cm-elvas.pt

VISITAS GUIADAS

De Quarta a Sábado - 11 e 18 horas

Domingo - 11 horas

Para as visitas guiadas é necessária a marcação prévia(Inscrição e Visitas Gratuitas), através do telefone 268637150, na recepção do Museu ou do e-mail:

museu.arte.contemporanea@cm-elvas.pt

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segunda-feira, 16 de julho de 2007

ARTE CONTEMPORÂNEA EM PORTUGAL

Nos últimos dias inauguraram-se no nosso país:





Museu de Arte Contemporânea de Elvas

Colecção António Cachola

[Elvas]




Fundação António Prates

[Ponte de Sor]

Será uma moda passageira ou a arte veio mesmo para ficar na vida dos portugueses?

O tempo o dirá.

Mas qualquer das maneiras vale a pena conhecer os novos espaços de arte em Portugal.


Zona 8 Lifestyle

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sexta-feira, 13 de julho de 2007

FUNDAÇÃO ANTÓNIO PRATES [dia zero IV]

Museu de Arte Contemporânea de Elvas = 1


Fundação António Prates = 0

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terça-feira, 10 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [VII]

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ABRE PORTAS EM ELVAS
Instalado no edifício do antigo hospital, agora totalmente restaurado, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) abriu oficialmente as suas portas na passada sexta-feira, na presença da ministra da Cultura e dos ministros da Defesa e das Finanças. Uma "riqueza para a região", segundo o classificou o presidente do município, e que trouxe para o Norte Alentejano um pólo museológico com obras de arte contemporânea dos principais artistas portugueses. "Ambicioso, corajoso e muito consistente", é assim que Isabel Pires de Lima, ministra da Cultura, reconhece o projecto do MACE. Na sessão de abertura do museu, a ministra considerou que "se trata sobretudo de um projecto que vai ao encontro daquela que é uma das linhas prioritárias do Governo, para a área da cultura, que é a descentralização cultural", acrescentando que este projecto vem de acordo com "a correcção das assimetrias regionais no que diz respeito à contemporaneidade cultural e artística". Daí que Isabel Pires de Lima manifeste "o orgulho do ministério por estar associado a este projecto que contou com o apoio do programa operacional da cultura", da mesma forma que salientou a sua "convicção que esta é uma aposta séria e afectiva no desenvolvimento cultural do País, na formação de públicos e na qualificação das populações, através do acesso cada vez mais generalizado a uma oferta cultural de qualidade, depende, em larga medida, da conjugação de esforços".


Considerando a proximidade a Espanha, e nomeadamente à proximidade do MACE com o Museu Ibero-Americano de Arte Contemporânea de Badajoz, a ministra da cultura referiu-se ainda à possibilidade de uma "articulação transfronteiriça" entre os dois espaços. Orçado em 2,7 milhões de euros, o processo de adaptação do antigo hospital e da criação do MACE é para Rondão Almeida, presidente da Câmara Municipal de Elvas, "mais que uma simples obra" para a autarquia. Segundo o edil "esta obra representa uma mais valia para a cultura nacional", acrescentando que o Museu "pode potenciar muito a nível do desenvolvimento do espírito artístico e do incremento do turismo". Uma obra, "que está ao nível do que existe de melhor a nível nacional" e que "é um dos pontos mais fortes de uma estratégia de trabalho em prol da cultura que nós definimos há mais de dez anos", salienta. Uma aposta que tem vindo a mostrar os seus frutos já que "Elvas tinha apenas um museu municipal, degradado e desactualizado" e "actualmente já tem um museu de arte sacra, um municipal, degradado e desactualizado" e "actualmente já tem um museu de arte sacra, um museu militar, um museu de fotografia e agora também um museu de arte contemporânea", explicou o autarca revelando ainda alguns planos para o futuro. "É nossa intenção concretizar ainda um museu de arqueologia, um museu cultural e etnográfico e o grande museu militar nacional. Assim iremos constituir um verdadeiro núcleo museológico", adiantou.
O elvense António Cachola, de 53 anos de idade, economista no Grupo Delta, cedeu as obras da sua colecção privada por um período de 13 anos ao Museu de Arte Contemporânea de Elvas,
onde ficarão até 2020.
João Pinharanda é o director do novo Museu de Arte Contemporânea de Elvas.

