sábado, 21 de setembro de 2013

CANDIDATOS DA CDU À CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR E PROGRAMA























PROGRAMA PARA O CONCELHO 
DE 
PONTE DE SOR 

















 (clique na imagem
para ler na integra)



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CANDIDATOS DA CDU À ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO CONCELHO DE PONTE DE SOR


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CANDIDATOS DA CDU À ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE PONTE DE SOR, TRAMAGA E VALE DE AÇOR


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CANDIDATOS DA CDU À ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE MONTARGIL


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CANDIDATOS DA CDU À ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE LONGOMEL


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CANDIDATOS DA CDU À ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE GALVEIAS




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CANDIDATOS DA CDU À ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FORROS DO ARRÃO






















(Clique na imagem para ampliar)

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ALTERAÇÃO DO LOCAL - AUTÁRQUICAS - PONTE DE SOR DEBATE ENTRE OS CABEÇAS DE LISTAS

Quarta - feira, dia 7 de Outubro, às 21 horas, no Teatro-Cinema de Ponte de Sor, debate com os cabeças de lista à Câmara Municipal de Ponte de Sor.
Este debate vai ter como moderador o jornalista João Ruivo e é uma organização do jornal A Ponte, Rádio Tempos Livres e Rádio Portalegre.
Vá conhecer as propostas dos candidatos ao vivo ou ouça nas rádios.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

AUTÁRQUICAS - PONTE DE SOR DEBATE ENTRE OS CABEÇAS DE LISTAS

Quarta - feira, dia 7 de Outubro, às 21 horas, no auditório da ex-fundação António Prates, debate com os cabeças de lista à Câmara Municipal de Ponte de Sor.
Este debate vai ter como moderador o jornalista João Ruivo e é uma organização do jornal A Ponte, Rádio Tempos Livres e Rádio Portalegre.
Vá conhecer as propostas dos candidatos ao vivo ou ouça nas rádios.

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A CAMPANHA DOS CROMOS

Após uma semana de campanha eleitoral para as Eleições Autárquicas do concelho de Ponte de Sor, apetece-me fazer um pequeno balanço daquilo que se passou até agora e que me foi dado observar.
E porquê? Porque me apetece, pronto!

Comecemos com a campanha da CDU.

Comparativamente aquilo que aconteceu noutras eleições, noto a campanha dos comunistas um pouco... direi triste. Falta-lhes aquela enchurrada de gente, fazendo do seu número uma força que impressiona.
A sua lista é formada por muita gente nova mas curiosamente essa juventude não se nota nas agora chamadas «arruadas» (que termo mais foleiro!). Claro que tentam passar a sua mensagem, o João Pedro Amante e o Vitor Morgado são bons oradores e esforçam-se por convencer. Distribuem os seus folhetos e esferográficas, tentando manter as pessoas interessadas.

Falemos agora da campanha do PSD/CDS:

Nota-se uma dinâmica de vitória, consubstanciada na juventude e na acutilância dos seus argumentos. A sua lista é formada por pontessorenses que toda a gente conhece, jovens e empreendedores, profissionais competentes nas áreas onde trabalham.
Joaquim Lizardo é o arquétipo de gestor competente, sempre disposto a ouvir e argumentar com quem conversa. Os folhetos que publicitam as listas são modernos, coloridos e convincentes, uma boa ferramenta para se iniciar verdadeiramente um Concelho Com Futuro. Os inevitáveis brindes são esferográficas, porta chaves e isqueiros.


A candidatura do PS:

Trabalha com ferramentas diferentes das restantes candidaturas. A começar com a famosa brochura de 48 páginas todas a cor, em papel grosso e brilhante, com inúmeras fotografias tiradas pelos serviços da Câmara Municipal.
Quem conhece a génese dessa revista, sabe que ela foi originária do mesmo gabinete de imagem que assessoria a nossa Câmara e que (e talvez isso não saiba, caro leitor) foi planeada e projectada para ser um boletim municipal. Mas como em período eleitoral não se podem publicar esses boletins, nada mais fácil: tira-se as partes onde tinha Câmara Municipal de Ponte de Sor e substitui-se por Partido Socialista!
Fácil, não?

