segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

EM PORTALEGRE CIDADE, ACONTECE...

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Praça da República, 39
7300-109 Portalegre

Tel.: 245 307 498
Fax.: 245 307 544
mail: geral.caep@cm-portalegre.pt
web: www.cm-portalegre.pt/caep
blog: www.caeportalegre.blogspot.com
MySpace: www.myspace.com/caeportalegre

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

EM PORTALEGRE ACONTECE...EM 2009

Mississippi Gospel Choir
3 de Janeiro :: 21.30h
Com canções conhecidas e muito sentidas, o “Mississippi Gospel Choir” leva a sua mensagem de Paz e Solidariedade além-fronteiras.
Grande Concerto de Ano Novo
6 de Janeiro :: 21.30h
O regresso ao CAEP após o êxito da edição anterior,é o Grande Concerto de Ano Novo, com uma actrativa seleção das melhores valsas, polcas e marchas de Strauss.
A Verdadeira Treta
15 e 16 de Janeiro :: 21.30h
Um regresso à essência da “filosofia do disparate” que já fez rir milhares de espectadores... que há muito reclamavam por mais!
NOUVELLE VAGUE
6 de Fevereiro :: 21.30h
Versões de temas conhecidos dos Joy Division, Depeche Mode, Tuxedomoon, The Clash, The Cure, Sisters of Mercy, entre outros, completamente transfigurados para ritmos.

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Praça da República, 39
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quarta-feira, 11 de junho de 2008

EM PORTALEGRE, CIDADE - ACONTECE...

Dia 13 de Junho de 2008 - sexta-feira
Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre
Início 22h
Preço único: 10€ * Classificação: M/12 anos



Um Poeta do Físico e um Acrobata Verbal! Corredor de Riscos Desnecessários! Professor de Invenções Fantasticamente Inúteis! Advogado Arduoso dos Milagres Comuns! Lunático Certificado e Mestre do Impossível…

Tomás Kubínek nasceu em Praga (ex-Checoslováquia), e com a idade de 3 anos fugiu do país com os seus pais, conseguindo escapar à invasão soviética de 1968.

Depois de um período num campo de refugiados na Áustria, a família conseguiu asilo no Canadá, e foi aí, em Ontário, que Thomas viu o seu primeiro circo, com 5 anos de idade.
A partir dessa experiência, tornou-se um apaixonado por palhaços, circos, teatro e magia, e os seus perplexos mas ainda assim compreensivos pais levaram-no a ver um grande número de espectáculos circenses.


Aos 9 anos, Kubinek apresentou a sua primeira performance, com um exigente público de mágicos veteranos.
Aos 13 anos, já tinha um agente, actuando em cafés entre os números musicais, e na sua adolescência fez a estreia no circo, com um duo de palhaços brasileiros.
A partir desse momento o seu destino estava traçado…

Trabalhando em todo e qualquer ocupação relacionada com o show-bussiness, o empreendedor Senhor Kubinek conseguiu poupar o suficiente para viajar pela Europa, onde estudou com grandes mestres teatrais, como Monika Pagneaux, Pierre Byland, Jaques Lecoq e Boleslav Polivka.

Estes estudos, combinados com as suas incansáveis experiências na arte da performance ao vivo, levaram-no à criação do seu premiado espectáculo, que depois de visitar festivais internacionais de teatro pelo mundo inteiro, trará o seu burlesco anárquico aos palcos do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre.


Absolutamente perfeito e consistentemente elegante!
The New York Times (E.U.A.)

Hilariante e enormemente talentoso.
Time Out Magazine (Inglaterra)

Kubinek é 50% de homenagem aos cómicos de eras antigas e outra parte igual de absurdidade à Monty Python.
The Seattle Times (E.U.A.)


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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

PORTALEGRE JAZZFEST 2008


Clique na imagem para ler na integra

Dia 21 de Fevereiro – Júlio Resende “Da Alma”

Grande Auditório - Jazz

Inicio 21.30h

Preço único 10 euros

Livre-Trânsito 20 euros

Júlio Resende nasceu em Faro e começou a tocar piano aos quatro anos de idade. Mais tarde, inicia os seus estudos no Conservatório Maria Campina, com a professora de piano Oxanna Anikeeva e o professor de formação musical, Paulo Cunha. Não nasceu para intérprete clássico, pois não consegue tocar uma peça sem ter vontade de improvisar. Assim, iniciou os seus estudos de jazz em 2000 com o contrabaixista e pedagogo Zé Eduardo.