A colecção e o coleccionador
Para o seu arranque o MACE conta com um espólio de mais de 400 obras de arte contemporânea, dos mais variados artistas portugueses. Uma colecção privada de António Cachola, administrador da Delta, que aos 53 anos cedeu o seu espólio ao museu para uma exposição permanente, mas por enquanto faseada. A colecção vai ser mostrada ao público em quatro partes, partidas em períodos de "sensivelmente quatro meses", segundo explica o coleccionador. "Para já foi inaugurada apenas a primeira parte desta colecção de arte contemporânea", completa. Ao abrir das portas de "um velho sonho", António Cachola manifestou a sua "felicidade e orgulho" pela inauguração do MACE. Uma satisfação que o coleccionador diz não ser "só por causa de ser em Elvas, mas também pelo facto de ser nesta região". O facto de estar localizado no interior ganha para o administrador da Delta uma importância acrescida. "Seria impensável há uns anos atrás pensar na inauguração de um museu de arte contemporânea no interior do País. Hoje é uma realidade. Isto mostra que estamos num país diferente", frisa. Também o facto de na inauguração terem estado presentes pessoas "de todo o País" e além fronteiras, constitui para António Cachola uma "certeza". "Pela forma como estas se estão a relacionar desde já com o museu em termos emocionais, não tenho dúvidas que elas vão ser grandes embaixadores deste projecto por todo o País", conta, "e tenho a certeza que assim vamos ganhar a batalha do sucesso deste projecto". Uma vez apresentadas as quatro partes da colecção de António Cachola, o MACE vai também garantir espaço a peças de outros coleccionadores e de outros museus.

António Barradinhas
Jornal Fonte Nova

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domingo, 8 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [VI]









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PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [V]

Novo museu em Elvas

deixa coleccionador feliz



É um dos dias mais felizes da minha vida, estou bastante comovido. Foi desta forma que António Cachola, coleccionador de arte contemporânea, desde o início dos anos 90, expressou todo o seu sentimento, na inauguração do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), espaço que vai exibir durante os próximos 13 anos a sua vasta colecção. A ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, também não escondia a sua satisfação durante a inauguração e classificou o MACE como um projecto corajoso, ambicioso e muito consistente, que vai ao encontro da descentralização cultural.

A titular da pasta da Cultura, que se fez acompanhar pelos ministros das Finanças e da Defesa, Teixeira dos Santos e Severiano Teixeira, respectivamente, destacou os trabalhos expostos de Pedro Calapês e Rui Chafes e da escultora Fernanda Fragateiro.Vou voltar para apreciar melhor os trabalhos dos nossos artistas, Portugal tem um enorme potencial nesta área, não vamos deixar cair este trunfo, sublinhou. Isabel Pires de Lima congratulou-se ainda por, em duas semanas, os portugueses assistiram ao nascimento de dois importantes equipamentos culturais dedicados à arte contemporânea, nomeadamente, o museu Berardo em Lisboa e o de Elvas.

A colecção permanente do MACE, instalado no edifício do antigo hospital, requalificado para o efeito, num investimento de 2, 7 milhões de euros, suportados pela autarquia local, integra cerca de 400 obras, que vão ser exibidas em várias exposições temporárias.

HUGO TEIXEIRA, em Elvas

ANTÓNIO PEDRO VALENTE (imagem)

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sexta-feira, 6 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [IV]

O MACE, sendo uma instituição cultural gerida pela Câmara Municipal de Elvas, tem como missão elevar a oferta cultural da cidade, colocá-la no eixo de afirmação das manifestações mais dinâmicas da actualidade estabelecendo o diálogo regional e transfronteiriço, nacional e internacional que a arte e a cultura de hoje exigem.

O MACE inicia a sua actividade acolhendo em depósito a Colecção António Cachola, que apresentará em permanência. Ao mesmo tempo, exibirá exposições temporárias de produção própria, em parceria ou de circulação nacional e internacional.

A concretização do Museu por parte da Câmara Municipal de Elvas, contou com o apoio do Ministério da Cultura e do Feder, através do Programa Operacional da Cultura. A elaboração do projecto teve o acompanhado do Instituto Português de Museus, que também foi o responsável pela elaboração do programa museológico que lhe serviu de base.


História do Espaço

O MACE está instalado num edifício de grande significado para a cidade. Desde meados do século XVIII serviu de Hospital e Mesa da Misericórdia de Elvas, sofrendo sucessivos acrescentos e adaptações modernizadoras que o mantiveram em funções até 1993.

