quarta-feira, 9 de julho de 2008

QUEM FICOU COM O GRAVETO?

O helicóptero milagroso que o ministro municipal de Lisboa, sr Costa, negociou e que depois o seu sucessor, Rui falinhas mansas Pereira tanto elogiaram - aquele balde de 5000 litros era o suprasumo - afinal não passa de uma peça muito cara que não faz mais nada do que despejar umas mijinhas de água sobre os incêndios.


Por não ser certificado, não pode servir para emergência médica e nem sequer para operações de busca/salvamento ou mesmo para transportar brigadas de primeira intervenção para combate a fogos.



Por todas estas razões o estado - e lá volta a confusão entre estado e (incompetente) governo - é obrigado a dispender mais umas pipas de massa desviadas dos bolsos dos contribuintes para alugar aparelhos que possam cumprir as missões que o maravilhoso kamov é incapaz de levar a cabo. link

Quem ganhou com

este negócio ruinoso
?


Como é que os governantes podem continuar impunemente a fazer negociatas
desastrosas (para os cidadãos) numa área onde se sabe que existem chorudas comissões?


L.

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

TUDO É POSSÍVEL...

Especialmente desde que vi um porco a andar de bicicleta, fulano a tirar a licenciatura num domingo e até acredito que estes senhores estivessem muito perdidos, que estivesse a chover, a ventar e a nevar muito.
Acredito que os senhores bombeiros da região (afinal não eram os solitários bombeiros de Alijó ou Favaios) apesar de toda a boa vontade que compensa a falta de preparação e de meios não conseguíssem chegar perto dos perdidos para lhes prestarem socorro.
Acredito que se o caso fosse mesmo sério, agora estaríamos a chorar pelas vitímas.


Acredito que o Kamov da protecção civil (com matrícula do estado, aeronave não certificada e a voar sem seguro) dadas as horríveis condições atmosféricas (?) só ontem ao fim da manhã tivesse tido condições (6 horas de voo?)para fazer o resgate e aparecer na abertura de todos os telejornais.
Acredito em tudo e acredito em tudo que está aqui descrito.

Só não acredito que um serviço que é pago com os impostos dos contribuintes seja cobrado
quando é utilizado...

L.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

ALARGAMENTO DO AERÓDROMO PARA QUÊ?




Dispositivo de combate a incêndios - Meios aéreos

De acordo com o estudo da Autoridade Nacional de Protecção Civil, que mereceu pareceres favoráveis do secretário de Estado da Protecção Civil, Ascenso Simões, e do subsecretário de Estado da Administração Interna, Rocha Andrade, o dispositivo de combate a incêndios deverá contar com cinquenta e seis meios aéreos em 2008.

Esses cinquenta e seis meios aéreos compreendem dois aerotanques anfíbios pesados, seis helibombardeiros pesados, oito aerotanquesligeiros, seis aerotanques médios e 34 helicópteros médios ou ligeiros. Este conjunto de meios representa uma maior capacidade do que a existente em 2007.

O parecer concluiu que os seis helicópteros pesados (Kamov), de que a EMA dispõe, têm capacidade para substituir aviões pesados no combate a incêndios florestais. Por essa circunstância, foi decidido não abrir este ano o concurso para aquisição de aviões, o que constitui a melhor decisão em termos de racionalização de meios. Para além dos helicópteros da frota própria da EMA, os restantes meios aéreos disponíveis em 2008 são alugados, como sempre tem sucedido.

Todas estas explicações foram dadas ontem pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira na 1ª Comissão Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República.

Gabinete de Imprensa

23 de Janeiro de 2008



LÁ SE FORAM

OS

EMPREGOS

DA

T R E T A


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