Posteriormente, fez parte do Ensemble do Hot Clube que tem o intuito de representar a Escola do Hot Clube em eventos culturais. Pelo Hot Clube também ganhou o prémio para “Melhor Combo” no âmbito do concurso inter-escolas realizado na Festa do Jazz do Teatro S.Luís em 2005.

Participou em vários workshops internacionais, nos quais trabalhou com professores de prestigiadas Universidades de Jazz dos E.U.A., como a “New School for Jazz and Contemporary Music” e a “Berklee College of Music”: Aaron Goldberg, Gary Versage, Greg Tardy, Matt Penman, Frank Tiberi, Mark Ferber, Jonathan Kreisberg, Omer Avital, entre outros.

Entre os músicos com quem já tocou conta-se Pedro Moreira, Bernardo Moreira, Alexandre Frazão, Nuno Ferreira, Matt Lester, Hugo Alves, Bruno Pedroso, Maria Viana, entre outros.

Recentemente formou o Júlio Resende 4teto, com o intuito de trabalhar composições originais suas, e com o qual tem actuado em Auditórios e clubes de Jazz por todo o país. O primeiro disco do seu quarteto, “Da Alma”, saíu no final de 2007 através da editora Clean Feed.

Júlio Resende - piano

Zé Pedro Coelho - saxofone tenor

João Custódio - contrabaixo

João Rijo - bateria

www.julioresende.com

www.myspace.com/julioresende



Dia 22 de Fevereiro – Trio Joachim Kuhn, Daniel Humair e Jean Paul Celea

Grande Auditório - Jazz

Inicio 21.30h

Preço único 10 euros

Livre-Trânsito 20 euros

Joachim Kühn

Nascido em Leipzig (ex- R.D.A.) em 1944, o pianista Joachim Kühn já deixou a sua marca no jazz contemporâneo, demonstrando sensibilidade e técnica virtuosa, aliadas a uma imaginação e a um infalível sentido de dinâmica.

Tanto na interacção com os seus parceiros musicais de longa data (entre os quais se encontram Daniel Humair e Jean Paul Celea), ou nas suas actuações a solo, Kuhn consegue sempre fazer dos seus espectáculos uma experiência única.

Começando a tocar jazz aos 17 anos, Kühn conseguiu fugir para Berlim Ocidental 5 anos depois, onde iniciou uma carreira que o levou a tocar no mítico Festival de Jazz de Newport, e a gravar com o produtor Bob Thiele (da editora Impulse), e Jimmy Garrison (baixista de John Coltrane).

Depois de passagens por Paris (onde tocou com Don Cherry), Nova Iorque (participando no álbum “Black Narcissus”, do saxofonista Joe Henderson), Kühn sediou-se nos anos 80 em Hamburgo, tendo sido dos primeiros músicos ocidentais a tocar na Alemanha de Leste após a queda do Muro de Berlim.

Destaca-se nos anos 90 a sua colaboração com Ornette Coleman (com quem ainda grava regularmente), em vários concertos e no álbum “Colors”, gravado ao vivo.

Depois de trabalhos incidindo em variações sobre peças de música clássica, colaborações com músicos africanos e arábicos de nomeada como o percussionista Moussa Sissoko e o tocador de Oud Rabih Abou Khalil, Kühn conseguiu hoje atingir um estado de maturidade que se mantêm no entanto sempre aberto a novos encontros e linguagens musicais.

O seu trabalho está centrado na pura qualidade da música, em comunicar o âmago da experiência emocional através da música.

Daniel Humair

Nascido em 1938 na Suiça, Humair é actualmente o Deão dos bateristas de jazz europeus, tendo já recebido do Estado Francês as suas mais altas condecorações culturais, assim como os prémios mais importantes da crítica.