O edifício original (que terá sido projectado pelo arquitecto José Francisco de Abreu) é notável no contexto da arquitectura nacional revelando grande funcionalidade na implantação das suas enfermarias e salas de tratamentos e excelente qualidade decorativa.

Destaca-se, na fachada, o portal em mármore do canteiro Gregório das Neves, encomendado em 1742, cujo desenho anuncia traços rocaille do barroco tardio de D. João V. Os espaços são distribuidas a partir de um vasto átrio de mármore definido por uma monumental escadaria de inspiração barroca. No piso superior destaca-se a Sala do Consistório, com altar em mármore e rico conjunto de azulejos azuis e brancos, datáveis de cerca de 1740 que, pelo desenho das suas molduras, denunciam já o carácter de um barroco tardio e inspiração rocaille. São painéis figurativos e historiados representando os Passos da Vida de Santa Isabel, com referências explícitas e ao nascimento de seu filho, São João Baptista e à Virgem.

Entre 2003 e 2005 o edifício acolheu provisoriamente os serviços municipais da cidade. Aquirido em 2002 pela Câmara Municipal, com objectivo de ser transformado em instituição museológica, foi adaptado para esse fim por uma equipa multidisciplinar constituida pelo arquitecto Pedro Reis e pelos designers Filipe Alarcão e Henrique Cayatte.


Conteúdo e Projecto do Museu


Na actualidade o MACE possui no seu acervo permanente mais de três centenas de peças da Colecção António Cachola que, em função dos espaços disponíveis, irá apresentando.

A Colecção é exclusivamente nacional, não tem limites disciplinares, temáticos ou estéticos e pretende proporcionar uma visão global das realidades históricas e críticamente produtivas definidas entre trabalhos de artistas revelados ou firmados nos anos 80 do século passado e a actualidade. A Colecção tem um carácter eminentemente abrangente e didáctico sendo, ao mesmo tempo, um estímulo para a criação de novas realidades.

Quando é cada vez mais difícil ter acesso, nos museus e centros de arte dedicados à arte contemporânea portuguesa, a uma história activa da realidade nacional, o MACE pretende afirmar-se como marco indispensável para esse conhecimento – um atento serviço educativo e uma programação coerente poderão ajudar-nos a alcançar esse desígnio.

Cursos de formação cultural e artística, informação e formação em torno de cada uma das iniciativas realizadas, edições de qualidade, visitas guiadas e ateliers de formação para públicos escolares desde o primeiro ciclo ao secundário e actividades do mesmo tipo para público em geral e para publicos pré-especializados ou especializados são indispensáveis.

Espalhar por alguns outros locais de grande qualidade arquitectónica da cidade, actualmente devolutos, será um modo de empenhar e dinamizar mais claramente toda a cidade.

O conjunto de mecenas institucionais de grande prestígio atraídos ao projecto poderão garantir a produção deste conjunto de iniciativas e transformar um museu de fronteira num museu que ajude a acabar com as fronteiras: entre arte contemporânea e público, entre centro e periferia, entre Portugal e Espanha e o mundo.




Um Museu na Fronteira


A Colecção António Cachola tem cerca de 300 peças e é, na verdade, uma colecção em progresso. A primeira apresentação teve lugar em 1999, no MEIAC e desde logo se afirmou no meio do coleccionismo nacional. Foi nesse contexto que tive o privilégio de conhecer o Coleccionador e de entender o seu dinamismo não o deixariam mais parar.

Foi constituindo assim, através da aquisição de peças rigorosamente escolhidas, uma das mais completas visões da arte portuguesa das duas últimas décadas. Numa altura em que é ainda tão difícil ter acesso a uma história activa da realidade criativa nacional o Museu de Elvas constituirá um marco indispensável de conhecimento. Como não é uma colecção temática nem de tendência, como segue os artistas incorporando obras de diferentes períodos tem um carácter abrangente e didáctico que um atento serviço educativo e uma programação

ambiciosa mas coerente deverá ajudar a aprofundar.