E isto pode ser verificado nas actas da Câmara, onde todas as especificações da revista estão lá, todas escarrapachadas: o número de folhas, dois agrafos, páginas a cores...
Mas curioso: será que a Câmara é só o seu Presidente e o Vereador do Urbanismo? E as Juntas de Freguesias, algumas que até fizeram um trabalho meritório? Não existem? Ou será a tal história dos filhos e enteados?
Mas falemos em pormenor da campanha do PS, pois são ele o poder e por isso, merecem ser melhor escrutinados. Comecemos pelas viaturas. São algumas e todas elas mais... proletárias! Os velhinhos Visa lá saíram da garagem. Ah, mas também há jipes todo o terreno, que o PS não é só proletariado!
Distribuem, para gáudio das senhoras (talvez para compensarem o tal pecadilho da lei da paridade...) um estojo, misto de espelho de maquilhagem e apetrechos de costura! E as inevitáveis esferográficas, com um design mais moderno que os seus opositores.
Quanto à brochura de divulgação das várias listas, as capas são a cores mas as fotos dos candidatos a preto e branco. Teriam acabado a cor quando imprimiram a revista... perdão, o boletim municipal... perdão... nem sei como lhe chamar!
Tal como a campanha da CDU, também noto a candidatura do PS muito mortiça, sempre com as mesmas caras, sem renovação. A primeira vez que me cruzei com os socialistas, até pensava que eram trabalhadores da Câmara nalgum trabalho de inspecção!
Mas o mais curiosa que verifiquei, foi aquilo que deu o título a este post:


«A Campanha dos Cromos»!

Se o leitor vir bem, não há sinal de transito no concelho que não tenha os tais famosos rectângulos autocolantes. Fazem-me lembrar os cromos da bola, que coleccionei enquanto criança, só que menos modernos, pois não eam autocolantes. Eram os famosos cromos da bola, que comprávamos no Ti'Casimiro, ali na Rua Damião de Gois, em frente à igreja.
E será legal, esta maneira de propaganda política?
Quanto a mim, não sei, só demonstra que certas pessoas estão desesperadas por aparecer em tudo quanto é sítio. O importante é passar a forma, não o conteúdo. E sempre se pode alegar que quem fez essas colagens foram miúdos, ah esses malandros, demos-lhes os autocolantes e eles andaram a colar nos sinais de transito, esses malandros!
E pronto. Falta mais uma semana, falta convencer as pessoas que se se ganhar, a freguesia vai ter dois pavilhões gimnodesportivos, um campo de jogos para corridas de caricas, uma TAC toda apetrechada, viagens para os idosos até ao campo de golfe dos Saraivas, um autódromo para carrinhos de rolamentos, uma fundação de arte rupestre, um museu de ciências ocultas...



Pergunto eu:
se durante 4 anos não se fizeram grandes benefícios nas vossas freguesias, caros leitores, será que se convencem que para o ano é que é?


As obras falam por si, os pontessorenses não são burros e na hora certa, sei que irão votar naquilo que lhes der melhores garantias.

Quanto a mim, aposto no Futuro.

Quanto a mim, a candidatura certa para levar o nosso concelho para o século XXI, é a candidatura de Joaquim Lizardo. Essa foi a minha aposta desde o início, essa é a minha aposta para dia 11.
Nas eleições autárquicas, não é no partido A ou B que se vota.
Vota-se, isso sim, na escolha entre João Pedro Amante, Joaquim Lizardo e João Taveira Pinto!
E é isso que lhe aconselho, querido leitor: não veja o símbolo do partido/coligação.

Vote no nome. E tudo será simples!

E deixo-vos com esta citação de Otto von Bismarck:

«Nunca se mente tanto como em véspera de eleições,
durante a guerra e depois da caça.»


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quinta-feira, 2 de julho de 2009

CDU APRESENTA CABEÇAS DE LISTA À CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR



Mandatário Concelhio de Ponte de Sor da CDU
MARIANO SABINO DOS SANTOS,
88 anos
Militante do PCP;
Funcionário público aposentado;
Foi antigo regente escolar (mestre-escola), jornalista, cronista da cidade de Ponte de Sor e colaborador em vários jornais, mantendo na actualidade uma coluna de opinião no Jornal “Ecos do Sor”;
Foi ainda Presidente do Eléctrico Futebol Clube e árbitro de futebol
.