Já tocou nos festivais de jazz mais conceituados (Newport, Monterey, Nova Iorque, Milão, Barcelona, Antibes, Nice, Montreux, Paris, Berlim, Chicago) e gravou com nomes tão importantes (muitos deles já presenças em Portalegre no Festival de Jaz) como Chet Baker, Don Byas, Eric Dolphy, Jean-Luc Ponty, Stephane Grappelli, Dexter Gordon, Henri Texier, Michel Portal, Enrico Rava, Louis Sclavis, um currículo invejável para uma carreira que já conta com mais de 200 discos.

Jean Paul Celea

Nascido na Argélia em 1951, Celea é um músico com estudos clássico-contemporâneos, de violão e contrabaixo, feitos em diversos conservatórios franceses, tendo posteriormente tocado como solista em várias Orquestras Filármónicas, sob as ordens dos maestros Pierre Boulez, Luciano Berio, Karlheinz Stockhausen, entre outros.

Começou a dedicar a sua atenção ao jazz nos anos 70, tocando em várias formações e países com artistas de nomeada como Michel Portal, Steve Lacy, John Surman, John McLaughlin, etc.

Começou a partir dos anos 90 a dar aulas nos conservatórios de Lyon e Paris, compondo também peças musicais pata Teatro e Dança.

Em 2003, Celea recebeu a Medalha de Cavaleiro das Artes e Letras, a mais alta condecoração cultural em França.

De referir, que embora estes três artistas e cúmplices musicais já por várias vezes tenham tocado juntos, esta actuação em trio será uma estreia absoluta no nosso país.

www.joachimkuehn.com

www.danielhumair.com

www.label-bleu.com

Dia 23 de Fevereiro – One night with Melissa Walker and Friends…

Grande Auditório - Jazz

Inicio 21.30h

Preço único 10 euros

Livre-Trânsito 20 euros

Melissa Walker – Voz

Vana Gierig – Piano

Sean Conly – Baixo

Clarence Penn – Bateria

“Melissa Walker merece ser considerada como uma das vozes mais sensíveis da sua geração.”

Billboard (E. Unidos)

“Penso nas canções como histórias. Elas representam e descrevem as nossas crenças universais sobre o significado do amor, alegria, saudade, perda, remorsos, os caminhos percorridos e não percorridos. As canções capturam a essência dos nossos espíritos e ajudam a definir a nossa vida espiritual; são celebrações do que conseguimos e de quem somos.

São as minhas oferendas aos espectadores, que idolatram a Arte da Canção…”

Melissa Walker

Com a sua rica e variada textura vocal, o seu fraseado irrepreensível, Melissa Walker conseguiu num curto espaço de tempo a aprovação dos seus pares e a aclamação critica internacional, além da reputação de fascinar os espectadores nas suas actuações ao vivo, com um misto de aura cativante e interpretação despojada. Walker já esgotou espectáculos no mundo inteiro, tendo actuado no Brasil, Japão, nos principais países europeus, com presenças nos prestigiado Festivais de Montreux e de Nice, além de diversas digressões pelos Estados Unidos, país para onde se mudou ainda jovem, vinda do Canadá, onde nasceu em 1964 de pais americanos.

Ao longo da sua carreira, Melissa Walker tem trabalhado com nomes sonantes do jazz, como Aaron Goldberg, Wynton Marsalis, Kenny Barron, Hank Jones, Phil Woods, Buster Williams, Sadao Watanabe, Gary Bartz e Christian McBride, com quem se casou em 2005, e ainda jovens génios como Stefon Harris, Russell Malone e Makoto Ozone.

No início da sua auspiciosa careira teve ainda a possibilidade e a honra de actuar com lendas seminais do jazz e da canção contemporânea, como os já falecidos Ray Brown e Ray Charles.

Melissa Walker também já esteve presente em diversos programas de televisão, com actuações nas estações ABC e Fox, além de diversas participações em programas no estrangeiro.

Da sua discografia, um corpo de trabalho com diversas nuances, destacam-se os álbuns "May I Feel”, de 1997 (que recebeu uma nomeação ao Prémio Indie (Estados Unidos) e I Saw The Sky”, nomeado em 2002 para o prestigiado Prémio Juno (Canadá), ambos por Melhor Álbum de Jazz Vocal do ano.