A exposição permanente manterá o público a par quer dos artistas principais e das tendências representadas quer das novas aquisições. As iniciativas temporárias serão dedicadas a artistas da colecção ou outros, nacionais e estrangeiros) de modo a dinamizar nacio0nal e internacionalmente o espaço e a completar a visão mais estática da colecção. É certo que não era fácil afirmar esta linha programática mas a ousadia demonstrada pela CME

na aceitação e desenvolvimento do projecto de um Museu de Arte Contemporânea é certeza de que as dificuldades se vencerão. Essa é a única maneira de romper com todo o isolamento cultural e colocar Elvas num mapa onde se deve fazer valer pela qualidade da sua arquitectura e do seu urbanismo. De facto, prevemos que, no momento de abertura, a colecção e possa espalhar por alguns outros locais de grande qualidade arquitectónica da cidade e actualmente devolutos em virtude da desmobilização do Exército.

Este será um modo de dinamizar mais claramente a cidade.Esta é uma batalha local e nacional: ganhar a população de Elvas mas também de Cáceres, Badajoz, Évora, Portalegre ou Montemor-o-Novo, tudo pólos vizinhos de afirmação cultural.

Cursos de formação cultural e artística, informação e formação em torno de cada uma das iniciativas realizadas, edições de qualidade, visitas guiadas e ateliers de formação para públicos escolares desde o primeiro ciclo ao secundário e actividades do mesmo tipo para públicos pré-especializados ou especializados (não nos esqueçamos de que há público universitário em Évora e Portalegre com interesses directos nas áreas da arte e arquitectura) são indispensáveis e estão a ser delineados. Um conjunto de mecenas institucionais de grande prestígio, que têm sido atraídos ao projecto pela CME

e pelo coleccionador, poderão garantir

a produção deste conjunto de iniciativas e transformar um museu de fronteira num museu que ajude a acabar com as fronteiras: entre arte contemporânea e público, entre centro e periferia, entre Portugal e Espanha.

João Pinharanda

Director de Programação do MACE


Apresentação da Exposição


Uma Colecção em Progresso


Parte I



A primeira exposição do MACE mostra apenas uma pequena parte da Colecção António Cachola. A qualidade dos espaços oferecidos pelo MACE exigem que não se sobrecarreguem com excesso de peças.

O entendimento das diferentes linguagens e tempos em confronto vão beneficiar da apresentação parcelar das obras que será completada no decorrer do primeiro ano de programação.

Em cada montagem teremos o cuidado de apresentar sempre o conjunto de linguagens recolhidas pela Colecção (pintura, desenho, escultura, instalação, fotografia, vídeo…) criando um discurso contínuo ou parcelar, dando ênfase a uma ou outra disciplina, a uma ou outra temática.

A exploração das potencialidades da Colecção será alcançada também fora das paredes do MACE. Iniciada com a ocupação do Paiol de Nossa Senhora da Conceição, esta estratégia permitirá ligar mais firmemente o Museu à cidade e potencializar peças de características especiais explorando as qualidades de novos espaços.



ARTISTAS INTEGRADOS NO

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA

DE ELVAS,

REPRESENTADOS PELA

COLECÇÃO ANTÓNIO CACHOLA

Adriana Molder - Alexandre Conefrey - Alexandre Farto - Ana Pinto - Ana Rito - Ana Vidigal - André Gomes - Ângela Ferreira - Augusto Alves da Silva - Brígida Mendes - Fátima Mendonça - Fernanda Fragateiro - Francisco Vidal - Gil Amourous - Gil Heitor Cortesão - Hugo Guerreiro - Ilda David - Joana Vasconcelos - João Galrão - João Jacinto - João Leonardo - João Maria Gusmão e Pedro Paiva - João Onofre - João Paulo Serafim - João Pedro Vale - João Queiroz - João Tabarra - Jorge Molder - Jorge Rodrigues - José Loureiro - José Maçãs de Carvalho - José Pedro Croft - Luís Campos - Mafalda Santos - Manuel Rosa - Marcelo Costa - Maria Lusitano - Marta Soares - Miguel Ângelo Rocha - Miguel Palma - Noé Sendas - Nuno Cera - Nuno Silva - Nuno Vasa - Nuno Viegas - Patrícia Garrido - Patrícia Gouveia - Paulo Catrica - Pedro Cabrita Reis - Pedro Calapez - Pedro Casqueiro - Pedro Gomes - Pedro Portugal - Pedro Proença - Pedro Quintas - Ricardo Jacinto - Rosa Almeida - Rui Calçada Bastos - Rui Chafes - Rui Patacho - Rui Sanches - Rui Serra - Rui Toscano - Sofia Areal - Susana Anágua - Susana Campos - Susana Guardado - Tânia Simões - Vasco Araújo - Xana.