JOÃO PEDRO XAVIER ABELHO AMANTE,
35 anos
Arquitecto (Lisboa, 1997);
Curso de Especialização em Gestão Urbanística (Coimbra, 2002);
Curso de Estudos e Formação para Altos Dirigentes da Administração Local (Coimbra, 2005);
Desde 1997, a par da actividade privada em gabinete próprio, em Ponte de Sor, colaborou com vários ateliers de arquitectura e com o GAT - Gabinete de Apoio Técnico de Abrantes;
É, desde 2005, chefe da Divisão de Planeamento, Urbanismo e Ambiente do Município de Avis;
Foi colunista da Revista “Águia”, publicação da Associação Cultural Amigos do Concelho de Avis e mantém na presente data, colaboração na coluna de opinião do Jornal “A Ponte”, tendo participado ainda com artigos técnicos e crónicas em diversas publicações periódicas nacionais;
Integra a equipa de projecto da Festa do Avante, desde 2000 e participa no Grupo de Trabalho do PCP para as questões do Urbanismo e Ordenamento do Território;
É actual vereador em regime de não permanência na Câmara Municipal de Ponte de Sor (mandato 2005-09) e foi membro da Assembleia Municipal de Ponte de Sor no mandato 2001-05.
É militante do PCP desde 2002, membro da Direcção Regional de Portalegre do PCP e membro da comissão concelhia e secretariado da concelhia de Ponte de Sor do PCP;
Foi membro da Direcção Regional de Portalegre do STAL - Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local
.


VITOR MANUEL FELICIANO MORGADO,
34 anos
Licenciado em Gestão de Empresas, pelo Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior de Tecnologia e Gestão.
Fez curso do Mestrado em Estudos Históricos Europeus na Universidade de Évora, onde foi membro do Conselho Pedagógico.
Eleito Vereador na Câmara Municipal de Ponte de Sor em regime de não permanência pela CDU, desde Dezembro de 2001.
Militante do PCP, membro da Direcção Regional de Portalegre do PCP. Membro da Comissão Concelhia e Secretariado da Concelhia de Ponte de Sor do PCP. Foi membro da Direcção Nacional da JCP.
Trabalhou na Câmara Municipal de Nisa ao nível de assessoria, na área de gestão, na realização do “Caderno Económico” do PDM – Plano Director Municipal, e realizou estudo de viabilidade económica no âmbito do projecto do novo complexo termal das Temas da Fadagosa.
Na Câmara Municipal de Alandroal colaborou na Área da Gestão Financeira, Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL); Informática; Financiamentos no âmbito do II Quadro Comunitário de Apoio e Apoio ao Sector Cultural.
Na Samsung Portugal Electro-Mechanics, desempenhou funções no Departamento Financeiro.
Actualmente desempenha actividade na CoopLisboa, como Supervisor de Zona.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2005

CRISE DE REPRESENTAÇÃO [ parte II ]

1.

Em quem é que eu voto? É a pergunta que mais me fazem. É a pergunta que mais me faço.

2.

Já tive mais certezas do que as que tenho hoje. Há quem pense que é muito simples: critica Santana Lopes, não pode votar no PSD. (De passagem, a mesma crítica não é feita aos "renovadores" que dizem ir votar no PCP, ou aos socialistas que disseram cobras e lagartos de Sócrates e vão votar PS, ou aos bloquistas que vão votar PS. A economia da coerência como arma de critica ad hominem é sempre para os outros...) Mas eu estou em oposição a Santana Lopes e não ao PSD, cujo papel na democracia portuguesa continuo a considerar vital. Seria mau para Portugal que Santana Lopes voltasse a ser Primeiro-ministro, mas seria péssimo que o PSD perdesse o seu papel único no sistema político português. Continuo a pensar que, após a ultrapassagem deste epifenómeno, que não será fácil nem pacífica, o PSD pode reencontrar o seu papel de único partido por onde passam (e passaram) todas as reformas que Portugal precisa. O futuro do PSD diz-me respeito como seu militante e não conto alhear-me dele e por isso uma fina linha de navalha de decisão me pesa. Não se pode ficar de bem com todos. Acontece.

3.