Em 2008, entre uma digressão europeia que passará por Portalegre, e vários projectos musicais, destaca-se o lançamento do novo álbum, ainda sem título, que Walker virá apresentar no JazzFest.

Na sua riqueza, alcance e flexibilidade, Melissa Walker possui uma das melhores vozes do jazz contemporâneo.”

Bob Protzman, The Post Gazette

As melhores interpretações de Melissa Walker não são apenas hipnotizantes, são maiores que a vida… conseguir que o resto do mundo se desvaneça é fácil, enquanto somos enfeitiçados pela sua voz…

The Washington Post

www.melissawalker.com

Dia 22 e 23 de Fevereiro – Scott Fields Freetet

Café Concerto - Jazz

Inicio 23.30h

Preço único 5 euros

Livre-Trânsito 20 euros

Scott Fields - guitarra eléctrica

Achim Tang - contrabaixo

João Lobo - bateria

O trio de Scott Field, intitulado por este de “Freetet” (traduzível por “Trio Livre”, no sentido de improvisação livre), foi inspirado pelos grupos clássicos de free jazz dos anos 60, mas com algumas inovações.

Como os trios e quartetos de Ornette Coleman, mas com a inclusão de instrumentos de cordas, o “Freetet” trabalha dentro de uma sequência de solos e interlúdios, com um compêndio de assinaturas temporais que estão sempre em profundo movimento, acrescentando e “perdendo” batidas fractais, de forma a dar à música um carácter improvisacional e inesperado, ao mesmo tempo mantendo o espírito e o estilo de algo sonoramente jazzístico.

O resultado deste esforço dividido em três partes é um de free jazz com receita excêntrica, propulsiva e cativante.

A primeira gravação do grupo “Bitter Love Songs” surgirá em 2008 através da editora portuguesa Clean Feed Records (www.cleanfeed-records.com).

Seguir-se-á outro lançamento em 2008, “Songs for the Chicago Radio Program ‘This American Life, ‘”, com edição da Neos Records.

O guitarrista/compositor Scott Fields é um genuíno aventureiro musical, tão à vontade a explorar sistemas musicais complexos como a improvisar livremente. A questão que se põe é a seguinte: Quando (utiliza a improvisação ou os sistemas complexos)?

Porque Fields é daqueles intérpretes cuja confiança e abstracção no tocar pode misturar estes dois métodos e tornar num desafio os seus espectáculos.”

— Stuart Broomer, “Signal to Noise”

Há definitivamente um sabor clássico no som de Scott Fields, mas é temperado com uma vertente irreverentemente improvisacional.”

— Peter Margasak, “Chicago Reader”

www.myspace.com/scottfieldsensemble


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X.F.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2007

EM PORTALEGRE ACONTECE...

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE


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quinta-feira, 4 de outubro de 2007

EM PORTALEGRE ACONTECE...


Clique na imagem para ver a programação de
Outubro a Dezembro

Para consultar o programa mais detalhado visite: Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre

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quarta-feira, 27 de junho de 2007

EM PORTALEGRE CIDADE... ACONTECE




A cantora, poetiza, performer e actriz Lydia Lunch apresenta o seu mais recente projecto - Real pornography - em Portugal, no dia 7 de Julho.
Este espectáculo multimédia terá uma apresentação exclusiva no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre.


Real pornography é uma apresentação multimédia que recorre à música improvisada e ao vídeo para fortalecer a palavra falada. Crimes cometidos no falso nome da democracia e da liberdade e calamidades naturais como resposta da Mãe Natureza à sua violação por parte do Homem, como é referido em comunicado, são algumas das temáticas abordadas.

A pornografia do real também passa pela educação das crianças baseada no preconceito, no pânico e na destruição.

A criativa é a controversa Lydia Lunch, artista norte-americana conhecida pela sua honestidade chocante. Nick Cave, no tempo dos Birthday Party, Einstürzende Neubauten e Sonic Youth são alguns dos projectos em que colaborou.


Um dos músicos que integram a performance é Terry Edwards, trompetista e guitarrista que participou nas gravações John Peel sessions, fez a digressão de The black rider com Tom Waits e já colaborou com PJ Harvey. Por seu turno, o percussionista Ian White construiu carreira em torno dos Gallon Drunk e das bandas sonoras para cinema e para a BBC.