Mecenas do Museu

Banco Espirito Santo

Fidelidade Mundial Seguros


Nestelé


Sagres


Mds

Plantas do Museu



Horários de Funcionamento

ABERTO

Terças-Feiras

das 14 às 18 horas

Quarta-Feira a Domingo

das 10 às 12 horas e das 14 às 18 horas

ENCERRADO

Segundas-Feiras todo o dia

e Terças-Feiras de manhã


Contactos

MACE

Museu de Arte Contemporânea de Elvas

Rua da Cadeia

7350 ELVAS

Telefone: 268 637 150

Telefax: 268 629 060

e-mail:museu.arte.contemporanea@cm-elvas.pt


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PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [III]

Colecção particular abre museu em Elvas

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), abre hoje as suas portas ao público com o objectivo de alcançar o título de maior e melhor museu da especialidade no nosso país, segundo os seus promotores. "A localização do museu junto à fronteira de Espanha e o facto de ser o único em Portugal com exposição museológica permanente de arte contemporânea, torna este projecto diferente e vanguardista no nosso país", sublinha João Pinharanda, director do MACE.

O novo espaço museológico que vai ser inaugurado por Isabel Pires de Lima, ministra da cultura, está instalado num edifício do século XVIII que serviu de Hospital da Misericórdia de Elvas, pretende também atrair os artistas do país vizinho.

Este projecto concebido pela autarquia local, num investimento de 2,7 milhões de euros, vai contar com o acervo do coleccionador local António Cachola, que possui neste espaço mais de 300 peças, de 40 artistas nacionais, entre os quais Adriana Molder e André Gomes.

António Cachola, de 53 anos de idade, economista no Grupo Delta, cedeu as suas obras por um período de 13 anos. O espólio do coleccionador integra peças de escultura, decoração, fotografias e quadros. "A colecção é exclusivamente nacional, não tem limites disciplinares, temáticos ou estéticos e pretende proporcionar uma visão global das realidades históricas e criticamente produtivas definidas entre trabalhos de artistas revelados ou firmados nos anos 80 do século passado e a actualidade", revela ao DN João Pinharanda. Para o director do MACE a aproximação com o museu de arte contemporânea de Badajoz, que conta com um vasto acervo de vários artistas portugueses é uma mais valia. "Vamos tentar desenvolver vários projectos em parceria com o Ibero-americano de arte contemporânea de Badajoz, bem como intercâmbios de objectos de arte", assegura. "Um dos objectivos do MACE passa também por ministrar cursos de formação cultural e artística, informação e formação em torno de cada uma das iniciativas realizadas, edições de qualidade, visitas guiadas e ateliers de formação para públicos escolares desde o primeiro ciclo ao secundário e actividades do mesmo tipo para públicos pré-especializados ou especializados, são indispensáveis e estão a ser delineados" revela ainda João Pinharanda.

Além dos espaços expositivos, o MACE, que conta com o Banco Espírito Santo como o segundo principal mecenas do museu, vai também abrigar uma loja, salas de trabalho sócio-educativo e para técnicos, áreas destinadas ao armazenamento e tratamento de peças, uma cafetaria, sala polivalente e um auditório.

Segundo o município de Elvas, um dos passos a dar para que o museu alcance o sucesso desejado, passa pela apresentação de uma candidatura ao Instituto Português dos Museus, para que o MACE integre a rede portuguesa de museus. Para garantir o futuro deste museu, a autarquia vai ainda encetar uma política de aquisições, para poder ter, dentro de poucos anos, a sua própria colecção.

Hugo Teixeira
D.N.

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quinta-feira, 5 de julho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA [II]

Clique na imagem para ver a pintura de Nuno Viegas

CASA DA COLECÇÃO CACHOLA

ABRE AMANHÃ SEXTA-FEIRA

EM ELVAS


L+arte | JULHO 2007
Clique na imagem para ler na integra

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sábado, 2 de junho de 2007

PRIMEIRO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA

CASA DA COLECÇÃO CACHOLA

ABRE DIA 22 DE JUNHO DE 2007

EM ELVAS



Clique nas imagens para ler

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