Se Sócrates chegar ao poder - como um infeliz cartaz da JSD e múltiplas declarações de Santana Lopes e Miguel Relvas todos os dias nos dizem que vai acontecer - será o retorno ao adiamento medíocre e dourado. Todos sabem o que penso do guterrismo, não vale a pena repeti-lo. Mas convém ficar claro que se Sócrates chegar ao poder, o primeiro responsável é Santana Lopes. Não é único, Durão Barroso e os unanimistas do PSD que batem palmas a tudo para reservar o seu pequeno lugar, também têm responsabilidades. Mas nunca ninguém enterrou o PSD numa crise de credibilidade tão grande como Santana Lopes, nunca ninguém dividiu o partido tão esterilmente como Santana Lopes. Houve quem dissesse há muito tempo que ia ser assim, desde o tempo da Cadeira do Poder.

4.

Há também responsabilidade nos poucos que podiam pelo menos ter tentado fazer-lhe frente, há cinco meses e agora. A tese que, para derrubar Santana Lopes, é preciso que ele perca as eleições, pode ser boa para os candidatos à sua sucessão, mas é péssima para o partido e má para o país. Fique no entanto a saber-se que muito foi tentado, felizmente sem vir para as páginas dos jornais, para que tal acontecesse. Houve muita gente que não ficou sentada e que tentou. Falhou, mas também não é verdade que muitos militantes, entre os quais me incluo, não tenham tentado persuadir, convencer, sem sucesso.

5.

A favor dos que não avançaram antes, mas o vão fazer a 20 de Fevereiro, há que ter consciência das dificuldades, dos tempos demasiado curtos, dos momentos desfavoráveis, da aceleração com que tudo ocorreu, e da degradação de muitas estruturas do partido que, desde que não lhes mexam nos lugares dos seus dirigentes, aceitam tudo e perdem o sentido do interesse nacional. Neste ciclo de pressa, Durão Barroso tem muitas responsabilidades, porque podia ter sugerido uma sucessão pelo governo, dando tempo ao partido para encontrar uma solução sem ser sob pressão e encomenda.

6.

Dito isto, fique bem claro que o PS não é alternativo aos males do PSD. Isto está de tal modo rasteiro que convém também dizê-lo explicitamente. Lembro a alguns meninos sem memória que quando eles andavam em hotéis a fazer acordos com o engenheiro, ou quando no PSD muitos se acomodavam à inevitabilidade do estado de graça permanente de Guterres e actuavam como se estivessem em bloco central para os empregos, eu fui sempre um duro crítico do guterrismo muitas vezes solitário. Quem criticou a divisão entre PS e PSD dos lugares nos conselhos de administração de algumas importantes empresas, quem criticou a venda da Lusomundo à PT, quem criticou as re-nacionalizações por via das golden shares, quem criticou a passagem dos orçamentos do PS? Não foram alguns dos patriotas da camisola dos dias de hoje.

7.

Discordo por isso em absoluto da posição de Freitas do Amaral no plano político. Insisto: no plano político, porque quanto ao plano moral, os discípulos do dr. Portas são os últimos que têm autoridade para o criticar, dado que a sua casa é o melhor exemplo do oportunismo em estado puro, com a agravante de ser exibido com arrogância e hipocrisia. Freitas do Amaral tomou uma posição de consciência, pouco fácil para quem foi o que foi e é o que é. Merece respeito por isso e discordância política.

8.

Voltaremos aqui.
José Pacheco Pereira

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2005

JERÓNIMO DE SOUSA JANTA COM APIOANTES DA CDU EM PONTE DE SOR


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, vai estar presente num jantar de apoio à candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral de Portalegre, encabeçada por Fernando Carmosino, e que se realiza na cidade de Ponte de Sor, hoje dia 26 de Janeiro (quarta-feira), às 20 horas, no restaurante “Mestre Jaime.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2005

EM PONTE DE SOR

Jerónimo de Sousa em jantar da CDU


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, vai estar presente num jantar de apoio à candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral de Portalegre, encabeçada por Fernando Carmosino, e que se realiza na cidade de Ponte de Sor, no dia 26 de Janeiro (quarta-feira), às 20 horas, no restaurante “Mestre Jaime”.