A vídeo-arte é assinada pelo fotógrafo Marc Viaplana e o artista de vídeo Josep M. Jordana, dupla sediada em Barcelona que já havia colaborado com Lydia Lunch em Willing victim.


O espectáculo tem tradução simultânea.


Dia 07 de Julho de 2007
Lydia Lunch – Real Pornography
Grande Auditório
Inicio 22.00h

Preço único 10 €

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quarta-feira, 13 de junho de 2007

EM PORTALEGRE CIDADE...ACONTECE:

Lenda dos blues toca

em Portalegre

Quatro décadas de virtuosismo e originalidade de um tocador de harmónica. Assim se pode descrever Charlie Musselwhite, uma verdadeira lenda viva dos blues.
O músico encontra-se pela segunda vez em Portugal para apresentar o seu novo álbum, Delta Hardware. O trabalho foi premiado nos Blues Music Awards, conquistando, entre outros, o prémio para Álbum do Ano e Canção do Ano com Church is Out.
Sobre a forma como foi recebido Delta Hardware, Musselwhite considera que correu bem. O carácter moderno do álbum é "uma nova forma de ser tradicional e apelativo a todos", explicou.

A música de Charlie Musselwhite tem vindo cada vez mais a reflectir os problemas sociais como a pobreza, algo que o músico confessa que não fazia no início da carreira. O mundo hoje está mau, lamenta. Black Water é um de dois temas relativos às vítimas do furacão Katrina.
Aos 63 anos, Musselwhite considera estar cada vez melhor com a idade. O músico nem sequer pensa numa futura decadência dos seus dotes.
Sobre a sua relação com os blues, o músico afirmou que tem tudo a ver com os sentimentos e as pessoas. O blues é para os bons e maus momentos, sublinhou.

Quanto ao concerto em Portalegre, Charlie Musselwhite espera que o público saia com um sorriso no rosto. Entrem cedo e saiam tarde, foi o desejo do artista.

A possibilidade de um novo disco está sempre em aberto. Musselwhite afirmou que tem sempre ideias.
No entanto, diz preferir que a música o guie do que fazer planos para um futuro trabalho.

Charlie Musselwhite apresenta-se, no sábado, no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre


Grande Auditório do:
Inicio 22.00h
Preço único 15 €

H.S.

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sábado, 28 de abril de 2007

EM PORTALEGRE CIDADE... ACONTECE:

O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre Apresenta:

O LAGO DOS CISNES - Bailado



Composto por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876, por encomenda do Teatro Bolshoi de Moscovo, O Lago dos Cisnes notabilizou-se pela beleza da sua música. Inspirado numa antiga lenda alemã, O Lago dos Cisnes conta a história de Odette, uma princesa transformada em cisne pela acção perversa de um feiticeiro. Após uma difícil luta entre o poderoso e cruel Von Rothbart, e o Príncipe Siegfried, Odette é finalmente resgatada pelo amor do príncipe.

Ballet Clássico de Moscovo
Direcção Timur Fayziev
Música Piotr Ilitch Tchaikovsky

Grande Auditório
Dia 1 de Maio de 2007

Às 21,30 horas
Preço:€ 25,00

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quarta-feira, 4 de abril de 2007

EM PORTALEGRE CIDADE DO ALTO ALENTEJO...

O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre Apresenta:

6 de Abril de 2007, às 21,30 h


A Solo com os Anjos

VORTICE.Dance - Cláudia Martins e Rafael Carriço


VORTICE.Dance, dirigida pelos bailarinos e coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, é a mais jovem companhia de dança do panorama nacional, cujo trabalho tem sido reconhecido pelo público e pela crítica de países tão diversos como o Japão, Mónaco, Finlândia, Hungria, Roménia, França, Suiça, Espanha, Letónia e Portugal, entre outros.

“A Solo com os Anjos” é, antes de mais, uma vertigem no tempo, desde a criação do universo até ao presente. Tudo o que é terreno perece, mas há uma Luz que passa pelo Tempo e nos dá alento sempre que dela necessitamos. Essa Luz, trazem-na os anjos…Anjos e arcanjos…Com ou sem asas…de branco, para não recearmos a sua presença. Depois, falam-nos baixinho…E em surdina trazem-nos mensagens vindas de longe.