Jornal Fonte Nova

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

CDU APRESENTA-SE AOS ELEITORES DO DISTRITO DE PORTALEGRE


Mais uma vez somos chamados a votar para eleger os deputados à Assembleia da República.O nosso Distrito participa neste acto eleitoral numa posição mais enfraquecida porque perdeu mais um dos seus representantes no Parlamento Nacional.Esta perda revela que a população está numericamente mais reduzida e confirma a posição de Portalegre em último lugar na escala do desenvolvimento dos distritos do País.Este é o resultado de um conjunto de políticas praticadas ao arrepio dos interesses e das aspirações das gentes do Distrito de Portalegre.O PSD e o CDS-PP e o PS (sozinhos ou coligados, em maioria absoluta ou relativa) são responsáveis por este estado de coisas, porque têm estado no Governo desde 1976.Nestas eleições, importa escolher bem quem nos represente na Assembleia da República. Quem lute por pensões de reforma dignas, equiparadas ao salário mínimo nacional; por salários que garantam o poder de compra perdido pelas famílias; por emprego estável e com direitos; pelo apoio às empresas tradicionais instaladas no distrito, como garantia de postos de trabalho; pelo apoio à instalação de novas empresas, como núcleos de desenvolvimento integrado e garantia de postos de trabalho para a fixação de pessoas, principalmente dos jovens; por regalias sociais consonantes com os descontos e impostos pagos por quem trabalha; por estruturas sociais capazes de responder às necessidades da população; pela construção da Barragem do Pisão, prometida há várias décadas, mas usada apenas em vésperas de eleições pelos partidos que têm estado no Governo; pela construção do IC13, eixo rodoviário fundamental ao desenvolvimento integrado do nosso Distrito.Uma tal escolha será garantida com o voto na lista de candidatos da CDU. A sua estreita ligação ao distrito e o vasto conjunto de provas dadas que consigo transportam são a mais valia capaz de garantir a justeza da escolha do voto na CDU – Coligação Democrática Unitária. São a garantia de uma opção efectivamente de esquerda, ao serviço do Distrito de Portalegre.Nestas eleições, ouse votar diferente, vote na opção coerente de esquerda imprescindível e indispensável à viragem política que o Distrito de Portalegre e o País necessitam e merecem.
Fernanda Braga
(mandatária da lista da CDU)

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2005

PS E CDU COM LISTAS CONCLUIDAS

A lista do Partido Socialista é encabeçada por Miranda Calha, sendo o segundo Ceia da Silva figuram ainda Idalina Trindade e João Pina.

A lista da CDU é liderada por Fernando Carmosino e conta com José Amante (Ponte de Sôr), Ana Balão (chefe gabinete presidente da CM Monforte) e Jorge Ventura (sindicalista).

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2004

COM A CARTEIRA OU COM O CORAÇÃO? (VISTO DO LADO DO PS, BE E PCP)


Rui Pimentel / VISÃO

Do ponto de vista da mecânica das eleições, a principal questão é a de saber se elas serão ou não bipolarizadas, se haverá ou não "voto útil", se se vota com a carteira ou com o coração, com os "interesses" ou com a ideologia? O que é interessante é que, sendo essas eleições já para amanhã, seguindo-se elas a uma crise política grave que implicou a dissolução da Assembleia, não se consiga ainda perceber como é que vão ser. Decididamente os portugueses que repudiam o que está também não se entusiasmam com o que vem. Este sentimento é que dá espaço à dúvida.
Várias estratégias eleitorais têm sido construídas na presunção de diferentes respostas a esta questão, embora surpreenda a inconsistência do que se pode perceber dessas estratégias pela prática dos partidos já em campanha. Não deve ser do Natal, é do ar generalizado de mediocridade que se respira e da convicção cada vez mais arreigada no eleitorado que pouco mudará nas políticas a curto prazo e não haverá políticas a mais nenhum prazo - ou seja, o que há de fundo para mudar continuará intangível.
Uma das razões por que isto acontece é que a diferença temporal estreita entre ciclos eleitorais mantém ainda muito viva a memória das razões que motivaram as mudanças eleitorais do último ciclo. As pessoas sabem que, há dois anos, o PS estava no poder, foi a desgraça que foi, e por isso votaram no PSD. Sabem também como acabou o Governo PSD-PP e da desgraça que também foi. A memória das duas desgraças penaliza a mais fresca, mas não é suficiente para apagar a mais distante. Por estranho que pareça, o único partido que tinha margem de manobra neste contexto de dupla memória negativa era o PSD, mas malbaratou-a completamente ao não saber tirar lições do desastre governativo de Santana Lopes. Se tivesse mudado de liderança, num processo de ruptura com o que está, teria possibilidades de obter um crédito de confiança face a um PS que permanece guterrista e com pequena legitimidade para falar de finanças e de reformas, ele que as enterrou no pântano actual e que não as fez no ciclo mais favorável das últimas décadas.
O PS pede uma maioria absoluta, o que tem sentido e não é de todo implausível. No entanto, pedindo a maioria absoluta, o PS parece ainda hesitar na sua convicção de lutar por ela, quanto mais de a ter. Beneficiando acima de tudo do repúdio do que está, o PS parece pensar que é o bastante para obter os votos necessários, o que é um engano total. Para obter uma maioria absoluta, uma disfunção arrancada a ferros de um sistema eleitoral construído para a impedir, o PS precisa não apenas que as pessoas não gostem do que está, mas que acreditem com força no que se lhes propõe. A maioria absoluta precisa ou de dramatização ou de personalidades fortes que motivam amores e ódios, que arrastem atrás de si eleitores motivados pela empatia que suscitam. Foi assim com Cavaco Silva, o único que o conseguiu duas vezes em Portugal.
Ora, as opções do PS são frouxas: evitam a todo o custo uma campanha activa, na sequência de uma oposição cinzenta e pouco eficaz, e limitam-se a comentar as evidências dos incidentes em que o Governo se mete diariamente. Só que nunca foi o PS que revelou esta evidência, foram principalmente aqueles a que Portas chama "atiradores furtivos". Por isso, nem o mérito de uma oposição eficaz tem Sócrates e o PS, para começar.
O PS e Sócrates, já em plena campanha eleitoral, tiveram dois momentos para se revelarem: um, pela positiva, afirmando a opção da co-incineração ; outro pela negativa, ignorando a proposta envenenada de Pinto da Costa para se opor a Rui Rio no Porto. Quanto ao primeiro, inclino-me para considerar que Sócrates fez bem, embora talvez devesse ser mais prudente no carácter taxativo da solução, para incorporar o trabalho posterior que talvez não devesse ser todo deitado ao lixo. Na questão Pinto da Costa, bem mais grave porque envolve a afirmação dos poderes democráticos face aos poderes fácticos, de atitudes claras face à justiça e à corrupção, de recusa do populismo futebolista, Sócrates cedeu. É péssimo sinal.
Quanto à recusa de alianças pré-eleitorais, o discurso do PS é o que se espera de quem pede maioria absoluta, embora nenhuma ilusão possa ser tida quanto ao que acontecerá, caso a não tenha. Sócrates, se tiver uma maioria relativa, no limiar da absoluta, tentará uma solução minoritária semelhante à de Guterres e ela pode funcionar. Guterres fez um mandato em minoria e governou como se estivesse em maioria. Caso precise de mais votos, Sócrates fará os acordos necessários com o BE e mesmo o PCP, sem grandes hesitações, e não terá grandes dificuldades em obter esse apoio pelo menos numa fase inicial da legislatura, Nenhum partido da esquerda contribuirá por acção e omissão para o retorno do PSD e do PP ao poder, enquanto estes partidos tiverem à frente Santana Lopes e Portas.
Esta situação é prometedora para o BE e mesmo para o PCP, tanto maior quanto o forem os seus resultados eleitorais. É do interesse de ambos que o PS não obtenha uma maioria absoluta e farão tudo para isso. Haverá voto útil em Sócrates vindo da "esquerda"? Talvez em menor grau do que aquele que virá de eleitores descontentes com o PSD. A condição para que isto aconteça depende também da campanha ser ou não bipolarizada, porque, se o for, haverá "voto útil" à esquerda no PS. A situação do BE e do PCP é espelhar a do PP e por isso tudo farão para evitar a bipolarização.
Ambos apelarão a nichos eleitorais seguros - o do BE em crescimento, o do PCP a encolher, o do BE com maior dinamismo social e comunicacional, o do PCP com maior capacidade de resistência e raízes sociais mais profundas. Também aqui a capacidade das lideranças para mobilizarem os eleitorados de núcleo duro pode ser decisiva e o BE tem a vantagem de estar na moda e o PCP não. No entanto, seria injusto para Jerónimo de Sousa minimizar a sua capacidade para, numa perspectiva defensiva, proteger o PCP de uma desagregação eleitoral mais acelerada.

(continua)

José Pacheco Pereira



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