Dia 6 de Abril – A Solo com os Anjos

Grande Auditório

Início 21.30h

Preço único 10 €



DIA 7 de Abril de 2007, às 21,30 h


Duo Contracello

O violoncelo e o contrabaixo, grandes cúmplices na execução da música orquestral, e partilhando normalmente o registo grave, tiveram ao longo dos séculos vários compositores que quiseram demonstrar as suas possibilidades, em duo, na música de câmara.

O duo de violoncelo e contrabaixo é uma combinação instrumental deveras invulgar. O repertório não é abundante, as exigências de virtuosismo técnico são temíveis e a associação tímbrica dos dois instrumentos mais graves da família das cordas não está à partida vocacionada para atrair multidões. No entanto, a versatilidade e surpreendente vigor interpretativo de Miguel Rocha e Adriano Aguiar têm invertido as expectativas. Num jogo de cumplicidades, o violoncelo e o contrabaixo revelam-nos sonoridades sublimes e uma exuberante vitalidade rítmica, suportadas por um repertório que vai desde Couperin a Berio.



Dia 07 de Abril – Duo de Contracello

Pequeno Auditório

Inicio 21.30h

Preço único 5€


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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

EM PORTALEGRE CIDADE DO ALTO ALENTEJO

Durante quatro dias, a cidade de Portalegre vai ser palco do V JazzFest - Festival Internacional de Jazz de Portalegre.

A decorrer no Centro de Artes do Espectáculo que, de acordo com José Polainas, vereador da Cultura, apresenta todas as condições técnicas e logísticas necessárias, o evento está orçado este ano em 52 mil euros, menos sete mil euros do que o ano passado e conta novamente com o músico Carlos Barreto como director do Festival.

A ter lugar de 21 a 24 de Fevereiro, o Festival Internacional de Jazz de Portalegre vai contar com um naipe de propostas muito variado.

O Sexteto Mário Barreiros que recentemente lançou o seu primeiro álbum Dedadas, abre amanhã, dia 21, o V JazzFest - Festival Internacional de Portalegre, que inclui no seu cartaz o Michel Portal Quartet e Don Byron.
Ao Sexteto Mário Barreiros sucederá o Trigon Quartet, da Moldova, que sobe quinta-feira, ao palco da sala principal do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre.

Este grupo procura fundir a música cigana com o jazz, o que dá uma sonoridade próxima da música israelita a que chamamos «klezmatics», explicou o crítico de jazz António Rúbio.

Sexta-feira sobe ao palco do CAEP o quarteto do francês Michel Portal, este no saxofone alto, bandoneon e clarinete, Louis Sclavis (clarinete, saxofone), Bruno Chevillon (contrabaixo) e Daniel Humair (bateria). De realçar que Michel Portal ocupa um lugar particular e singular na cena do jazz europeu. A sua reputação como solista clássico parece ter tornado desnecessária qualquer necessidade de reafirmação das suas capacidades técnicas. Recipiente directo das obras dos grandes compositores contemporâneos, Portal não é impelido pela necessidade de ser reconhecido. Regularmente aclamado pelos profissionais musicais de diversos géneros (três Óscares franceses, os Césares, pelo seu trabalho em bandas sonoras, complementam os mais variados prémios noutros campos), Portal está na posição de apreciar o lugar que ocupa.

O espectáculo de encerramento do JazzFest está a cargo dos Ivey Divey Trio, de Don Byron. Don Byron (clarinete e saxofone tenor) actua na cidade alto-alentejana com George Colligan ao piano e Bem Perowsky na bateria.

No decorrer do V Festival Internacional de Jazz de Portalegre vão ter também lugar diversas actividades paralelas.
Assim, entre 21 e 24 de Fevereiro, para além da Feira do Disco e DVD vão ter também lugar Provas de Vinhos e Produtos Regionais.
De realçar que ambas as actividades decorrem às 21 horas.

Nos dias 23 e 24, às 00 horas tem lugar a Jam Sessions, com Jeffrey Davis Trio, grupo constituído por Jeffrey Davis (Vibrafone), Nelson Cascais (Contrabaixo) e Alexandre Frazão (Bateria).

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